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ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Ao alcance da imaginação e da realidade



Imagine-se se os homens e mulheres cristãos assim se dispusessem e guardassem no coração e na alma a motivação para colocar em prática a Palavra de Deus, submetendo-se sem vacilação nem oscilação aos preceitos nela contidos!

Imagine-se se convertidos se vissem introspectivamente diante da conclusão no sentido de que a obediência à Palavra de Deus, ‘inda que sabidamente e misteriosamente dificultosa em razão da malignidade e do pecado que nos rodeia, decididamente não representa utopia em si mesma!

Imagine-se, por exemplo, se deixássemos de roubar, de matar, de fraudar, de corromper, de estuprar, de oprimir, de agredir, de humilhar, de adulterar, de mentir, de espancar esposas, de burlar leis, de sonegar tributos, de trapacear no trabalho!

Imagine-se se no dia-a-dia resolutamente respeitássemos o próximo, sem qualquer mínima acepção, se estendêssemos a mão ao necessitado, se abandonássemos a nauseante estultícia de nos considerar a nós mesmos como superiores aos demais!

Imagine-se se nos ajuntamentos cristãos não fosse exercitada a “arte” da fofoca e da intriga, se ali não se usassem disfarces ou máscaras e não houvesse predisposição astuciosa para atos perniciosos e deletérios praticados à socapa!

Imagine-se, em síntese, se homens e mulheres movidos pela fé se colocassem sem reservas diante de Deus curvando-se à Sua vontade e obedecendo irrestritamente àquilo que por Ele de nós é demandado na Bíblia!

Qual seria a conseqüência prática, palpável e notória que dimanaria de tal postura aos olhos de Deus?

Que nos faria ou nos permitiria ver Deus?

Seria sensato supor e esperar que dos céus bênçãos nos sobreviriam, exatamente como declarado pelo Profeta (Is:58:6-14)?

Seria acertado ter a expectativa de que o muro de separação aludido por Isaías 59:1-2 estaria suplantado e derribado?

Seria sapiente ter no coração e na alma a convicção de que estaríamos em plena harmonia com Deus, lembrando-nos daquilo que registrado em I Samuel 15:22-23?

Seria espiritualmente coerente pensar que, mesmo se perseguidos, ultrajados ou degolados estaríamos em posição privilegiada como cristãos?
Conselheiro Lafaiete - MG

Sempre culpando Deus



"Como falar de evangelização, quando perdermos de vista a importância de ser uma via comunitária de participação efetiva e contundente na reaceitação do próximo. Não paro por aqui, como ser permissivo a defesas ferrenhas em favor de reformas, ou avivamentos se nem sequer discernirmos o quanto o serviço, o discipulado e a práxis constituem a mais e maior expressão no que toca ao papel de ser igreja."

Parei e, então, tive a coragem para, enfim, num surto de transparência, e isso deve e é bom, admitir a quem de fato e direito atribuo as minhas desordens. 

Deixo ser mais específico, falo das mancadas ocorridas em determinado trajeto da minha história. Sem delongas, sonhos e idéias marcados por resultados nada previstos no script. 

Mesmo assim, no porto das boas – notícias, após o cessar daquele ímpeto, ou, como atestam, o nominado primeiro amor, daquela eloqüência por ganhar o próximo, por ser um pescador de almas, por ser partícipe de uma comunhão movida e promovida pelas engrenagens do servir, do ouvir e do tolerar, me vejo numa estranha e hilária síndrome de compensar as perdas e as descobertas.

Digo descoberta, em decorrência de perceber as mazelas, os dissabores, as frustrações e as hipocrisias escondidas nos tapetes do faz de conta e que tudo está bem e assim vou levando um evangelho de aparências. 

Ah, as perdas adentram no sentido de eleger, nomear e carimbar um responsável. 

Aliás, os candidatos podem ser obtidos dentro de um leque de opções. O destino, as potestades, o sistema secular e suas ramificações (econômicas, culturais, políticas, sociais, étnicas e por ai vai), o semelhante. 

Por enquanto finco as estacas, dentro da dimensão evangélica, e reconheço o quanto tenho elegido Deus. Ora, poderá haver melhor culpado pelas perdas, pelas desgraças, pelas falências com a qual me deparei ou me deparo? 

É bem verdade, muitos refutarão as palavras ditas acima e levantaram louváveis argumentações. Para isso, os expedientes teológicos disponibilizam um acervo fartíssimo. 

Mormente todas essas maneiras de tentar diminuir essa constatação, o espelho de forma alguma pode esconder uma face envolta por lágrimas e uma existência de transparência. 

Pra que tampar o sol com a peneira, fingir uma devoção com relação as promessas evocadas nas escrituras sagradas. Por mais que negue, acabo por reconhecer o quanto culpo, e quanto me valho desse artifício, a Deus, sem descartá – Lo totalmente, e incorrer na fantasia de me acomodar com os meus anseios.

Vou adiante, enquanto permanecia diante do espelho, sem nenhuma pieguice, continuo com a postura conveniente de levantar as mãos, de viver um sobrenatural de fachada, de apenas recitar um amontoado de expressões, de apregoar uma liberdade que aspira ser apresentado. 

Desse modo, por meio de simples atitudes e posturas, culpo e condeno a ‘’Deus’’ por um casamento desastroso, por manchas cravadas nos recônditos da alma, por não ter alcançado isso ou aquilo, por não conseguir vislumbrar mais nada de bom, de agradável e justo na Graça. 

Mesmo assim, permaneço, quem sabe, por covardia, ou por comodismo!.

Eis a estampada constatação e, apesar disso, caminho numa relação de resignação e caso ocorra, estarei na eternidade. 

Devo dizer, nada mais do que justo; depois de ser submetido a uma criação enredada por erros que nãos os cometi. 

De certo, a compensação deve ser acolhida! Talvez, por isso, prossiga a deixar as comportas do que, verdadeiramente, sempre quis exclamar, mas mantenho em confidências (Olha Deus, tenho o direito de ser feliz e como a Sua Onipotência, Onisciência e Onipresença estiveram inertes, como se o Senhor estivesse na platéia e omisso, enquanto formava determinadas escolhas, cujos resultados trouxeram fracassos, não posso, diante disto, ser punido ou podado ou levado a uma espera atordoante. Olha Deus, sei que essas colocações são imaturas, até levianas e retratam alguém pra lá de mal agradecido, no entanto, enquanto estava naquela alienação e desintegração do ser, ou perdido nas andanças do pecado, essa sensação de subversão e de procurar um culpado, nunca tinha ocorrido com tamanha ênfase, pujança e impacto).

Pronto, respirei calmamente, lavei o rosto com a água gelada de mais, mais uma manhã de domingo e, por fim, preparado para mais um ritual, a bíblia nas mãos e uma roupagem de uma fé valida estritamente, durante um ínfimo dia na semana. 

Estranhamente, ainda escrevo tudo isso no anonimato e rejeito terminantemente – ‘’o recomeçar do Senhor’’!

Ame e odeie o mundo







“Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica, Crescente para Galácia...”  (2 Tm 4.10)
 
Há uma grande diferença entre amar toda a criação de Deus e amar “este século” (ou ao “mundo”, palavra que ainda nos causa confusão). Defino aquimundo como a produção humana e seu conjunto de experiências que acabam tornando a vida uma loucura, sem espaço para Deus; uma auto-suficiência idólatra onde as pessoas agem como se elas fossem deuses, criando um sistema de vida viciado na busca pelo prazer individual e no pleno exercício da ganância; o humanismo secular.
 
Logo, alguns concluem que devemos nos proteger de toda essa mazela mundana. A implementação disto seria, portanto, viver em uma comunidade isolada e cujo centro é a estrutura eclesial. Criaríamos um gueto alternativo que se exime dos processos da vida social, à margem dos espaços públicos de construção e manutenção, visto que são estruturas possuídas pelo maligno e se envolver implicaria em apaixonar-se por elas, em se misturar com o profano. Sem falar na perda de tempo em tratar de assuntos que não os levaria a um encontro com o “divino”. Outra consequência seria o esmagamento das culturas, a demonização das expressões artísticas e o empobrecimento intelectual. O que resta é uma espiritualização mística doentia fruto de uma polarização platônica e maniqueísta, onde tudo que de louvável existe está no metafísico.
 
Tudo isto não passa de um grande equívoco. O medo da vã paixão não pode paralisar o amor pela criação de Deus, nem deve ser desculpa para nos eximirmos de nossa co-responsabilidade na redenção de todas as coisas. O verdadeiro amor é capaz de nos mobilizar para superar o medo e seguir adiante, exercendo nossa mui santa vocação cristã: a de transformar a sociedade.
 
Lutamos pela transformação da sociedade não porque estamos apaixonados por este mundo, mas porque o cidadão do Reino deve provocar uma influência benéfica natural no lugar onde está. Faz parte de quem o cristão é agir de forma construtiva, sinalizar o Reino e a esperança através do amor. A misericórdia ativa e globalizada está no “DNA” dos filhos de Deus.
 
Somos tentados diariamente a agir como Demas (2 Tm 4.10), a abandonar o front, esquecer da realidade futura do reino. Esquecemos que há um lugar preparado para nós ao qual nenhum lugar se compara e que nenhum homem é capaz de conjecturar. Somos tentados a esquecer que as estruturas deste mundo devem ser transformadas porque são más, que sua aparente beleza e auto-suficiência não passam de engano mortal.
 
Nosso lugar não é na fuga alienante da realidade, mas também não é na paixão por ela (ou na suposta possibilidade de viver uma vida maravilhosa distante de Deus), mas na intervenção transformadora, cumprindo o propósito para qual fomos criados, que é caminhar com o mestre fazendo boas obras de misericórdia.
 
Não amar este século não quer dizer renunciar à felicidade, tampouco deixar de apreciar o que é belo nesta terra, mas saber admirar a criação sem se deixar dominar por ela. Aproveitar cada segundo desta vida olhando através das lentes do próprio Criador, e estar pronto para deixá-la quando Ele assim o quiser. A espiritualidade cristã consiste em humildemente amar a si e amar toda criação de Deus, sem a pretensão de ofuscar o brilho da glória de Deus, de onde emanam todas as coisas realmente belas. 
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Eric Rodrigues, 27 anos, é pastor anglicano

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Não fique sem agua neste verão

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