Atalho do Facebook

FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Nem só heróis, nem só governantes


Fui motivado por uma demanda dos estudantes universitários uruguaios, desejosos de entender como sua fé delineia a maneira como incidimos no espaço público. Entrei então no espinhoso desafio de buscar entender como incidimos na sociedade, os possíveis caminhos, mas também as penosas dificuldades. Compartilho aqui algumas ideias iniciais, dentro dos limites do espaço e escopo de um breve artigo. Parece que muitas vezes imaginamos que as ideias mudam o mundo. Outras vezes pensamos que os atores principais das mudanças são os indivíduos, que, no exercício de sua autonomia e razão, em especial se são gênios carismáticos, produzirão grande impacto na sociedade. Esse tipo de idealismo e individualismo algumas vezes aparece na roupagem de um certo tipo de pietismo cristão expressado no conceito de que ao “mudar as mentes e os corações das pessoas” teremos uma nova nação e sociedade. Converter o indivíduo seria então suficiente, pois tudo o mais viria como consequência. Confesso que minha própria ação missionária por toda a minha vida tenha sido nutrida desse tipo de expectativa. Ainda admiro líderes cristãos como os irmãos Wesley e também Wilberforce, que com suas ações missionárias foram agentes de profundas mudanças em seu tempo. Vejam o caso de Wiliam Wilberforce, que somente depois de 42 anos de lutas no parlamento britânico viu seu projeto de lei que abolia a escravidão ser aprovado. Mas como se dão essas mudanças? E seria esse o caso de um herói que agiu sozinho? Não, pois houve uma rede de homens de negócios, das igrejas, das artes e da política que se juntaram com o propósito explícito de promover reformas sociais. Esse grupo, conhecido mais tarde como “Círculo de Clapham” (“Clapham Sect” ou ainda “Clapham Saints”) foi muito influente na Inglaterra do início do século XIX. O exemplo do grupo de Clapham reforça a ideia de alguns sociólogos1 que defendem a tese de que não é pela força de uma ideia ou pela simples conversão de corações e mentes que chegaremos a ver mudanças nas estruturas de uma cultura e sociedade. Que na verdade essas mudanças são mais complexas, difíceis ou impossíveis de controlar e prever, mas que quando ocorrem frequentemente estão associadas a elites educadas, redes e instituições que se tornam centros de poder e influência. Reconheço que tenho dificuldades com essa ideia, a de que as principais mudanças se dão normalmente de cima para baixo, ou do centro para fora. Penso em Jesus e seus discípulos, na periferia do mundo da época; também nas mulheres escravas que foram líderes de muitas daquelas primeiras comunidades. Mas provocado por algumas leituras, também presto atenção agora no argumento de que Paulo e a maioria dos pais da Igreja eram uma elite educada e altamente qualificada, que a fé se expandiu até atingir os centros de poder e que, desses centros de prestígio e influência, muitas vezes exercendo o poder de maneira ambígua, a fé se espalhou e se consolidou em diversas partes do mundo. Isso me leva a outro ponto relacionado ao tema da incidência na sociedade. O que fazer com a aspiração de alguns por uma “nação cristã”? Seria possível ou mesmo desejável? Sem entrar no mérito da discussão se sequer já tivemos alguma “nação cristã” na história, sugiro que muitas vezes esse caminho está talhado pela ambição de que certos valores ou princípios sejam impostos pela coerção, imposição ou pela lei. É perigosa a ideia de que se pode mudar o comportamento das pessoas pela força de uma política de estado. Parece que muitos cristãos, seja à direita ou à esquerda, creem que a principal maneira de incidir na sociedade se dá através da mobilização política, do referendo, do voto ou da lei. Ainda que leis ou políticas públicas mais justas sejam desejáveis, o ideal seria a ação de cristãos que defendam em todas as áreas de ação o bem comum de todos, em especial dos menos favorecidos e sem voz, e não simplesmente a defesa dos “seus direitos como cristãos”. Liberdade religiosa ou de expressão é um bem para todos; a defesa da vida digna também. Mas como entrar nesse debate a partir de uma perspectiva da fé? Se adequadamente excluo a coerção e os interesses sectários, então surge o espaço para a investigação (não a arrogância de achar que já se tem a resposta para todos os problemas), o debate respeitoso (não o ataque com ânsias de destruir o outro), o diálogo (não a tergiversação a respeito do que crê o outro), a persuasão (com humildade e responsabilidade compartilhando o que se crê), levando a ações baseadas não só em valores abstratos, mas em uma presença cristã humilde, fiel e atuante nas diversas esferas da sociedade. As cosmovisões e as matrizes de cada cultura, ainda que dinâmicas e sempre em mudança, não se transformam da noite para o dia, nem qualquer grupo deve acreditar ingenuamente que tenha em suas mãos as chaves para conduzir essas mudanças. Evangelismo, ações políticas, mobilizações sociais, todo tipo de produção cultural em várias esferas da sociedade, serão por si só positivos, mas não necessariamente ou separadamente a panaceia para desafios enfrentados ou os caminhos certos para as mudanças esperadas. As ações mais significativas sempre serão as menos interessadas no poder e mais interessadas nos beneficiários de um almejado bem comum, menos enfocadas na dominação de uma agenda ou de “seus direitos” e mais dirigidas aos “direitos de todos”, em especial dos mais excluídos e à margem. No final das contas, muda-se uma sociedade (se é que chegamos a ver o final de certos processos) menos por estar interessado nessas mudanças como um fim em si mesmo do que por estar sacrificialmente comprometido com o serviço, a doação e preservação da vida. Ricardo Wesley Morais Borges É casado com Ruth e pai de Ana Júlia e Carolina. Eles são missionários brasileiros entre estudantes universitários no Uruguai.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Uma medalha que não acumula pó.


“Todos vocês já foram ao estádio e viram corridas. Vários atletas correm, mas apenas um vence. Correr para vencer: é para isso que bons atletas treinam duro. Eles fazem isso por uma medalha de ouro, que perde o brilho e o valor, mas vocês estão atrás da medalha que nunca envelhecerá...”1Coríntios 9.24,25(A Mensagem) Aproveitando que estamos em época de jogos olímpicos, fui impelido a pensar sobre o paralelo que a Bíblia faz entre a vida do atleta e vida do cristão. Todo atleta treina horas e horas por dia , se abdica de muitas coisas em função de conseguir por meio de muito esforço índice para chegar às olimpíadas e consequentemente conquistar o ouro, afinal esse é objetivo maior de tudo, a medalha de ouro no peito, é incrível e louvável a dedicação desses heróis em busca do premio máximo do esporte, eles corrigem erros de postura durante as apresentações, são exaustivamente cobrados por seus respectivos técnicos e suportam toda a pressão da expectativa de uma nação inteira. Pois bem, a Bíblia nos traz a ideia de que na caminhada cristã não deve ser diferente, devemos ser aplicados na busca de um prêmio maior ainda, a medalha da vida eterna, essa medalha nunca perderá o brilho nem o valor, pois é o viver eternamente na presença de Deus, por isso precisamos de igual modo construir uma disciplina de treino espiritual, de meditação na Palavra, leitura de bons livros, oração, e sobretudo a prática no viver diário daquilo que aprendemos por meio da Palavra, são várias as ações que podemos tomar para ganhar a mais valiosa medalha, o que não podemos é desanimar ao ponto de desistir, e quando estivermos à beira da desistência devemos pensar no valor desse prêmio que é a salvação eterna por meio de Jesus o Cristo, é fato que ao longo da caminhada tropeçamos em nossas próprias limitações, mais é aí que devemos tal qual como um atleta analisar a nossa postura e ver o que precisa ser corrigido para seguir em frente em busca do prêmio maior, devemos treinar e correr essa maratona da vida pensando em vencer assim como os atletas, afinal é absurdo pensar que por maior limitação que um atleta tenha em relação aos seus competidores ele entre na competição pensando em perder , ele quer ganhar, quer chegar na frente e garantir o seu prêmio e é assim que devemos nos portar uma vez que na vida cristã há prêmio pra todos que completarem a maratona guardando a fé no coração. Que o Senhor nos leve até o fim de nossa jornada em busca da medalha que dura para sempre, que o nosso coração seja motivado pelo Espirito Santo como nosso treinador a seguir em frente sempre. Paz e bem.

Seja radical mostre sua Cristandade com atitudes.


Desde o inicio dos tempos essa questão é indagada no coração do ser humano,mas que volta e meia acaba meio que por uma questão de tendência se envolvendo com o que não é bom e irresponsavel. O sentido da coisa é esse, mas infelizmente usar é mais fácil do que assumir isso em um contexto geral. Essa afirmação responde a varias questões como por exemplo : o porque da corrupçao e pobreza mundial,o porque dos casamentos de hoje serem tão mal sucedidos,o porque de uma paternidade tão irresponsavel e etc. A verdade é que na condição atual do ser humano que é pecaminosa o "usar" é muito mais comum do que o assumir. Os politicos preferem ver sua população morrer de fome,com um baixo salario para bancar o alto custo de vida,mentir e roubar os cofres publicos a tomar uma atitude filantrópica. O homem sem Deus prefere usar a garota como um simples objeto de prazer do que assumir seus sentimentos,assumir as suas vontades os seus desejos a sua vida. A falta de amor tem feito varios efeitos que assolam a sociedade que prefere responder a falta de amor com mais ódio e fazer com que essa maldade se multiplique mais e mais. Assumir é muit mais dificil mais é a atitude certa a ser tomada e jesus em sua vida nos mostrou isso. Ele assumiu os nossos pecados e levou consigo a vossa dor,o pai nos dez mandamentos nos deu apenas dois deveres a zelar,pois o resto é uma serie de objeções,que são : amar a Deus e amar ao nosso próximo. Deus não precisa ser assumido no sentido de proteçao,mas precisamos asumi lo como o nosso pastor ,salvador e Deus todo poderoso que ele é.mas quanto as pessoas que Deus colocou em nossas vidas elas sim precisam de nosso auxilio, proteção,cuidado e além de tudo : Amor. Paz e bem