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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

DESFRUTE DA LIBERDADE NÃO SE DEIXE APRISIONAR

João 8:36 "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres".

Ela ficou ali parada, me olhando assustada, podia sentir seu medo, uma respiração ofegante mostrava que ela estava cansada de lutar, de tentar escapar. Não sei de onde veio ou como entrou. Talvez nem ela mesma soubesse, quem sabe estava pensando: "como vim parar aqui?", "por que não tomei cuidado?". Mais um vôo, mais uma tentativa e, nada! Parecia não haver saída. Fiquei ali sentado, olhando para ela e pensando: "eu poderia ajudá-la, mas como? Ela tem medo de mim!".


Pondo-me no lugar dela, acredito que também teria medo. Aquela pequena andorinha estava presa dentro do templo há muito tempo. Na verdade eram duas. A primeira que vi, assim que abri a janela, partiu sem hesitação, voou rumo à liberdade, não teve medo de mim, parecia até saber que eu estava ali para ajudá-la. Mas, a outra estava muito assustada, acredito que estava presa há mais tempo, percebia-se por seu cansaço. Foram muitas decepções, muitas tentativas frustradas, talvez agora estivesse com medo da própria liberdade, medo de correr riscos, afinal, por diversas vezes havia se lançado contra o vidro da janela. Ela podia ver o lado de fora, sabia o que queria, mas aquela barreira invisível a prendia do lado de dentro. Agora, com a janela aberta, só seu medo a aprisionava, o medo de tentar novamente. "Será mesmo que ele quer me ajudar?".


Isso me fez refletir na vida, pois às vezes me sinto aprisionado por paredes invisíveis que me impedem de voar rumo à liberdade, sei o que quero, vejo para aonde quero chegar, mas, muitas vezes tenho medo de voar. Já se sentiu assim? Preso por paredes invisíveis? Elas nos dizem o tempo todo: "o que vão dizer os outros?", "está fora da moda", "todo mundo faz assim", "e se não der certo?", "o que vão pensar de mim?"...


Decepção com um relacionamento, a separação ou o divórcio, uma traição, a perda de um emprego, de alguém que se ama. O fracasso, os erros, o sofrimento, a solidão, podem se tornar paradigmas, barreiras invisíveis que nos impedem de tentarmos novamente, de sermos diferentes, inovadores, correr riscos, confiar nas pessoas, confiar no que Deus está nos dizendo, seguir os sonhos... Na verdade um sonho não tem muito sentido, parece estar além de nosso alcance. Por isso que para muitos são apenas sonhos. Mas, aqueles mais corajosos, que realmente acreditaram e partiram em busca de seus sonhos, descobriram que as barreiras podem ser transpostas.


A barreira do medo, da vergonha, da baixa autoestima, dos preconceitos, do pensamento alheio, da preocupação, da incompreensão... Fazem muitas pessoas desistirem do que querem, do que acreditam, alguns desistem até de Deus.


A Bíblia nos dá uma maravilhosa definição do que é fé: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem” (Hb 11:1). Somente pela fé conseguiremos transpor essas barreiras que foram criadas em nossas vidas, Deus te convida a segui-lo por um novo e vivo caminho (Hb 10:20). Ele está abrindo a janela para que você possa voar, sem medo do novo, “olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.” (Hb 12:2).

Desfrute desta liberdade no Espírito e siga em frente, Deus te conduzirá!

“Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade”. (2Co 3:17).  Paz e bem

Para minha Esposa querida: Fatima Moreira

Fonte: Luiz C Gomes



A UNIDADE NOS FAZ CRISTÃOS AUTÊNTICOS

A palavra comunidade deriva da fusão de duas palavras: comum + unidade = comunidade. Desde os primórdios do cristianismo a comunidade foi o local da manifestação de Jesus Ressuscitado. Ele sempre se apresentou quando a comunidade estava reunida. Por isso que é de fundamental importância que nos reunamos em comunidade. Uma unidade comum que forma o corpo de Cristo a Igreja.

O profeta Ezequiel (Ez 33,7-9) chama a nossa atenção para a responsabilidade que temos para com nossos irmãos e irmãs de comunidade. Muitas vezes vemos nossos irmãos trilharem caminhos contrários aos propostos por Deus. Sabemos que a Dona Maria deixou de participar da comunidade cristã por motivos fúteis e não vamos até ela perguntar o que está acontecendo. Nos tempos modernos nos quais vivemos corremos o risco de alimentarmos uma fé individualista e não comunitária. As escrituras cristãs nos ensinam o contrário.


A fé cristã é vivida em comunidade. Uma comunidade que se une no amor do Ressuscitado. Uma pessoa que deixa de participar da comunidade cristã faz falta ao corpo eclesial que é a Igreja. Hoje cultiva-se a mentalidade da espiritualidade individualista. Nesta perspectiva a pessoa faz suas orações em casa. Muitos adoram e louvam o Senhor pela tela da televisão ou do computador! A vida comunitária não admite relações virtuais. Esta fé é descompromissada da comunidade eclesial. Não assume vínculos comunitários. Vive-se de maneira isolada e solitária. A unidade comum é quebrada.

Ezequiel abre nosso olhar para além do individualismo. Somos responsáveis pela construção da comunidade eclesial através do amor sincero e das palavras que edificam.

Paulo escrevendo à comunidade de Romanos (Rm 13,8-10) apresenta o vínculo que une as pessoas: o amor. Nada devemos ficar devendo aos nossos irmãos e irmãs, a não ser o amor mútuo. O amor mútuo é aquele que une todos na presença do ressuscitado. É o amor que cria laços de fraternidade, justiça e solidariedade. Todos os mandamentos da Lei de Deus se resumem em apenas um: “Amarás o seu próximo como a ti mesmo”.


Amar o próximo é reconhecer em primeiro lugar que ele é filho de Deus, e que todos somos irmãos, visto que formamos uma só família. A comunidade reunida recorda a cada membro esta verdade: todos somos irmãos e irmãs, formamos uma única família, juntos no mesmo Senhor. Quando deixamos de participar da vida em comunidade quebramos este vínculo que une a todos. Fé individualista é contra sinal da unidade. A proposta é que vivamos em sintonia de fé e esperança, acreditando que um mundo novo começa a ser construído quando nos unimos na fé pascal e nos damos a mão para construir o Reino de Deus.


Paulo ainda nos lembra de que o amor não faz nenhum mal contra o próximo. Onde existe amor não existe violência. O mesmo processo acontece na comunidade cristã que vivencia o amor de forma integral! Uma comunidade amorosa aceita o diferente e aprende com ele, não faz exclusão de pessoas, acolhe a cada e sente-se membro de uma única família. Fato é que o amor é o pleno cumprimento da Lei.


Quando nos reunimos Cristo está no meio de nós. Sua presença invisível se faz visível nos sinais visíveis: comunidade reunida, pão e vinho, na liturgia, na Palavra proclamada... Mateus (Mt 18,15-20) recorda esta graça da presença do Senhor à sua comunidade: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí no meio deles”. Interessante notarmos que o critério para que a comunidade seja comunidade, tenha a necessidade de mais de uma pessoa. Comunidade individual não existe. Comunidade sempre supõe a presença de mais de uma pessoa. As palavras de Jesus são extremamente claras quanto a isso.


Parafraseio as sábias palavras de Igor Miguel, teólogo reformado... “Muita gente anda decepcionada com a Igreja, com a comunidade local. Alguns com motivos consistentes, outros apenas por capricho infantil. Muitos querem uma Igreja, uma comunidade ideal e esquecem-se de amar a Igreja, a comunidade real. A Igreja tem pecadores iguais lá fora dela. Com uma única diferença: na Igreja você encontrará pecadores arrependidos e que se voltaram para Cristo."


Resumindo a ópera: eu amo viver na Igreja, na comunidade. Enquanto muitos querem viver “O Cristo em Casa”, eu quero viver Cristo com os outros! Cristo deve ser o centro da nossa vida comunitária. “Se Cristo não for o centro da vida comunitária, pode esquecer, é clube, e não Igreja.”


Que a cada dia possamos ter consciência que a vida comunitária é um desafio, mas que as alegrias são bem maiores que os problemas que sempre existiram e continuarão existindo.


Somente quando a consciência da comum unidade tomar nosso coração por inteiro descobriremos a alegria de sermos irmãos e irmãs na presença do Ressuscitado. Paz e bem



Fonte: Luiz C Gomes

PERDOAR OU SER PERDOADO ?

Dizem que perdão foi feito para pedir. Revirando os "guardados" da minha mente fiquei pensando e me perguntando: O que é mais difícil? Pedir perdão ou perdoar? A dúvida insiste em machucar a minha mente nesta tarde quente de setembro.

Muita gente diz: "eu perdôo, mas não esqueço". Isto não é perdão! O que não for completo e definitivo não merece esse nome sagrado. Afinal, este assunto não aceita meio termo. Que dúvida! Que labirinto de ideias, indecisões, lutas e reflexões!


Jesus, o Mestre por excelência, certa vez ensinou que devemos perdoar até setenta vezes sete. (Mateus 18, 15 a 22). Isto dá quase 500 vezes! É preciso ser muito especial, eu diria genial, para conseguir tal proeza. Mas é perdoando que se é perdoado. E de novo ficamos sem entender, pois muitos querem ser perdoados, mas não querem perdoar. O que fazer? Talvez seja melhor esquecer e pensar em outra coisa, digamos, mais amena.


A pergunta insiste em martelar a minha mente: O que é mais dificil? Pedir perdão ou perdoar? Muitos, certamente dirão que perdoar é mais difcil. Será? Talvez seja mais dificil pedir perdão, pois quem pede perdão tem que se humilhar, se rebaixar e reconhecer o erro. Quem perdoa faz um gesto que muitos podem considerar digno, nobre e relevante. Por outro lado, quem pede perdão aparentemente se humilha ao extremo. Seja como for, ambas as posições são dignas e devem ser praticadas.


Enquanto seres humanos, certamente muitas vezes fomos perdoados. Se não o fomos pelos homens, com certeza o fomos por Deus, o nosso Criador e Pai. Negar perdão a alguém, por maior que tenha sido a falta, é negar a nossa filiação, a nossa origem. Jesus certa vez orou: "Pai, perdoa as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores..." Quer seja pedindo perdão ou perdoando, sempre devemos nos espelhar naquele que nos perdoou e nos perdoa a cada dia, toda vez que lhe pedimos perdão.O perdão é tão importante que só Deus pode nos conceder a capacidade de perdoar. E a vida nos ensina o quão é importsnte e necessário exercitarmos estas duas facetas e fazermos delas um aprendizado diário e constante. Paz e bem 



Fonte: Luiz C Gomes

SER A ÁRVORE OU SER ZAQUEU ?

Ser Zaqueu... Ou ser aquela árvore... Eis a questão!

Todos os cristãos querem ser o Zaqueu. Aquele que teve o privilégio de ser encontrado por Jesus que logo lhe anunciou que entraria em sua casa...


Aquele que sentiu o privilégio de ter o próprio Messias adentrando em sua humilde casa...

Aquele que recebeu algo diferente em seu coração, algo tão bom, tão envolvente, que logo fez tudo mudar...


Aquele que usurpava, defraudava na cobrança dos Impostos em função de sua ambição mas, que de repente sentiu algo novo...


Não havia mais o desejo de enriquecimento injusto e desonesto, mas em lugar deste velho sentimento sentia agora um enorme desejo de consertar os seus erros dos quais agora não havia nenhum outro sentimento, senão o de repulsa, nojo e desprezo...


Aquele que confessou a Jesus os pecados recebeu o perdão e restauração...


Aquele que recebeu a eterna salvação, a qual ninguém mais poderia lhe arrancar,

pois a mesma estava predestinada para ele...

Como é bom ser Zaqueu... Como é bom receber a atenção de Jesus... Como é bom ser resgatado... Como é bom ser perdoado...


Mas...


A árvore que ficou lá fora, quem deseja ser?


Quem deseja ser aquele meio o qual serviu de suporte a Zaqueu para poder enxergar a Jesus que certamente passaria por ali? Quem deseja ser a árvore que serviu de escada, de alavanca, de lugar de observação privilegiada para Zaqueu? Quem deseja ser instrumento de Deus para alcançar os perdidos?...


Precisamos ser a árvore, o meio, o instrumento nas mãos de Deus! Ele quer contar conosco!


Mas precisamos nos comportar como aquela árvore... Servindo, intermediando, facilitando, possibilitando... Mas saindo de cena quando o personagem principal da história chega.


Jesus é o personagem principal, quando Ele chega, tudo fica iluminado!

Os "figurantes" saem de cena, e deixam que Ele atue!


Ele se responsabiliza pelo desenrolar da história!


A árvore não precisa e nem deve reclamar atenções para si...


A árvore apenas se satisfaz em ter sido útil, ter sido bênção na vida de Zaqueu...


Precisamos direcionar a atenção toda para o Senhor, sem querer nada para nós mesmos.


Fizemos a nossa parte? Pregamos? Agora é com Ele.


Devemos acompanhar sempre os nossos "Zaqueus", porém, não podemos jamais esquecer que a obra interior quem opera é o Espírito Santo...


O agir dele vai muito além, vai ao fundo da alma, e é isto que importa!


De que adianta eles subirem na árvore, e logo em seguida despencarem lá de cima sem chegar a lugar nenhum?


É isto que acontece quando queremos fazer o que não compete a nós- meras "árvores", mas a Deus! Quando tentamos forçar a conversão de alguém, entramos numa área restrita ao Autor da salvação e esta atitude precipitada faz com que as pessoas fiquem com a visão embaçada porque a árvore é muito frondosa e impede que olhem para Cristo. Devemos pregar com convicção daquilo que pregamos, mas sem pensarmos que somos "os tampas"... Ou, quando pessoas se converterem por meio da nossa pregação, rejeitarmos o "ficar inchados" de orgulho. Claro, a sensação do dever cumprido e de vir os frutos deste trabalho é muito boa, mas devemos senti-la sem dar lugar à soberba, pois Deus é o Agricultor, é Ele quem faz a semente germinar, brotar, crescer e prosperar...


Há apenas uma preocupação que deve nos incomodar: É a de estarmos sendo fiéis despenseiros de Deus, fiéis arautos do Grande Rei, fiéis embaixadores, para que as pessoas possam receber o leite puro, sem adulteração, e assim, se tornarem crentes saudáveis e frutíferos para a glória de Deus Pai.


Será que temos buscado trabalhar para o Senhor com humildade?


Será que temos sido aquela singela árvore que apenas cumpriu a sua Missão, a sua função?


Um dia já estivemos lá em cima da árvore... Um dia fomos Zaqueu...Mas agora estamos prontos para dar frutos...


Agora é chegado o momento de sermos como "árvores": Queiramos ser aquela árvore que ajudou a Zaqueu...

Queiramos ser o instrumento por meio do qual, muitos "Zaqueus" virão até Jesus!


Isto deve nos bastar!


Porque Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas! A Ele, pois a Glória para todo o sempre. Amém


Fonte: Luiz C Gomes

terça-feira, 20 de setembro de 2011

JOVENS COM VISÃO

A visão do cristão definirá a visão dos não cristãos em relação ao Reino de Deus. Em 1 Samuel 16, 17, 24, temos o relato da vida de um homem visionário, Davi. Ele sabia o que queria e tinha convicção do seu chamado. Estava disposto a enfrentar batalhas e preparado para isso. Um homem com visão se prepara para as situações antes que elas aconteçam, ele é pró-ativo. Davi era sensato nas palavras. Precisamos falar o necessário, ter mais atitude.
A característica mais importante: Deus era com Davi! Se quisermos que Deus seja conosco precisamos buscá-lo, seja na Palavra ou em oração. Nossa força espiritual está diretamente relacionada a nossa vida de oração.
Davi sabia da importância do trabalho e o realizava com dedicação. Ele se preocupava com as ovelhas e almas. Precisamos nos preocupar com o que Deus mais se preocupa: VIDAS (Lc 15.3-7). Davi foi empregado do rei, mas isso não mudou o seu comportamento, ele não ficou deslumbrado, valorizava cada etapa de sua vida, subia degrau por degrau. Por isso, Deus o deu um lugar de posição. Davi fora fiel no pouco, e Deus lhe dera muito mais do que imaginou.
Muitas vezes a dificuldade não está em conquistar uma posição, mas em permanecer nessa posição. Davi era obediente à sua liderança. Um bom liderado será um bom líder. Davi era discreto, aguardava o momento certo de ser chamado, não se exibia para ninguém, sempre atraía as pessoas porque o Senhor era com ele. Davi fazia tudo com intensidade, ele vestia a camisa, não aceitava ofensas ao seu Deus. E sempre tinha uma palavra de motivação.
Davi sabia que Deus era maior do que o gigante. O nosso gigante terá o tamanho que dermos a ele. Se dissermos que ele é maior do que Deus ele poderá ser, mas se crermos que Deus é maior, conseguiremos derrotá-lo, assim como Davi derrubou Golias. Davi era original, trocou a bela armadura por pedras, já que estava acostumado a manuseá-las (1Sm 17.38-39). Era fiel a Deus, sensível ao Senhor, tinha temor a Deus. Portanto, mesmo sendo homens e mulheres de visão, é necessário vigiar. Davi não vigiou e por isso, acabou cometendo o pecado de matar Urias para ficar com a esposa dele (2Sm 11.14).
Precisamos todos os dias estar aos pés do Senhor, para permanecermos em sua visão.
Texto adaptado da pastora Ana Carolina (Carol)*

O AMOR DE HOJE SALVA OS FILHOS DE AMANHÃ

Os filhos… Sim, serão eles os primeiros a pagar pelos vasos quebrados. Quem poderá expressar os dramas escondidos nesses pequenos que nunca tiveram sua cota de amor e de vida porque foram frustrados nesse ninho de ternura do qual precisavam para viver, para ser: uma família?
Se a Igreja vela, hoje, com tal paixão pelo amor, é para salvar os filhos de amanhã. Ela parece exigente; mas trata-se de ciúme de amor. Se ela tudo faz para que o amor não seja devastado, é para que as crianças de amanhã não sofram danos. É para quebrar de uma vez por todas o círculo vicioso do ferido que fere: a pessoa está tão ferida que não consegue viver um amor integral, separa-se, “fabrica” outros pequenos feridos que amanhã “fabricarão” outros. É por compaixão pelos inocentes que Deus lhe pede que ame verdadeiramente! Por compaixão de você mesmo.
Então ame antecipadamente os filhos que você sonha ter. Ame-os a ponto de tudo fazer hoje para que eles sejam felizes amanhã.
De outro modo – mais imediato e direto –, as relações sexuais antes do casamento podem ter por conseqüência a infelicidade de pequenos inocentes: no simples caso de uma criança (quaisquer que tenham sido as precauções tomadas) ser concebida. Então, querem desembaraçar-se dela como de um intruso – o aborto – , ou tê-la sem proporcionar-lhe uma família.
Atenção para não fabricar semi-órfãos! Drama de uma multidão de filhos sem pais! Como poderão eles por sua vez, viver a própria puberdade, adquirir identidade sexual, maturidade afetiva? Os jovens perturbados de hoje serão os jovens desequilibrados de amanhã?
Fonte: “Teu corpo feito para o amor” – Daniel-Ange

O DESAFIO DE ANUNCIAR A PALAVRA DE DEUS

“As multidões procuravam Jesus e foram até onde ele estava e queriam detê-lo para que não os deixasse, mas Jesus lhes disse: É necessário que eu anuncie a boa nova do Reino de Deus também a estas cidades, pois esta é a minha missão” (Lc 4,43).
A missão de Jesus de anunciar a boa nova é hoje também a nossa missão, a missão de todo cristão, de todo batizado. Todos nós somos chamados a evangelizar. Infelizmente não vemos as pessoas procurarem os pregadores como antes, talvez por que os pregadores e líderes não estejam refletindo o que Jesus era e é para todo o povo, um Deus que penetra o coração do povo, sofre a sua dor e age misericordiosamente, curando, libertando, realizando milagres.
Talvez seja hoje o grande desafio de cada um de nós, cada batizado deve assumir o caráter de Cristo, nele imprimido pelo batismo e assim resplandecer a luz da face de Jesus para toda humanidade, onde quer que esteja os valores do evangelho deve brilhar. A riqueza da vontade do Pai deve ser testemunhada, por que buscada por cada pessoa, o desafio de viver o certo, de viver a verdade só é alcançado à medida que reconhecemos a Palavra de Deus como esta verdade absoluta.
O anúncio do Evangelho deve ter como base a pregação da palavra, mas poucos são aqueles que pregam e talvez seja também por isto que não há mais milagres e prodígios, por que estes devem confirmar a pregação da palavra, se não há pregação não vai haver fé, não havendo fé não há milagres e prodígios para confirmar a fé.
Por isto precisamos ter atitudes que nos levem a ser anunciadores do Reino de Deus. Devemos também escutar a sua voz, a voz amorosa, a voz justa, a voz que ensina, a voz que forma na justiça a voz que repreende, que corrige, esta voz está na sagrada escritura que muitos não querem ler para não se comprometer, outros lêem e adotam o relativismo como um instrumento de conveniência da fé, perdemos então as oportunidades de conversão, ficamos presos em nós mesmos, angustiados pelo egoísmo, pela vida carnal, pela imaturidade.
Estamos no mundo da imaturidade, pessoas que se entregam aos prazeres para poder ter algum sentido e significado na vida. Paixões, amores, pessoas que se perdem em meio à confusão dos seus sentimentos e isto pode acontecer com qualquer um, cabe a nós sabermos por que isto acontece, e é por uma superficialidade no seguir Cristo e Cristo não se segue no mais ou menos, na mediocridade.
Enquanto estava neste mundo, Cristo sabia o que devia fazer, onde devia ir, a intimidade de Cristo que se refugiava para rezar mostra que se Cristo sendo Deus, precisava rezar na solidão, nós também precisamos, falta-nos esta coragem e esta disposição para a oração, por isto nos falta Deus e se nos falta Deus não podemos dar nada a ninguém. Só podemos amar efetivamente e concretamente à medida que encontramos Deus em nosso coração.
Que o Senhor nos ajude a nos livrar de toda mediocridade e possamos assumir os valores do evangelho e o seu perfeito amor em nosso coração.
Luiz Antônio de Paula
Fundador da Comunidade Luz da Vida

QUANDO DEUS FALA.........

Quando ouvimos a Deus o que nos garante que é Deus quem fala ao nosso coração? A oração do coração é a oração do próprio Espírito de Deus, é o Espírito que vem em auxílio à nossa fraqueza, então para que tenhamos a oração do coração acontecendo efetivamente em nossa vida é preciso nos reconhecer como pessoas necessitadas de Deus. Com o pecado, nós rompemos com a voz de Deus, restou-nos a vida da concupiscência, o homem tende para o mal, o que nós chamamos de vida carnal, é exatamente esta tendência para o mal que dificulta o discernimento desta voz de Deus que grita dentro de nós. Toda oração é também o conhecimento de si mesmo, portanto a oração que nos leva a discernir esta voz dentro de nós, é a oração que nos leva à descoberta de nós mesmos, à descoberta de sua própria identidade. Quem sou eu? Fazemos esta pergunta muitas vezes, mas estamos marcados pela confusão dos sentimentos, pela confusão dos traumas, confusão da mentalidade pagã que quer que o homem se confunda a cada instante com aquilo que consome. É importante que você entenda que o conhecimento de si acontece naturalmente, e só se torna difícil pelo pecado. Nós cristãos não podemos nos conhecer teoricamente, o conhecimento que se encontra nos livros e nas auto-análises, para nós cristãos, passa necessariamente pela nossa capacidade de realizar o bem, no sentido moral, e no sentido teológico, descobrir a imagem de Deus em nossa alma. O caminho, por excelência, do autoconhecimento é a oração, e é exatamente por este caminho, de descoberta do próprio Deus, de buscar as coisas do alto, por este caminho nós nos reconciliamos com Deus. Jesus realizou a obra da reconciliação, é o próprio Cristo que nos reconcilia com o Pai, é Cristo quem realiza esta obra, obra que acontece a partir da fé, mas também a partir do abandono da vida de pecado, por isto, no sentido moral, o conhecimento de si passa pelo exame de consciência. É a partir do exame de consciência que vou descobrir o bem que sou capaz de realizar e também o bem que eu não estou realizando… O ideal é que descubramos o bem que ainda podemos realizar, ou seja, o meu olhar para Jesus me mostra o quanto posso ser melhor, o caminho da perfeição é infinito… Descobrir nossa identidade é descobrir que estamos em caminhada e nunca podemos parar e caminhada na pessoa do próprio Jesus, que é o caminho, a verdade e a vida! “Bem aventurados os puros de coração porque verão a Deus”… Para discernir a voz interior em nosso coração temos que viver uma vida contemplativa, a palavra contemplação vem do grego que quer dizer: VER. Podemos ver Deus, quando Ele se revela ao coração do homem, ao coração espiritual que é o ser total do homem, o homem inteiro. Quando o homem então se descobre na sua identidade, ele logo descobre Deus dentro de si, e é capaz de ver Deus, processo que começa na fé que é cultivada pelo Temor de Deus, que é um dom infuso do Espírito Santo, um desejo de agradar a Deus, de corresponder ao amor de Deus. Santo conhecimento de si e da voz de Deus para você! Luiz Antônio.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

VIVENCIANO AQUILO QUE CREMOS

"Venham a mim, todos os que estão cansados e sobre carregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas." – Mateus 11.27,28

As palavras: desânimo /
stress/ ansiedade/ preocupação/ tristeza, tem sido ou foram usadas nos últimos dias por você? – certamente que sim – E a Bíblia está repleta delas em várias ocasiões.

Eu realmente não sei explicar porque Deus as vezes, nos parece tão distante ou até mesmo indiferente as nossas preces, súplicas... mas eu sei que Ele não nos abandona e que Sua vontade sempre "é boa, agradável e perfeita" como nos afirmam as Escrituras,independente dos meus sentimentos pecaminosos e emoções deturpadas.

Contudo, a igreja de Cristo tem sido influenciada por um
cristianismo que pouco tem a ver com a vida e os ensinos verdadeiros de Cristo. Tem muita gente ensinando por aí a posição de um Deus que ama os vitoriosos e que despreza os fracassados. No entanto, a postura bíblica nos mostra o contrário. E com isso, o corpo de Cristo precisa estar atento aos excluídos. Jesus foi ao encontro dos marginalizados. Nenhuma programação, nenhum evento da igreja, podem tornar-se um fim em si mesmos. Ou seja, os projetos só adquirem sentido, quando promovem a vida, ajudando homens e mulheres a conhecerem mais a Deus.

A vida de Jesus neste mundo, foi o exemplo da manifestação deste Deus que busca encontrar o cansado, o ansioso, o desesperado. Quando perguntaram pra Cristo o por quê convivia com gente fracassada e doente, o Mestre responde: "os sãos não necessitam de médico, mas sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas sim, os pecadores ao arrependimento" –
Mc.2.17

Em outra ocasião, Jesus endossa de forma imperativa: "curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os
demônios; de graça recebestes, de graça dai"- Mt.10:8 – Jesus queria que os discípulos entendessem que o cristianismo se justifica quando há inclusão dos cansados e fracassados no plano salvífico de Deus. Por isso, é importante entender que a igreja existe não para ser uma vitrine de vitoriosos, não uma vitrine disso ou daquilo que não pertence ao Reino de Deus, mas sim um CONVITE para gente cansada, que precisa de salvação e graça!

Isso é para mim e para você!


A pessoa de Cristo é o modelo máximo a ser seguido pela cristandade, num período em nossa história,onde se apresentam tantos “guias e gurus.”


E sendo a igreja ( eu e você, não o templo) a principal mensageira da fé evangélica, não podemos anunciar outro evangelho diferente daquele que foi vivido e anunciado por Cristo Jesus!


Evangelho este que é muito mais que vitória, é salvação! que é muito mais que sorrisos, é alegria eterna! que é muito mais que prosperidade, é plenitude.


Que Deus nos ajude! Paz e bem


Fonte: Luiz C Gomes

UMA VIVA ESPERANÇA

“Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz perseverança, e a perseverança, experiência, e a experiência, esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”. Rm 5:1-5

Justificados pela fé! Não por mérito. Não porque fizemos ou fazemos algo que nos faça merecedores. Não porque não tenhamos feito, ou porque jamais faremos algo pelo que possamos ser acusados de culpa. Mas pelo “simples” fato de crermos. Mas crer no quê? Crer na própria justificação. Na isenção da culpa. Não porque o Juiz tenha dispensado o exercício da justiça. Mas por ter ele exercido a justiça em si mesmo! Por ter oferecido a sua condição de justo a nós, para assumir sobre si mesmo, a nossa posição de injusto. A nossa culpa. A que preço? Graça!


Não é nada simples ter essa fé. Não é nada fácil acreditar que alguém pudesse escolher agir com uma voluntariedade tão infinitamente superior a qualquer atitude mais nobre que jamais pudéssemos ter. A magnitude desta graça é tão impactante que nos rouba a paz. E somente quando recebemos, por meio da fé, resultante da própria graça, a revelação de si mesma, é que podemos experimentar a paz que dela advêm.

Os que encontram paz com Deus não vivem mais em função do hoje. Mas vivem em função do amanhã. Do maravilhoso dia do Senhor. Dia da manifestação da Sua glória. E por não estarem mais focados no agora, encontram significado mais nobre nas tribulações. É como se eles as pudessem contemplar de cima para baixo. O quadro é mais amplo. A tribulação, seja ela um problema familiar, problema de relacionamentos, ou mesmo uma fraqueza pessoal, é sempre uma ferramenta. Um instrumento nas mãos daquele que nos escolheu para a justificação. Um meio para nos fazer chegar naquele dia, na forma em que Ele quer que cheguemos. Esta compreensão gera a perseverança.

A gana de continuar remando contra a maré. A paciência de recomeçar quantas vezes seja necessário, porque o perdão nos foi dado, por meio de Jesus Cristo, para ontem, para hoje e para amanhã. Foi dado, sem que tivesse sido perguntado o tamanho do delito, ou a gravidade da culpa. A paz, que a graça nos traz nos condiciona a continuar acreditando na justificação, apesar da tribulação de pensamentos, sentimentos ou emoções, de modo a nos tornarmos, não cauterizados de mente, mas gratamente experimentados, calejados do caminho que o seu autor o diz ser Ele mesmo. É uma maturidade que nos faz vivenciar a eternidade. Embora ela se manifeste ainda como uma esperança. Uma esperança certa. Viva. Esperança que tem como combustível a voz do próprio Espírito de Deus, insistentemente nos lembrando de que somos dele.


Tobias Barreto - SE

FÉ SINGULARIDADE DE QUEM SE DOA


Muitos confundem fé com pensamento positivo, ou até mesmo com otimismo. Isso nos leva a perder muito terreno em nossas caminhadas. Perdemos muita vida ao não entendermos isso. O pensamento positivo só se satisfaz se as coisas acontecerem como o pensamento determina. Se desejo algo e não o tenho, devo usar o pensamento positivo e acreditar que terei o que desejo ou visualizo. Nesses casos minha felicidade fica presa das circunstâncias. Já a fé é diferente. Eu não dependo de ter o que desejo para ser feliz. Por que não? Porque na fé entendemos que o que desejamos é apenas uma dentre milhares de opções que nos realizarão. Por exemplo, se eu desejo ser feliz com determinado emprego. No pensamento positivo deve acreditar que o terei exatamente como o desejo, e só serei feliz com isso. Mas é exatamente isso o que me restringe. Já a fé me amplia. Na fé acredito nas inúmeras possibilidades guardadas, escondidas dos meus olhos e que só Deus sabe, e com certeza trará o que é de melhor e além do que pedi ou pensei (Ef 3.20). Na fé posso ter o que desejo, mas também posso não ter. No segundo caso devo olhar a realidade de forma diferente. Devo acreditar nas escolhas melhores e mais amplas e ter fé que serão de fato o que de melhor Deus tem pra mim. Em Hebreus 11.8 vemos que: “Pela fé Abrão quando chamado obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber para onde ia” A fé é sempre um movimento, um andar. Na fé sempre estamos avançando, não importa o quanto achemos que estamos voltando, ou o quanto as circunstanciais nos dizem que perdemos. Fé é sempre ampliação, é sempre aproximação da realidade prometida por Deus. Uma realidade de um mundo novo e belo. Na fé nem sempre sei se terei tudo exatamente como quero. Mas posso ter certeza que terei sempre o melhor. Caberá a mim pela fé me redefinir a partir do que vejo chegar a mim, caso seja isso necessário. Nesse caso a obediência é sempre uma ponte para o mundo novo e bem melhor. A promessa de Deus a Abraão é também a nós. Devemos partir sem saber muito para onde Deus nos levará, mas com certeza saber que nos levará ao que nos é prometido. E o que é prometido por Deus a nós é vida, alegria, e festa, mesmo que a tristeza se aproxime e se insinue como sendo a realidade final. Como dizia Oswaldo Montenegro: “Eu insisto em cantar diferente do que ouvi... Como se faz com todo cuidado a pipa que precisa voar”. Marco Antonio Fernandes São Paulo - SP