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ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

NOTA DE FALECIMETO

BARBACENA PARTICIPA DE SUA DOR

Faleceu a mãe do Pe. Paulo Dionê Quintão Ambrosina Mendes Quintão - Dona Zita - 04/11/2010 - 16:49


Nascida aos 25 de julho de 1925, em Matipó-MG. Casou-se com Sebastião Quintão Filho e construiu sua família em Abre Campo-MG, onde viveu cercada pelo carinho dos familiares e enorme amizade de tantas pessoas. A todos soube cativar com sua doçura e encanto.

Uma vida cheia de dinamismo, alicerçada numa fé alimentada na prática de total confiança no Senhor, na qual educou seus nove filhos. Faleceu, aos 85 anos, no dia 2 de novembro de 2010. Um de seus filhos é um dos sacerdotes mais cultos, zelosos e piedosos do clero da Arquidiocese de Mariana, Pe. Paulo Dionê Quintão, Pároco da Paróquia de Santa Rita de Cássia em Viçosa (MG).

O sepultamento de Dona Zita - se deu no dia 3 de novembro em Abre Campo, tendo o Sr. Arcebispo de Mariana e Presidente da CNBB, D. Geraldo Lyrio Rocha presidido a Missa Exequial concelebrada por inúmeros sacerdotes. Estiveram presentes também diáconos, seminaristas e fiéis vindos de Viçosa, Barbacena, Ponte Nova e das paróquias vizinhas.

Na foto o Pe. Paulo Dionê Quintão e sua virtuosa mãe.

Fonte: Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho

Local:Mariana (MG)



ENTRE A GRÁVIDA E O FETO

DIREITO   A    VIDA


Pe Zezinho scj


Entre os humanos, grávida é mãe que ainda não deu à luz e feto é filha ou filho que se desenvolve no ventre da mãe. Trata-se de concepção, gestação e geração. É o pequeno ser humano concebido, gestado e gerado; ou interrompido...

Quando uma sociedade discute a regulamentação ou a proibição do aborto, sem rodeios e eufemismos discute a vida ou a morte do feto, os pais como protagonistas, os médicos e o Estado como cúmplices ou auxiliares, os crentes ou os não crentes como conselheiros. Aí a raiz do magno conflito entre mãe e feto. Deve a mulher ir até o fim e dar à luz o feto traz no ventre? Não pode escolher? Pode-se eleger um candidato que é a favor da mãe e, pelo bem da mãe, em algumas circunstâncias admite provocar a morte do filho dela? Pode-se eleger alguém que, entre a mãe indefesa e em risco de vida e o feto sadio, mas também indefeso, escolheria o feto?

O debate vai longe porque, como não poderia ser diferente, mexe com o conceito de liberdade, pessoa, vida e morte. Alguém pede uma lei que favorece a mulher; alguém luta contra esta lei, porque abrirá espaço para a mortandade financiada de milhões de fetos indesejados. Aparecerem os amenizadores a dizer que se trata de apenas alguns casos. Rebatem os éticos que, em questão de vida e morte, não existe isto de “apenas alguns”!

Declarar-se contra o aborto e garantir que jamais assinará uma lei do congresso em favor da interrupção da gravidez é ir contra o segmento que não ver o feto como filho ou como pessoa em formação. E há muitos que assim pensam. Para eles o dono da vida é o casal. Deus, ou não existe ou não se mete nisso! Declarar-se a favor da mãe que não quer ou não pode ter o filho agora e por questão de saúde permitir que ela aborte seu filho com assistência do Estado é bater de frente contra milhões de crentes das mais diversas religiões que afirmam que o dono da vida é Deus: o casal é o guardião. O tema vida resvala para o conceito de criação e criador e acaba em debate crentes x ateus. Divide a sociedade e assume conotação ideológica e, por isso, política.

O aborto legalizado favorece alguém e prejudica alguém. Os que pensam que o feto ainda não é alguém tomam a defesa da mulher que o concebeu e quer interromper sua macha para a luz. Os que o consideram alguém em formação tomam sua defesa: está vivo e tem o direito de nascer.
Depois aparecem os adjetivos: retrógrado, fanático, ateu, materialista, conservador, direitista, progressista... Tudo por causa da mulher que não deseja hospedar aquela vida ou daquela vida que não pode ser descartada nem por ela nem por ordem do juiz.

No meio do debate virão as manipulações de cunho político e religioso e as ofensas. Há quem discuta o tema com maturidade e há os que descambam para os gritos, as altercações e atos de violência. O Brasil caminha nesta direção. Se o debate não for enfrentado de maneira serena fará mais vítimas do que faz agora. O aborto já existe. Regulamentá-lo é admitir que prossiga, mas de maneira mais higiênica. Condená-lo é manter a clandestinidade. Cabe aos crentes motivar os fiéis a não matar seus fetos e cabe aos não crentes admitir que ao tomar a defesa da mulher estão aceitando a morte de uma vida humana, por menor que seja o seu tamanho. Acontece que o tamanho da vítima ao invés de diminuir, às vezes agrava o crime, ainda que não se chame o crime de crime! Só que tem que é! Alguém morreu e alguém matou!


Fonte: CatolicaNet

Local:São Paulo (SP)



quinta-feira, 4 de novembro de 2010

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS

FAÇA SEU CORAÇÃO RESSURGIR



A memória de todos os santos é digno objeto une de uma maneira especial a Igreja militante da terra à Igreja Triunfante do céu. Ao se recordar a felicidade dos que já se acham na Jerusalém celeste acende-se no coração dos fiéis o desejo intenso de seguir os seus passos. Reaviva esta festa o anseio de, um dia, todos que ainda se acham neste vale de lágrimas, obterem a mesma sorte. Disto resulta o pedido da proteção daqueles que já gozam da visão de Deus e que são, de fato, intercessores poderosíssimos na presença do Altíssimo. Os exemplos dos que adentraram as portas da eternidade feliz junto do Ser Supremo arrastam para o caminho da santidade. O fato de os considerarmos bem-aventurados suscita a aspiração de tal beatitude. Como grande, porém, é a fraqueza humana a proteção advinda dos que se acham perto do trono divino é penhor do triunfo final. Neste caso, no dia de todos os santos, cada fiel se lembra também de seus parentes e amigos que, embora não tenham sido canonizados e não estejam nos altares das igrejas, já se acham na Casa do Pai e recebem hoje idêntica honra com todos os grandes heróis canonizados. Eles pelo fato de desejarem junto de si os que tanto amaram neste mundo fazem com que alcancem graças abundantes para que estes entes queridos não percam o rumo do céu. Deste modo, festejar todos os santos ganha um sentido maravilhoso, além de lançar para longe a indolência na prática do bem, o tédio na luta diária contra o mal e o descuido em combater toda espécie de erro. Fortifica-se a fé, robustece-se a esperança e tonifica-se o amor a Deus e ao próximo. Eis porque a liturgia deste dia apresenta o texto das bem-aventuranças que ostentam as características do cidadão do Reino de Deus. Quem quiser estar por todo sempre na companhia dos santos há de subir estes degraus da vida espiritual. Em primeiro lugar a humildade: “Bem-aventurados os pobres em espírito”, ou seja, aqueles que reconhecem sua finitude, sua insignificância perante a majestade divina. Aí se está o fundamento da vida espiritual que permite, já na terra, a união com Deus que resiste aos soberbos. Perante, porém, as fraquezas humanas, “felizes os que choram, porque serão consolados”. As lágrimas interiores que jorram de um arrependimento sincero pelas faltas cometidas redimem e trazem, realmente, consolo, alegria, imperturbabilidade. Adite-se que venturosos são os mansos, dado que possuirão esta terra e a eternidade em decorrência. O manso não é nunca impiedoso e rude com os outros e irradia a paz, a segurança, o bem-estar. Cristo acrescenta que são afortunados os misericordiosos, uma vez que garantem para si a misericórdia divina. Donde serem ditosos os pacíficos, os quais serão chamados já neste mundo os verdadeiros filhos de Deus. A paz é o sinal da presença divina no interior de cada um e se irradia por toda parte. Para se adentrar no céu, contudo, é preciso ainda ter fome e sede de justiça e estes bem-aventurados serão saciados neste e no outro mundo. Trata-se do fogo vivo do amor divino que refulgia nos apóstolos, nos profetas, nos mártires e em milhares de outros santos. Fome e sede do amor sagrado que torna a alma forte nos trabalhos, nos sofrimentos, nas privações. Os santos que hoje festejamos estão lá no céu porque foram puros e Jesus foi claro: “Bem-aventurados os corações puros, porque eles é que verão a Deus”. Quem se encharcou neste mundo na imoralidade, no desregramento, na obscenidade não entrará no reino dos santos. Aí está o estímulo para que se pratiquem sempre o sexto e o nono mandamentos e não se aprove a miséria dos vícios que deslustram a grandeza de um cristão. Os que condenam veementemente o que é indecente e indigno de um batizado são perseguidos e injuriados, mas Cristo os proclama venturosos, porque enorme é sua alegria nos céus, onde grande será a recompensa. Deste modo, a solenidade de todos os santos é um convite vibrante a que se vivam as bem-aventuranças. É a lembrança de que a terra, o mundo terrestre, esta vida temporária são transitórios. Há uma vida eterna, uma felicidade e um júbilo que não terminarão jamais. Para lá chegar, porém, é preciso o desapego, o arrependimento sincero, a mansidão, a fome e a sede de justiça, a pureza de coração, a paz de espírito, a misericórdia e o triunfo sobre as perseguições humanas dos adeptos de satanás. Apenas assim se chegará um dia á cidade dos santos. * Professor no seminário de Mariana durante 40 anos.

Fonte: Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho


Local:Mariana (MG)



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

AMAR É UMA ATITUDE ANTES DE SER SENTIMENTO

Paz seja contigo amado leitor. Nossa vida tem sentido, utilidade e alvo porque Jesus vive. Jesus morreu por nós. Os que o aceitam como Messias vivem, pois receberam dele a vida eterna. Os salvos por Jesus passam a viver para agradar a Jesus, que morreu e ressuscitou por nossa causa.


O cristão não vive mais para si, nem agradando-se a si mesmo.O cristão não pode ser avaliado pelo que o mundo pensa dele, nem por sua aparência exterior. O próprio Paulo considerava Jesus um ser humano igual a ele, antes da conversão. Quando nos tornamos cristãos, somos totalmente novos por dentro. É o novo nascimento. Não é a aparência externa que deve ser considerada. O novo nascimento é no espírito. Já não é mais a mesma coisa após ter-se aceitado Jesus como salvador, único e suficiente. Teve início uma nova vida em nós, aleluia!

2Co 5.15 "E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou."

Amar significa colocar-se no lugar do outro, compreender o seu fardo e ajudar a carregá-lo. Jesus nos amou ao se entregar na cruz, tomando o nosso lugar. Muitas vezes estamos fracos e precisamos de um Deus forte como auxílio. O nosso inimigo é muito mais forte do que nós e nos persegue de dia e de noite, incansavelmente. Além de fraco, o homem cansa e se fadiga. A prova de que uma pessoa é liberta do inferno e recebeu a vida eterna no céu é o amor demonstrado a outros cristãos. Amar é se colocar no lugar do outro. É compreender a fraqueza do outro, que o motivou a agir deste modo diante de uma situação. Cada um de nós tem fardos para carregar e amar significa carregar o fardo do irmão. Foi isto que Jesus fez por toda a raça humana. Carregou na cruz nosso fardo, doença, miséria e morte.
Quem não ama segue a morte eterna. Odiar um irmão em Cristo é assassinato no coração. O desejo de matar já prova que a pessoa não tem a vida eterna dentro de si. O amor verdadeiro é o de Cristo, que morreu no nosso lugar.

1 Jo 3.16 "Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos." 3.17. "Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?" 3.18 "Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade."

Neste exemplo devemos sacrificar nossa vida pelos irmãos. O amor de Cristo pode ser provado quando eu tenho dinheiro suficiente para viver bem e ajudo a necessidade de um irmão. Se eu não ajudar, o amor de Deus não está em mim. O amor não pode ser só em palavras, mas demonstrado em ações, aleluia!

Em português temos uma só palavra para descrever amor. Em grego há várias palavras. Eros é o amor sexual. Storgé é o amor de afeto familiar. Philos é o amor fraternal, entre amigos, onde eu faço o bem e recebo o bem. O amor de Jesus é outro tipo de amor. Chama-se ágape. Não é um sentimento de gostar ou não da outra pessoa, mas um comportamento. A pessoa vai agir dentro de um padrão ágape, não importando se vai ou não receber retribuição. Este amor comportamental e não sentimental é o que Jesus espera dos cristãos.

Expressar um comportamento acaba por modificar os sentimentos. O comportamento do amor ágape é paciente, bondoso, humilde, respeitoso, abnegado, perdoador, honesto e compromissado. Neste comportamento podemos amar até os inimigos e os que nos perseguem. Vou ter um comportamento ágape, independente de como serei tratado e da resposta que tiver.

O cristão que ama tem comportamento honesto, confiável, cuidadoso, exemplar, comprometido, respeitoso e responsável. O cristão deve ser um bom ouvinte, gostar das pessoas, incentivá-las, sendo um entusiasta e sábio ao delegar responsabilidades. Amar é obedecer e obedecer é amar.

Devemos obedecer a Deus independentemente do nosso sentimento para com Deus. Sentimentos mudam, vão e vêm. O nosso coração é enganoso. O nosso amor será verdadeiro se o nosso comportamento for demonstrado dentro da obediência aos padrões bíblicos do amor ágape. Manter um comportamento amoroso vai acabar gerando bons e autênticos sentimentos. Jesus nos amou primeiro. Ele teve um comportamento ágape para com a raça humana, independente do desprezo que os homens lhe deram. Ele decidiu nos amar e se comportou como tal, colocando-se no nosso lugar, compreendendo a nossa natureza e seus fardos e nos ajudando a entrar no reino de Deus. Bendito o Nome de Jesus.
O comportamento pode ser aprendido e depende da nossa vontade, do nosso esforço e do nosso sacrifício.


Jesus perguntou a Pedro três vezes se ele o amava, a ponto de Pedro chorar. Jesus fez isto para Pedro entender que tipo de amor Ele estava falando. Era um amor ágape, profundo e sacrificial, que se doava, não esperando nada em troca. Jesus estava pedindo para Pedro apascentar suas ovelhas e isto só poderia ser feito com comportamento ágape.

Cezar A Z Lopes Corupá - SC