Atalho do Facebook

FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quarta-feira, 3 de maio de 2017

A riqueza de reciclar o coração em Deus....


O que você faz logo depois que se dá conta de que cometeu um grande erro, um erro tão grande que você que se via como uma pessoa razoavelmente boa, íntegra e madura, percebe que sua autoimagem era uma ilusão? Na Bíblia, momentos assim são descritos por uma imagem bem perturbadora: nudez. Adão experimentou isto. Pedro, o discípulo de Jesus mais impulsivo e também o que tinha mais liderança, se viu nesta situação. O que ele pensava sobre si mesmo não era de fato a realidade! Adão desobedeceu a Deus num jardim com pouquíssimas proibições e muita abundância. Pedro negou a Jesus num momento de grande estresse, descobrindo que seu heroísmo e lealdade eram produtos de sua imaginação. Quanto a mim, os episódios em minha vida que me renderam humilhação foram muitos e de natureza variada. Foram também momentos usados por Deus para ajustar o meu ego inflado. Da mesma forma, o seu momento de profunda decepção consigo mesmo também é seu, não vou lhe perguntar! Adão descobriu que estava nu, sentiu vergonha, se escondeu e em seguida, quando confrontado por Deus, jogou a culpa em Eva. Pedro “saindo dali, chorou amargamente.” (Mt 26.75) Assim como Adão, Pedro continuou afastado, incapaz de fazer o caminho de volta até que o próprio Deus o procurou. Deus procurou Adão na virada do dia. Jesus Cristo procurou a Pedro na praia pela manhã, bem cedinho (Jo 21.3-14). Na maioria das vezes, o Senhor me procurou quando eu finalmente calei a boca, me acalmei e fiquei em silêncio. Há algo muito bonito e que aquece o coração quando leio o relato do encontro de Jesus e Pedro na praia, algo que eu não encontro no diálogo entre Deus e Adão. Pedro tinha pescado a noite inteira e estava nu! (João 21.7) Apesar de ambos, Adão e Pedro, terem estado nus; apesar de ambos estarem conscientes da gravidade extrema de seus atos, a resposta ao convite de Deus é totalmente diferente. Pedro vê os peixes emergindo da água em grande quantidade, olha para o homem na praia. O déjà é imediato. Assim que ele se dá conta de que o homem na praia é de fato o Jesus Cristo, ressurreto, Deus encarnado, ele se veste com pressa, pula na água, largando seus amigos para lidar com mais de 150 peixes! Ele nada desejando estar em terra para poder correr em direção a Jesus! E o Mestre recebe a Pedro com carinho, trata-o com muita dignidade e o reestabelece para ser o líder poderoso que foi. A única outra imagem que consigo associar a esta atitude de Pedro, é a imagem de uma criança que percebe ter feito algo errado, e depois de ter se afastado e curtido a solidão da separação de sua mãe, ouve seu nome ser chamado insistentemente. Nesta cena, ela corre em direção aos braços da mãe, chorando aliviada porque é nesta relação de amor que ela se sente de fato segura, é nesta relação que ela se define como pessoa e descobre de fato quem ela é! Pedro soube acolher e valorizar os movimentos de um Deus Todo-poderoso em sua direção. A diferença entre Adão e Pedro é que Pedro sentiu uma imensa saudade de Jesus! Pedro descobriu que sem Jesus ele não tinha identidade e muito menos um propósito na vida. Vamos aproveitar os nossos escorregões para nos aproximar de Jesus e descobrir nele quem somos. Vamos aproveitar os nossos erros para encorajar as crianças com as quais trabalhamos. Vamos mostrar para as pessoas como encontrar a Jesus quando estão decepcionadas consigo mesmas! Paz e bem

Gratidão um sentimento que transforma e cura....


Os cristãos são ensinados a pedir: “Peçam, e lhes será dado” (Mt 7.7). Também são ensinados a agradecer: “Deem graças em todas as circunstâncias” (1Ts 5.18). Não há como negar: a falta de gratidão é falta de educação. Além disso, a gratidão tem um enorme valor terapêutico. O cristão que cultiva o hábito de agradecer a Deus é uma pessoa mais saudável, mais disposta, mais dinâmica e mais aceita. A gratidão leva ao louvor e pode transformar prosa em verso. Uma multidão de mal-agradecidos É preciso falar sem rodeios: falta de gratidão é falta de educação. Antes de ensinar aos filhos a dizer “muito obrigado”, os pais precisam aprender a dizer “muito obrigado” a Deus. É muito conhecida a história dos dez leprosos que foram curados por Jesus numa de suas viagens da Galileia para a Judeia. Eles não obtiveram a cura no momento nem no local em que se encontraram com o Senhor, mas na caminhada ao encontro dos sacerdotes, de acordo com a orientação dada por Jesus. Depois de curados, só um deles, que era samaritano, voltou e prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus para agradecer. Então, Jesus fez três perguntas de imediato aos que estavam ao seu redor: “Não foram purificados todos os dez? Onde estão os outros nove? Não se achou nenhum que voltasse e desse louvor a Deus, a não ser este estrangeiro?” (Lc 17.17-18). Espírito de gratidão A Bíblia manda pedir e manda agradecer. Não apenas pedir, mas também agradecer. “Sede agradecidos” – ordena enfaticamente o apóstolo Paulo (Cl 3.15). A expressão “Rendei graças ao Senhor”, que são as primeiras palavras de cinco Salmos (105, 106, 107, 118, 136), aparece inúmeras vezes nesse livro poético. Até o esquisito Jonas fala em agradecimento quando menciona a sua necessidade de Deus para livrá-lo do ventre do peixe (Jn 2.9). O espírito de gratidão de Paulo é impressionante. O apóstolo está sempre dando graças. Logo no início de onze de suas treze epístolas, Paulo registra que dá graças a Deus por suas manifestações na vida daqueles para quem escreve (Rm 1.8; 1Co 1.4; 2Co 2.14; Ef 1.16; Fp 1.3; Cl 1.3; 1Ts 1.2; 2Ts 1.3; 1Tm 1.12; 2Tm 1.3; Fm 4). Ele, que tanto ora pela igreja e pelos fiéis, se sente na obrigação de agradecer: “Devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor” (2Ts 2.13). O valor terapêutico da gratidão A gratidão é tão necessária ao espírito humano quanto à confissão de pecados e ao desabafo da alma perante o Senhor – não só no aspecto ético, mas também no aspecto emocional. Faz muito bem à mente enumerar e agradecer as bênçãos recebidas da divina mão. Esse exercício alegra, anima e fortalece a alma. Afasta o cristão de seus problemas reais ou imaginários e o aproxima de Deus. Abre os seus olhos para “a entranhável misericórdia de nosso Deus” (Lc 1.78) e fecha-os para a opressão do demônio. A gratidão profunda e contínua cura o pessimismo, o derrotismo e a fatalidade cega. O cristão que cultiva o hábito de agradecer a Deus pelo que ele é e pelo que ele faz dificilmente terá crises de desânimo. Não abrigará no coração a presença incômoda e doentia do queixume e da amargura. Será uma pessoa mais saudável, mais disposta, mais dinâmica e mais aceita por Deus. Da prosa ao verso Embora haja alguma diferença entre render graças e salmodiar, as duas expressões de culto se completam e andam juntas. Render graças é expressar gratidão; salmodiar é cantar ou recitar poemas em louvor a Deus. É preciso salmodiar (Sl 30.4; 47.6; 66.2) ou cantar com júbilo ao Senhor (Sl 9.11; 81.1; 98.1). Foi isso que Moisés fez logo após a passagem a seco pelo mar Vermelho (Êx 15.1-19). Foi isso que Ana fez logo após o nascimento de Samuel (1Sm 2.1-10). Foi isso que Débora fez logo após a vitória de Israel sobre Sísera (Jz 5.1-31). Foi isso que Davi e os filhos de Coré sempre fizeram para registrar a misericórdia divina (a maior parte dos Salmos). Foi isso que Ezequias fez logo após ter sido curado por Deus (Is 38.9-20). Foi isso que Maria, Zacarias e Simeão fizeram logo após o nascimento de Jesus (Lc 1.46-55, 67-69; 2.29-32). A gratidão leva ao louvor e pode transformar prosa em verso. Paz e bem

Uma simples conversa com ....a vida...


Queria escrever muitas coisas, mas tenho compreendido sobre a importância de deixar as palavras se ajuntarem e, assim sendo, a encontrar. Sabe, ao abrir suas páginas, percebo que há injustiças, incertezas, perdas que nunca aceitaremos, partidas que, caso pudéssemos, não deixaríamos acontecer. É bem verdade, viver traz um certo medo, amar parece ser uma aventura obscura, a traição bate a porta, o abandono não se descarta e, mesmo assim, como fugir da paixão, das emoções, dos sentimentos? Ah, vida, você é uma descoberta árdua e surpreendente, porque tenho de lidar com as lágrimas, curtir com os risos e sorrisos, enfrentar a ingratidão e o silêncio. As vezes, você, você mesmo, deveria ser mais legal, mais humana, mais previsível; agora, lá o fundo, não é, nem será e muito menos poderá ser dessa maneira. Então, nessa noite de quarta – feira, com a alma estreitada, com uma vontade sentar – me, ao lado das lágrimas e me debruçar em muitos por quês, me faz correr o risco e arriscar por me enveredar a direção de ser mais vulnerável, de remover as máscaras, de tirar as maquiagens e admitir o quanto sou frágil, enredado pelas dúvidas, tomado por uma overdose de inconformismo e dizer que ainda decido caminhar com você, sem ilusão, sem fantasias, sem jogos de enganos, sem nenhuma culpa e condenação. Sinceramente, vida, talvez magoei muitos, criei expectativas que nunca virão a tona, tenho ainda aquela dificuldade de me mostrar como sou, ou seja, com medo de não ser visto, de não ser aceito, de não ser acolhido, de não ser lembrado e os demais semelhantes também. Por isso, vida, compreendo que não posso me esquecer das pessoas e como queria pegar uma varinha mágica e mudar tudo, mas isso seria egoísmo, presunção, estupidez e deixar de ser gente, de ser humano, de ser pessoa, de ser alma, de ser uma narrativa poética, romântica, trágica, cômica e tudo seria um jogo de cartas marcadas e, com certeza, não estaria, aqui. Sem sombra de dúvida, se mostrar como sou, causa uma sensação de ir, aos poucos, reconhecer ser livre das desilusões e aprender a importância das pessoas me aceitarem, como sou, sem fazer disso nenhum pretexto para permanecer blindado, escudado, fechado, isolado, escondido, atrás do palco, porque não vai e não vai me fazer forte, corajoso, sensível, criativo, inspirador e fecundo. Vou além, vida, como tenho notado a questão de não querer moldar as pessoas, imprimir formas de que deve ser assim e pronto. Não e não, vida, ainda não renunciei de me apaixonar por você e isso me leva ao que há de mais fundamental, em nossa relação, ou seja, pessoas. Em meio as loucuras, as insanidades, as impiedades, as iniquidades, as indiferenças, ainda assim, vida, você me chama para creditar e acreditar em meu ser e no próximo, desatar as cordas e experimentar as ondas dos não (s), das conquistas, do prazer não banal, do amor que não se resume ao erótico (mas tem carinho, abraço, suavidade, leveza, inocência, flores, bombons, ficar vermelho e sem graça, diante de quem nos faz pulsar mais forte, sem a intenção de escravizar, manipular, desfigurar). Enfim, vida, escrevo essa carta, e se puder me ajude a pedir ajuda, sem nada a ocultar; afinal de contas, a vida vai muito além de bons e maus momentos. Paz e bem