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ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 2 de junho de 2015

A quem clamo eu por socorro.....


“Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro”. (Sl 121 ACF) Introdução A paz de Cristo. É mister dizer que todo ser humano em algum momento da sua trajetória já clamou por socorro. É uma verdade axiomática, ou seja, uma verdade evidente por si mesma. O socorro em sua definição primária é ajuda, auxílio, amparo. Quem pode dizer que jamais pediu socorro, ajuda, a quem quer que seja? Quando estamos enfermos, buscamos socorro na pessoa do médico. Quando estamos com problemas de natureza financeira, comumente recorremos ao banco. Quando estamos com problemas escolares, recorremos ao professor. Assim agimos naturalmente conforme as nossas necessidades. Mas quando a questão é espiritual, algo que está além do entendimento das nossas faculdades mentais, o que fazemos? Buscamos a Deus? Desenvolvimento O salmista faz uso da retórica e diz: “Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro. O meu socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra”. (Sl 121. 1-2) Apenas Deus ocupa o seu coração em meio à aflição e angústias da vida. Ele sabe em que tem crido e do seu grandioso amor e poder. Quando o salmista diz “para os montes”, precisamos entender que Jerusalém está localizada em uma região montanhosa da Judéia. O próprio Monte Sião foi edificado sobre uma colina. A declaração do salmista é intrépida, “o meu socorro vem do SENHOR”. É uma afirmação de quem sabe do que está falando, de alguém que tem a certeza de que, Deus socorre os aflitos. O Salmo 18, verso 6 diz: “Na minha aflição clamei ao SENHOR; gritei por socorro ao meu Deus. Do seu templo ele ouviu a minha voz; meu grito chegou à sua presença, aos seus ouvidos”. Por que devemos buscar socorro, ajuda, auxílio em Deus? Primeiro pelos seus atributos naturais. Onipotência – Deus tem poder para realizar tudo aquilo que estiver de acordo com a sua soberana vontade. O salmo 19 diz: “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos”. Onisciência – Deus conhece todas as coisas passadas, presentes e futuras. O salmo 33, verso 14 diz: “Do lugar da sua habitação contempla todos os moradores da terra”. Onipresença – Deus está presente em toda parte. “Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face?” (Sl 139.7) Depois pelos atributos morais. Amor – Deus é amor. O SENHOR por nos amar sobremaneira, não deixará de nos prestar socorro sempre que clamarmos. (1 Jo 4.8b) Misericórdia – Deus é misericordioso. “Pois assim como o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem”. Fidelidade – Deus é fiel. Isso significa que o SENHOR é digno de confiança. “Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu”. (Hb 10.23) Conclusão Pode ser que você esteja enfrentando uma situação onde dá vontade de sair pelas ruas aos gritos a fim de que o desespero seja amenizado. A sua alma está aflita, pedindo socorro e você está dizendo em seu coração: - De onde me virá ajuda? O que vou fazer? SOCORRO!” Creia, na pessoa de Cristo Jesus, o seu socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra. Seja um Eliézer no dia de hoje. Eliézer significa: “Deus é o meu socorro”. Creia, “o SENHOR te guardará de todo mal; guardará a tua alma. O SENHOR guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre”. (Sl 121.7-8) Grite por socorro ao único Deus verdadeiro. Ele te ouvirá. Paz e bem

No seu Grid diário onde você posiciona Deus........?


Todos os dias de nossas vidas é um Grande Premio. Uma corrida por uma vitória, por uma satisfação pessoal, profissional, um degrau que nosso filho subiu, uma conquista. Isso é todos dias. Se pararmos para refletir, a largada é logo pela manhã, assim que acordamos, damos uma olhada na “carenagem”, verificamos o combustível, analisamos a “estratégia” para hoje e sempre confiante para mais um dia (mais uma prova). Nesse grid de largada, onde você posiciona Deus? Será que no seu grid de largada, Deus é o “Pole-Position”? No seu grid de largada, Deus larga em primeiro lugar? O profeta Ageu (Ageu 1:2 e o 9) “Assim fala o Senhor dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do Senhor deve ser edificada.” - alerta aos moradores de Jerusalém que ainda não começaram a construir a casa do Senhor dos Exércitos, Nosso Deus, o templo do Senhor Deus, mas imediatamente iniciaram a erguer as suas próprias moradas e até almejavam inclusive, riquezas de detalhes finos e reformas (Ageu 1:4). Esses moradores de Jerusalém vinham da libertação depois do exílio na Babilônia e retornaram a Jerusalém para a reconstrução da cidade, mas ao invés de erguerem primeiro “ a casa do Senhor”, eles pensaram em si mesmos e iniciaram a construção de suas próprias casas, deixando a casa de Deus, para depois, quando houvesse tempo. Os versículos 7 e 9 dizem: “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos.”Ageu 1:7 - “Esperastes o muito, mas eis que veio a ser pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu dissipei com um sopro. Por que causa? disse o Senhor dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, enquanto cada um de vós corre à sua própria casa.” Ageu 1:9 - Quantas vezes, damos a largada no nosso dia a dia, sem se preocupar com que ou em que posição Deus larga na nossa vida. Se Ele largou na nossa frente, sendo o nosso pole-position ou se no decorrer do dia, Ele será um “retardatário” no seu dia? Será que você coloca Deus como seu pole-position, sempre em primeiro lugar? Ou você é daquelas pessoas que podem e esquecem de Deus logo no inicio da corrida achando que pode enfrentar tudo, acabando por deixar Deus como “retardatário”? – por isso que o próprio versículo diz: “...esperastes o muito, mas ei que veio a ser pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu dissipei com um sopro....” – porque? Porque trabalhas tanto e não há recompensa? Porque vives tanto debaixo do sol, todo dia, esforçando e suando, e o que trazes para tua casa, desaparece como fumaça? – lhe pergunto: Deixasse Deus te ultrapassar na curva da vida para com que Ele fique na tua frente e lute por você? Já parou pra pensar nisso? O que será que há de errado em sua vida? Os Versículos 10 e 11, afirmam o mesmo sentido. Por isso que o versículo 5 e 7 falam “...considerai os vossos caminhos...”, repense no seu caminho, na sua caminhada, como esta a sua vida, o teu caminhar?será que o teu caminhar é agradável a Deus? Quando colocamos nosso Deus na frente, nosso dia é sempre disposto à libertação e aprendizado. Para tudo, devemos colocar Deus na nossa frente, em tudo colocar o Senhor dos Exércitos, em primeiro lugar, até mesmo, se preciso for, passar noites ao sereno para “erguer a morada do Deus Altíssimo, o templo do Senhor” como mencionado no livro do profeta Ageu. Quando decidimos que Deus, é o nosso pole-position, que sempre larga na sua frente, uma largada de bênçãos segue sobre a nossa vida, constantemente. Por isso, no versículo 8, Ageu exclama, “Subi ao monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me agradarei, e serei glorificado, diz o Senhor.” – mesmo com a nossa desobediência, soberba e egoísmo, Deus nos pede para “reconstruir” o templo, rever nossos caminhos e mesmo assim, Ele ainda se agradará da sua nova casa, não importando que estado ela seja, seja de alvenaria, madeira de cedro ou taipa. Seguido esse conselho, é como se Ele, o próprio Deus, lhe pedisse que lembre-se Dele e venha como estais, não importa a tua situação ou posição nas corridas da vida. Ele te pede todos os dias para vir ao seu encontro e levantar a sua morada e Ele se alegrará com você. Coloque o Senhor Jesus em primeiro lugar nas suas largadas do dia a dia e receberas bênçãos sem fim. Paz e bem

Porque devemos orar por nossas crianças....


Todas as crianças estão em risco hoje em dia. Milhões sofrem com a pobreza e outros milhões sofrem com os efeitos da prosperidade. Estas têm tudo para viver, mas nada pelo que viver. Em um mundo globalizado, digital, todas as crianças estão expostas e vulneráveis a violência, abuso, negligência, prostituição e pornografia. Em sistemas escolares burocráticos a maioria das crianças suportam sistemas educacionais deficientes e com conteúdo anti-Deus. Outras ameaças incontáveis abundam. E há mais do que ameaças externas, materiais, seculares. Li um artigo recente que me relembrou que a nossa luta não é contra a carne e o sangue. Jonathan Parnell,1 escreve que “existe uma guerra pelas crianças, e nós todos estamos, de um jeito ou de outro, exercendo um papel nesta guerra. Toda vez que avançamos como pais fiéis (ou cuidamos de crianças em algum aspecto, incluindo a defesa de direitos daqueles que ainda nem nasceram, ou nos voluntariando para o berçário aos domingos), estamos lutando contra demônios”. Não há nada que Satanás e seus demônios odeiam mais do que crianças. Ele sempre usou pessoas más e sem Deus para roubá-las, matá-las e destruí-las. Nós vemos seus esquemas e atrocidades em toda a Palavra. Algumas passagens que lemos na Bíblia se parecem com as manchetes dos nossos dias: - A criança de colo é arrancada do seio de sua mãe; o recém-nascido do pobre é tomado e vendido (Jó 24.9). - Meninos são trocados por prostitutas! “Lançaram sortes sobre o meu povo e deram meninos em troca de prostitutas; venderam meninas por vinho, para se embriagarem” (Jl3.3). - Crianças sacrificadas por seus próprios pais! (Jr 32.35). Minha canção de Natal favorita, “Oh, cidadezinha de Belém”, tem os bonitos versos “Tão quieta te encontramos, sobre teu sono profundo e sem sonho as estrelas silentes passam”. No entanto, a cidadezinha de Belém quando Jesus nasceu não estava quieta e profundamente adormecida, como a doce canção sugere. Longe disso, era um lugar de violência terrível e morte chocante, lamento e sofrimento. Aquelas primeiras crianças de Belém morreram porque Satanás odiava o bebê Jesus. Em certo sentido, elas morreram no lugar do menino Jesus. Elas foram as precursoras de milhares, ou até milhões de crianças que vieram a ser mártires por causa do Unigênito e por causa das boas novas que o Filho trouxe ao mundo. No livro Adopted for Life,2 Russell Moore afirma que “seja através de maquinações políticas como as de Faraó e de Herodes, seja através de conquistas militares nas quais exércitos sanguinários arrancam bebês dos ventres das grávidas (Am 1.13), ou através de ações aparentemente mais “rotineiras” de desintegração da família e de instalação do caos familiar, as crianças sempre são feridas. A história da humanidade está repleta com seus cadáveres (p. 63). As potestades demoníacas odeiam bebês porque odeiam a Jesus. Quando destroem ‘o menor deles’ (Mt 25.40, 45), a criança mais vulnerável entre nós, o Maligno destrói a imagem de Jesus” (pp. 63-64). O Antigo Testamento termina com uma verdade profunda e séria. A não ser que os corações dos pais se voltem para os filhos, “Eu castigarei a terra com maldição”. Passaram-se quatrocentos anos de silêncio, até o nascimento daquela criança de Belém. Podemos olhar ao nosso redor e ver que a terra está castigada com uma maldição. À medida que vemos o abuso, a exploração e a negligência das crianças, sabemos que não era dessa forma que Deus queria que elas vivessem. A terra está amaldiçoada. Maldição não se remove com comida, remédios, nem com livros ou educação. Maldição não se remove com mais recursos, programas ou intervenções. Maldição é algo espiritual e deve ser removida com uma intervenção espiritual. Então, sim: Como cristãos, usaremos todas as ferramentas e ideias disponíveis para proteger e sustentar as crianças preciosas que nos foram confiadas. No entanto, nossas armas incluirão algo muito mais poderoso e definitivo do que as intervenções seculares costumeiras. Nós vamos orar. Nós vamos orar sem cessar. Nós vamos encharcar tudo que fazemos e imaginamos em oração e intercessão. Agiremos conforme o escritor de Lamentações nos exorta: “Levante-se, grite no meio da noite, quando começam as vigílias noturnas; derrame o seu coração como água na presença do Senhor. Levante para ele as mãos em favor da vida de seus filhos, que desmaiam de fome nas esquinas de todas as ruas” (Lm 2.19). • Dan Brewster é diretor de programas acadêmicos da Compassion International. Tem como principal responsabilidade servir como conselheiro e consultor para seminários e instituições cristãs sobre programas para o desenvolvimento integral da criança. Participou do planejamento e monitoramento de projetos de ajuda humanitária e voltados para o desenvolvimento infantil e familiar em mais de cinquenta países. Dan é doutor em missiologia pelo Fuller Theological Seminary. Ele e a esposa, Alice, vivem em Penang, na Malásia, e têm três filhos adultos. Dan é o autor do nosso lançamento de junho A Criança, a Igreja e a Missão. Paz e bem