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ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Por onde anda ? Meu eu Igreja.......


Atualmente o evangelho se depara com a situação da relativização das ideias , gêneros, de preceitos, algo que está para além da modernidade, a chamada Pós-modernidade. A pós-modernidade que é resultado de uma séria de crises, massificações dos meios de comunicação, transporte, informática, mudança da instituições sociais, das lutas e protestos sociais, bem como pelo racionalismo e eliminação de mitos e preconceitos, traz consigo uma nova ética, uma nova mudança na atuação individual, humana e social, que acaba sendo refletido em um comportamento diferenciado diante do mundo, do outro, de si mesmo, e de Deus.Para que a Igreja possa exercer sua vocação diante das questões sociais e das mazelas humanas, não existe melhor quesito a se analisar do que a própria vida de Cristo, pois, uma Igreja missionária, uma Igreja participante da proclamação do evangelho, é ensinada por Jesus, assim sendo somente ensina e pratica aquilo que um dia aprenderam do próprio mestre. E para responder a indagação supracitada, será feito uma analise de três pontos principais da vida de Jesus que podem ser entendidos como fundamentais, não únicos, para o exercício da fé por parte da Igreja, sendo esses pontos: A martíria, a diakonia, e a koinonia. Representando respectivamente, o testemunho, o serviço e comunhão.vocábulo martírio existente no Novo Testamente, deriva de MARTYREÕ e compostos como, MARTYS, MARTYRIA E MARTYRION16. Em um sentido geral as palavras denotam significância de: "Testemunho"; "Testificação" ; "Atestação"; bem como, "dar testemunho"; "testificar"; "evidência"; "prova"; "afirmar" ou "testemunha".a Igreja ensinada por Jesus, é uma mártir, mas não de morte física, de violência, mas sim, a negação do seu próprio ser, a exclusão dos desejos internos, humanos, e aceitação do discipulado em ser semelhança de Cristo, um testemunho real acerca do evangelho, pois o próprio Cristo no livro de João, capítulo 17 deixou explicito seu cumprimento enquanto testemunha do Reino. Para um pregação legítima do evangelho em relação ao mundo, precisamos ser discípulos e assumir a figura de Cristo em nossas vidas regeneradas.Na América Latina, dentre muitos países, o Brasil possui um grande problema social, onde a divisão de riqueza, está muito além de um equilibro entre todos, na realidade poucas pessoas ganham muito, e outros ganham quase nada para viver . Outrossim, com o desenvolvimento das cidades, dos recursos, ocorre um aumento populacional e assim uma massificação da população, e isso não cria obrigatoriamente emprego27, cria sim um aumento de moradores de rua. Igualmente, dentro da nossa sociedade as relações, as concepções de relações, viraram liquidas, rápidas e pretensiosas, existem fragilidades nas relações, um constante sentimento de insegurança devido desejos conflitantes28, assim sendo o ser humano começa a viver uma vida vazia e sem norte, necessitando de um auxílio, de alguém que direcione, que traga a solução.A igreja, no serviço, deve visar que ela existe unicamente para o mundo e a favor dele, buscando minimizar as carências concretas da humanidade, e isso, não representa somente ajudar a outros, mas igualmente, quando necessário, os membros da nossa própria congregação, ou as comunidades co-irmãs48. Apontando desta forma que a Igreja de atuação legítima em consonância com Cristo, é na realidade e essência uma Igreja servidora. Neste período considerado como pós - moderno, onde a sociedade humana tem descoberto e vivenciado novos pressupostos, cultura, entre outros, as relações ao invés de aprofundamento e consolidação, tem sido superficiais e limitadas. O sociólogo Zygmunt Bauman, comenta que aceitar a força do preceito do amor ao próximo exige um "ato de fé" ou um "salto de fé".A comunhão, é imprescindível para a missão, para regeneração de um pecador, todo cristão tem como responsabilidade unir as forças, os recursos e dons que foram concedidos por Deus, para obter um resultado glorioso na missão de levar o Evangelho a toda criatura65. Vivenciamos uma cultura, uma prática cada vez mais egoísta, individualista, onde o ser humano coletivo, como ser completo, é deixado de lado em troca do ser individual, que busca ser completo, a realidade social tem apontado para uma ruptura de relações, uma igreja saudável, uma igreja entendida como cristã, que exerce com êxito sua vocação investe e pratica com excelência a comunhão, por que sabe que a partir dela e nela o Reino é devidamente demonstrado. Paz e bem

Meu espinho, uma porta para o próximo e para Deus..


Em sua segunda carta aos Coríntios, o apóstolo Paulo relata que sofre com um “espinho na carne”. Muito se discute sobre o que seria este “espinho na carne”. As especulações são as mais diversas possíveis. Seja uma doença física ou um desejo pecaminoso, o espinho na carne causava dor e sofrimento em Paulo. Acontece que ler este relato do apóstolo me traz, na realidade, conforto. Não que eu me alegre com o sofrimento de Paulo, muito pelo contrário, mas é interessante ver como este personagem tão importante na história era “gente como a gente”. Após o encontro com Jesus, a vida de Saulo de Tarso mudou radicalmente – até o nome, mas isso não quer dizer que a vida dele na Terra seria livre de aflições. O próprio Jesus disse que “neste mundo vocês terão aflições” (João 16:33 NVI). Quando relata o espinho na carne, Paulo diz que “para impedir que eu me exaltasse por causa da grandeza dessas revelações, foi-me dado um espinho na carne, um mensageiro de Satanás, para me atormentar” (2 Coríntios 12:7 NVI). Acredito que, de uma forma ou de outra, todos temos um espinho na carne, por mais sigiloso e íntimo (ou não) que seja. O espinho na carne pode, para alguns, ser o vício em bebida; para outros, em pornografia; e por aí vai. É interessante destacar o que Paulo diz no versículo seguinte: “três vezes roguei ao Senhor que o tirasse de mim” (2 Coríntios 12:8 NVI). Muitas vezes, com nossa natureza pecaminosa, temos a tendência de pensar que Paulo, por ser um plantador de igrejas, teria uns pontinhos a mais com Deus e, por isso, seu pedido seria prontamente aceito. A verdade é que, com Deus, as coisas não funcionam na base da permuta, da justiça própria, como estamos tão acostumados neste mundo. A resposta de Deus para Paulo é simples: “Minha graça é suficiente a você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Coríntios 12:9 NVI). Muito provavelmente boa parte das pessoas ficaria revoltada com esta resposta de Deus e, até mesmo, “exigiria” uma absolvição, mas as próximas palavras de Paulo são lindas: “Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco, é que sou forte” (2 Coríntios 12:9-10 NVI). Refletindo sobre esse texto, penso que meu espinho na carne me faz entender que sou extremamente dependente de Deus. Sem o seu amor e a sua misericórdia, não passo de alguém que não consegue sequer lutar contra sua natureza corrompida pelo pecado. Ao mesmo tempo, o meu espinho na carne me faz ser solidário com meus irmãos, buscando ajudá-los em suas lutas e tribulações. O meu espinho na carne me faz desejar, cada dia mais, que nosso Salvador e Senhor, Jesus Cristo, volte o quanto antes pois, como disse Paulo, “considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada” (Romanos 8:18 NVI). É importante lembramos que as histórias bíblicas são repletas de personagens que, embora fossem servos de Deus, erraram em algum momento da caminhada. Moisés e Davi são exemplos disso. Graças à grande misericórdia de Deus, os erros cometidos não significaram o fim da linha. Deus não os abandonou. O mesmo Jesus que disse que teremos aflições neste mundo nos conforta dizendo: “tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16:33). Embora tenhamos nossos espinhos na carne, o amor de Deus é superior às nossas fraquezas. Por maiores que pareçam, nossas fraquezas não podem nos afastar do amor de Deus. Como o próprio Paulo escreveu em sua carta aos Romanos, “quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8:35,38-39 NVI). Que possamos aprender com nossos espinhos na carne e sermos solidários com nossos irmãos em suas lutas, afinal, “quem fará alguma acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Foi Cristo Jesus que morreu; e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Romanos 8:33-34 NVI). Paz e bem