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segunda-feira, 14 de março de 2011

APÓSTATAS, APÓSTATAS !!!


Retrocederam da fé Bíblica, portanto Deus não tem prazer neles.

Apostasia não é uma queda por um pecado cometido, mas um retrocesso em relação a Verdade revelada de Deus – As sagradas Escrituras. É uma negação da fé verdadeira. O apóstata pode tanto dar as costas à fé bíblica quanto desvirtuá-la.

Embora em ambos os casos há prejuízo para consigo mesmos e para com os que estão no seu raio de ação, o segundo caso é, especialmente, mais nocivo, pois dissemina mentiras (como se fossem verdades) e, assim, ou se tornam obstáculo para os que buscam a Verdade ou busca desviar os que já estão vivenciando a fé apoiada na Bíblia.

Com discursos humanistas e intelectuais atacam, sutil e sorrateiramente, os alicerces do Evangelho de Cristo.

Mensageiros de satanás. Filhos do diabo. Rebelaram-se contra Deus e Sua Palavra. Inimigos da Igreja de Jesus. Lobos em pele de ovelha. Dissimulados, têm cara de
anjos, mas, por dentro, estão tomados pelo espírito do demônio.

Rejeitaram os santos homens de Deus para seguirem os pretensiosos sábios segundo o mundo.

Destilam venenosas filosofias associadas a vãs sutilezas. Rudimentos do mundo e não de Cristo Jesus.

Seriam infinitamente mais sábios se amarrassem uma pedra grande e pesada em seus pescoços e se lançassem nas profundezas do mar.

No entanto preferem desviar os “pequeninos” do Senhor. Apóstatas! Apóstatas!
Não apenas abandonaram o primeiro amor, mas, também, o próprio Senhor. Não apenas esfriaram na fé Bíblica, mas a negaram.

Não apenas deixaram de seguir a Palavra de Deus, mas a rejeitaram como sendo A Palavra de Deus. Mentes cauterizadas pelo racionalismo. Só acreditam no que suas mentes finitas podem mensurar. A Mente tornou-se o deus deles.

Trocaram a Luz que ilumina todo homem pela luz própria; apóiam-se na luz que não dissipa as trevas, portanto, voltaram às trevas de onde, antes, alegavam ter sido salvos.

Melhor lhes seria nunca terem conhecido a Verdade, e nem testemunhado e pregado sobre ela, que, depois de feita a confissão da fé verdadeira, a Bíblica, retroceder ao estado de incredulidade.

Quanto a isto Pedro fala e adverte: “Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais INTRODUZIRÃO, DISSIMULADAMENTE, HERESIAS DESTRUIDORAS, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E MUITOS SEGUIRÃO AS SUAS PRÁTICAS LIBERTINAS, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e sua destruição não dorme” – 2 Pedro 2.1-3; e “ABANDONANDO O RETO CAMINHO, SE EXTRAVIARAM” – 2 Pedro 2.15; e “Esses tais são como fonte sem água, como névoas impelidas por temporal. Para eles está reservada a negritude das trevas; porquanto, preferindo palavras jactanciosas de vaidade, engodam com paixões carnais, por suas libertinagens, aqueles que estavam prestes a fugir dos que andam no erro, PROMETENDO-LHES LIBERDADE, QUANDO ELES MESMOS SÃO ESCRAVOS DA CORRUPÇÃO, pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor. Portanto, se, DEPOIS DE TEREM ESCAPADO DAS CONTAMINAÇÕES DO MUNDO MEDIANTE O CONHECIMENTO DO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO, SE DEIXARAM ENREDAR DE NOVO e são vencidos, TORNOU-SE O SEU ÚLTIMO ESTADO PIOR QUE O PRIMEIRO. Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado. Com eles aconteceu o que diz certo adágio verdadeiro: O cão voltou ao seu próprio vômito; e: A porca lavada voltou a revolver-se no lamaçal” – 2 Pedro 2.17-22.

Seguidores do “OUTRO EVANGELHO” que “NÃO É O DE CRISTO”. Portanto, SÃO ANÁTEMAS.

Quanto a isto adverte Paulo aos que estão dando ouvidos aos APÓSTATAS: “Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, senão que HÁ ALGUNS QUE VOS PERTURBAM E QUEREM PERVERTER O EVANGELHO DE CRISTO. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos tenho pregado, seja anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, SE ALGUÉM VOS PREGA EVANGELHO QUE VÁ ALÉM DAQUELE QUE RECEBESTES, SEJA ANÁTEMA” – Gálatas 1.6-9.

Para finalizar vale aqui a advertência de Paulo para a Igreja de Jesus: “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo” – Colossenses 2.8.
Igreja, cuidado com OS APÓSTATAS, pois muitos estão fora da congregação, mas muitos SE FAZEM DE CRISTÃOS E NÃO O SÃO.

E DEUS CRIOU A MULHER, AINDA BEM !



"Et Dieu créa la femme", lembrava o cineasta Roger Vadin em 1956. Por onde andariam as mulheres do movimento de Jesus, no início da era cristã? Na segunda geração da igreja inicial, pós-apostólica, as mulheres tinham funções diminutas (Elza Tamez). Isso se deve à forte pressão da cultura patriarcal judaico-greco-romana na igreja.

Inventa-se, depois, uma outra forma de domínio para submeter a mulher: o "patriarcado amoroso". Sabiamente, Tamez recusa essa linguagem: "Patriarcalismo de amor é uma denominação que não diz nada, porque não deixa de ser patriarcalismo!". É preciso perguntar por que Paulo teve tanto apreço à igreja governada por mulheres, em Filipos (C. Mesters), e por que se dirigia aos patriarcas greco-romanos, na Galáxia, estimulando-os a viverem fraternalmente em igualdade na igreja: "Em Cristo não há judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher" (Gl 3.28).

O profeta Isaías, antes do cristianismo, fala às mulheres israelitas chamando-as à confiança (“emunah”) e à fé. Mulheres deportadas experimentavam violências religiosas (Lv 15.19-31), políticas e sociais (Êx 21.5) nos guetos judaicos; israelitas vendiam suas filhas como escravas. Babilônios, persas, gregos, romanos, hebreus, representavam o patriarcalismo que sobrevive no Oriente Islâmico. No mundo inteiro, a inculturação patriarcal ainda existe entre os cristãos, mesmo que disfarçada.

O androcentrismo incensa Agostinho, que ignora a importância da mulher, destinando-lhe redenção somente depois da morte. Para ela, a igualdade viria somente no céu, onde “não haverá distinção de sexo”. Tomás de Aquino encontra na mulher uma inclinação para a “má matéria”; ela possuiria uma natureza imperfeita, ao contrário do homem: “Não foi o homem que foi tirado da mulher, mas a mulher do homem... a mulher foi criada para o homem”. A sexualidade feminina impediria o homem de ser “puro”... tal e qual o código bíblico de Levítico.

Calvino rejeita as teses medievais, que afirmavam a não existência da alma nas mulheres. Nunca foi encontrada evidência em seus escritos concordando com quaisquer dessas teses. Antes, ele falava da mulher com respeito e dignidade; ordenou diaconisas ao ministério e sugeriu a entrega do púlpito a pregadoras (ainda hoje um espanto). Em Genebra (1541), meninas passaram a ter suas próprias escolas – estranhíssimo na sociedade pré-moderna. Excluía-se a mulher do culto público. Calvino exige a presença delas nas celebrações. A Reforma acreditava no “sacerdócio de todos os crentes”! (1Pe 2.9).

Jacob Bachofen (1815), talvez interpretando a Bíblia Hebraica, falava da figura positiva da mulher (ishah) na afirmação da vida – da liberdade e da igualdade. Por sua própria natureza, a mulher gera a vida e iguala os gerados em seu ventre – um valor próprio da têmpera feminina original, criada “ao lado” do homem (selah significa “lado”, nas línguas semíticas, e não costela, termo adotado equivocadamente nas versões tradicionais; mais impressionante é ignorar que rûah, Espírito Criador, é uma gigantesca mãe-pássaro da Criação, que no princípio “choca” e agita as asas soprando a vida, que dá ordem ao caos).

Além da sexualidade compartilhada, “o homem e a mulher levantam cedo para os afazeres da vida” (Ct 7.11-14), diz o poema hebraico. Sem a mãe, os filhos perdem suas raízes. A mãe ama os filhos com isonomia. Nenhum deles é melhor do que o outro, mesmo que dotado de capacidades maiores na garantia da continuidade familiar de gerenciar bens e produzir meios de sobrevivência. Todos têm direitos iguais ao carinho, à ternura, ao amor e ao cuidado.

A mulher desata o nó da procriação. Ela vai adiante, pois seu ethos é próprio para o cuidado e o espírito libertário. Equipada para engravidar e criar, investida da missão de cuidar e alimentar, ela determina a ligação com os horizontes maiores da humanidade (símbolo da Revolução Francesa: uma mulher amamentando!). Vínculos sociais e políticos dependem da relação com a mãe – nos vocábulos pontuais prevalece o feminino: terra, nação, família, sociedade, igreja. Freud, porém, enfoca a perversão do patriarcalismo: Édipo é a própria cultura patriarcal incestuosa, contestada etiologicamente.

Seja como for, Isaías (49.14-15) manifesta algo que não deve passar despercebido: “Por acaso uma mulher esquecerá sua cria?”. A ternura de Deus e sua preocupação com o bem-estar dos filhos equivalem à própria natureza da mulher. Deus atua com sentimentos femininos: ternura, cuidado, misericórdia para com os que sofrem. Como uma mãe!

No Evangelho de Mateus, Jesus convida a atitudes femininas quanto ao presente e ao futuro (6.24-34). A subsistência da vida deve ser colocada nas “mãos maternais” de Deus, que é igualmente misericordioso com todos. Jesus e Paulo desconhecem o ditador irado, pronto a punir, de acordo com as leis patriarcais excludentes. O Deus de Jesus é maternal, manso, terno, justo, compassivo, e tem em mente as necessidades de todas as criaturas (Is 49.1): a solidariedade, a justiça, a ternura, a compaixão, o amor aos desprotegidos e fracos, aos pobres e débeis. O apelo à fraternidade igualitária certamente nos chega através da exortação “maternal” de Jesus. Então...