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AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sábado, 28 de abril de 2012

Cumpra-se a promessa


Passados alguns dias de Sua ressurreição, Jesus cheio do Espírito Santo, cumpriu sua promessa: enviou do céu a torrente do Espírito sobre seus discípulos que estavam em oração com sua mãe Maria. Conta o livro dos Atos dos Apóstolos capítulo 2, versículos 1 a 4. Se o batismo na água marcou o princípio da missão evangelizadora de Cristo, a inauguração da era messiânica, propriamente dita, da manifestação do "Filho de Deus" aos "filhos de Deus", o batismo no Espírito Santo, em Pentecostes, marcou a instauração do reino de Deus sobre a terra, pelo seu Espírito. É o estabelecimento de uma nova vida espiritual, vida da graça, princípio e penhor, já neste mundo, da vida da glória, na eternidade. Era chegada a hora da adoração que o Pai quer, a verdadeira adoração, "em espírito e em verdade" (Jo 4,23). É a consumação e a coroação do grande mistério da Páscoa, a sua plenitude, no dizer de Santo Agostinho (Sermão 43). Assim, Pentecostes não é somente a festa do Espírito Santo, mas de Cristo, fechando um capítulo da História da Salvação, e abrindo outro, pelo Seu Espírito. Podemos dizer também que é a grande "festa de aniversário da Igreja", o natal do Espírito Santo. Pentecostes não foi apenas um acontecimento da Igreja nascente, Pentecostes continua e é ainda hoje: "e rogarei ao Pai e ele vos dará um outro Paráclito para que convosco permaneça para sempre" (Jo 14,16). Fundada a Igreja de Cristo, espalhou-se por toda a terra, governada pelo Espírito Santo, juntamente com o Pai e o Filho. Pentecostes continua incessantemente pela ação interior do Espírito. Permanecem a graça e a virtude de um Pentecostes perene, embora o Pentecostes histórico tenha passado. A ação universal do Espírito não deixa por isso de ser sempre fecunda. Quando celebramos a festa de Pentecostes, não recordamos um mistério passado, um acontecimento longínquo, mas a presença continuada do Espírito Santo na sua Igreja, como celebra a liturgia do dia: "... por meio de Cristo Senhor nosso, que tendo subido aos céus, derrama hoje o Espírito Santo que havia prometido" (Prefácio da Missa de Pentecostes). Está na nossa mão o pedir e o receber. Pentecostes não foi outra coisa senão Cristo glorificado, cheio do Espírito Santo, que abriu seu coração para derramar seu Espírito sobre os seus e assim transformá-los em novas criaturas. Tão generosa e abundante, porém, foi a doação do Espírito que o próprio Jesus havia chamado de “batismo no Espírito Santo”. Batizar significa submergir, estar totalmente inundado, cheio. O batismo no Espírito Santo em Pentecostes foi uma plenitude do Espírito Santo que inundou os Apóstolos de tal forma que os encheu completamente. A expressão “batismo no Espírito Santo” possui dois sentidos e distingue de maneira precisa dois momentos na vida do fiel. O primeiro é propriamente teológico e neste sentido todo cristão é batizado no Espírito Santo pelo fato de ter recebido os Sacramentos da iniciação cristã. O segundo é o sentido experiencial e se refere ao momento em que a presença do Espírito Santo recebida pela fé se torna experiência vivida desta mesma presença, ou seja, se torna sensível à consciência pessoal. Quando, na RCC se fala no batismo no Espírito Santo, se refere a essa experiência sensível e consciente que é o sentido experiencial. No livro dos Atos, quando do aparecimento de Jesus ressuscitado aos seus Apóstolos diz a eles que serão batizados no Espírito (Atos 1,5). Promessa realizada plenamente em Pentecostes. Pentecostes inaugura um novo regime para a vida do homem em relação a Deus e aos irmãos: saímos do regime da lei e entramos no regime do Espírito. A experiência de Pentecostes constitui, de uma certa forma, o parâmetro para a experiência que chamamos na Renovação Carismática de batismo no Espírito Santo. Experiência narrada também em outros textos dos Atos dos Apóstolos e sempre acompanhada de manifestações de ordem carismáticas, como louvor, línguas, profecias (Atos 2,4; 10,46; 19,6). O batismo no Espírito Santo é uma experiência definida (“como podem ver e ouvir” – Atos 2,33) que introduz à vida no Espírito, e que realiza em nós uma mudança permitindo que experimentemos Sua presença e operação em nós. O que é, então, ser batizado no Espírito? Talvez a descrição mais clara seja dizer que no batismo no Espírito, o Espírito vem de um modo que a pessoa batizada o sabe. Como resultado desta vinda, ela experimenta um novo contato com Deus. Não só o Espírito vem à pessoa de um modo novo, mas opera nela uma mudança. A sua vida se torna diferente, porque o seu relacionamento com Deus se modificou. Deus está nela de uma maneira que não estava antes. Deus fez nela a sua morada de um modo novo: o Espírito guia-a, fala-lhe, ensina-lhe, fá-la conhecer a Deus e saber que Deus a ama. O batismo no Espírito é uma introdução, um princípio para a vida no Espírito. O que torna possível a vida no Espírito numa pessoa é a presença do Espírito Santo nela. Portanto, a única maneira de experimentar a vida no Espírito é o Espírito Santo estar nela de um modo novo. Esta experiência é um princípio. É preciso continuar viver a vida no Espírito, crescer. Esta “vida nova” deve ser partilhada, portanto, exigindo a comunidade fraterna que envolve-nos em um novo relacionamento, um mútuo dar e receber do dom do Espírito, que está em todos. O batismo no Espírito é uma introdução à vida do Espírito, e também uma introdução na comunidade cristã. Necessitamos de uma comunidade que viva no Espírito para vivermos também no Espírito. O batismo no Espírito não é somente um modo de entrar numa vida nova com o Espírito, mas deveria significar também a entrada numa comunidade. (Cor 12-13) Vinde, Espírito Santo! Por: Tácito Coutinho ( TATA )

terça-feira, 24 de abril de 2012


Podemos relacionar opção fundamental com a visão bíblica do "coração do homem”. Na Bíblia, o "coração do homem" não significa absolutamente uma pessoa lançada para dentro de si mesma, no egoísmo. A Palavra de Deus dirige nossa atenção para este ponto mais íntimo, em que a pessoa é sensível e aberta ao outro. Coração é o espaço onde as pontes de relacionamento e de afetos são construídas e onde o homem verdadeiramente se compromete com o outro e com os outros. Ou, infelizmente, pode ser também o espaço onde o homem esteja gradualmente destruindo-se, tornando-se oco e vazio, cego e pervertido. Quando ele perde a capacidade de amar autenticamente, perde a melhor parte do seu "coração". Quando há opção fundamental firme para o bem, o coração do homem fica cheio do “sopro de Deus”, do Espírito Santo (Ef 5,18). Deus não quer apenas atos exteriores. O bem verdadeiro brota da liberdade básica, dessa opção fundamental, que se transforma em liberdade, que dá sentido e direção definitivos a livre escolha da pessoa na situação concreta em que vive. Uma boa decisão e uma a ação certa só existem, no sentido pleno, quando o ato procede do coração da pessoa, onde a opção fundamental é feita para Deus e para o bem e penetra nas profundezas onde se toma a direção certa. O valor do homem é determinado por aquilo que está em seu coração: “onde está o teu coração aí estará o teu tesouro" (Mt 6,21) Aquele que, na liberdade, escolheu o Reino de Deus há de escolher o bem por uma espécie de instinto de coração. Deus não se queixa tanto das ações perversas dos israelitas como de seus "corações endurecidos". (Is 6,9s) O centro das grandes profecias messiânicas é o coração. A promessa de Deus é a de dar a seu povo um "coração novo" e de incutir o temor dele e o amor a Ele nos corações (Jr 32,4; 31,33). "E eu lhes darei um CORAÇÃO NOVO e porei um novo espírito no mais íntimo de seu ser; tirarei de sua carne o coração de pedra e dar-lhes-ei um coração sensível” (Ez 11,19). Deus deseja a conversão total, o compromisso total com Ele, e não apenas penitências rituais: "rasgai os vossos corações e não vossas vestes" (Joel, 2,15). Enquanto os fariseus condenam severamente infrações externas e regulamentos humanos sem importância, o Senhor castiga o "coração mau", de cujas disposições indignas, como de uma fonte poluída, provêm todo o mal (Mc 7,20) A reprovação mais desafiadora está na acusação de Pedro dirigida a. Simão, o mago: "o teu coração não é reto diante de Deus” (At 8,21). A síntese da proclamação da Boa-Nova feita pelo Senhor exige um novo coração. (Mc 1,15) Metànoien (metanoia), frequentemente traduzida como arrependimento, significa mais literal e exatamente: viver com um coração novo e em novo espírito. O chamado à conversão vem no contexto das promessas de Deus, agora cumpridas, pelas quais ele nos quer dar um coração novo. E nossa resposta é o total compromisso feito em nosso coração, de tal forma que todas as nossas ações sejam marcadas por essa opção fundamental para ele, conversão que consiste em possuir o espírito interior de Cristo. Desta decisão decorre uma nova conduta. “Tende em vós o mesmo sentimento de Cristo Jesus” (Fl 2,5). Poderíamos dizer: “tende em vós o coração de Jesus”. Nos antigos manuscritos de Lucas 11,2, o pedido "Venha o teu reino" é, substituído ou parafraseado pela oração: "Que o Espírito Santo desça sobre nos e nos purifique". Reconciliação e conversão constituem obra do Espírito Santo que nos dá um novo coração, sem o qual novos relacionamentos seriam impossíveis. Ele capacita-nos a prosseguir na conversão contínua até a total purificação da mente, do coração e da vontade. Cristo cumpre as grandes profecias messiânicas enviando-nos o Espírito Santo que procede do Pai. "Aspergir-vos-ei com água pura e vos purificarei de todas as vossas impurezas; purificar-vos-ei de todos os vossos ídolos. Dar-vos-ei um coração novo e porei em vos um espírito novo; arrancarei o coração de pedra das vossas carnes e dar-vos-ei um coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito". (Ez 36, 25-27) Por: Tácito Coutinho ( TATA )