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ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 27 de março de 2012

Para ser milagre deve ser ?

Qualquer pessoa que ler os Evangelhos com atenção observará que o tripé do ministério de Jesus consistia em evangelizar, ensinar e curar. Podemos dizer com toda segurança que Ele mantinha com total equilíbrio e harmonia absoluta estes três eixos, sem que qualquer um deles fosse desprezado em detrimento dos outros. Nesse sentido, Jesus bem sabia que não bastava uma pessoa ser curada de um mal físico ou de uma atormentação maligna se ela não se arrependesse de suas transgressões e injustiças praticadas na vida, cresse na mensagem do Evangelho e por meio de Sua Palavra aprendesse qual era o propósito da vida e da vinda de Jesus ao mundo, bem como quais eram as implicações de tudo isso no seu dia-a-dia, tanto no âmbito pessoal como interpessoal, na esfera pública ou privada. É importante salientar que o Evangelho de João ensina que Jesus realizou milagres, entretanto, em sua narrativa o autor destaca apenas sete. Como se sabe o número sete na Bíblia tem uma simbologia muito rica e, geralmente, está associado ao sentido de totalidade e perfeição. Pode-se deduzir então que o autor do Evangelho, seletiva e inteligentemente, coloca o seu leitor diante da seguinte situação: quem vier a tomar conhecimento dos sete milagres e não crer que Jesus é o Filho de Deus, também não crerá n’Ele ainda que tome conhecimento de setenta, setecentos ou mais milagres por Ele realizados. Caríssimos, muito se fala e se mostra na mídia brasileira acerca de milagres realizados por Jesus. Embora Jesus tenha o poder de realizá-los, convém destacar que Ele jamais os utilizou como instrumento publicitário de si mesmo e muito menos visando construir suntuosos templos ou, ainda, com o objetivo de acumular riquezas para si. Seu propósito era e continua sendo transformar vidas e fazer que com aqueles que n’Ele crêem sejam, por palavras e obras, instrumentos milagrosos que impedem o apodrecimento total do mundo, um tipo de gente que não permite que estruturas abortivas, inimigas do bem, prevaleçam em seu plano malévolo de distorcer e obscurecer a Verdade libertadora que ilumina e restaura todo homem e o homem todo. Concluindo, se contar milagres de Jesus é necessário, ser um milagre por meio de Jesus é essencial para que a sociedade melhore! Paz e bem

Venham todos

Esta frase não precisa estampar a entrada de um bar ou prostíbulo, mas se faz necessária em muitas igrejas. A religiosidade deveria ser um bem, mas tornou-se uma terrível opressão nas mãos de pessoas inescrupulosas que se valem de cargos ou títulos clericais para exteriorizar toda tirania que abrigam dentro de si. Incapazes de entender o Evangelho como uma proposta de cura, paz e libertação para a alma, sobrecarregam pessoas incautas debaixo de jugos criados e mantidos por uma estrutura religiosa desajustada, adoecida e violenta. Pregar a perfeição como um alvo a ser buscado é legítimo. Jesus fez isso ao dizer: "sede vós também perfeitos, como perfeito é o vosso pai que está nos céus". No entanto se esquecem que o mais útil servo de Cristo de todos os tempos revelou: "Não que já o tenha alcançado, ou obtido a perfeição, mas prossigo..." Pessoas perfeitas não serão encontradas deste lado da vida, mas muitas pessoas ligadas ao cristianismo evangélico, acham que sim e chafurdam em suas próprias inconsistências, debatendo-se e afogando-se em seu próprio voômito. Ao invés de chamarmos à perfeição, deveríamos chamar pessoas ao perdão, à reconciliação com Deus, apresentando seu amor incondicional, a fim de serem aceitas e curadas. É claro que a sociedade espera da Igreja (ou dos que se intitulam religiosos) um padrão moral mais elevado. O fato de dizer que cultuamos Deus, pelo menos uma vez por semana, deveria fazer com que parecessemos melhores que os demais mortais. Mas isso não justifica a existência de comunidades que insistem em padrões de santidade externos, mensuráveis, marketeiros, enquanto pessoas com dramas pessoais são tachadas, rotuladas, excluidas como se a igreja fosse uma central de controle de qualidade. Jesus teve os "fariseus" como exemplo desta conduta reprovável. Mas o espectro desta classe social palestina dos tempos de Jesus ainda paira sobre nós, o qual, em momento algum, devemos suportar. Graça, é a palavra de ordem do Evangelho - perdão, é a práxis cristã mais evidente e novo nascimento, a "carteirinha de sócio" desta nova família que Deus, em Cristo, decidiu formar. Imperfeitos e imperfeitas: bem-vindos à graça e misericórdia de Deus. Religiosos: "Vão aprender o significado deste versículo da Escritura: ‘Não são os sacrifícios e as ofertas de vocês que Me interessam - mas que tenham compaixão! ’ Meu trabalho aqui na terra é de insistir com os pecadores e não com aqueles que se acham bons, que voltem para Deus" (Mateus 9:13 Paz e bem.