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ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Eu prostituto

Durante algum tempo venho observando como o sistema atual vem dopando nossos jovens com conceitos recheados de egoísmos, mentiras e alienação, gerando uma civilização doente e incapaz de olhar para dentro de si e descobrir qual seria seu papel no mundo e como cooperar para viver saudável em comunidade. Nesse texto, abordarei o individuo e algo, que talvez, possa ser um dos maiores conflitos em nosso século, com respeito a gerar jovens que não vivam no efeito de antidepressivos e entorpecentes para superar o medo do fracasso em seu dia a dia, já que vendemos a perfeição e o sucesso a nossos jovens. Chamo-lhe a atenção para algo que li um tempo atrás, com o objetivo de melhorar a compreensão do assunto abordado no artigo. Enquanto uma senhora bem preocupada em sua sala com alguns papeis em mãos para ler, ouve sua funcionária cantando baixinho em sua cozinha e diz: Por favor, dá pra parar de cantar enquanto trabalha? A mulher com toda simplicidade responde: Mas, senhora eu não estou trabalhando, e sim lavando louça. Qual a diferença? ... Tudo! Ela fazia seu serviço por amor e não por dinheiro. Educamos nossos jovens a serem futuros estressados, aumentando a fila em terapias e remédio para aliviar o stress, preparamos nossos jovens para passar em um vestibular, concursos, entrar em faculdades e ter sucesso. Mas e a vida? Quem esse jovem é de verdade? Qual seu papel no mundo? Por que não ensinamos os jovens a viverem melhor gradativamente e a valorizar as coisas relevantes em sua vida? Um jovem que vende sua energia, trabalho, tempo e dedicação em prol de dinheiro é um prostituto, ou seja, vende sua identidade, sonhos, satisfação por algo tão banal: dinheiro. Será que vale a pena trocar o que você realmente gosta de fazer por causa de estabilidade financeira? Se você amigo ama ensinar, o que tem de errado em dedicar sua vida a preparar outras pessoas para o viver em sociedade exercendo sua vocação? Certo jovem declarou: “toda vez que acordo reflito, mais uma vez estou indo me prostituir, não com um homem ou uma mulher, mas para o banco. Amo geografia, gosto de ensinar, mas tenho trocado meu tempo, energia e dedicação por dinheiro todos os dias no banco no qual trabalho.” Estou convencido que todo ser humano tem o dever de se autoconhecer e desfrutar de seu melhor naquilo que ama realizar. Precisamos preparar nossos jovens pra a vida e não para um mercado de trabalho falho, onde seus princípios estão corrompidos e programados para gerar frustação, dor e insatisfação pessoal. Faça algo que você goste e se identifica. Você sabia que grande parte do seu tempo de vida irá passar em seu trabalho? Imagine agora, você viver em um lugar onde a única coisa que importa é o salario no final do mês, não seria diferente de uma garota de programa que entrega seu corpo por pequenos papeis que nós seres humanos damos tanto valor? Pense bem sobre o que você quer fazer da sua vida, reflita, procure se conhecer, converse com seus pais, procure saber sua vocação e só assim saberá tomar a escolha certa. Torço por Você. Abraço. Paz e bem

Ouse ser criativo


Dias atrás li uma reportagem sobre jovens que, observando as oportunidades do mercado, criaram uma empresa. Com poucos investimentos, eles obtiveram grandes lucros já no primeiro ano de funcionamento. Olharam, observaram as oportunidades e os desafios, planejaram, executaram e agora estão curtindo o sucesso e investindo na expansão de sua criatividade. Criatividade talvez seja uma boa palavra para representar a fonte do êxito desta turma e de tantas outras histórias que a cada dia se tornam mais conhecidas pelo mundo inteiro. No Evangelho de Marcos, capítulo 2, quatro amigos passaram pela mesma situação. Eles tinham um interesse, observaram os desafios para alcança-lo, as oportunidades disponíveis e não se acomodaram com a situação em que estavam, pois sabiam que poderiam atingir algo muito maior. Eram jovens, fortes e saudáveis. E também eram obstinados. Não seria pouca coisa que os impediria de chegar ao seu objetivo. No centro de sua “missão” havia um outro rapaz: paralítico, incapaz, dependente, incômodo. Ocupava mais espaço que todos e, naquela época, não havia prioridade para PNEs . Talvez ele estivesse cansado, envergonhado, com uma autoestima destruída, desacreditado em si mesmo e nas pessoas. Além do peso da dificuldade física, era um peso emocional, espiritual. A história é bem conhecida e sabemos que os quatro amigos conseguiram apresentar o paralítico a Jesus. Mas o time teve que planejar cada detalhe de sua ação, observar o ambiente do bairro onde Jesus estava, dar voltas na casa para procurar aberturas e ser criativo e ousado. E foram. O texto não diz como, mas os quatro rapazes subiram o amigo deficiente no telhado; o texto não diz como, mas retiraram a cobertura da casa sem que esta caísse na cabeça de alguém (a de Jesus, por exemplo); o texto não apresenta os “como”, mas relata com clareza o êxito da iniciativa. Jesus também percebeu que a criatividade e a ousadia daqueles rapazes era movida pela fé que eles tinham de que Jesus poderia fazer a diferença. E fez! E fez ainda mais do que eles esperavam, como sempre faz. Jesus não apenas curou, mas também perdoou os pecados, isto é, deu a salvação àquele paralítico. Não sabemos os nomes destes cinco homens, mas sabemos que por aquela atitude entraram eternamente para a história. Somos seres criativos, à semelhança do Criador. E podemos, com ousadia, fazer grandes coisas para esta geração. Não precisa ser de grandes proporções, movimentando centenas e milhares de pessoas, mas grandes movimentos porque o grande motor de tudo isso é a fé. Era isto que os movia a superar todos os obstáculos, e é isso que pode nos levar a fazer coisas antes inacreditáveis com o propósito de apresentar a Jesus aqueles que precisam de cura e salvação. Criatividade e oportunidade sempre existirão para aqueles que, movidos pela fé, procuram apresentar “enfermos” Àquele que pode curá-los. Há doentes em nossa geração?! Então há espaço pra você agir. Olhe, pare, pense, ore, planeje, ouse, faça! E, no final de tudo, você entenderá que seu nome não precisa aparecer, pois tudo o que fazemos é pra Glória de Deus. Esse é o maior e eterno lucro que alguém pode ter. __________ Rodolfo Gois Paz e Bem