Atalho do Facebook

FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Somos Família Deus ?


Falava ainda Jesus à multidão quando sua mãe e seus irmãos chegaram do lado de fora, querendo falar com ele. Alguém lhe disse: "Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo"."Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos? ", perguntou ele. E, estendendo a mão para os discípulos, disse: "Aqui estão minha mãe e meus irmãos! Pois quem faz a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe". (Mateus 12:46-50) Uma das passagens bíblicas mais lindas! No entanto, uma leitura superficial pode considerar que Jesus fez "pouco caso" de sua família. Quanta falta de sensibilidade! Jesus valoriza o sentido de família, demonstrando que considerar Deus como Pai é fazer parte de uma família que não está limitada à consanguinidade. Parece clichê, de tanto que essa frase é dita. Mas, eu a digo como se fosse a mais nova frase que eu pronuncio. Deus é Pai. Como ser "irmão", "irmã", "mãe" de Jesus? - alguém pode perguntar. Ora, olhe ao seu redor e seja! Assim, nos tornamos parecidos com o Pai. A religião que Deus, o nosso Pai aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo. (Tiago 1:27) Paz e bem

Viver em Cristo e para Cristo


Viver para Cristo se constitui muitas vezes em um grande desafio, pois ao aceitarmos o senhorio de Cristo em nossas vidas, não estamos apenas aderindo a uma crença, mas estaremos aderindo um novo estilo de vida, de conduta, de atos e procedimentos... Para viver para Cristo deixamos de viver para nós mesmos, deixamos de fazer nossas vontades e desejo para seguir e realizar os seus... É aí que gera em nós um grande conflito, "porque no nosso interior sentimos prazer na lei de Deus"(Rm 7.22) queremos serví-lo e agradá-lo, mas na nossa natureza humano sentimos vontade de viver a vida da nossa própria maneira, seguindo as nossas escolhas e desejos carnais... Desde pequenos não gostamos de ser mandados por ninguém. Mas para seguir a Cristo e viver para Ele, requer renúncias de muitas coisas que gostamos, até mesmo de pessoas, da companhia de amigos O Profeta Jeremias sentiu isso na pele, sentiu a dor da solidão por amor a Deus, Ele disse:"..por causa da tua mão, me assentei solitário..."(Jr 15.17). Por amor a Ele temos que renunciar o nosso próprio eu, para que Ele governe em nós, pois Jesus disse:"Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me"(Mc 8.34). Na nossa ótica humano isso parece muito difícil e nada agradável, não é mesmo? Mas quando olhamos para Jesus, quando vemos com os olhos da nossa fé o que Ele fez por nós, que mesmo sendo Deus, cheio de glória, esvaziou-se a si mesmo, tornando-se semelhante a nós e entregou-se à morte, e morte de crus.(cf. Filip. 2.5-8). Ele não era obrigado a isso, mas por amor a nós o fez... Então será que vamos encontrar um amor igual? Alguém no mundo nos amou dessa maneira, ao ponto de entregar a sua vida por mim e por você? Mesmo nós tendo errado contra ele? só Jesus nos amou assim, por isso vale apena morrer para nós mesmos para viver para Ele, porque Ele nos amou de tal maneira, que nem mesmo a sua vida poupou, a antes entregou por todos nós. Também, conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR, para que possamos amá-lo de todo coração, pois só podemos amar alguém quando o conhecemos. E quando amamos somos capazes de fazermos qualquer sacrifício para estarmos ao lado da pessoa amada, não é mesmo? O amor a Cristo, é quem nos faz capazes de não viver para nós, mas para Ele. E quando já não mais vivemos, mas Cristo é quem vive em nós, saberemos o que é de fato viver. viveremos a Vida Abundade. Então vale apena o desafio, não? Paz e bem

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Cristo, nossa tão real esperança.


Há um ditado popular que diz que: “A esperança é a última que morrer.” Somos-nós a geração das dores, das inversões de valores e do aumento da violência. A nossa presente era é marcada pelo perigo de bombas nucleares, dos ataques terrorristas, das trajédias naturais, das famílias em crise e da aceleração da ruína moral da sociedade. Porém diante de tudo isso a esperança que vem da parte de Deus pode mudar a nossa visão do presente e do futuro, trazendo alegria e paz ao nosso coração. Em meio a qualquer situação, lembre-se: Cristo é a única esperança para o ser humano. J.D. Thomas compatilhou em uma de suas palestras que era seu costume sempre perguntar às pessoas que o buscavam para aconselhamento se elas tinham esperança. Quando a pessoa respondia que sim, então ele sabia que seria mais fácil aconselhá-las. Quando respondiam não, então seria difícil. Pessoas sem esperança acabam dominadas pela ansiedade, pelo desânimo e pelo medo de viver. Algumas deixam de planejar e de Sonhar, pelo fato de não ter forças para continuar. Muitos passam por tal situação, onde olham para o mundo ao seu redor e só conseguem ver adversidades. Olham para o futuro e não enxergam nada que lhe traga esperança. Na Bíblia tem a História de um profeta chamado de Jeremias que passou por essa experiência. Onde em Lamentações 3.18 ele declarou: “Já pereceu a minha força, como também a minha esperança.” O profeta Jeremias estava vivendo dias muito difíceis e havia perdido toda a sua esperança. Talvez esse seja também o quadro em que você se encontra hoje, diante situações difíceis na família, no trabalho, na vida sentimental, nos estudos e principalmente na vida espiritual. O Profeta Jeremias não desistiu de lutar por seus objetivos! Em Lamentações 3.21 ele diz: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.” Por que razão alguém declararia não ter esperança e de repente se esforçaria para lembrar-se de algo que pudesse restituí-la? Jeremias responde: “A minha poeção é o Senhor, diz a minha alma; portanto esperarei Nele” (Lm 3.24). A mudança radical de Jeremias vem do fato de que ele se lembrou de Deus. Em meio à desesperança, ele disse a si mesmo: “Eu esperarei no Senhor”. Segundo Ernesto Sábato, “A esperança não será a prova de um sentido oculto da Existência, mas uma coisa que merece que se lute por ela?” Jeremia encontrou esperança em Deus. A palavra esperança está ligada ao verbo esperar. A psicologia demonstra que aí está um grande problema para a humanidade: não saber esperar. O futuro parece aos olhos humanos como algo inserto e inquietante. Por exemplo: que curso fazer, qual será o meu futuro profissional, conseguirei alcançar os meus objetivos e com quem casarei?... Segundo o psicólogo Americano Myers, “A ansiedade é um frio na alma”. Esta é realmente a sensação de quem está ansioso e inquieto. Há um remédio para vencermos essa sensação: a consciência de que Cristo cuidará de nosso futuro. Jesus Cristo prometeu estar conosco todos os dias (Mt 28,20). Ele também disse: “não vos inquieteis com o dia de amanhã” (Mt 6.34). A ansiedade tem causado stress, depressão e desejo de cometer o suicídio. Segundo aponta os dados de um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), Uma pessoa comete suicídio a cada 40 segundos no mundo. Cerca de um milhão de pessoas acaba tirando a própria vida anualmente, onde cerca de 55% têm menos de 45 anos de idade. Para efeito de comparação, só em 1959, estima-se que 60% dos suicídios eram praticados por pessoas mais velhas. O suicídio ocupa a terceira posição entre os principais motivos da morte de pessoas entre os 15 e 44 anos. A segunda menos faixa etária é entre jovens de 10 a 24 anos, o suicídio hoje cometidos por jovens é um problema social gravíssimo. A Bíblia diz que Deus nos oferece uma “viva esperança” (I Pe 1.3). Por que não vivê-la em nosso dia a dia? Pesoas sem esperança são pessimistas, negativas e fatalistas. Para Aristóteles, “A esperança é o sonho do homem acordado”. Muitos depositam a sua confiança em homens, alguns na sociedade e outros na religião. Mas nem o homem, nem a sociedade e nem a religião podem trazer uma perspectiva de dias melhores para o ser humano. Só Cristo é a real esperança para esta sociedade ordierna. Há onde você tem depositado a sua esperança? Paz e bem

Jesus nas ruas


Situações difíceis foram “feitas” pra serem vivenciadas por aqueles a quem o Senhor concedeu senso e compaixão; constrangimentos só acontecem pelo fato simples de existirem pessoas com sensibilidade suficiente para se colocarem à disposição do Espírito de Deus e passar esses vexames que “estragam” nossas tardes. Não, eu não estou dizendo do senso de humor de Deus em deixar-nos em saias justas, entre testemunhar e ver o que acontece ou agir como agem os “gentios e publicanos”, tal senso nos persegue há tempos e Ele, sem dúvida, se diverte com as nossas equações morais e sofrimentos agudos de consciência. Particularmente não gosto de lidar com menores de rua, aliás, não é novidade minha total incompetência pra lidar com qualquer humano que tenha menos de um metro e meio de altura ou menos de 21 anos de idade; nasci adulto, isso é triste. Entretanto a questão que me traz de volta a essa singular vida de articulista foi o e-mail recebido do meu amigo e parceiro, Tony Floriano, um encontro com esses meninos elétricos, falantes, ousados e destemidos – não espere que eu os critique, pois venho das ruas, e admiro sua eficiência em levantar dinheiro pra comida, droga e prostitutas – ainda que reprove o meio e o fim de tal eficácia. Alimentar ou não um menino de rua que lhe aborda no restaurante? Deixar-lhe uns trocados? Ignorar-lhe a presença? (opção C, quase impossível). É um momento constrangedor sim, e mais, é perigoso também, não duvidem que você e sua família correm riscos sérios; a prudência manda resguardar-se enquanto o cristianismo manda expor-se, a lembrança de outros momentos ruins manda afastar-se enquanto a visão do faminto lhe ordena que estenda a mão; ah, dias ruim, caro amigo. Alimentar os famintos não é, nem de longe obrigação de quem quer que seja; antes e sem hipocrisia – ainda que me chamem disso n’outras vezes – é um privilégio, não apenas alimentar por alimentar, se livrando assim e rapidamente da importunação, mas fazer isso prazerosamente. Meu amigo, o Tony que é psicanalista, mas antes é crente em Jesus, sendo absolutamente honesto diz não saber o motivo de alimentar o garoto, compaixão ou constrangimento, mas eu digo caro amigo, foi por amor, mesmo disfarçado de estoica postura de livrar-se de um “pedinte”. Em Jesus, o Cristo de Deus, nós nos movemos em direção a essas situações por sermos antes movidos por Ele a sermos sal e luz e mão que acolhe. Eu, aqui na Missão Vida, faço isso todos os dias por vocação religiosa, chamado missionário ou qualquer seja a definição que se adeque, enquanto os crentes aí fora, fazem isso por puro amor, e se constrangimento há, é do Espírito, que permite a cada discípulo e discípula ser cada vez mais parecido com Jesus, e não com o samaritano somente. O fato de gastar sua tarde pensando no assunto e se gastando com o mesmo já responde suas inquietações e amplia meu sentimento bom para este dia e todos os outros quando eu olhar algum olhar pidão e ouvir algumas palavras ensaiadas de um menino das ruas, seja aqui, seja onde for. “Então as ovelhas vão dizer: “Mestre, do que está falando? Quando foi que te vimos com fome e te alimentamos”? O Rei dirá: “Toda vez que vocês fizeram essas coisas a algum marginalizado ou excluído, aquele era eu – estavam ajudando a mim”. Mateus 25: 37 – A Mensagem. Alexandre Magno Aquino Duarte

Decisões além do óbvio.




A Bíblia está repleta de iniciativas e decisões que mudaram a vida de pessoas, países e gerações. Algumas foram complexas - como peregrinar por um deserto, empreender uma guerra ou enfrentar um gigante -, outras foram mais simples - como parar ao longo de um caminho para ajudar um homem caído. Foram, porém, decisões transformadoras. Erramos ao pensar que as decisões são tomadas com base em nossa vontade. Apesar de a vontade exercer um papel fundamental em nossas vidas, frequentemente ela não se mostra forte o suficiente para nos guiar em uma decisão acertada e transformadora. Quantas vezes tivemos sincera vontade de fazer algo notadamente de grande importância e não o fizemos? Decisões são mais frequentemente tomadas com base em nossos princípios - aquilo que determina o que cremos, que resume o nosso sentido de vida e nos impulsiona a fazer o improvável. Lucas, no capítulo 10, apresenta-nos quatro personagens distintos na estrada entre Jerusalém e Jericó: um necessitado caído à margem da estrada, um sacerdote, um levita e, por fim, um samaritano. É nesta pequena história que encontramos o reflexo da nossa própria humanidade: virtudes a serem celebradas e o natural engano do coração que nos impede de ver o mundo com os olhos do Pai. O sacerdote e o levita possuíam uma função para a qual foram chamados. Eram homens separados para o serviço do Reino e ocupados com as coisas do Reino. Possuíam um salário e também um público que esperava que cumprissem suas funções. Eram os homens do culto, das celebrações e das cerimônias religiosas. Estavam, porém, tão absortos no cumprimento da própria agenda que perderam de vista o motivo da vocação. Eles se esqueceram de que pessoas são mais importantes que coisas, que uma alma vale mais que o mundo inteiro. Em uma sociedade ativista, consumista e hedônica como a nossa, talvez este seja nosso maior desafio: perceber aqueles que estão caídos, enquanto seguimos apressados para o próximo compromisso. Jesus repetidamente ensinou aos seus discípulos que eles deveriam atentar para os órfãos, viúvas, encarcerados, enfermos, famintos, sedentos, excluídos e perdidos. Jesus, com isso, nos ensinou que devemos ter os olhos abertos para os que se encontram nas margens dos caminhos. Não caía bem a um samaritano ajudar um judeu, opressor do seu povo. Seria ele visto como um entreguista, um colaborador do inimigo, ou mesmo um bajulador de Israel? Ajudar o inimigo não lhe traria aplausos. O certo é que ele estava disposto a sacrificar sua reputação tomando esta decisão transformadora: parar e ajudar a figura mais improvável. Facilmente nos impressionamos com histórias, biografias e ministérios que não impressionam a Deus. Isso acontece porque nos comovemos com resultados visíveis, mensuráveis e que geram prestígio, bem como com processos ligados às multidões, holofotes e aplausos. Parece-me, porém, que no exemplo de Jesus – e do samaritano – o verdadeiro amor do Pai ocorre com frequência em lugares bem menos frequentados. Lugares onde Jesus encontrou um cego próximo a Jericó, uma mulher samaritana ao lado de um poço e um coletor de imposto odiado pelo próprio povo. Deus vê o coração. Talvez estejamos aplaudindo o sacerdote e o levita, que seguiam rápido, provavelmente para um grande culto, mas Deus se agradou do samaritano que parou. Identidade é um elemento que contribui tremendamente para tomada de decisões diárias. Para aquele samaritano, sua história lhe dizia que aquele caído era seu inimigo e que este dia era o momento da revanche. Mas, parece-me que ele possuía uma imagem real de si mesmo, que ia além da história contada pelos seus pais, sua sociedade, seu sobrenome e seu contexto. Ele agiu como alguém que crê que sua identidade é definida por Deus. Ele não se viu naquele dia como um oponente, mas como um ajudador. Não enxergou o homem caído como um estranho distante, mas como o seu próximo. Talvez a sua história lhe diga coisas tristes a seu respeito. Talvez seus pais, amigos, inimigos, os fatos da vida ou seu próprio inconsciente colaborem para construir em você uma autoimagem baixa demais, alta demais, ou simplesmente irreal. A Palavra nos diz, porém, que em Cristo temos uma nova identidade. Somos os amados do Pai, herdeiros com Cristo, vencedores em Deus, sal da terra e luz do mundo, criados para a Sua glória, alvos preferenciais do amor do Eterno. Somos mais que samaritanos opressos, somos filhos de Deus que podem ter os olhos abertos para os caídos ao longo do nosso caminho. A oração a ser repetida a cada dia, neste caso, é justamente esta: Senhor, abra os olhos do meu coração. Ronaldo Lidório é doutor em antropologia