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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO.

O DIREITO QUE NÃO TEMOS.A pessoa humana tem muitíssimos direitos. Praticamente, mais direitos do que deveres. O primeiro dos direitos é o direito à vida. Podemos e devemos lutar por todos os nossos direitos, mais inda, quando se trata do direito de viver. Adendos e anexos a ele estão os direitos de viver em paz, com relativo conforto, num lar e numa casa digna, com liberdade responsável e com o mínimo necessário para uma vida digna. Isso pode nos levar a lutar por mais escolas, mais asfalto, mais água, mais luz e esgoto, terra para plantar, preços mais acessíveis, menos juros, mais segurança, direito de associação, direito de ir e vir, direito de crer, direito de falar, direito de discordar.
Mas há, segundo a Igreja, direitos que não temos, por causa dos direitos que o outro tem. Por isso mesmo, não existe o direito de matar. O motivo é mais do que óbvio. Se todos têm o direito de viver, então ninguém tem o direito de matar, nem o Estado. Pode isolar o cidadão numa prisão, por causa do mal que fez ou pretende fazer. Não pode prendê-lo, só porque discorda. Mas, matar, nunca! Somos contra a pena de morte. E somos contra esta pena, não somente para os adultos; ela também se estende ao embrião e ao feto humano. Não temos nem mesmo o direito de matar um embrião, que não parece humano, mas é um futuro adulto.
Quando as mulheres descobrem que estão grávidas vão ao médico, não porque têm uma excrescência indesejável, ou um tumor dentro do seu útero e, sim, porque uma vida se manifestou dentro delas. Pararam de menstruar e foram ter certeza. Diferente da vida delas esta nova vida começou a dar sinais. Mais do que algo, alguém diferente aconteceu no seu corpo. O pequeno intruso pode ter ou não ter sido planejado, mas, a partir daquele momento, a mulher tem deveres que não tinha antes. Toda mulher tem o direito de ser ou não ser mãe, desde que não mate nenhuma vida por este seu direito. Vale dizer que a mulher tem o direito de não conceber ou de conceber, mas, uma vez concebida uma vida, acabou o seu direito de não ser mãe, porque esse direito vai significar a morte da vida que dentro dela começou.
Há direitos que não temos. O piloto, em geral, não é dono nem do avião que pilota, e certamente não o é dos passageiros que entraram no avião que ele comanda. Não viu os rostos, nem sabe os nomes de quem ele vai levar ao destino por eles escolhido. Seu direito de ser piloto a partir da entrada dos passageiros no avião, se transforma em dever. Levá-los, sãos e salvos, ao seu destino. Mulher é como piloto. A vida que se formou nela, não importa como tenha entrado, não lhe pertence. Goste ou não goste, deve levá-la ao nascimento, porque aquela vida não tem culpa do que aconteceu no útero dela.
A Igreja Católica que ultimamente virou saco de pancadaria em certo tipo de mídia e é duramente criticada por sua posição inflexível contra o aborto, faz o que faz porque acha que matar é um direito que não temos. É contra o aborto, pela mesma razão que a faz ser contra a pena de morte. Gostaríamos de nos livrar, de uma vez por todas, de certas pessoas incômodas, mas não podemos. Mesmo assassinas, elas possuem o direito de viver. Se matarmos um assassino, a não ser na hora da agressão e em legitima defesa, faremos o que ele fez com outros e nos tornaremos como ele. Se matarmos um feto, este sim, sempre indefeso, faremos a mesma coisa que fez o assassino: decidiu eliminar alguém porque achava seu objetivo maior do que esta vida humana. Demos o nome que dermos ao nosso ato, o fato é um só: matamos uma vida que se formava dentro de uma mulher. Não era um tumor. Era um futuro ser humano! Simplesmente, não temos tal direito!
Última Alteração: 14:56:00
Fonte: Pe. Zezinho, scj
local:São Paulo (SP) Inserida por: Administrador
MARIA MÃE DE DEUS.                                                                                                                        Ninguém jamais experimentou o mistério inefável da salvação, como Maria, a Mãe de Deus. Ela acolheu, profundamente, no coração esta realidade sublime que foi a obra salvífica de seu Filho. Por isto, Ela é para nós a Mãe de Misericórdia, porque, mais do que ninguém ela conheceu a fundo o amor desvelado de Deus para com suas criaturas, revelado na Encarnação do Verbo em seu seio puríssimo. Tanto isto é verdade que, no seu cântico de louvores ao Criador, ela afirmou que a misericórdia divina se estende de geração em geração (Lc 1,50), tornando-se ela mesma um canal extraordinário das redentoras graças divinas. Desde o dia triunfal da ressurreição de Cristo, fundamento de nossas esperanças, a Igreja jamais deixou de dirigir à Mãe de Jesus uma parte de sua gratidão pelo incomparável benefício que prestou ao gênero humano e pelas múltiplas e repetidas provas de sua assistência materna. Para que, de um modo visível, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade visitasse esta terra, para que se fizesse homem como nós e nos ensinasse o caminho da reabilitação, era necessário que uma mulher pelas suas virtudes e merecimentos, atraísse a atenção de Deus e O fizesse vir até nós. Mister se fazia que uma representante do gênero humano, bastante pura, santa, perfeita, que na terra fosse sua mãe, concretizasse em si aquela grandeza que deveria ter aquela que daria aos homens o Messias prometido. Era necessário que alguém sustentasse entre nós a pesada coroa, tão nobilitante, honorífica, mas difícil de se conservar: a coroa da santidade existencial. Esta foi a notável missão de Maria Virgem na obra da redenção da humanidade, obra salvadora realizada pelo Filho de Deus que se fez homem e habitou entre nós. Eis por que os cristãos sempre honraram e veneraram esta criatura privilegiada. Deparamos suas formosas imagens nos mais antigos recintos religiosos da cristandade. Todas as gerações que se sucederam no decorrer dos tempos foram transmitindo umas às outras, como herança preciosa, como valioso patrimônio, o culto daquela que neste mundo foi verdadeiramente a Mãe de Deus. Todos pararam um momento diante dos altares de Maria Virgem. Todos a lhe dirigirem uma súplica a implorarem sua poderosa proteção. Os séculos passados lhe edificaram inclusive suntuosas catedrais, lhe cantaram maviosos hinos, derramaram contritas lágrimas de piedade e de amor diante de suas estátuas. Os tempos modernos, cujo ideal parece ser a negação das crenças antigas, cuja ambição se apresenta como demolição da moral religiosa, dos princípios éticos fundamentais sobre os quais descansa o edifício social, a organização da família e a consciência do indivíduo, volvem ainda amorosamente os olhos à Virgem Santa e dela se lembram nos dias de grande calamidade, para ela se voltam nos instantes de amargura e sofrimento. É que no íntimo dos corações, no mais profundo da consciência, está insculpido o senso deste poder superior que desce do seu trono de graça e de misericórdia por ser ela Rainha poderosa, Mãe do Verbo de Deus Encarnado. * Professor durante 40 anos no Seminário de Mariana.
Última Alteração: 14:09:00
Fonte: Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho
Local:Mariana (MG) Inserida por: Administrador

A IGREJA ATRAVÉSSA UM MOMENTO DE PROFUNDA TRITEZA                                                                                                                                                O núncio apostólico no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri, presidiu a missa que abriu a 48ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, nesta terça-feira, 4, no Santuário Dom Bosco, em Brasília (DF). Em sua homilia, dom Lorenzo discorreu sobre a paz e sobre o momento atual vivido pela Igreja, por causa dos casos de pedofilia praticados por membros do clero.
“A Igreja hoje atravessa um momento de profunda tristeza e amargura, um Getsêmani, um suor de sangue com dor e sofrimento”, disse o núncio. “A Igreja figura nas páginas dos jornais e de outros meios de comunicação, fustigada, exposta ao público ludíbrio, pelas fraquezas de alguns de seus membros qualificados, os quais foram responsáveis de pecados e crimes gravíssimos, passiveis de juízo diante de Deus e dos tribunais”, continuou.
Para o núncio, este é um tempo de purificação e de penitência. “Acompanhamos com lucidez e clareza quanto acontece e os pastores e os Superiores maiores estão convidados a tomar de imediato as medidas adequadas, instruídas pela Santa Sé, para aplicar as penas correspondentes aos responsáveis dos crimes cometidos no território ou nas áreas de própria competência, todos solidários para fazer frente a qualquer tipo de especulação e instrumentalização e, sobretudo, unidos ao Santo Padre, atingindo em primeira pessoa, por uma campanha orquestrada e perversa, volta a desacreditar a Igreja e aos seus membros mais elevados em hierarquia. Roguemos a Deus!”, afirmou.
A missa teve a participação especial de 13 novos bispos, nomeados desde a última assembleia. “Sintam-se bem acolhidos e recebidos com um abraço fraternal, no início do vosso pastoreio nas diferentes Dioceses do Brasil”, sublinhou dom Lorenzo. “Sei que estais ainda experimentando o temor e o tremor da primeira notícia e sabeis que a graça de Deus é grande e sereis recompensados pela vossa generosa disponibilidade para servir a Igreja”.
 Assembleia, que reúne mais de 300 bispos, continua até o dia 13 e tratará de vários temas como a Palavra de Deus, Comunidades Eclesiais de Base, Questão Agrária, Programa de Direitos Humanos e pedofilia. A Assembleia deverá aprovar também uma declaração sobre o momento político.
Última Alteração: 14:34:00
Fonte: CNBB
Local:Brasília (DF) Inserida por: Administrador
EM MISSÃO PERMANENTE                                                                                                                 
Depois da Conferência de Aparecida / 2007, a Igreja está ensaiando uma mudança radical na sua maneira de ser. O nosso costume secular foi sempre acionar o sino, para chamar os fiéis às celebrações. Depois modernizamos um pouco essa “voz de Deus”, colocando alto-falantes. A preocupação era uma política de conservação daqueles que faziam parte da comunidade. As considerações sobre os fiéis afastados, e a multidão das pessoas confusas na sua fé, era bastante reduzida. As nossas ocupações quase se resumiam em novenas, celebrações eucarísticas, festa do Padroeiro, catequese das crianças, procissões e horários de confissão. Assim eram atingidos 10 a 12% da população católica. Durante séculos fomos uma Igreja voltada, precipuamente, para dentro. Em Aparecida descobrimos que a evangelização precisa começar de novo. Daí a “Missão Continental” que o Brasil traduziu para “Projeto Nacional de Evangelização”. Agora a ordem é sair. Não mais podemos aguardar as pessoas na igreja, mas sim, ir ao seu encontro, onde quer que elas estejam. E essa missão não é mais apenas uma arrancada, para depois entrar em novo repouso. Trata-se de um estado permanente de missão, que pode levar muitos anos. Também os protagonistas dessa nova hora são outros. Não são apenas os Padres, mas especialmente os leigos e leigas que, corajosamente se embrenham neste vasto mundo moderno.
Nas minhas Visitas Pastorais nas Paróquias, deparei com centenas e centenas desses novos missionários. São homens e mulheres, e até jovens, que se sentem desafiados para uma nova missão. Todos, para se prepararem, seguiram a “cartilha missionária” da arquidiocese. Através dela receberam treinamento, e foram propostos roteiros de trabalho. Sentiram-se enviados por Jesus, “dois a dois” para os novos areópagos de hoje. E vi também esses bons discípulos do Senhor, voltarem alegres e realizados de seu apostolado. Sentiram na carne a grande promessa de salvação do Senhor: “Alegrai-vos pois os vossos nomes estão inscritos no céu”. Realmente. Flui um sangue novo nas veias da Santa Igreja. Estão provocando na população um encontro pessoal com Cristo. E as pessoas, atingidas por essa iniciativa, se sentem acolhidas como nunca na Igreja.Endereço eletrônico: domroqueopp@terra.com.br
Última Alteração: 11:48:00
Fonte: Dom Aloísio Roque Oppermann, scj
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EUCARISTIA GRAÇA E DISTRIBUIÇÃO                                                                                             

Realiza-se em Brasília, de 13-16 de maio deste ano de 2010, o XVI Congresso Eucarístico Nacional, com o tema: “Fica conosco, Senhor!”, na comemoração dos 50 anos de existência da Capital Federal.
Eucaristia é dom, sacrifício, solidariedade e fonte de reconciliação. Aprendemos no catecismo que a missa é o sacrifício incruento, isto é, sem derramamento de sangue, oferecido por Nosso Senhor Jesus Cristo, mas através do ministro, do sacerdote. Quando celebramos a eucaristia, a santa missa, devemos ter a consciência que se realiza o sacrifício de Jesus, que morreu na cruz, no calvário e que ressuscitou três dias depois.
No mundo atual, com carências e necessidades humanas, de toda ordem e natureza, Jesus se apresenta como aquele que quer dá uma resposta ao mundo. É ele mesmo, pão da vida, que deseja saciar e matar a fome da humanidade, ensinando que é pelo o amor que tudo se transforma em dom, em partilha.
“Graças” e “distribuição” são os elementos fundamentais na Instituição da Eucaristia, a partir do Evangelho da multiplicação dos pães (cf. Jo 6, 1-12; Mc 6, 34-44; Mt 14, 13-21), porque nos revela o aspecto mais belo e bonito de Jesus, preocupado com a criatura humana, mesmo nos dias de hoje, de libertar de todo tipo de fome.Jesus, na sua obediência a vontade do Pai, matando a nossa fome, quer nos ver acordados e atentos, para que o nosso interior e as estruturas humanas sejam transformadas.
Que a nossa preocupação maior seja a de estarmos abertos, com o grande desejo conquistar, pela fé, o que mais desejamos, a nossa realização. Não deixar que os prazeres e a felicidade deste mundo prevaleçam e nos seduzam. Ele quer de nós muita atenção e vigilância. Há no mundo coisas que podem ou não acontecer. Uma, porém, não nos deixa a menor dúvida: Um dia vamos morrer. A morte é para o cristão o encontro definitivo com Deus, a eternidade.
Que as atenções do povo brasileiro se voltem para o nosso bom Deus que se revelar e se manifestar através deste Congresso Eucarístico. Jesus é o pão da vida, o pão descido do céu. Aprendamos de Jesus a compaixão, porque ele ao levantar os olhos e ver toda aquela multidão sem tem ter o que comer, sentiu compaixão.
Última Alteração: 13:53:00
Fonte: Pe. Geovane Saraiva
Local:Ceará Inserida por: Administrador

A MAIOR PERSEGUIÇÃO À IGREJA NASCE DO PECADO EM SEU INTERIOR.
12/05/2010 A maior perseguição à Igreja nasce do pecado em seu interior

LISBOA, terça-feira, 11 de maio de 2010 (ZENIT.org). - Respondendo a um jornalista no voo que nesta manhã de terça-feira feira o levou a Portugal, Bento XVI explicou que a maior perseguição sofrida pela Igreja nasce do pecado que ocorre em seu interior.
A bordo do Airbus 320 da Alitalia, no início de sua 15ª viagem apostólica internacional - a primeira para Portugal -, Bento XVI respondeu a uma pergunta que muitas pessoas gostariam de ter-lhe feito.
O jornalista perguntou-lhe se seria possível ver na mensagem de Fátima uma alusão ao atentado sofrido por João Paulo II e também aos sofrimentos que a Igreja vive hoje, por conta dos casos de abusos sexuais contra menores cometidos por membros do clero.
Bento XVI respondeu que o que poderia ser descoberto de novo ainda hoje na Mensagem de Fátima é nela se ver a "paixão" que acomete a Igreja, que "se reflete na pessoa do Papa".
"Não vêm apenas de fora os ataques contra o Papa e a Igreja, mas os sofrimentos da Igreja têm origem do interior da própria Igreja, do pecado que existe no seio da Igreja", acrescentou.
"Sempre se soube disso, mas hoje podemos constatar de maneira realmente aterradora: a maior das perseguições contra a Igreja não advém de inimigos externos, mas nasce do pecado no seio da Igreja, e a Igreja, portanto, tem uma profunda necessidade de reaprender a penitência, de aceitar a purificação, de aprender, por um lado, o perdão, mas também a justiça. O perdão não substitui a justiça."
O Papa sustentou que "o Senhor é sempre mais forte que o mal e Nossa Senhora é, para nós, a garantia visível, maternal, da bondade de Deus, que é sempre a última palavra na história".
Anteriormente, o Pontífice havia respondido a uma pergunta sobre a realidade da secularização de Portugal - um país profundamente católico.
Bento XVI reconheceu, em primeiro lugar, a presença ao longo dos séculos de uma "fé corajosa, inteligente e criativa", testemunhada pela nação lusitana também em várias partes do mundo, como no Brasil. Mesmo notando "a dialética entre fé e secularização em Portugal", não faltam pessoas dispostas a "criar pontes" e "criar diálogo" entre as duas posições.
"Penso que é precisamente esta a tarefa, a missão da Europa neste contexto: encontrar este diálogo, integrar fé e racionalidade moderna numa única visão antropológica que complete o ser o humano e torne comunicáveis as culturas humanas", constatou.
"A presença do secularismo é algo normal, mas a separação, a contraposição entre secularismo e a cultura de fé é anômala e deve ser superada - disse o Papa. O grande desafio neste momento é favorecer o encontro dos dois, para que assim se descubra sua verdadeira identidade. Esta é uma missão da Europa e uma necessidade humana em nossa história."
Bento XVI também respondeu a uma pergunta referente à crise econômica, que segundo alguns, coloca em risco a estabilidade da própria União Europeia.
Partindo da doutrina social da Igreja, que convida o positivismo econômico a dialogar com uma visão ética da economia, o Papa confessou que a fé católica tem deixado, com frequência, as questões econômicas de lado para dedicar-se primordialmente "à salvação individual".
"Toda a tradição da doutrina social da Igreja busca ampliar o sentido ético e o da fé, para, além do indivíduo, abordar a responsabilidade do mundo, e uma racionalidade ‘moldada' pela ética. Os últimos eventos ocorridos no mercado, ao longo dos últimos dois ou três anos, têm demonstrado que a dimensão ética está circunscrita e deve estar inserida no agir econômico".
"Apenas dessa forma a Europa cumprirá sua missão", concluiu.