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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Criados para o amor


''Deus disse: 'Façamos o homem à nossa imagem e semelhança.' Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus; criou o homem e a mulher" (Gênesis 1, 26-27). É interessante perceber que em dois versículos repete­-se por três vezes a mesma decisão divina de "criar o homem e a mulher à Sua imagem e semelhança"! Mas, o que significa ser imagem e semelhança de Deus? Tenho certeza de que você não está pensando que nós fomos criados à imagem física de Deus, com um rosto igual ao rosto de Deus. Sabemos que Deus é Espírito puríssimo. Ele não tem um corpo físico como o nosso. Como, então, podemos compreender o que é ser imagem e semelhança de Deus? Primeiro precisamos saber "o que Deus é". Essa revelação está na Primeira Carta de São João (4, 8-16): Deus é amor. A definição parece vaga, mas, por ser amor, podemos pensar que Deus é uma família, formada pela Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Pois, observe no texto bíblico, o tempo verbal usado por Deus: façamos. A Igreja acredita que Deus é uno e trino, ou seja, são três pessoas numa só. É o mistério da Santíssima Trindade. Não podemos compreender esse grande mistério, mas podemos experimentá-lo através da fé. Ora, se a Santíssima Trindade, que é Deus, é amor, significa que e eu, você e todos os seres humanos, de todos os tempos, fomos criados à imagem e semelhança desse amor, de Deus. Então nós fomos criados por amor e para o amor! Deus não pode criar nada que não contenha Sua natureza amorosa. Por isso, também fomos criados para sermos amor! Quando declaro essa realidade não estou falando apenas de algo romântico, poético, emocionante. Estou declarando uma das verdades mais importantes, significativas e relevantes da vida do ser humano. Porque, se fomos criados para ser amor, só nos realizaremos na vida, só seremos realmente felizes, se nos realizarmos no amor. Essa é uma verdade fundamental, essencial para a nossa existência humana. Não é difícil compreendê-Ia ou até mesmo comprová-Ia. Alguém pode ser muito rico, mas se não se realizar no amor, não será feliz. Se a riqueza fizesse a felicidade, todos os ricos seriam felizes e os pobres, infelizes. Os bens materiais até podem auxiliar para o bem, para a realização da pessoa. Mas, por si só, não preenchem o coração humano. Não podem comprar a felicidade. São Paulo nos ensina: "Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Mesmo que eu tivesse o dom da profecia e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, senão tiver amor, não sou nada. Ainda que distribuísse todos os meus bens aos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, de nada valeria! O amor é paciente e bondoso. Não tem inveja. O amor não é orgulhoso. Não é arrogante nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará. A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita. Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá. Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei adulto (a), eliminei as coisas de criança. Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido. Por ora subsistem a fé, a esperança e o amor. Porém, o maior deles é o amor" (I Cor 13). Alguém pode ter muita cultura e títulos universitários, mas pode não ser feliz se não se realizar no amor. Se a cultura gerasse a felicidade, as pessoas cultas seriam felizes e os analfabetos infelizes. Sabemos, porém, que não é essa a realidade. Alguém pode ser famoso, mas não ser feliz. Lembremo-nos de tantos artistas e pessoas da vida pública, desportistas afamados, que não foram ou não são felizes porque não se realizaram no amor. O que realiza o ser humano é o amor e não a glória da fama humana! Alguém pode alcançar lugares de grande poder, pode tornar-se presidente do Brasil, dos EUA, da China, e não ser feliz, se não se realizar no amor. Portanto, se Deus nos criou à Sua imagem e semelhança para sermos amor, só nos realizaremos se, durante a caminhada de nossa vida, nós nos realizarmos no amor. É evidente que os bens materiais, a cultura, o poder e a fama, em certas circunstâncias, podem colaborar para que as pessoas se realizem e sejam felizes! Repito: podem colaborar! Mas a verdadeira fonte da felicidade, da realização, da plenitude do coração humano é o amor. Deus, que nos criou à Sua imagem e semelhança, sabia que, para sermos amor, precisaríamos de um lugar especial para viver esse amor, onde pudéssemos ser amados e também aprender a amar. É exatamente por meio desta troca de amor, por meio deste jogo, de sermos amados e amar, que chegaremos à maturidade do amor. E, quando atingirmos essa maturidade do coração é que nos sentiremos realizados e felizes. Esse lugar especial do amor é a FAMÍLIA. Foi para ser um ninho de amor que Deus a criou. Como Deus também forma uma família, na Trindade, Ele quis que tivéssemos a mesma experiência. E quando alguém tem a felicidade, a graça e a bênção de viver numa família, onde se vive o amor, essa pessoa tem muito mais chances de ser realizada e feliz. Mas, quando, ao contrário, um filho encontra em sua família um lar desajustado, pais separados, casal que briga com frequência, não dialoga e não educa, com certeza esse filho ficará marcado por traumas, recalques, carências afetivas e tantos outros problemas. Por causa desse desamor ele será portador de sofrimentos, de marcas dolorosas, que irão afetar a sua vida e a sua realização pessoal e familiar. E, para formar a família, esse ninho de amor, Deus criou os laços de sangue, que são aquela força existente no íntimo do ser humano, que liga fortemente o coração dos pais ao coração dos filhos, o coração dos filhos ao dos pais e que liga os corações entre os irmãos. Percebam a lógica da sabedoria do amor de Deus! Ele criou os laços de sangue para manter as pessoas unidas, a fim de formar a família para que haja a troca do amor. Portanto, os laços de sangue são uma grande maravilha criada por Deus Pai para o bem do ser humano. Mas é preciso compreender, ainda, que esses laços de sangue devem gerar os laços de amor. Os laços de sangue são um meio para que se criem os laços de amor. Às vezes, infelizmente, existem os laços de sangue, mas não se criaram os laços de amor, porque não houve convivência amorosa entre as pessoas. Existem pais que dão de tudo para os filhos, do bom e do melhor, mas não dão o principal, o essencial, que é o amor. A finalidade dos laços de sangue consiste em formar laços de amor que liguem fortemente as pessoas entre si, na família. Assim, unidas entre si, cada membro da família pode trocar amor, amadurecer no amor, aprender a amar e ser amado, se realizar e ser feliz. Para ser feliz é preciso viver o amor! Sem o amor a vida não tem sentido, exatamente porque fomos criados para o amor. Só o amor preenche, satisfaz e realiza o coração do ser humano. Portanto, o mais importante para você e sua família é, sem dúvida nenhuma, o amor. As outras coisas viram em consequência desse amor. Então, em sua família, não tenha medo de amar e ser amado (a). Por: Cássio Abreu
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