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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Adorar com simplicidade.


“Vinde, cantemos ao SENHOR, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação. Saiamos ao seu encontro, com ações de graças, vitoriemo-lo com salmos. Porque o SENHOR é o Deus supremo e o grande Rei acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes lhe pertencem. Dele é o mar, pois ele o fez; obra de suas mãos, os continentes. Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR, que nos criou”. Este texto me faz pensar no salmista cultuando a Deus. A maneira de se expressar revela muita sensibilidade no seu relacionamento com Deus. O camponês, ao passar perto das urticárias, se cuida para não tocar nas urtigas, pois elas causam uma sensação horrível, uma coceira incômoda. Ao contrário da sensação desconfortável que é experimentada por quem toca nas urtigas, a sensação na alma do adorador ao se relacionar com Deus é profundamente agradável. A sensibilidade do salmista no seu relacionamento com Deus evidencia suas virtudes, dentre as quais vamos destacar três. A coletividade – O senso de comunhão. Há em sua alma uma convicção de que Deus se agrada da comunhão no momento em que a congregação se reúne para adorá-lo. O coração do salmista está extremamente ansioso pelo agrupamento do povo para o culto. O convite é feito em voz imperativa. Se fosse hoje, talvez ilustrasse um pastor gritando assim: “Povo de Deus, está chegando a hora do culto, deixem... parem... desliguem... e venham para cantar hinos de louvor e adoração a Deus”. A voz do salmista deve ser a nossa voz hoje. Vinde, levantemo-nos com a família e saiamos ao encontro de Deus para cultuá-lo na coletividade, no ajuntamento dos santos. A majestade – O senso de soberania divina. “De acordo com Jean Bodin (1530-1596, soberania refere-se à entidade que não conhece superior na ordem externa nem igual na ordem interna.” (Wikipédia). O convite que o salmista faz aos adoradores é recheado de um poderoso marketing. Há uma exposição dos atributos daquele que vai ser cultuado, adorado. “O SENHOR é o Deus supremo e o grande Rei acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes lhe pertencem. Dele é o mar, pois ele o fez; obra de suas mãos, os continentes”. Essa é mais uma virtude do adorador. Saber reconhecer Deus como soberano. A humildade – O senso de contrição do adorador. “Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR, que nos criou”. O salmista reconhece que a grandeza de Deus requer a proclamação de louvores e adoração e que é necessária a prostração diante de sua soberania, que é preciso ajoelhar-se para que a alma sinta a mais profunda intimidade com o criador. O adorador precisa destas virtudes. Saber convidar para o culto coletivo, apresentar o marketing da soberania divina e humilhar-se diante de Deus. Paz e bem