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ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Ser vontade de Deus.


‘’Ser cristão, sem a decisão por ser envolver ao Corpo de Cristo, sem sombra de dúvida, espelha as facetas de um discurso, devo até reconhecer, enredado de justificativas ponderáveis, mas, lá no fundo, demonstra a indiferença por professar o Cristo Ressuscitado, diante das vicissitudes, das ambiguidades e das tensões do cotidiano.’’ Afinal de contas, inicio com o título dessa delimitada reflexão, qual é a vontade de Deus para o ser humano? Não são poucas as respostas a serem enfocadas, caso fizéssemos uma pesquisa. Quantas pessoas, correm pra lá e cá, atrás de encontrar a vontade de Deus, como se estivessem num labirinto a procura da saída e da resposta. As vezes, ao atentar para determinadas pessoas, a vontade retratar um Criador com requintes de crueldade e remorso, em função de formar o ser humano. Aliás, em momento algum rejeito toda e qualquer via mística do evangelho, agora me deparo com uma pletora de pessoas em busca de vias rápidas, expedientes imediatos de obter a intervenção e a vontade de Deus ou, sinceramente, objetivam amoldá – ló a sua vontade egoísta e manipuladora. Então, com quem namorar?, qual o curso a seguir?, qual comunidade me filiar?, com quem devo firmar vínculos de amizade?, como devo me envolver e me comprometer nas boas – novas?, qual carro comprar?, que horas chegar em casa?, como perdoar? e uma lista incomensurável de itinerários que pressupõe nos levar a vontade de Deus. Para muitos, com traços megalomaníacos, a vontade de Deus perpassa por eu ser um líder de impacto personalista, por ser um missionário num país longínquo, por ser um pregador eloquente e de uma mega – igreja, por ser um predestinado para triunfar na terra. Sem sombra de dúvida, se pararmos e ponderarmos nas miríades de enfoques e abordagens sobre a vontade de Deus, indiscutivelmente, chegamos a conclusão de mexer num vespeiro. Indo ao texto de Marcos 16: 15, as palavras narradas abrem os enredos de ide e fazei discípulo. Vale dizer, aqui implica o comprometer – se e o aprofundar – se numa relação de intimidade, de abertura, de acessibilidade a Graça Jesus. Digo isso, em decorrência de enfrentarmos os efeitos, os resultados e as consequências nefastas de um evangelho regido pelos ideais de uma cultura pragmática utilitária, do sucesso da prosperidade (como prova da existência de Deus), do individualismo submergido no ajuntamento fomentado por uma retórica psicológica de massas e por ai vai. Evidentemente, a vontade de Deus pode nos direcionar para influenciarmos e irradiarmos o viver, Cristo, nos mais diversos nichos sociais e culturais; entretanto, a sua vontade configura a aceitação de nos incluirmos no discipulado, nos tornarmos em discípulos e em discipuladores. Todas as demais questão, categoricamente, são secundárias e caso venhamos soerguê – las, com prioridade, temerárias. Eis o desafio de uma cristandade, a qual precisa parar e reconhecer o óbvio, fomos chamados para o ‘’siga – me’’, o ‘’fazei’’ e o ‘’formai’’. Deveras, correspondente matéria pode incomodar, acarretar as mais ferrenhas negações e teses contrárias. Mesmo assim, somos e fomos chamados para sermos discípulos e não cantores, para sermos discipuladores e não pregadores, para sermos discipulados e não catequizadores, para sermos compromissados com a palavra e comprometidos com a ética chamada Jesus. Abro um parênteses, não um ideal ou um compêndio de ideais sobre uma ética veraz, profícua e eficiente, com suas regras e regramentos; mas sim, ser plasmado ou formado pelo Cristo Ressuscitado e isso desencadeia toda uma alteração de postura e proceder, diante deste oikos. Em suma, a vontade nos chama para ser discípulo, entrar em campo, participar da partida, receber a bola, passá – la e contribuir para as propostas da reconciliação, entre o Senhor Criador e a humanidade. Paz e bem

Em defesa da Fé.


Um deles feriu o servo do sumo sacerdote e cortou-lhe a orelha direita. Mas Jesus acudiu, dizendo: Deixai, basta. E, tocando-lhe a orelha, o curou. Lc 22.50,51 Vamos colocar em evidência apenas os versículos 50 e 51, porém a ideia central do texto completo visualiza Jesus sendo preso para depois o crucificarem. Os versículos 50 e 51 registram duas reações que merecem grande consideração. A primeira vou nomeá-la de defesa da fé, e a segunda, de perdão incondicional. 1. Defesa da fé Créditos para Pedro, que não suportou a interferência da multidão e de religiosos da linha sacerdotal levantando a mão contra Jesus. Essa reação de Pedro, ao cortar a orelha do servo do sumo sacerdote, me faz repensar a maneira de levar a vida cristã, o testemunho que é dado quando digo que sou servo do Senhor Jesus. É bom notar que Pedro era seguidor de Jesus e ensinado a não revidar a violência. Provavelmente ele estava presente no sermão do monte quando Jesus ensinou a tolerância ao agressor: “Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra; Mt 5.39”. A reação de Pedro foi mesmo agressiva e cruel, ao cortar a orelha do servo do sumo sacerdote, porém ele estava em defesa da sua fé no Salvador. Também Davi um dia expressou ódio contra os inimigos de Deus e ficou registrada a sua reação no salmo 139.19-22: “Tomara, ó Deus, desses cabo do perverso; apartai-vos, pois, de mim, homens de sangue. Eles se rebelam insidiosamente contra ti e como teus inimigos falam malícia. Não aborreço eu, Senhor, os que te aborrecem? E não abomino os que contra ti se levantam? Aborreço-os com ódio consumado; para mim são inimigos de fato”. Pedro e Davi se posicionaram em defesa da fé no Jesus Salvador e no Deus Criador. 2. Perdão Incondicional Créditos para Jesus, que sempre ensinou a amar e a perdoar, e, mesmo no momento em que estava sendo traído e torturado, foi capaz de reagir, exercendo misericórdia e colando a orelha do servo do sumo sacerdote. O sumo sacerdote exercia função alta e representativa do templo, entretanto esse, desviando-se de seu ministério, preparava o Salvador e Filho de Deus para ser torturado e crucificado com a ajuda de Judas, o traidor. O fato de Jesus reconstituir a orelha decepada demonstra que ele tanto é capaz de fazer grandes milagres como de oferecer perdão a grandes pecadores. Diante das reações anotadas como defesa da fé e perdão incondicional, o que vemos em nosso tempo? Será que alguns representantes do templo não estão expondo Jesus ao ridículo, com risco de ser acionada a espada decepadora pelos defensores da fé? Será que o milagre de cura física garante salvação da alma? A suficiência do amor de Deus é capaz de salvar homens de má índole, mas requer o arrependimento e a confissão de que Jesus é o seu salvador. Os defensores da fé odeiam ações erradas de representantes do templo, mas admiram os milagres feitos por Jesus, que perdoa e restabelece a orelha para ouvir melhor. Paz e bem