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AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 25 de julho de 2014

A Cruz e o sacrifício ...


Não se pode falar do sacrifício da cruz sem antes comentar a respeito do significado da cruz para Deus e para os homens. E se alguém procura falar diligentemente sobre sacrifício da cruz, deve-se entrar no cerne da sua eficácia, ou seja, experimentá-lo todos os dias de sua vida.

Quanto ao seu significado, tanto para Deus e para os homens, pode-se colocar de forma bem simples, mas nem por isso o assunto perde a importância. Para Deus é a forma perfeita de se reaproximar intimamente com os homens, restaurando a comunhão perdida no Éden. Para os homens é substituição da pena que todos mereciam por carregar a herança do pecado. O homem foi substituído na cruz por Jesus, e essa substituição foi planejada pela trindade na eternidade de Deus, mas para que o sacrifício da cruz tenha seu real efeito sobre todos que aceitam e reconhecem a necessidade de tal holocausto, é necessário se incluir cotidianamente nesta crucificação juntamente com Cristo. Isto é o que a bíblia chama de negar a si mesmo.
(Lucas 9:23) ...Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.(A.A) 

O aspecto substitutivo do sacrifício da cruz foi realizado de uma vez por todas, e este foi concretizado por Jesus. Não cabem emendas ou retificações que possa melhorá-lo ou até mesmo completá-lo. Já o aspecto inclusivo é um exercício diário executado na vida de quem deseja ser íntimo de Deus. Esta parte cabe ao homem que por sua vez precisa estar disposto a se considerar morto para o pecado e vivo para Deus.

(Romanos 6:11) Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor.(A.A)

Engana-se o homem que pensa em apenas se manter morto para o pecado, sem se esforçar para estar vivo para Deus. Estar morto, somente morto é algo incompleto, improdutivo. Sendo assim, quem se declara estar morto para o pecado, tem de produzir frutos de quem tem uma nova vida com Cristo. É algo automático. Morre-se ali e vive-se aqui. 

Assim como Cristo ressuscitou dos mortos, sendo impossível a morte o segurar por que não lhe havia pecado, assim também é com o homem que morre juntamente com Cristo, o pecado não tem domínio sobre ele e a morte perde o efeito por que o recompensa do pecado é a morte. 

(Romanos 6:4-7 e 9) De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque aquele que está morto está justificado do pecado. Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. 

Não tendo corpo para o pecado, não há como gerar dívidas. Logo a vida se faz presente, por que a onde não há morte a vida floresce por todo lado. O sacrifício da cruz é o meio pelo qual Deus gera vida através da morte do corpo do pecado. 

A cruz tem sua simplicidade quando o homem reconhece seu estado de miserabilidade e aceita à substituição de Jesus em seu favor. A mesma cruz é complexa quando, pela soberba deste mesmo homem, que tem seus olhos cegos pelo príncipe deste século, se torna loucura, uma ideia recusável e indigna de aceitação. Pois os homens que perecem sem se dar conta do seu fim eminente, não conseguem entender a Glória que há na Cruz de Cristo, em considerar diariamente seu corpo como morto para o pecado e vivo para Deus. 

(Romanos 8:11) E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.

Esta glória não estar na morte do corpo e sim na nova vida em Jesus e por Jesus. É uma vida que expressa à vontade do Pai assim como Jesus tinha prazer em fazer a vontade do Pai, e os que são transformados em Cristo e vivem por Cristo, isto é, ressuscitado em Cristo, tem seu prazer em fazer a vontade do pai que está no céu. Sendo assim a morte do corpo não pode subjugar a vida que há em Cristo Jesus. 
O sacrifício da cruz tem como o objetivo a vida não a morte. A morte não mais reina nos corpos mortais de quem tem a nova vida em Cristo.

(Romanos 6:12) Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências.

Vivamos para Ele, pois já estamos mortos para o pecado e temos vida no Filho de Deus...

Paz e bem

Conversando com Deus....




Algumas vezes pensamos em Deus como alguém de outro planeta, alguém que não está acessível, ou que é grande e poderoso demais para se importar com alguém tão pequeno. Mas a cada dia que passa me impressiono ao perceber Deus tão perto, tão acessível, tão amigo. Aquele que é grande demais, se fez pequeno quando se fez homem através de seu filho Jesus.

Aquele que é poderoso demais, mostra o quanto Ele é simples ao estar acessível a nós.
Deus é Deus de relacionamento. Ele ama, Ele se ira, Ele traz justiça, Ele ensina, Ele capacita, Ele festeja, Ele chora, Ele corrige, Ele abraça, Ele consola, Ele se importa. E a todo instante demonstra amor.

E nós, quando nos aproximamos dEle e nos abrimos para nos relacionar com Ele, começamos a perceber o quanto Ele é lindo e maravilhoso. E quando nos relacionamos com Ele, o Espírito Santo começa a nos moldar de tal forma, que temos nosso caráter transformado e passamos a expressar Deus através de nossas vidas, mesmo que seja involuntário, mesmo que seja sem perceber, as pessoas a nossa volta irão notar. Porque simplesmente se torna inevitável se relacionar com Deus e não querer o agradar a todo momento.

Então você se pergunta: Mas como me relacionar com Deus? A resposta é simples. Basta conhece-lo através de sua palavra e meditar no que ela diz e colocar em prática o que Deus nos ensina através dela. Ore, converse com Deus, conte a Ele seus segredos. Ele vai gostar de ouvir você.

Paz e bem

Ai de mim se não evangelizar...




“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.” - Mc16:15-16 Marcos registra esta ordem, que Jesus dá aos seus discípulos: “IDE E PREGAI O EVANGELHO”. A responsabilidade é dos discípulos. Pregar as boas novas da salvação pela fé. “Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.” Os discípulos de Jesus entenderam a mensagem, obedeceram à ordem e pregaram o evangelho. Em consequência, conforme o Livro de Atos dos Apóstolos registra, houve crescimento da igreja. Atos 2.1-36 reproduz um sermão evangelístico pregado pelo apóstolo Pedro e em seguida mostra os resultados promissores que ocorreram, com a conversão de muitas pessoas que entenderam a necessidade de mudança de seus conceitos e aderiram ao ensino proposto por Jesus, como registra At 2.37-38 “Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.” Aconteceu o crer em Jesus conforme At 2.41 “Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas.” A ordem de pregar o evangelho continua atual. O mesmo Jesus que enviou os discípulos daquela época, dizendo IDE E PREGAI, ordena que façamos o mesmo – ir e pregar. A salvação do homem depende desse alerta do evangelista, de o ouvinte crer e arrepender-se dos pecados. Os pregadores atuais enfrentam alguns problemas para cumprirem essa ordem. Primeiro, os discípulos são poucos. Além disso, muitos deles pregam a sua experiência, e não a palavra de Jesus. Outros não conseguem pregar em razão de diversos empecilhos, tais como: condomínios fechados, diversidade de entretenimentos que recebem toda preferência, rejeição à Bíblia e tantos outros. Segundo, a igreja proclamadora da verdade que conduz à salvação, que prega a doutrina dos apóstolos provinda de Cristo, tem sido desconsiderada, porque muitos ouvintes têm optado pelas facilidades e pela frouxidão da lei divina. A pregação do evangelho de acordo com a Palavra Bíblica tem sido considerada conservadora, retrógrada, tradicional e muitos outros adjetivos vilipendiam os sinceros pregadores do evangelho. E daí? Esses motivos desanimam os pregadores do Evangelho? De modo nenhum. A ordem de Jesus é IDE E PREGAI. Os resultados serão objeto das considerações dEle, que é o dono da Igreja e concede a entrada no céu aos que obedecem ao seu ensino. Conforme ensina a Bíblia, dois lugares distintos esperam os mortais: um deles é bom, mas o outro não. Jesus oferece a solução àqueles que quiserem o bom lugar: “quem crer em Jesus e for batizado será salvo”. Sendo assim: IDE E PREGAI. Paz e bem

Muitos querem vidas de facilidades...


Vivemos tempos estranhos. Há de um lado um irracionalismo transvestido de fé verdadeira, do outro, um liberalismo transvestindo a fé cristã de filosofia humanista. O primeiro movimento surge da pobreza de reflexão de líderes e liderados. O segundo movimento, surge dos germes do iluminismo e do humanismo exacerbado que na reflexão do evangelho tira Deus do centro e coloca o bem estar do homem em seu lugar. Para mim ambas as perspectivas apontam para pontas de um mesmo espectro, trata-se da falta de reverência no proceder- ou não proceder- da reflexão escriturística. Cada vez mais, os ignorantes arrotam pseudo-santidade e os sábios em seu conhecimento tornam-se menos que néscios- afinal, os loucos também encontrarão o reino dos céus. Enquanto uns tornam-se bruxos do evangelho e enraízam-se na lei da aniquilação do outro, da religião do outro, da sexualidade do outro, professando que assim são fiéis aos desígnios de Deus. Não vendo, por exemplo, seu próprio sincretismo e excessos- heresias para mim, para outros só excesso mesmo- presente na nomenclatura dos demônios, no resgate das indulgências e misticismo exacerbado. Os segundos correm para o outro lado. Negam, em nome da conhecimento acadêmico, as verdades bíblicas, criticam as palavras inspiradas pelo Espírito Santo, rebaixam o sagrado e imutável à categoria de cultural e discutível. Afrouxam doutrinas em nome de inclusão, de quantidade; tornam evangelho livro de autoajuda e manual falho de princípios ético- filosóficos. Os primeiros blasfemam na ignorância, os liberais blasfemam em sua inteligência. O erro é o mesmo: a falta de graça e compromisso com a palavra. Burrice é porta de entrada para atrocidades temíveis e não para o paraíso; inteligência não é segurança de ser um salvo, pode ser inclusive passaporte para o inferno. Como bem fala Franklin Ferreira, precisamos resgatar os princípios. Atitude sensata esta. Atitude inteligente. Trocar o ensino e a práxis de uma graça barata – que de graça não tem nada- e começarmos a lembrarmos que a graça é preciosa. Como afirma Dietrich Bonhoeffer, citado pelo Ferreira, "A graça preciosa é o tesouro oculto no campo, [...]é o evangelho que há de se procurar sempre de novo, o dom pelo qual se tem que orar, a porta à qual se tem que bater [...]Essa graça é sobretudo preciosa por tê-lo sido para Deus, por ter custado a Deus a vida de seu Filho – ‘fostes comprados por preço’ – e porque não pode ser barato para nós aquilo que para Deus custou caro. A graça é graça sobretudo por Deus não ter achado que seu Filho fosse preço demasiado caro a pagar pela nossa vida, antes o deu por nós. A graça preciosa é a encarnação de Deus." Nem ignorantes, nem fariseus- ou seja, doutores da lei, hipócritas. Sejamos sempre discípulos da graça preciosa de Deus. Refletindo-a, pensando-a por ela mesma, a partir dela e em sua defesa. Embebecidos pela doutrina do Espírito Santo, sigamos o caminho da inteligência do cordeiro, aquela que nos diz que não somos nada, que não temos nada; mas que mesmo assim, Deus nos amou e por este amor nos elegeu e nos chamou para a missão de com este amor plantar com autoridade a ortodoxa palavra do amor. Aquela que atesta Jesus como nosso salvador. Paz bem