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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Empunhe a BANDEIRA DO AMOR.




Sabemos o quanto é dificil, mas não impossivel, só não podemos é ficar de braços cruzados, ou colocando a culpa de todo este desencontro em que vivemos no nosso Pai, mãe, vizinho, escola, trabalho, igreja, etc..queremos sempre eleger um culpado para nossos fracasos, e o maior fracaso que hoje acontece em nossa humanidade, ( se é que podemos chamar de humanidade o que somos e vivemos nos dias de hoje ) porque não começarmos um Ano Novo, não tentando, mas tomando atitudes para que o nosso covivio familar seja melhor, a nossa comunidade seja melhor, o nosso bairro seja melhor, nossa cidade seja melhor, nosso estado seja melhor, e ao terminar de montar este quebra cabeças iremos visualizar e viver um pais melhor. Devem esta perguntando ou divagando a minha inocente utopia, mas é mais simples do que imaginamos. É só levantar a BANDEIRA DO AMOR, nas franteiras de nossos corações, que não mais viveremos estas situações....Se a violência fosse uma pessoa certamente estaria sendo entrevistada em todos os meios de comunicação e sendo alvo da atenção de milhões de pessoas. Nunca se falou tanta em violência e nunca se fez tão pouco para combater este mal tão nefasto e tão contundente como em nossos dias. Os meios de comunicação falam muito sobre ela, e todos os dias registram a sua atuação em todas as camadas sociais. Falar da violência é audiência garantida em todos os meios de comunicação. Este canto diuturno soa como uma balada mórbida e infernal aos ouvidos de uma população desprotegida, carente e só. A violência vive o seu apogeu neste novo século com direito ás primeiras cadeiras no teatro da vida. Ela vem falante e glamourosa, atraindo olhares e holofotes, desfilando na passarela com sua presença sempre marcante. A violência, rainha ou bruxa, está presente nas escolas sentada nas cadeiras, levando ao desespero professores, pais, alunos, diretores e funcionários. Ela se levanta e age em questão de segundos, colocando em polvorosa toda uma cidade e todo um país. É preciso evita-la, é preciso combate-la, é preciso, sobretudo, enfrenta-la! Não adianta dissimular, não adianta ignorar, e nem dizer (como dizem os políticos), que são fatos isolados e estão todos sob controle. Outrossim, não devemos supervalorizar esta "deusa dos tempos modernos", que hoje é manchete em todos os jornais e presença indispensável na maioria dos programas de televisão. A violência deve ser combatida sempre - de preferência sem muito comentário e sem alarde. Hoje, infelizmente, se faz exatamente o contrário. Certamente há mais pessoas interessadas em comentários e audiência do que propriamente em combater a violência. Daí todas esta importância que hoje se dá a este cancer social. Como conviver com toda esta bateria de informações, muitas vezes desencontradas? Noticias são plantadas para atender a interesses e prender a atenção do telespectador. Programas vespertinos como: Cidade Alerta e Brasil Urgente são especialistas em propagar a violência á caça de mais audiência. Os jornais televisivos também destacam e ampliam a violência através de seus muitos recursos. A violência é alardeada e entronizada por muitos com claro objetivo de impressionar e prender o telespectador e assim faturar alto em cima da desgraça alheia. Até quando a violência vai receber este tratamento e vai continuar posando soberana como se fosse algo natural e familiar? É preciso fechar o quanto antes a indústria da violência e lhe dar o tratamento que ela merece. Com a palavra, os nossos governantes e a sociedade em geral. Paz e bem

Feliz 2013 sem tirar DEUS de cena



Quando as universidades de Oxford, na Inglaterra, de Paris, na França e de Bologna, na Itália, foram fundadas no século 12, a teologia era tida como a rainha das sete ciências ali estudadas. A relevância de Deus foi perdendo terreno progressivamente. A começar com o advento do Iluminismo e seus expoentes, como Voltaire, Jean-Jacques Rousseau e Immanuel Kant, todos do século 18. Eles não chegaram a negar a existência de Deus, mas abraçaram o deísmo – “a crença num Deus que, como um grande relojoeiro, criou um universo mecânico, deu-lhe corda e depois o deixou entregue à própria sorte, permitindo que trabalhasse de acordo com as leis naturais sem jamais nele intervir” (Tim Dowley). Nessa chamada “Era da Razão”, os intelectuais europeus estabeleceram a razão como árbitro derradeiro de todos os assuntos, desbancando a Bíblia e a doutrina cristã. A fé se enfraquecia e a razão se fortalecia. Mais tarde, no século seguinte, William Gladstone, várias vezes primeiro ministro inglês, diria que essa perda da fé religiosa era “a mais indizível calamidade que poderia abater-se sobre um homem ou sobre a nação”. Eugene Peterson, autor da mais recente paráfrase da Bíblia, afirma categoricamente: “Se tirarmos Deus de cena, substituindo-o por nosso próprio autorretrato cruamente delineado, trocaremos a aspiração em ambição e acabaremos nos tornando arrogantes”. Ele diz ainda que “ser cristão significa aceitar Deus como nosso Criador e Redentor”, pois Deus “é a realidade central de toda a nossa existência”. A verdade é que, mais cedo ou mais tarde, tudo vai desmoronar ao redor de quem tira Deus de cena. E para sabermos bem o que é desmoronamento – queda dramática de algo construído –, basta que nos lembremos do desmoronamento da imponente estátua de Nabucodonosor. Ela foi derrubada, despedaçada e tornada pó – pó que o vento levou sem deixar nenhum sinal (Dn 2.31-35). Outro exemplo bem mais dramático é o desmoronamento dos dois edifícios mais altos do “World Trade Center”, em Nova York, ambos com 110 andares, que caíram em menos de 100 minutos, matando quase 3 mil pessoas (entre elas 658 funcionários de uma única empresa). Quando Deus é colocado fora de cena: • Perde-se o rumo e perguntas cruciais – quem sou? De onde vim? para onde vou? – ficam sem resposta. • A vida termina com a morte somatopsíquica e não se pode ter a menor esperança para o além-túmulo. • Jogam-se fora todas as esperanças cristãs até então acumuladas e guardadas, como a ressurreição dos mortos, a morte da morte, a extinção do pecado, o reino de justiça e paz pelo qual sempre ansiamos, a plenitude da glória de Deus e o advento de novos céus e nova terra. • Tudo aquilo que sempre teve valor e era tratado com respeito é desprezado: a Bíblia como a Palavra de Deus, o batismo, a Santa Ceia, o Natal, a Semana da Paixão, a confissão, o perdão de pecados. • Perde-se o paradigma de comportamento baseado no Decálogo e nas Escrituras, que prevê o relacionamento da criatura com o Criador, com a criatura e com a criação. Se neste 2013, que desponta com o nascer do sol do dia primeiro de janeiro, continuarmos a colocar Deus fora de cena, estaremos dando mais alguns passos em direção ao inevitável desmoronamento de tudo que nos cerca. Só então reconheceremos que tudo aquilo que inventamos para compensar a ausência de Deus era como cisternas tão furadas que pareciam verdadeiras peneiras (Jr. 2.13). Quem sabe, tomaremos a decisão de viver 2013 sem tirar Deus de cena! Nota: Artigo publicado na seção “Abertura” da revista Ultimato nº 340 (janeiro-fevereiro/2013) Paz e bem