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ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Nosso dia de faxina.


Sábado geralmente é um daqueles dias que tiramos para colocar as coisas de casa em ordem, fazer supermercado, dar alguns telefonemas e manter os contatos, lavar o carro, banhar o cachorro, fazer uma boa faxina etc. E também colocar no lixo tudo quando não mais é adequado para nosso uso, assim com doar tudo quanto esta em perfeito estado, mas não mais utilizamos. É necessário um dia de faxina para que possamos, enfim, dar um destino mais adequado a essas coisas, e quase sempre o destino é o lixo. E aí vemos, com uma certa surpresa e espanto, a quantidade de itens secundários que guardamos ao longo dos dias, meses e anos. Ficamos atônitos diante de tanta tralha, são papéis que não sabemos mais para que servem, objetos que compramos de forma desnecessária, itens que no fundo não fariam nenhuma diferença em nossas casas. Coisas, coisas, coisas... Diante da montanha de lixo que se avolumava diante de mim, parei por alguns instantes e refleti sobre minha vida, sobre nossas vidas. A comparação foi inevitável: quanto lixo, quantas coisas fúteis adquirimos e guardamos ao longo de nossa curta existência. Quantos acessórios vamos pendurando na nossa caminhada, quanta falta de essencialidade, estamos “cheios de vazios”. Quantas conversas infundadas, filmes, livros e revistas sem sentido, quantas idas ao shopping só para ver uma vitrine ou comprar o eletrônico de última geração que nosso vizinho já comprou. Quantos produtos, promoções. Quanto vazio. Quanta efemeridade. E assim, vamos ajuntando coisas, hábitos, costumes que ao longo do tempo se transformam nas nossas montanhas de lixo pessoais. Na nossa mente e no nosso coração vão se formando verdadeiros castelos de coisas que nos levam a lugar nenhum e muitas vezes só alimentam nosso orgulho e nossa ambição, pecados cada vez mais idolatrados nos nossos dias de Pós-modernidade. Precisamos urgentemente de uma faxina para limpar os cantos mais recônditos do nosso coração, para eliminar o lixo que está apodrecendo nossa mente e cegando nossa visão, e assim, prepararmos um espaço para o novo, para enchermos o quarto, a casa com aquilo que realmente interessa, que constrói, com o que de fato pode nos fazer falta e nos ajudar a encontrar o outro, a Deus e principalmente, a nós mesmos, pois, com tanto lixo ao nosso derredor fica difícil ver o essencial. E o essencial, já dizia o grande escritor-poeta Exupéry, é invisível aos olhos, só se ver bem com o coração. Como é difícil, eu admito, aceitarmos que precisamos de uma faxina, de um renovo, de uma reforma. Como é fácil ver somente o pecado do outro. Jesus nos desmascara e nos exorta quando diz em Mateus 7.5: Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão. Como é urgente fazermos ou deixarmos Deus fazer uma faxina em nossas vidas, em nossos conceitos, perspectivas, sonhos, projetos...Quanto lixo temos carregado em nossa caminhada, quantos megabites de impurezas e ilicitudes no HD do nosso coração, quanto peso temos colocado sobre nossos ombros. Quantos quartinhos escuros esbarrotados de sentimentos egocêntricos em nosso interior precisam ser escrutados. Precisamos ser lavados, desintoxicados de nós mesmos. Portanto, ao fazer sua faxina sabática pense nas coisas que precisam ser alijadas do seu interior, do lixo que precisa ser posto para fora. Num coração limpo, saudável, Deus poderá fazer muito mais com e nas nossas vidas. Com humildade e sabedoria peçamos a Ele que nos “lave completamente da nossa iniquidade e nos purifique do nosso pecado”. E assim ficaremos “mais alvo do que a neve”. Salmo 51: 2 e7. Paz e bem

O que esperar das próximas gerações se não nos unirmos por uma educação de qualidade.


Sabe-se que a educação é fundamental para uma vida equilibrada e harmoniosa em sociedade; que a arte de educar exige responsabilidade, dedicação, paciência e amor, e proporciona grande satisfação, na maioria das vezes a longo prazo, ao se ver o fruto do trabalho desenvolvido. Educar é como a arte de um restaurador, lenta e trabalhosa, minuciosamente observada, nada a curto prazo ou imediatista. A igreja, também educa, ela ensina, disciplina, incute valores, sem os impor; consciente de que no futuro, seja próximo ou longínquo, obterá algum fruto da semente plantada. O mundo, seus valores e ideais transitórios, tem o poder influenciador em nossas vidas, no nosso dia a dia, nas nossas escolhas, nas nossas decisões. Nosso comportamento e nossos sentimentos sofrem constantes transformações, sempre influenciados por uma gama de fatores que causam diversas consequências. O papel da igreja, é um papel transformador, onde ela resgata o homem trabalhando em sua restauração interior; resgatando os valores perdidos e trazendo o mesmo a consciência do seu papel, tanto dentro da sociedade quanto dentro do Reino de Deus, como filho e participante ativo neste Reino. Deste modo, aquele que foi acolhido e pôde experimentar as benesses de uma vida transformada, sente também em si próprio, a necessidade de transmitir o mesmo aprendizado para que os outros possam vivenciar a mesma experiência. Esta é uma responsabilidade não apenas da igreja, mas de todo cristão; todo àquele que se diz ser igreja; tabernáculo do Senhor. Se a igreja não se preocupa em transmitir e conservar os valores cristãos, ela acaba se secularizando, acaba sendo influenciada pelo mundo, adotando e adaptando princípios não bíblicos, e sim, humanos, como uma verdade; transformando toda verdade absoluta em transitória, mutável, inconstante, assim como o mundo, e perdendo sua característica como a “noiva de Cristo”, aquela que deve manter alva as suas vestes. Portanto, se a igreja não estiver atenta a esta responsabilidade, ela não deve ser chamada igreja, Casa do Senhor, Casa de Oração, lugar de vidas transformadas e transformadoras. Em meio a tantos modismos e técnicas que apelam para o emocional, para o hoje, o aqui e o agora, é necessário que haja uma preocupação por parte dos líderes, daqueles que se dispõem a ensinar, discipular, orientar e obter o privilégio de ver o seu trabalho em êxito, tendo consciência de que todo aprendizado requer tempo e dedicação, e que ensinar não é simplesmente atrair a atenção para si e ser ouvido. Se a igreja não aprende a ouvir e a tratar o ser humano em sua individualidade, este também não aprenderá. Verdades precisam ser transmitidas; verdades que chocam, que mexem, que modificam, que transformam o homem interior de forma tão expressiva que torna visível aos demais, aos que o rodeiam, incentivando-os, impulsionando-os a mesma transformação. Os púlpitos e as poucas escolas dominicais devem transmitir a mensagem do Reino e não substituí-las por necessidades momentâneas. A palavra precisa ser prioridade nas igrejas e a verdade transmitida, pois ela em si mesma possui o poder de transformar o homem. Estas verdades não transmitidas, não geram nenhuma transformação, não traz luz às trevas, não leva sabor a terra insípida. Os grandes reformadores se preocupavam em transmitir os ensinamentos bíblicos à gerações futuras, e se dedicaram a este propósito com todas as forças, suportando dificuldades em prol da verdade, para que a mesma pudesse chegar ao conhecimento de todos. Assim, na história, podemos ver o fruto de todo o trabalho árduo destes grandes homens. É necessário que esta mesma paixão, este mesmo amor esteja pulsando no coração de todo cristão que ama a verdade, para que a mesma enleve o ser humano, com o poder que ela possui. Quem ama a verdade preserva e luta por ela, não enxergando as circunstancias atuais, mas vendo, pela fé, que o Senhor faz florescer a semente uma vez plantada. Paz e bem