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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Senhor conceda-me a graça de ser perdão.



''Senhor, ajuda-me a trilhar pelo possível e não me martirizar com relação ao impossível.'' ''Possamos ir ao diálogo da comunhão, não com as palavras surdas.'' ''O perdão não se dirige a Cruz de Cristo, mas sim parte Dela e alcança seu sentido na relação mútua de uns com os outros.'' ''A idéia fundamental do evangelho está e é o amor, porque abre possibilidades para a vida.'' ''Não basta, somente, discursos sobre unidade; devemos ir além e desaguá - la em decisões simples e práticas de serviço para que tenha vivacidade.'' Poderia me valer das mais diversas desculpas, mas prefiro ficar com a singela e específica – ‘’me perdoe’’ e me ajude a recomeçar. É bem verdade, muitos irão pontuar a subjetividade efetuada na presente frase; agora, mesmo assim, por que não pararmos um pouco, deixarmos as lágrimas escoarem ladeira abaixo, o sorriso aflorescedor irreverente, os gestos de um abraço, de um aperto de mão, de um silêncio (em meio as rupturas do próximo), de um simplesmente ouvir (diante dos nãos de uma derrocada no casamento, de um filho submerso nas drogas, de uma gestação na adolescência, de uma sequidão da fé, de uma vontade chutar tudo para o alto e sei lá mais o que). A cada dia, corremos tresloucados atrás das coqueluches de uma cultura digital, do imediatismo, do faça e cumpra. Isto sem falar de como somos subjugados por uma felicidade de aparências, de máscaras, de interpretações para sermos aceitos e reconhecidos. Não permita nenhum pulsar de humanidade, de trilhar pelas contingências, pelas contradições, pelas oposições e pelas situações não esperadas, conforme o texto de Eclesiastes 03 tece os mosaicos da vida como ela é, com seus dissabores, com suas colisões, com suas partidas e com suas interrupções. Devo admitir, as palavras soadas podem exprimir um conteúdo melancólico e nostálgico; no entanto, em meio ao progresso exponencial do conhecimento humano, dos avanços estabelecidos pela tecnologia, das alterações na expectativa de vida e longevidade, infelizmente, prosseguimos como miniaturas psicológicas e espirituais, somos implacáveis diante dos erros e equívocos do próximo, não aceitamos lançar as pedras no chão e disparamos impetuosamente e extraímos um êxtase pelo sangue esparramado e compondo poças de intolerância, de desdém, de uma perigosa justiça cega e leviana. Tornamo-nos, então, defensores de uma fé orquestrada pelos ídolos do mercado, de líderes personalistas e apregoadores de uma satisfação imediatista, indiferentes com os convalidados, bem ao nosso lado? Ora, estufamos o peito e declaramos participar de um contexto pós-moderno e, lá no fundo, fugimos do olhar sério e sincero, de reconhecer nossas fragilidade e vulnerabilidades, sem fazer disso nenhum estardalhaço. Para piorar a situação, vomitamos toda e qualquer via de princípios e pontos de orientação; aplaudimos um patético relativismo; de uma ética de que cada um vive como quer; de um dogma hedonista e utilitarista; de conceber os fios da interdependência, como algo abstrato. Não por menos, embora toda a abundância de instrumentos facilitadores de interação, entre as pessoas, a malha do diálogo se desfaz e preferimos a linguagem excessiva, desmedida, confusa e insólita das imagens. Eis o facebook, ao qual não nos deixa enganar! Para que ir aos enredos de um Mario Quintana, ser adoçado com a inocência de uma Cora Coralina, de ser dissecado com as narrativas de Drummond, de compreender que as pessoas são peças fundamentais no exercício da nossa liberdade – participativa. Sem sombra de dúvida, necessitamos não de uma revolução espiritual fundamentalista, ou do soerguer de um sistema democrático evangélico, ou de um esparramar de igrejas, ou de um avivamento pós – moderno, ou de uma adesão a uma ideologia aversiva a Deus ou favor, ou de usar a ciência como justificativa para nossas frustrações pessoais. Em direção oposta, descer do barco das nossas convicções, reduzir a velocidade de fazer e fazer, abrir as portas do ouvir, dizer o amor livre da paranóia de possuir o corpo do outro, de trilhar por uma sexualidade que se desperta no pulsar do olhar, do verbalizar, do materializar e do ponderar, de navegar por uma espiritualidade sensível e aberta a acolher os achatados pelas imposições de messias megalomaníaco, de perceber o quanto brincar com os filhos, levar um bombom para a esposa, de curtir a praia e tantas outras bondades, aqui neste mundo e não o ver como um reduto das falanges demoníacas. Por fim, o Senhor me ajude a praticar e viver o possível de servir o próximo e me auxilie ao impossível de ir aos diferentes e até discordantes. Paz e bem

O projeto anti-cristão da agenda gay.




A inversão de valores propagada pela mídia revela um projeto incisivo de destruição da moral cristã Os noticiários não falam de outra coisa. O liberalismo sexual, no qual se inclui a causa gay, ganhou de vez as manchetes dos principais jornais do país, numa avalanche que parece não ter mais freio. A unanimidade da imprensa em decretar o novo padrão de moralidade é tão eloquente que os mais desavisados sentem-se quase que impelidos a concordar com ele, mesmo que a contragosto. Mas enganam-se aqueles que, ingenuamente, atribuem essas movimentações ao curso natural da história. Trata-se, pelo contrário, de uma agenda compacta, determinada e amplamente financiada, cuja única meta é: minar os fundamentos da sociedade ocidental - o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã - e, em última análise, a natureza humana. Não é mais segredo para ninguém a hostilidade com que inúmeras nações se referem ao cristianismo. Praticamente todos os programas de governos atuais têm por política o combate aos últimos resquícios de fé católica que ainda restam na sociedade. E essa agenda ideológica encontra eco sobretudo nas Organizações das Nações Unidas, logicamente, a mais interessada na chamada "Nova Ordem Mundial". Essa perseguição sistemática à religião cristã e, mais especificamente à Igreja Católica, se explica pelo fato de ela ser única a levantar a bandeira da lei natural, que é a pedra no sapato dos interesses globalistas. Em linhas gerais, o direito natural refere-se ao que está inscrito no próprio ser da pessoa. Isso supõe uma ponte de acesso a uma moral humana já pré-estabelecida, com direitos e deveres naturais, conforme a ordem da criação. Não corresponde a um direito revelado, mas a uma verdade originária do ser humano, que através da razão indica aquilo que é justo ou não. Essa defesa do direito natural foi o grande diferencial do cristianismo em relação às demais religiões no início do primeiro milênio, como assinala o Papa Emérito Bento XVI ao Parlamento Alemão, em um dos discursos mais importantes de seu pontificado: "Ao contrário doutras grandes religiões, o cristianismo nunca impôs ao Estado e à sociedade um direito revelado, nunca impôs um ordenamento jurídico derivado duma revelação. Mas apelou para a natureza e a razão como verdadeiras fontes do direito; apelou para a harmonia entre razão objectiva e subjectiva, mas uma harmonia que pressupõe serem as duas esferas fundadas na Razão criadora de Deus", (Cf. Bento XVI ao Parlamento Federal da Alemanha em 2011). A partir do último meio século, ressalta o Santo Padre, o direito natural passou a ser menosprezado, em grande parte, devido à razão positivista. Passou-se a considerá-lo como "uma doutrina católica bastante singular, sobre a qual não valeria a pena discutir fora do âmbito católico, de tal modo que quase se tem vergonha mesmo só de mencionar o termo". Com efeito, para o teórico positivista Hans Kelsen, a ética deveria ser posta no âmbito do subjetivismo e, por conseguinte, o conceito de justiça. Criou-se, portanto, uma situação perigosa da qual o próprio Kelsen foi vítima posteriormente, quando perseguido pelo regime nazista por ser judeu. A justiça e a ética caíram no relativismo. Cada um julga-se a si mesmo, julga-se o conhecedor do bem e do mal. E "quando a lei natural e as responsabilidades que implica são negadas, - alerta outra vez Bento XVI em uma catequese sobre Santo Tomás de Aquino - abre-se dramaticamente o caminho para o relativismo ético no plano individual e ao totalitarismo de Estado no plano político". Como condenar os regimes nazistas, fascistas e comunistas por suas atrocidades se a justiça é um conceito relativo a cada um? A Igreja condena a perversidade do relativismo justamente por essa falsa sensação de liberdade propagandeada por ele. É a mesma liberdade oferecida pela serpente do Éden à Eva, a falsa beleza que, na verdade, é escravidão. Quando exposta em termos claros e diretos, a lei natural se torna evidente e com ela, todo o arcabouço que a sustenta: o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã. A lei natural encontra apelo no ser humano justamente por ser verdade e estar de acordo com a razão criadora, o Creator Spiritus. O Magistério Católico é, neste sentido, um dos únicos baluartes da justiça e da dignidade da pessoa humana, por falar quase que solitário em defesa da lei natural. O trabalho da elite globalista - diga-se ONU, imprensa, ONGs esquerdistas e etc - consiste, neste sentido, única e exclusivamente na destruição desses pilares da lei natural. Assim, sepultam-na numa espiral do silêncio, enquanto reproduzem na mídia uma moral totalmente avessa e contrária à família. Desse modo, abrem espaço para a educação das crianças pelo Estado conforme a cartilha ideológica que defendem. É um programa totalmente voltado para a subversão e o controle comportamental que está sendo colocado em prática, descaradamente, por países como Estados Unidos, França, Suécia, Holanda e até mesmo o Brasil. Neste momento, em que a Igreja vê-se atacada por todos os lados e se joga com a vida humana como se fosse algo qualquer e sem valor, urge o despertar de pessoas santas, imbuídas por uma verdadeira paixão à Verdade. Todas as grandes crises pelas quais a Igreja passou nos últimos séculos foram enfrentadas por santos de grande valor: São Luís Maria Grignion de Montfort, São João Maria Vianney, Santa Catarina de Sena, São Pio X... E essa crise atual requer a mesma fibra, o mesmo destemor e parresia com os quais aqueles santos estavam dispostos a entregar suas vidas, suas fortunas e até mesmo os seus nomes, sem medo da humilhação, firmes na Providência Divina e na certeza de que no alvorecer do novo dia será de Deus a última e definitiva palavra. Por: Equipe Christo Nihil Praeponere