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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quarta-feira, 13 de julho de 2011

ATÉ QUANDO SENHOR ?





Atualmente, é comum ver pessoas buscando enriquecer facilmente, extorquindo outros, superfaturando obras para tirar dinheiro da máquina pública e agindo com maldade. É triste e assustador, mas é fato!

Neste momento me recordo do profeta Habacuque que viu, em sua época, a iniquidade e a impiedade do seu povo e das nações poderosas que dominaram a Israel e dominariam a Judá. Com isso, ele clama a Deus e questiona:

"Até quando Senhor, clamarei eu, e tu não escutarás? Ou gritarei a ti: Violência! E não salvarás? Por que razão me fazes ver a iniquidade, e a opressão? Pois a destruição e a violência estão diante de mim; há também contendas, e o litígio é suscitado. Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, de sorte que a justiça é pervertida." (
Hc 1.2-4 ARA)

Em nosso país, Brasil, a corrupção faz parte da vida de nossos políticos e da nossa sociedade de tal forma que não há uma mudança de postura, mas de perpetuação deste mal. Todos reclamam das falcatruas, mas também querem uma “fatia do bolo” e não mudam o comportamento fraudulento. Todos se queixam dos políticos, mas elegem os mesmos corruptos reclamados, em troca de benefícios. Não há transformação. Isso acontecerá até quando, Senhor?


Neste momento Deus nos responde através do mesmo profeta:

“Ai daquele que amontoa bens roubados e enriquece mediante extorsão!” (2.6). Seja por meio de desvio de verba pública, sonegação de imposto ou acordos de benefícios que contrariam a legislação vigente, isso é fraude. Então, fica a promessa de que os fraudentos serão vítimas dos seus próprios credores (v.7).

“Ai daquele que obtém lucros injustos para a sua casa, para pôr seu ninho no alto e escapar das garras do mal!” (v.9). O enriquecimento ilícito de alguém acarreta, de uma forma ou de outra, a ruína financeira de outrem. O cobiçoso age desta forma no intuito de se livrar das privações acometidas aos mais humildes. Ele não ficará impune e lhe é prometido a ruína (v.10).

“Ai daquele que edifica uma cidade com sangue e a estabelece com crime!” (v.12). Esta promessa é direcionada aos tiranos. Àqueles que levam o medo e subjugam uma comunidade é certo que sofrerão a ira do Senhor e a glória Deste será conhecida em todo o mundo (v.14).

“Ai daquele que dá bebida ao seu próximo, misturando-a com o seu furor, até que ele fique bêbado, para lhe contemplar a nudez!” (v.15). Todo aquele que ludibria outrem para humilhá-lo e destruí-lo também receberá de volta toda a humilhação e destruição que causou (vs. 16 e 17).

“Ai daquele que diz à madeira: ‘Desperte!’ Ou à pedra sem vida: ‘Acorde!’ (v.19). A idolatria é a falha moral repreendida aqui. O culto prestado a um ídolo ou o amor excessivo a algo leva as pessoas a se afastarem de Deus e buscarem os seus próprios deleites. Não se trata apenas das imagens de esculturas para culto, mas da riqueza e do poder. Os idolatras ficarão desorientados e fora do santo templo do Senhor (v.19).

Todos os fraudulentos, exploradores, tiranos, devassos, idolatras e corruptos sofrerão as consequências dos seus atos e o juízo de Deus também. Mesmo que a resposta Dele, diante de tanta corrupção moral no Brasil e no mundo, demore a vir, é certo que a justiça divina chegará e aplacará o coração do justo que sofre com tanta imoralidade e impiedade.
Porém, assim como Zaqueu se arrependeu e devolveu o que roubou, os corruptos devem se arrepender, parar com suas atitudes fraudulentas e restituir aos defraudados.

Ao que padece digo que “Entrega o teu caminho ao Senhor; confia Nele, e Ele tudo fará” (Sl 37.5), fique tranquilo e espere o dia em que o Senhor aplicará a Sua justiça, pois o profeta diz:

"Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; ainda que falhe o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado. Todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é minha força, ele fará os meus pés como os da corça, e me fará andar sobre os meus lugares altos." (3.17-19 ARA)

OS DIREITOS DE DEUS





Estamos falando muito sobre os direitos do homem. E muito pouco ou nada sobre os direitos de Deus. Por incrível que pareça, os direitos do homem estão afastando os direitos de Deus.

Um dos direitos de Deus é escolher quem Ele quiser e para o que Ele quiser. Até para salvar da doença, da morte física e da morte eterna, Deus é quem escolhe os agraciados. Daí a necessidade de o homem se confessar totalmente dependente da misericórdia divina.

Se Moisés teve o direito de escolher seus próprios auxiliares (Ex 18.25), se Josué teve o direito de escolher um homem de cada tribo para retirar doze pedras do rio Jordão para ficarem por memorial (Js 4.4), se o rei Saul teve o direito de escolher três mil homens de Israel para formar o seu exército (1 Sm 13.2) —por que Deus não teria o direito de escolher os que hão de ser salvos e os que hão de ser enviados?

A soberania de Deus é uma tradição histórica. Entre os muitos povos, Ele escolheu Israel. Entre as doze tribos de Israel, Ele escolheu Judá. Entre as cidades de Israel, Ele escolheu Jerusalém. Entre os oito filhos de Jessé, Ele escolheu Davi. Entre os muitos filhos de Davi, Ele escolheu Salomão, filho da mulher com a qual ele havia cometido adultério. Entre as muitas viúvas necessitadas quando o céu se fechou no tempo de Elias, Ele escolheu apenas a viúva de Sarepta para abastecer a sua despensa (Lc 4.25-26). Entre os muitos leprosos existentes em Israel nos dias de Eliseu, Ele escolheu apenas Naamã, que não era israelita, para ser curado (Lc 4.27). Entre centenas de opositores e perseguidores, Ele escolheu Saulo para levar o nome de Jesus perante reis (At 9.15). Entre bilhões de pecadores, aqui e acolá, Ele escolheu alguns para lhes abrir o coração e, como conseqüência, aceitarem plenamente o evangelho (Ef 1.3-5, 2 Ts 2.13-14).

A soberania de Deus é uma doutrina: “Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia, e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão” (Rm 9.15).

É melhor que respeitemos os direitos de Deus.

Como ser testemunha de Cristo em um mundo plurireligioso?



Diante de um crescente cenário de conflitos interreligiosos, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso (CPDI) e a Aliança Evangélica Mundial (AEM) - três grandes organizações cristãs que representam quase 90% dos cristãos em todo o mundo - publicaram no fim de junho o documento “O Testemunho Cristão num Mundo de Pluralismo Religioso: Recomendações sobre a Prática do Testemunho”.

Ao longo dos últimos cinco anos, as três organizações fizeram uma série de consultas a fim de elaborar em comum acordo recomendações práticas para o comportamento missionário dos cristãos, especialmente em contextos de conflitos interreligiosos.

O texto diz que “este documento não pretende ser uma declaração teológica sobre missão, mas sim levantar os problemas práticos associados ao testemunho cristão em um mundo plurireligioso”.

"Nos últimos cinco anos nós construímos uma nova ponte", disse o secretário geral da AEM, Geoff Tunnicliffe. "Esse documento representa uma conquista significativa", explicou, porque é um acordo formal sobre "a essência da missão cristã" e também mostra que várias organizações cristãs "podem falar e trabalhar juntas." A publicação do texto é um "momento histórico" na busca pela unidade dos cristãos, lembrou.

Com ênfase na prudência e no respeito, e com base no exemplo de Jesus Cristo, o documento traz 12 princípios para o testemunho cristão. São eles:
1. Atuar no amor de Deus
2. Imitar a Jesus Cristo
3. Praticar as virtudes cristãs
4. Atuar com justiça e amar a misericórdia
5. Discernimento a respeito dos ministérios de cura
6. Repúdio à violência
7. Liberdade de religião e crença
8. Respeito e solidariedade mútuos
9. Respeito a toda pessoa
10. Renunciar o falso testemunho
11. Zelar pelo discernimento pessoal
12. Construir relações interreligiosas

O documento ainda não foi traduzido para o português, mas o leitor pode acessá-lo em espanhol aqui.


terça-feira, 12 de julho de 2011

SEMEAR A PALAVRA DE DEUS





"Um semeador saiu a semear ..." É o início da parábola que está no centro do Evangelho deste 15º. Domingo do Tempo Comum (Mateus 13,1-23); um início simples, quase trivial, como parece mais óbvio em seguida: no difícil terreno palestino de então, a semente espalhada "como chuva" cai apenas parcialmente em terra boa, onde irá dar frutos, em grande parte se perde no terreno seco, ou entre as pedras ou entre espinhos.
Com algumas exceções, todas as parábolas apresentam semelhantes traços da vida comum, de pouco interesse à primeira vista: a pesca pobre ou abundante, um homem assaltado por ladrões em uma estrada solitária, um pai que luta com os delírios dos filhos, dois homens que vão orar, uma mulher que percebe ter perdido uma moeda, uma outra prejudicada por falha na justiça.
Pode-se perguntar de onde vem o encanto dessas histórias, ainda vivas após dois mil anos em um mundo mudado radicalmente. A resposta, paradoxalmente, está no fato de que elas não mostram circunstâncias extraordinárias, mas sempre a partir dos pequenos problemas em que nos encontramos presos ou que conhecemos e que hoje também poderiam nos afetar: problemas de todos, como sempre, essencialmente os mesmos que há dois mil anos atrás – mudou apenas no modo externo. Por isso nos envolvem, pois numa ou noutra podemos nos reconhecer, mas muitas vezes as vivemos de uma forma superficial, entediados ou irritados. As parábolas nos fazem descobrir uma dimensão mais profunda, que as removem da banalidade e conferem ao cotidiano toda a espessura da vida real.
A parábola do semeador é um exemplo claro. Jesus faz a narração, como Ele mesmo depois explica, para comparar o semeador a Deus, a semente à sua Palavra, e os diferentes tipos de terrenos para as diferentes formas em que os homens se colocam diante dessa. Aqueles que não a aceitam ficam tão secos como a estrada; as pedras e os espinhos indicam os que receberam a Palavra, mesmo com entusiasmo, mas, superficialmente, sem deixar criar raízes, de modo que na primeira dificuldade a colocá-la em prática a abandonam, e apenas aqueles que realmente a fazem própria dão seu fruto abundante A parábola é, portanto, um convite para não ser superficial em relação à fé, a tomar consciência de que acolhê-la com coerência dá valor a cada momento da vida.
Mas em transparência da parábola, deduz-se também outra coisa. Por exemplo, que Deus não se desinteressa pelos homens; o fato de que lhes dirija sua palavra demonstra que Ele tem cuidado de orientá-los para o bem. Nesse sentido, a parábola ocupa um tema já presente no Antigo Testamento, como se pode ler, entre outras, na bela página dos profetas escolhida hoje como a primeira leitura (Is 55,10-11): "Assim diz o Senhor: Como a chuva e a neve descem do céu e não voltam para lá sem irrigar a terra, sem a ter fecundado e feito brotar para que possa dar a semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra da minha boca...."
A parábola do semeador implica que, como Deus espalha sua Palavra sobre os homens, o mesmo acontece com cada um de nós: as nossas palavras, aquelas ditas e não ditas, quando na verdade elas deveriam ser ditas, aquelas faladas e aquelas caladas, feitas de gestos e comportamentos, nunca são sem consequências; como a pedra lançada no lago, sempre produzem ondas que se espalham fora de proporção, de longo alcance, produzem nos outros reações, opiniões, atitudes. Muitas vezes não pensamos, mas todos nós somos semeadores. Assim, se de um lado a consciência de influenciar sobre os outros dá sentido a todo momento e, em seguida, afirma que a vida, na realidade, nunca é trivial, de outro lado é para perguntar-se que semente lançamos ao nosso redor? A diferença entre Deus-semeador e o homem-semeador é esta: Deus sempre espalha a boa semente, que dá frutos abundantes em quem a recebe, enquanto nós sabemos lançar sementes envenenadas, que fazem sofrer. Talvez, às vezes, não tenhamos consciência disso, e é a nossa desculpa, por isso mesmo temos de avaliar cuidadosamente o que semeamos.
São Paulo Apóstolo, na passagem de Romanos que lemos neste domingo, nos faz lembrar do nosso destino eterno, fazendo-nos tomar consciência de que, mesmo os mais terríveis sofrimentos de hoje ou de uma vida inteira, são bem pouca coisa, temporalmente, concretamente, se comparados com a felicidade eterna, para a qual caminhamos, na medida em que fazemos tesouro da Palavra de Deus e não apenas a ouvimos, mas a praticamos. Bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e vivem-na todos os dias, nós cantamos juntos na liturgia eucarística, como se pode rezar na oração inicial da Missa de hoje, "Aumentai em nós, ó Pai, com o poder do vosso Espírito, a disponibilidade para acolher a semente de vossa palavra, que continuais a semear sobre toda a humanidade, para que frutifique em obras de justiça e de paz  e revele ao mundo a bendita esperança do vosso reino".
Em outras palavras, um forte apelo à nossa responsabilidade pessoal sobre a adesão à Palavra de Deus que nós ouvimos durante as várias celebrações religiosas ou que podemos meditar pessoalmente, tomando em nossas mãos a Sagrada Escritura e lendo-a sistematicamente. Se não podemos fazer pessoalmente, porque limitados no tempo e nas condições físicas, valorizemos todas as oportunidades que nos dão as comunidades paroquiais, e também os múltiplos meios de comunicação que oferecem serviços à Palavra, tais como Internet, televisão, rádio, jornais, imprensa, revistas de todos os tipos. É importante valorizar e estudar o texto sagrado e, em sintonia com ele, conduzir a nossa vida pessoal para a santificação e salvação eterna, vocação de todo filho de Deus. Entender o que o Senhor quer para cada um de nós é o primeiro passo para a felicidade, passando pela purificação do coração e da mente, exatamente como nos diz o trecho do Evangelho deste domingo – décimo quinto do tempo comum. Se o nosso coração ainda está duro, árido, sem qualquer valor moral não poderá jamais dar uma resposta produtiva à Palavra, que também entra e toca a sua profundidade. É preciso diltar o coração para acolher a Palavra e levá-la para a vida, tranformá-la em exemplo vivo.
Neste contexto, a nossa Arquidiocese do Rio de Janeiro recebe bispos de várias partes do Brasil, nesta semana próxima, para discutir como evangelizar nessa nova cultura nascida com as novas mídias. Trata-se do Seminário de Comunicação para os Bispos do Brasil (SECOBB), que tem como objetivo oferecer um espaço de reflexão e debate sobre o fenômeno da comunicação, a evolução de seus fundamentos e a natureza de suas práticas. Também apresentar os desafios que esse fenômeno traz para a Pastoral da Comunicação. As novas mídias são ferramentas fundamentais para o anúncio da Palavra de Deus. Atrás de nossas mídias estão milhares de pessoas que estão empenhadas, até mesmo com suas próprias vidas, para que a Palavra de Deus seja anunciada e Cristo seja ainda mais conhecido por todos. Tenho certeza de que a missão dos nossos comunicadores fez com que a imagem pública da Igreja diante da sociedade fosse ainda mais trabalhada com a verdade, para ser ainda melhor conhecida diante de tantas situações midiáticas hodiernas. Vamos acolher o Senhor Arcebispo Presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, que fará a abertura do seminário, e os senhores Bispos no Brasil para que a Palavra de Deus seja devidamente anunciada, usando de todos os meios que as mídias nos oferecem. Peço aos fiéis que rezem nestas intenções e que a Palavra de Deus continue sendo luz para os nossos pés e lâmpada para os nossos caminhos.
Última Alteração: 09:36:00
Fonte: Orani João Tempesta, O. Cist.
Local:Rio de Janeiro

PEDI E RECEBEREIS



A oração é a expressão da nossa relação com Deus, como o único absoluto. Na oração, o homem se volta para Deus, reconhecendo a si mesmo como criatura, relativizando a autossuficiência. Por isso, rezar para ser elogiado é colocar-se como centro, falsificando a oração.
Mas há uma nova perspectiva: essa relação deve ser de confiança e intimidade, como a de um filho para com o seu pai.
Como diz Nosso Senhor Jesus Cristo, o ser humano não dará uma pedra ao filho que lhe pede pão, nem dará uma cobra, se ele lhe pede peixe.
Se o ser humano, que é passível de pecar sabe dar coisas boas a seus filhos, quanto mais o Pai do céu? Ele dará coisas boas aos que lhe pedirem.
Alguém já afirmou que “a oração é a força do homem e a fraqueza de Deus”. Sabemos que Deus nunca é fraco. A palavra “fraqueza” aí significa bondade, misericórdia, compaixão. Significa que Deus se compadece de nós quando somos sinceros, fieis e pedimos aquilo que será bom para nós e para nossos semelhantes.
Como diz a canção bíblica, “a mãe será capaz de resistir ou deixar de amar algum dos filhos que gerou? E, se acaso existe tal mulher, Deus se lembrará de nós em seu amor.”
É preciso que tenhamos para com os outros a mesma preocupação que temos espontaneamente para com nós mesmos.
Não se trata de visão calculista - dar para receber - mas de uma compreensão do que seja o amor do Pai. Pedi a Deus e Recebereis! 
Última Alteração: 09:45:00
Fonte: Padre Wagner Augusto Portugal.