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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 20 de junho de 2017

Busquei o amor e só o encontrei no próximo.....


‘’A fé não se desvenda, mas nos aponta para decisões contínuas, a cada dia, com nossos altos e baixos, com nossos acertos e erros, com nossos sim (s) e não (s), com nossos bons e maus momentos, com nossos por quais razões e suas dúvidas, com nossas descobertas e conquistas. ’’ Hoje, dei uma parada na tresloucada realidade cotidiana, com o trânsito caótico, com as pessoas sempre apressadas e movidas impetuosamente pelo tempo do fazer, do realizar, do cumprir, do ganhar, do obter, do aprovar. Por alguns instantes, ousei parar, dirigi-me ao elevador das palavras e fui ao céu e vi que Deus não está lá. Ora, como, poderão muitos afirmar e interrogar: afinal de contas, Deus, o Princípio do Desconhecido não habita lá? Mesmo assim, cheguei ao sétimo andar, andei por um corredor e ao abrir sete portas, em cada uma das salas, nada pude notar, de sua presença. Ai me veio todo um enxame de teorias, como os apologistas deístas e teístas, da versão de termos sido deixados, a própria sorte, e um abraço. Grosso modo, se Deus não está no Céu, onde, então, posso ou podemos o encontrar? Quem sabe, nos relatos de conceberem como a mais bela das fantasias ou desculpas forjadas pelos homens? Vou além, ou em toda essa gama de nuances religiosa esparramada, por esse mundo afora? Sinceramente, coloco os pés no porto da I Epístola de João 4. 07 a 21, e sou levado pelas ondas de cada versículo para chegar a uma verdade inquestionável, atemporal, eterna, ponto de partida para compreender o quanto a Graça ou o Kairós para todos nos chama a trilhar por uma dimensão relacional, voltado a perceber a relevância e importância do humano, sem nenhum antropocentrismo ingênuo e informe, sem descambar para divindades que, tão somente, agrilhoam, afligem, enxertam as pessoas de culpas e condenações. Diametralmente oposto, o texto nos remete para um desafio, sem delongas, sem sublimações, sem refinações inclinadas a suavizar a condição a fim de decidirmos ou não pelo itinerário do amor. Aliás, não o amor desencarnado, desalmado, desumanizado e, sim e sim, o amor como resposta de um Deus que nos formou com essa capacidade de olhar para o próximo com a intensidade de eros, com a temperança de philia e com o recomeçar de ágape, ou seja, uma confluência de um intenso processo movido pela temperança e revigorado pelo ágape. Diga – se de passagem, ao qual tem seu resgate, através da saga de um Carpinteiro da Galileia, um Messias alderedor de suspeitas e de um discurso libertário, libertino (para os denominados catedráticos da legislação pragmática religiosa). Verdadeiramente, acredito, piamente, Deus não está e muito menos quer está no céu, em algum lugar, escondido, e, de vez em quando, solta porções de pérolas de avivamentos, de ressurreições, de curas, de milagres, de prodígios, de sinais e mais nada. Não e não, custo dar ênfase a esse Deus dos cerimoniais, dos ritualismos, das intervenções ao seu bel prazer. Enquanto isso, a epístola de I João 4. 7 – 21 me abre as portas para esse amor, pelo qual começa, entre nós, eu e você, os reputados cristãos, evangélicos, católicos, ortodoxos, protestantes e outras nomenclaturas referentes a todos alinhados a seguir o ressoar das boas novas. Aliás, longe de reduzir o evangelho a um pacote de atos caritativos piedosos, vai além, porque, através desse amor, traz de volta o inconformismo, diante de uma geração envolta ao egoísmo, ao individualismo, ao casuísmo. De notar, quantos milhares, milhões não encontraram Deus, não no céu, mas na vida de pessoas da irradiação de um Martin Luther King Jr, de uma Madre Teresa de Calcutá, de um C.S Lewis, de homens e mulheres marcadas por terem sido instrumentos para promoção, difusão e consolidação do bem, da justiça, da solidariedade, da esperança, da paz, em meio aos reveses, as contingências, as tensões. Evidentemente, esse Deus não tem a intenção de se apossar de ninguém, apequenar ninguém, amesquinhar ninguém, espezinhar ninguém; esse Deus não se amolda aos céus das ufanias e delírios religiosos, da porfia do homem de jogar as cartas; esse Deus anda pelos morros, por meio de pessoas que não desistiram de oferecer um caminho diferente; esse Deus anda pelas calçadas e esquinas, mas não usa palavras pérfidas e assassinas, com relação as prostitutas, aos garotos de programa, aos travestis; esse Deus não se atrela as ideologias de classes; esse Deus pode ser visto, quando pessoas respondem a proposta de Cristo e começam, sem peso e contrapeso, a folhear as utopias possíveis do partilhar, do compartilhar e do colaborar, a cultivar os dons, como meio de sermos geracionistas de vida; a desenvolver e ampliar os talentos, em benefício do próximo. Não por menos, esse Deus quer que venhamos enfrentar e confrontar as falanges demoníacas, os sistemas e subsistemas fermentados pela maldade, com uma vida de entrega, de doação, de prioridades e valores estabelecidos a oferecer o evangelho transformador e restaurador. Paz e bem

Temos sede e fome, dai-nos de comer ....à Palavra que alimenta.


Nem sempre o que se vê, o que se lê nas redes sociais é inútil, é irrelevante, embora, creia eu, que há uma carência enorme de matérias melhores, de post’s que edifiquem a vida dos leitores sedentos de uma palavra que os confortem, que os consolem, que lhes traga PAZ. Há alguns dias, li na página da Igreja Metodista de Roncador, a quem pedi consentimento para usá-la, a frase que estou utilizando como título do artigo semanal de hoje. Há um episódio no Antigo Testamento [Bíblia Sagrada] em que, nos enfrentamentos entre Israel e os Siros, havia fome em Samaria e o profeta Eliseu predisse a abundância de víveres; quatro leprosos estavam à entrada da porta [os leprosos não podiam viver entre o povo sadio]. Esses quatro homens decidiram entrar no arraial dos siros certos de que a morte era inevitável; se entrassem morreriam, se ficassem fora pereceriam de fome. Ao adentrarem perceberam que não havia ninguém, pois os siros haviam fugido porque o Senhor fizera-os ouvir ruídos de carros, ruídos de cavalos e ruídos de um grande exército; entenderam que o rei de Israel se aliara a outros reis para invadir o acampamento deles e fugiram deixando tudo para trás. Os leprosos estupefatos entraram e comeram a se fartar. Aí vem a boa parte da história: "Então, disseram uns para os outros: Não fazemos bem; este dia é dia de boas-novas, e nós nos calamos; se esperarmos até à luz da manhã, seremos todos culpados; agora, pois, VAMOS E O ANUNCIEMOS À CASA DO REI" (II Re. 7 9). Os leprosos poderiam, egoisticamente, ter ficado calados continuando a se fartar com o que os siros fugitivos abandonaram, na pressa de irem embora, para não serem pegos pelos "supostos" exércitos inimigos. Não foi isso que fizeram, mas foram e anunciaram as boas-novas, ao rei de Israel, para que aquele povo tivesse, também, saciada a sua fome, a sua miséria. Éramos perdidos pecadores [ainda somos]: "Todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm. 8 23), mas Deus, pelo seu grande amor ao mundo inteiro, "DEU o seu Filho unigênito para que TODO aquele que nele crer não pereça, mas alcance a vida eterna" (Jo. 3 16). Poderíamos, na certa, receber o Senhor Jesus, no coração, para termos o direito de nos tornarmos salvos – nos tornarmos filhos de Deus, família de Deus (Jo. 1 12) no gozo desta graça derramada, por Deus, sobre toda a humanidade, mediante a fé no Senhor Jesus. Poderíamos ficar "na nossa", ou seja, não compartilharmos com o próximo, deixando-o à própria sorte. Incumbi-nos, todavia, fazer o que fizeram aqueles quatro leprosos, qual seja, no nosso caso: ir a todo o mundo e anunciar as boas-novas do Evangelho; boas-novas de que o Senhor Jesus nasceu, viveu, morreu, mas RESSUSCITOU, por nós, sem o que ninguém veria o prêmio da salvação. Não há salvação em nenhum outro e devemos dizer isso sempre, devemos compartilhar a salvação, em Cristo Jesus, com toda a humanidade, até aos confins da terra" (At. 1 8). "Evangelismo é isso, é um pedinte, um mendigo contando a outro faminto onde e como encontrou pão." O Senhor Jesus é o Pão da Vida; Ele mesmo o disse: "Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede" (Jo. 6 35). Temos que compartilhar isso enquanto não chega a hora de prestarmos contas a Deus; esse momento se aproxima rapidamente! Pense nisso! Paz e bem