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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Santo ou santo o que sou......


‘’Somos a geração que se gaba de estar conectada, vinte e quatro horas, mas não conseguimos mais nos conectar com o olhar de quem esta, ao nosso lado, todos os dias. ’’ A vida, em uma típica realidade do mundo, no qual me encontro, traz um ritmo tresloucado, segundo a regência dos faróis. Para muitos, o dia deveria ter trinta e seis horas e, ainda assim, quem sabe, uma extensão seria bem vinda. De certo, acordamos movidos e impulsionados para não perder a hora, cumprir as demandas, resolver pendências e a palavra pausa, silêncio, diálogo, oração, equilíbrio, contemplação acaba por permanecerem dentro da gaveta. Afinal de contas, no ímpeto de uma cultura imediatista, em busca do sucesso, a todo e qualquer custo, muitos aderem, ferrenhamente, ao individualismo, a adoração do individuo autárquico. Enquanto isso, o senso e a percepção de comunidade, de convivência solidária, de urdir uma trama bem adornada de tolerância nem se fala mais. Dou um pulo e abordo essa questão sobre como anda nossa existência e espiritualidade, dentro do ora denominado corpo de Cristo. Digo isso, porque parece que não conseguimos também parar e ponderar sobre a vida e receamos qualquer via de inspiração e criatividade; lamentavelmente, não conseguimos frear e contemplar a vida, com sua primavera, com seu por do sol, com suas ondas ressoantes do mar e, enfim, com a beleza e a bondade. Nossos cânticos mais se assemelham a um jogo de cartas marcadas, mais voltados a massagear o ego de um Criador melindroso e narcisista para, então, receber algumas migalhas em troca. Nossas orações permanecem nas fronteiras de um dualismo (bem – mal, como se fosse aquela brincadeira: bem me quer, mal me quer). Nossa relação com a palavra se reduz a dispormos de um livro da sorte, a um amuleto, a um talismã, a uma caixa de fragmentos que se amoldem aos meus interesses e nada mais. Em meio a tudo isso, antes de acender aos céus, Jesus se encontra com os discípulos, sentam – se e ao saborear um assado de peixe desenha a Graça e seu compromisso com a vida. Sem nenhuma pieguice, o considerado primeiro milagre de Jesus tinha o vinho, como peça chave para o desfecho de um eminente fracasso, e o que dizer da multiplicação dos pães e peixes. Vou além, diante de tantas tutores da Cruz, como se Jesus tivesse abdicado de sua opção por curar, restaurar, reconciliar e animar a vida humana, sem rótulos, sem estigmas, sem eleitos e rejeitados, sem santos e profanos, sem certos e errados, sem judeus e gentios, sem este ou aquele, todos, indistintamente, abraçados, acolhidos, aninhados, alentados e ancorados no porto da fé inspiradora, criativa, imaginativa e transcendente. Verdadeiramente, quantos líderes não precisam ir a direção dessa pausa, encostar-se se no colo de um Deus, com aquele toque de mãe, quando tudo parece desmoronar? Quantos pastores acuados, nos esconderijos de seu gabinetes, sem alguém para o ouvir, jogar conversa fiada numa tarde (ao por do sol), de olhar para seus erros e equívocos, de perceber que não foi chamado para ser nenhum mito, nenhum ícone, nenhum semideus, nenhum caboclo, nenhum orixá e sei lá mais o que? Quantas mães cansadas de acreditar na condição de o seu filho voltar a viver, a trilhar pelos sonhos, a ser humano (porque está submerso nas senzalas das drogas facínoras)? Quantas casamentos na superfície, na aparência, no faz de conta? Quantas domingos, na igreja, sem sabor, sem viço, sem docilidade, sem inocência, sem recomeços? Quantas jovens na berlinda de a quem seguir e o por qual motivo? Quantos de nós não estamos a procura de um sentido, de um motivo e de um destino, diante das perdas, das falências, das derrocadas, dos dissabores? Quantos de nós não daria de tudo para abandonar e vestir o conformismo? Quantos de nós não estamos com as mãos abarrotadas de pedras emocionais para julgar, para condenar, para pisar, para pisotear, para cuspir palavras depreciadora e doentias, frutos de uma religiosidade de puros e impuros (puro, porque não perdeu a virgindade; impuro ou, melhor dito, impura, porque já teve seu corpo tocado; puro, porque se vale de um estereotipo clerical e impuro, porque veio com tatuagem; puro, porque fala em línguas estranhas, profetiza e revela e impuro, porque quer romper com a fé sem o verbo; puro, porque se restringe a uma relação vertical, eu e Deus, e impuro, porque quer partilhar, quer participar e ponderar; puro, porque casou, ainda, e impuro, porque vive com outro; puro, porque amaldiçoa o mundo e impuro, porque aceita o chamado para ser útil e benéfico; puro, porque não se masturba e impuro, porque se masturba, tem desejos pornográficos e por vai a lista interminável). Sinceramente, a Cruz de Cristo se inclina para os impuros, aqui, valho – me para gente, como eu e você, com o coração aberto para ser adoçado, para ser amado, para ser abraçado e para ser consolado, sem fazer disso nenhuma cartilha para nos desumanizarmos.

Ser igreja viva....Hoje...Nossa obrigação...


Atualmente o evangelho se depara com a situação da relativização das ideias , gêneros, de preceitos, algo que está para além da modernidade, a chamada Pós-modernidade. A pós-modernidade que é resultado de uma séria de crises, massificações dos meios de comunicação, transporte, informática, mudança da instituições sociais, das lutas e protestos sociais, bem como pelo racionalismo e eliminação de mitos e preconceitos, traz consigo uma nova ética, uma nova mudança na atuação individual, humana e social, que acaba sendo refletido em um comportamento diferenciado diante do mundo, do outro, de si mesmo, e de Deus.Para que a Igreja possa exercer sua vocação diante das questões sociais e das mazelas humanas, não existe melhor quesito a se analisar do que a própria vida de Cristo, pois, uma Igreja missionária, uma Igreja participante da proclamação do evangelho, é ensinada por Jesus, assim sendo somente ensina e pratica aquilo que um dia aprenderam do próprio mestre. E para responder a indagação supracitada, será feito uma analise de três pontos principais da vida de Jesus que podem ser entendidos como fundamentais, não únicos, para o exercício da fé por parte da Igreja, sendo esses pontos: A martíria, a diakonia, e a koinonia. Representando respectivamente, o testemunho, o serviço e comunhão.vocábulo martírio existente no Novo Testamente, deriva de MARTYREÕ e compostos como, MARTYS, MARTYRIA E MARTYRION16. Em um sentido geral as palavras denotam significância de: "Testemunho"; "Testificação" ; "Atestação"; bem como, "dar testemunho"; "testificar"; "evidência"; "prova"; "afirmar" ou "testemunha".a Igreja ensinada por Jesus, é uma mártir, mas não de morte física, de violência, mas sim, a negação do seu próprio ser, a exclusão dos desejos internos, humanos, e aceitação do discipulado em ser semelhança de Cristo, um testemunho real acerca do evangelho, pois o próprio Cristo no livro de João, capítulo 17 deixou explicito seu cumprimento enquanto testemunha do Reino. Para um pregação legítima do evangelho em relação ao mundo, precisamos ser discípulos e assumir a figura de Cristo em nossas vidas regeneradas.Na América Latina, dentre muitos países, o Brasil possui um grande problema social, onde a divisão de riqueza, está muito além de um equilibro entre todos, na realidade poucas pessoas ganham muito, e outros ganham quase nada para viver . Outrossim, com o desenvolvimento das cidades, dos recursos, ocorre um aumento populacional e assim uma massificação da população, e isso não cria obrigatoriamente emprego27, cria sim um aumento de moradores de rua. Igualmente, dentro da nossa sociedade as relações, as concepções de relações, viraram liquidas, rápidas e pretensiosas, existem fragilidades nas relações, um constante sentimento de insegurança devido desejos conflitantes28, assim sendo o ser humano começa a viver uma vida vazia e sem norte, necessitando de um auxílio, de alguém que direcione, que traga a solução.A igreja, no serviço, deve visar que ela existe unicamente para o mundo e a favor dele, buscando minimizar as carências concretas da humanidade, e isso, não representa somente ajudar a outros, mas igualmente, quando necessário, os membros da nossa própria congregação, ou as comunidades co-irmãs48. Apontando desta forma que a Igreja de atuação legítima em consonância com Cristo, é na realidade e essência uma Igreja servidora. Neste período considerado como pós - moderno, onde a sociedade humana tem descoberto e vivenciado novos pressupostos, cultura, entre outros, as relações ao invés de aprofundamento e consolidação, tem sido superficiais e limitadas. O sociólogo Zygmunt Bauman, comenta que aceitar a força do preceito do amor ao próximo exige um "ato de fé" ou um "salto de fé".A comunhão, é imprescindível para a missão, para regeneração de um pecador, todo cristão tem como responsabilidade unir as forças, os recursos e dons que foram concedidos por Deus, para obter um resultado glorioso na missão de levar o Evangelho a toda criatura65. Vivenciamos uma cultura, uma prática cada vez mais egoísta, individualista, onde o ser humano coletivo, como ser completo, é deixado de lado em troca do ser individual, que busca ser completo, a realidade social tem apontado para uma ruptura de relações, uma igreja saudável, uma igreja entendida como cristã, que exerce com êxito sua vocação investe e pratica com excelência a comunhão, por que sabe que a partir dela e nela o Reino é devidamente demonstrado. Paz e bem

Nossa Mesa.....


O salmos (1) de abertura nos apresenta o que não devemos fazer para que tenhamos uma vida diferenciada. As três fases proposta no salmos que diz respeito ao relacionamento sendo estes: ANDAR, DETER e ASSENTAR, nos remete ao capítulo 24 do evangelho de Lucas. Os dois emauenses, discípulos desertores, exemplificam perfeitamente a dinâmica deste relacionamento. Perceba que eles estão andando, movidos por uma grande decepção. Apostaram todas as fichas em Cristo, porém na cabeça deles seria uma proposta de um reino terreno, aqui e agora. Esta expectativa não fora correspondida e diante disto só restava trilhar o Caminho de volta. Em dado momento são surpreendidos por um estrangeiro com outra informação bem diferente da mensagem de morte que permeava suas mentes. Caminharam por horas até se deterem numa bifurcação. O próximo estagio seria caminhar mais um pouco e sentarem à mesa. Sentar à mesa e compartilhar a refeição é aprofundar o relacionamento onde o olhar nos olhos permite desfrutar do verdadeiro relacionamento. Quem são as pessoas que temos trazidos ou convidados para assentar à mesa? Aprendo com estes discípulos que pessoa fonte – Cristo, ou alguém enviado por Ele, não podem ficar de fora. Os discípulos desertores foram felizes em convidar Cristo para compartilhar da intimidade. Pensando bem temos outros exemplos que aplicaram estes três níveis de relacionamentos, ANDAR, DETER e ASSENTAR. Zaqueu, no capítulo 19 de Lucas, usou o mesmo expediente. Sempre estará presente em nossa vida este desenvolvimento do relacionamento em ANDAR, DETER e ASSENTAR. Antes de levar alguém para outro lugar, leve o para a mesa, compartilhe da refeição, se faça conhecido e conheça bem a pessoa, pois este desenvolvimento de relacionamento saudável e de confiança fará toda a diferença em sua vida. Não podemos abrir mão de Pessoa Fonte para trilhar este caminho com direito a celebrar a refeição e comunhão. Paz e bem