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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O IMENSURÁVEL AMOR DE AMOR


"Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocausto." (Oséias 6.6)


Conheci um homem muito culto que se casou com uma mulher muito meiga e gentil que recebia dele: sustento, carinho, companhia e presentes. Recebia tudo e ao mesmo tempo não recebia nada, porque o coração do seu marido, o seu amor, não era dela, e, sim, de outra mulher. Que decepção terrível, não é verdade?
Com Deus sucede o mesmo; o que Ele quer é o nosso amor fiel. Ele quer reciprocidade, uma vez que o seu amor é profundo e eterno. O que somos é mais importante do que aquilo que fazemos. Na verdade, se o que somos não preenche as exigências de Deus, então o que fazemos é virtualmente inútil. O versículo da Palavra de Deus que tomamos para meditar: "Pois misericórdia quero...", literalmente se traduz do hebraico na seguinte frase: "Pois amor leal quero". Deus quer em primeiro lugar o nosso coração. Deus quer fidelidade, "Filho meu, dá-me o teu coração...".

Esta é exatamente a mensagem que também quero trazer para sua vida agora: DEUS TE AMA PROFUNDAMENTE!

1- A situação do povo nas áreas política, econômica, moral e religiosa: O profeta Oséias viveu períodos de grande prosperidade para alguns. Uma minoria tinha acesso à vida boa e mordomias; a maioria vivia na escravidão econômica, salário mínimo irrisório e uma vida miserável. O povo não tinha lealdade ao Senhor; por isso Ele disse: "fidelidade quero".

2- O profundo sofrimento no coração de Deus demonstrado pela mensagem e a vida do profeta. Deus queria que a própria vida do profeta fosse a mensagem. Uma mensagem vivencial, experimental, dramática. Deus permitiu que uma vasta tragédia se abatesse sobre a vida de Oséias para que ele compreendesse o profundo sofrimento do coração divino e transmitisse sua mensagem de forma real.

3- O amor de Deus ao povo é demonstrado pelo amor do profeta a sua esposa: Passado algum tempo após seu casamento, sua esposa, Gomer, abandou seu lar e passou a viver na boemia. Não conseguindo mais se sustentar de seu comércio carnal, começou a ter necessidades, até o ponto de se vender como escrava. Posta em exposição na banca das escravas, ninguém lhe dava valor, nem queria comprá-la, exceto um homem: Oséias. Ele, ao vê-la ali, se compadece e a compra, mas não a trata como escrava. O amor de Oséias é maior que a infidelidade da esposa. Ele a perdoa e a restitui à condição de esposa. O amor vence tudo! O amor de Deus triunfará em sua vida também.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

AMOR E CARIDADE ( DOMINGO 26 ) LUC 16. 19,31


Lázaro, cujas feridas eram lambidas por cachorros, é personagem de uma história que Jesus contou para ensinar que a caridade efetiva nos leva para o céu. Havia um pobre e um rico. O rico nunca ajudou o pobre, e um dia morreu e foi para o inferno.


O pobre morreu e foi para o céu. O rico podia saber que é o amor concreto e prático que abre para nós as portas do céu. Ele tinha a seu alcance as Escrituras Sagradas e podia ir à sinagoga para ouvir a Palavra de Deus. Não fez nada disso, nem ouviu a Palavra nem praticou a caridade para com os pobres. Na história, o pobre se chamava Lázaro, e o rico não tinha nome, exatamente o contrário do que acontece no nosso mundo. Os ricos têm nome, os pobres são um “Zé” qualquer.

Há muita gente que vive despreocupada, vive bem, nada lhe falta e não se dá conta da situação do José. O profeta Amós diz que esses despreocupados não se dão conta da “ruína de José”. O profeta se refere à situação do Reino do Norte, que vai ser invadido e destruído. José, nesse caso, é o Reino do Norte, também chamado de Israel. Lá havia uma grande diferença de classes com con-centração de bens nas mãos de poucos e miséria na casa de muitos. Esses poucos não estavam nem aí com a situação dos muitos. “Por isso” – diz o profeta –, “irão para o desterro na primeira fila, e será desfeito o bando dos gozadores”. Naquele tempo, de fato, a Assíria invadiu o Norte, onde estava o Reino de Israel, destruiu tudo e espalhou pelo mundo a população, substituindo-a por cinco outros povos colocados na Samaria. Eles, porém, não estavam preocupados com a ruína de José, assim como hoje os grandes do mundo não estão preocupados com a situação do “Zé”.
Quanta fome e quanta miséria existe no mundo, quantos países em estado de penúria, com guerras alimentadas pelos grandes, que não estão em nada preocupados com a situação de ruína dos países pobres.

O enfrentamento do problema levantado por Amós e pelo Evangelho não se faz apenas com a boa vontade de indivíduos em particular ou das orações dos paroquianos. A voz profética, como a de Amós, se faz sempre mais necessária. Há períodos em que essa voz se faz ouvir, e outros em que ela cessa. Para não citar os vivos, lembremo-nos de Dom Helder Câmara e Dom Antonio Fragoso em nosso país. A voz deles ressoou no mundo todo. Dom Cândido Padim tentou criar um expressivo movimento em favor de uma sociedade sem dominações. Como todos os profetas, foram pouco ouvidos e muito incompreendidos. Ao lado deles, que procuraram atingir as causas, outros se debruçaram sobre os efeitos, como Irmã Dulce e Madre Teresa.
Tentamos mudar o mundo, mas nem sempre dispomos dos meios. O mundo possui meios para nos mudar, mas não deve conseguir. A resistência manifesta o dom da fortaleza. É preciso acreditar na força do fermento, já que a Palavra não está aprisionada. A Terra sem Males é o paraíso que nos espera. Aqui, criamos espaços e situações que mostram um pouco do paraíso que esperamos. Madre Teresa queria dar alguns minutos de dignidade humana aos moribundos, que nunca foram tratados como gente. Dom Helder quis atingir as causas de tal situação. O que todos precisam é saber que um profeta passou entre nós.

ORAR EM TEMPOS DIFÍCEIS

Ó Deus criador do céu e da terra, que nos destes a vida, o ar, a água, o sol, o chão e nos fizestes a sua imagem e semelhança, diante de Ti Criador e Pai, venho prostrar-me humildemente e dizer: sou Teu filho criado para crescer, povoar e aperfeiçoar a terra, peço perdão porque até hoje só soube usufruir dos bens que me destes.

A terra está seca, as plantas estão murchando, o ar está poluído, a água está contaminada. Senhor tudo está mudado. Já não existem mais as estações climáticas. Não sei como resistir ao calor e ao frio. Não sei quando virá a chuva abundante.

Tudo ao nosso redor parece caminhar para a destruição. O meu desejo seria começar tudo de novo, mas é impossível. Neste instante Te peço que envie a água da vida, para restaurar a natureza e o meu coração de pedra. Lembro Senhor do que dissestes: "Tu serás feliz se obedeceres aos meus mandamentos!"

Senhor, perdão pela minha desobediência, pela minha falta de amor à natureza tão abundante e fértil. Sei que tudo foi criado por amor, também eu. Porém ainda não aprendi a amar, nem a mim, quanto mais às coisas que criastes. Sei que ainda estou longe da Tua vontade, do Teu projeto de vida.

Senhor, sinto que os meus amigos, meus companheiros de caminhada estão tomando outros caminhos. Muitas vezes me vejo sozinho e me vem o desânimo, a vontade de dizer: está tudo perdido. Muitas vezes sinto-me impotente diante dos problemas que se avolumam a cada dia. Tenho a impressão de que a vida não vale nada.

A natureza morre, as coisas morrem, os homens matam-se, tudo parece falar de destruição. Esses sentimentos invadem frequentemente a minha alma.

Restaura Senhor, o valor da vida no meu coração e daqueles que comigo caminham. Senhor, venho humildemente Te pedir, tire esta visão negativa do meu coração, a faste para longe o pessimismo e faça com que eu seja mais corajoso.

Ajuda-me a superar a mim mesmo e aos meus limites humanos e assim olhar o mundo como Tu o vê. Ilumina Senhor, com Teu Espírito a minha mente e o meu coração a fim de que eu possa ser um sinal concreto do teu amor. Dá-me Senhor o entusiasmo para ir além dos obstáculos e dificuldades que me rodeiam.

Aumentai a minha fé, a fim de transpor as montanhas da destruição da vida, principalmente de milhares de jovens que sem sentido buscam a felicidade sem limites. Quero ser um instrumento de amor e de esperança, para dar um novo sabor à vida, quero ser luz para iluminar as trevas da morte, quero ser cada vez mais seu filho para ser digno de chamar-te de meu Pai.

Senhor, nestes tempos difíceis, peço-lhe ainda o dom do discernimento para poder escolher sob a Tua luz, os candidatos aos cargos públicos, como dirigentes de nosso país. Às vezes penso que poucos são dign os de confiança, porém preciso escolher, não posso furtar-me desta oportunidade de exercer a minha responsabilidade como cidadão brasileiro.
Senhor, nas vésperas de celebrar o dia da pátria, o Dia da Independência, olhai com amor paterno todos os teus filhos e filhas espalhados nos mais recônditos lugares deste país continental.

O Brasil nasceu aos pés da Tua cruz. Firmai o meu passo e o de todos nós brasileiros, como discípulos que queremos ser, seguindo-te como Caminho, Verdade e Vida. Ó Maria Mãe Aparecida, Rainha e Padroeira desta Pátria amada, ajudai-nos a "fazer tudo o que Teu filho disser", neste tempo e momento difíceis que vivemos. Amém.







* Dom Anuar Battisti é arcebispo de Maringá (PR)

AMOR E PERDÃO




As duas palavras do título, amor e perdão, estão envolvidas com o termo “misericórdia”, que ultrapassa os limites dos seres humanos. Quem ama consegue perdoar e mudar nas suas atitudes de vida, na forma de acolher e conviver com as pessoas de sua relação.


Não é fácil uma história marcada por incompreensões, gestos de escravidão, sem liberdade e vazio de solidariedade. Só o amor e o perdão serão capazes de criar formas novas e saudáveis na convivência, dando sentido e perspectivas de esperança para uma comunidade.

O termo “conversão” ocasiona um coração novo e recria valores capazes para superar todo tipo de egoísmo e de fechamento individualista. Não consegue viver bem quem não enxerga os comportamentos misericordiosos de perdão e as virtudes de vida e amor nos outros.

Estar em comunhão com as pessoas é um fato louvável de superação dos limites da própria individualidade. Apesar do nosso próprio jeito de ser, somos seres sociais e abertos para relacionamentos fraternos para ajudar na convivência.

A incapacidade para perdoar e amar é fonte de incompreensões e tristeza. Isto revela mesquinhez do amor humano e um coração totalmente abafado pelo egoísmo e fechado para a ação do Espírito misericordioso. É total prática insensibilidade para com a graça de Deus.

Corremos o risco da busca de uma falsa felicidade, caindo no vazio e na perda de dignidade. É idolatrar coisas falsas, bens de consumo e desprezar o que é mais fundamental e gerador de verdadeira felicidade, que passa pelo perdão e pelo amor.

Nem sempre merecemos o perdão de Deus, mas experimentamos a sua bondade quando temos um coração arrependido e aberto para Ele e para o irmão. Longe de Deus não existe verdadeira alegria, porque isto significa estar longe de nós mesmos.

Na visão cristã, o amor é mais forte do que a morte. Por isto falamos da festa do perdão e da misericórdia, termos pouco levados em conta pela nova cultura. Só assim podemos partilhar uma mesma esperança de dias melhores e menos violentos.

* Dom Paulo Mendes Peixoto é bispo de São José do Rio Preto (SP)

O SILÊNCIO




O silêncio representa uma das formas de linguagem mais significativas de que dispõe o ser humano. Mais do que a fala ou a escrita, às vezes constitui um fator predominante da comunicação. Porém, existem diferentes qualidades de silêncio. Este, tanto quanto as palavras e os discursos, pode simultaneamente revelar e esconder a verdade. Tanto o diálogo verbalizado quanto a comunicação silenciosa podem ser enganosos.


De fato, há silêncios opacos e despidos de luz, e há silêncios transparentes e cristalinos como a água da fonte. Convém deter-se em algumas atitudes humanas em que o silêncio exerce funções distintas, não raro contraditórias.

1. Tomemos, de início, o silêncio da indiferença. O mundo gira, a história caminha sobre campos minados, o embate de interesses permeia a vida de tensões, conflitos e incongruências, mas o silêncio insiste em nada ver. Cego e surdo, permanece omisso diante dos embates que se desenrolam a seu lado. Assimetrias entre povos, nações e culturas; desigualdades econômicas, sociais e culturais; o luxo e a miséria de mãos dadas, caminhado lado a lado, guerras e catástrofes sucedem-se com crescente brutalidade - nada disso o incomoda.

Nem sequer os escândalos estridentes das disputas e da corrupção política são capazes de acordar esse tipo de silêncio. Desfruta um sono profundo em meio às turbulências e abalos sísmicos do cotidiano. Seria capaz de cochilar no fragor de uma batalha, ao som da metralha e dos canhões, tal a ausência e descompromisso com a vida que o cerca. Interpelado por todos os lados, segue indiferentemente seu caminho. Não se deixa sacudir por confrontos que a outros exigem imediata tomada de posição. Surfando na superfície dos oceanos, jamais suspeita das correntes subterrâneas.

Pode tratar-se de uma postura silenciosa ou silenciada. Silenciosa, quando parte do próprio indivíduo, que não quer saber de "meter-se na vida alheia". Ou então: "em briga de marido e mulher não se põe a colher". Não importa que crianças e esposas sejam vítimas, espancadas, e às vezes cruamente assassinadas.

A pessoa não se deixa perturbar em seu ninho de paz! Mas pode tratar-se também uma postura silenciada, isto é, calada à força de perseguição ou repressão. Neste caso, o medo paralisa toda e qualquer atitude em favor de si mesmo ou dos mais débeis. É o silêncio do cemitério! Com freqüência a atitude silenciada se converte em atitude silenciosa. De tanto ser censurada, a pessoa se auto-silencia.

2. Em segundo lugar, temos o silêncio envenenado. Por trás dele oculta-se quem desdenha qualquer gesto de comunicação. É o silêncio da recusa, do isolamento. Neste caso não há somente indiferença inerte ou submissa, mas uma atitude hostil para com tudo e todos. Trata-se de um silêncio ativo e agressivo, com requintes de constrangimento. Silêncio que habita e divide amigos, casais, famílias, grupos, comunidades, companheiros de trabalho, etc. Atitude francamente belicosa frente ao menor sinal de aproximação.

É um silêncio que destila ódio e rancor, erguendo barreiras a qualquer tentativa de diálogo. Enquanto o silêncio da indiferença foge do confronto por mera preguiça ou desconhecimento, o silêncio envenenado o faz para fechar-se a todo tipo de encontro. Levanta cercas, muros e obstáculos a toda possibilidade de relação. Resulta ser um silêncio frio, estéril, corroído pelo medo de abertura, trancado em si mesmo, completamente incomunicável. Nessa perspectiva, "o outro é o inferno", como diria o filósofo Sartre.

3. Por fim, há o silêncio povoado. Memória habitada por lembranças agradáveis, por rostos, nomes e histórias conhecidas e pelo totalmente Outro. Silêncio onde as palavras se calam para fazer emergir a Palavra que se manifesta no mais íntimo de nosso ser. Se o silêncio da indiferença é omisso diante das injustiças e disparidades socioeconômicas, e o silêncio envenenado constitui uma declaração de guerra a quem está por perto, o silêncio povoado tem a marca da serenidade pacífica. Convive como uma memória repleta de pérolas que lhe proporcionam uma intensa vida interior.

Um exemplo: é notório e amplamente sabido que um casal que se ama, ou um grupo que cultiva grande intimidade, costuma comunicar-se muito mais por meio do silêncio do que por palavras. Quando estas se fazem tão necessárias pode ser um sinal de que o amor escasseia. É preciso preencher com a tagarelice o vazio deixado por um silêncio incômodo.

De fato, enquanto as palavras são dirigidas aos ouvidos, o silêncio une corações e almas, na medida em que oculta segredos, cultiva um mistério que aquelas tendem a banalizar.

Mais ainda, é um silêncio profundamente fecundo, capaz de engendrar relações sempre mais abrangentes. Abre veredas insuspeitadas para o encontro comigo mesmo, com os outros, com a natureza e com Deus.

Também é um terreno fértil para o nascimento de palavras novas, vivas e criativas. A palavra que gera vida se forja, se gesta e cresce no útero do silêncio. Só ele é capaz de produzir a palavra eficaz e oportuna para abrir novos horizontes à história humana, pessoal e coletiva. Somente quem é capaz de silenciar será igualmente capaz de dizer algo novo.

* Pe. Alfredo J. Gonçalves é assessor das Pastorais Sociais.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

DEUS REPETITIVO !







Deus criou a terra, os céus, os mares, e tudo o que neles há, mas não ficou inerte, sem exercer seu poder, suas atividades a partir de então.


Deus é o mesmo ontem, é o mesmo hoje, e será o mesmo eternamente. Ele é um Deus repetitivo [que repete sua ação salvadora, sua ação de cura, sua ação de libertação do pecado], sua graça, sua misericórdia, dia a dia, seu amor todos os dias, durante todo o tempo].

Ele trabalha até agora, nunca parou. Ele é Fiel nas suas promessas. Temos dito que Deus é Fiel, e já contamos o "porquê" dizemos que Deus é Fiel. E para isso apontamos algumas outras certezas que temos em relação à fidelidade de Deus, e repetimo-las agora.
Deus não é Fiel porque a Bíblia assim o diz em um determinado texto e em todo o seu contexto; mas, a Bíblia assim o afirma porque, realmente, Deus é Fiel.

Deus não é Fiel porque essa expressão foi adotada como "lema" por uma denominação cristã; mas essa denominação adotou tal expressão, como uma marca sua, porque, de fato, Deus é Fiel.
Deus não é Fiel porque essa "marca" virou bandeira dos cristãos de um modo quase que geral; mas essa bandeira foi adotada pelos cristãos porque Deus é Fiel.

Deus não é Fiel porque adesivos existem afixados em veículos com a expressão “Deus é Fiel”; mas adesivos são fixados, com esta expressão, em veículos [inclusive no do autor deste texto] porque Deus é Fiel.

Deus não é Fiel porque várias denominações cristãs se reúnem em um determinado dia do ano, chamado de o dia da "Marcha para Jesus", e caminham um longo percurso, após o que param em uma determinada praça, onde promovem uma celebração do nome de Jesus; mas essa marcha é realizada porque Deus é Fiel, e essa fidelidade tem que ser proclamada, tem que ser celebrada, tem que ser testemunhada.
Deus é Fiel porque tem demonstrado a sua fidelidade, a sua lealdade a todas as promessas feitas por Ele, mais especificamente ao seu povo [Israel], mas, também a todas as nações.

Deus é Fiel porque Ele não pode [é a única coisa que Ele não pode] desonrar o seu próprio nome ao descumprir uma promessa, uma aliança, um pacto, uma profecia.

Deus é Fiel porque Ele abomina o pecado, mas ama o pecador; e o ama tanto que deu o seu unigênito filho para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3. 16).

Deus é Fiel porque ele é o mesmo ontem, é o mesmo hoje, e será o mesmo eternamente, e como disse o pastor Élben M. Lenz César – Pastorais para o terceiro Milênio – Editora Ultimato: “Deus repete suas maravilhas de geração em geração desde que o homem não se aparte dele”.

Deus é Fiel porque Ele é “repetitivo”, Ele prometeu “nunca te deixarei, jamais te abandonarei (Josué 1. 5 – Hebreus 13. 5), e de fato Ele não nos abandona, Ele caminha sempre conosco. E, quando pensamos que Ele não está caminhando conosco porque só percebemos pegadas no caminho de apenas dois pés [como diz o texto “Pegadas na Areia” de Margaret Eishback Powers], é porque, nos momentos mais difíceis, Ele está nos carregando no colo, e as pegadas que faltam no piso são as nossas.

Por tudo isso, e muito mais, o nosso Deus pode ser considerado repetitivo, pois sua bondade, sua misericórdia, sua graça, seu amor se repetem a cada dia, a cada momento. Ele é o mesmo ontem, Ele é o mesmo hoje e o será eternamente conforme já mencionamos, e não é invenção de ninguém, é a sua própria palavra que diz: “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre” (Hebreus 13. 8).

Finalizando, na verdade, Deus é um Deus repetitivo porque Ele é um Deus Fiel, e a sua fidelidade, a sua bondade, a sua misericórdia, enfim, o seu amor duram para sempre.

Que Ele possa fazer moradia [morada] em sua vida, querido leitor, conforme promessa bíblica, e para tanto Ele espera, Ele deseja, Ele anseia que você o receba no coração para passar a ter o direito de ser chamado seu filho (João 1. 12)

DECLARAÇÃO DE AMOR A JUVENTUDE


“Sinto necessidade incontida de fazer uma declaração de amor. Uma declaração de amor à juventude. Por seu entusiasmo, por sua coragem, por sua força, por seus ideais, por seu descomprometimento com a formalidade exagerada e com requintes desnecessários.



É uma declaração sem bajulação, honesta. Inspirada no amor de Deus. Apoiada na força realizadora do próprio amor.


Minha declaração de amor não faz discriminação. Dirijo-a, portanto, aos jovens sérios e irresponsáveis. Aos puros e impuros. Aos que guardam a sua virgindade para ocasião oportuna e aos que se antecipam. Aos hetero e aos homossexuais. Aos ordeiros e aos baderneiros. Aos patriotas e aos entreguistas. Aos revolucionários e aos reacionários. Aos da direita e aos da esquerda. Aos crentes, agnósticos e ateus. Aos devotos e irreligiosos. Aos sóbrios e drogados.


Sabe por que a minha declaração de amor à juventude é despida de segregação? É porque tenho aprendido desde a minha própria mocidade que Jesus Cristo veio buscar e salvar o perdido (Lc 19.10). Ele amou o jovem rico que preferiu o dinheiro à vida eterna (Mc 10.17-22). Ele gastou tempo com a mulher samaritana que pulava de marido em marido (Jo 4.4-42). Ele não condenou a mulher apanhada em flagrante adultério e lhe deu chance de não mais pecar (Jo 8.1-11). Ele perdoou a mulher pecadora e não permitiu que alguém a humilhasse (Lc 7.36-50). Ele entrou em casa de Zaqueu (Lc 10-1-10) e salvou publicanos e meretrizes (Mt 21.31). Ele morreu entre dois salteadores e ressuscitou no túmulo novo de um homem rico (Mt 27.38,60). Ele inventou a história do jovem que saiu da casa do pai, desperdiçou uma herança inteira com meretrizes, deu com os burros na água, mas voltou ao lar e reintegrou-se plenamente (Lc 15.8-32).


Sei que uma declaração de amor nestes termos me obriga a ouvir o clamor da juventude. Conduz-me ao diálogo. Faz-me assentar ao seu lado. E, porque não se trata de uma declaração de amor leviana e inconsequente, eu também me obrigo a endireitar as veredas do Senhor (Is 40.3). Eu me coloco nas mãos dele para denunciar a falta de análise, o engano, o erro, a mentira, o desvario, o desvio. No afã desesperado de impedir a perda de tempo, o colapso da inteligência, o bloqueio mental, a frustração, o tédio, o vazio, a autoantipatia, o suicídio da felicidade. O mesmo amor exige que eu fale da esperança cristã à juventude e lhe apresente o Deus que está acima dos homens, acima da injustiça social, acima da poluição ecológica, acima das drogas e do sexo ilícito, acima da guerra nuclear, acima de tudo e de todos!”
 
Por: Elben Cesar. Pr

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O CAMINHO DO LAR CELESTE


Glória a Deus. Bendito o Nome de Jesus. O Senhor me fala para mostrar o caminho do lar celeste a todos os que não conhecem, ou passam por ele não o reconhecendo.

Onde passarás a eternidade? Este é o título de uma evangelização que recebi. Eu gosto muito dele. O profeta Isaias diz aos povos para subirem ao monte do Senhor, à casado Deus de Jacó. Ele nos ensinará seus caminhos, para andarmos em suas veredas. O caminho de Deus é estreito para os padrões do mundo, mas leva para o lar celeste. Os do mundo são largos e levam para o inferno.
De Sião sairá a lei e de Jerusalém a palavra do Senhor. Sião é a fortaleza de Jerusalém.
A lei de Deus é a fortaleza que nos mantém a salvos do inimigo. Deus julgará os povos e castigará os pecadores. Os povos convertidos a Deus abandonarão as armas de guerra, trocando-as por ferramentas para lavrar o solo. Deus faz cessar a guerra. O profeta nos diz para ir a Deus e andar na sua luz.
E e dirão assim: " Vamos subir o monte do SENHOR, vamos ao Templo do Deus de Israel. Ele nos ensinará o que devemos fazer, e nós andaremos nos seus caminhos. Pois os ensinamentos do SENHOR vêm de Jerusalém; do monte Sião ele fala com o seu povo. Deus será o juiz das nações, decidirá questões entre muitos povos. Eles transformarão as suas espadas em arados e as suas lanças, em foices. Nunca mais as nações farão guerra, nem se prepararão para batalhas. Venham, descendentes de Jacó, vamos caminhar na luz que o SENHOR nos dá." (Isaías 2:3-5 NTLH)
Este é o caminho que devemos mostrar a todos os que não conhecem, ou que passam por ele e não o reconhecem. Jesus está voltando e seu segundo advento acontecerá em duas fases. Na primeira ele vem e arrebata a igreja. Começa a grande tribulação e o acerto de contas com Jacó. No final da grande tribulação, Jesus derrota o anticristo e impede Jerusalém de ser invadida. Israel se curva ao verdadeiro Messias. Jesus inaugura o Milênio e coloca Israel como cabeça das nações. Creio que este é o caminho que Isaias nos fala. Jesus é o caminho, a verdade e a vida. O Messias está voltando.
João3,36 nos diz que quem crê em Jesus tem a vida eterna. Quem é rebelde ao senhorio de Cristo, nem verá a vida, pois sobre ele virá a ira de Deus, e a sua alma vai ao inferno. Isto é a morte da alma. João 3,16 nos diz que Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único filho, para que todo o que nele crê não perca, mas tenha a vida eterna. Quem ouve Jesus e crê que Deus o enviou, crendo em Deus, tem vida eterna e não vai para o juízo final, mas passa direto da morte para a vida.
“ — Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quem ouve as minhas palavras e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não será julgado, mas já passou da morte para a vida.” (João 5:24 NTLH)
Marcos 16,16 nos diz que quem não crer no Filho de Deus será condenado. Este receberá a ira de Deus por seus pecados e não terá advogado de defesa. Quem brinca com o pecado sempre sai perdendo.
O pecado até alegra a carne, mas é contra a natureza de Deus. Araão oficiava o culto a Deus e oferecia o sacrifício todo: ofertas queimadas, oferta pelo pecado e oferta de gratidão. Após, abençoou o povo e desceu do altar, entrando com Moisés no tabernáculo. Ao saírem, abençoaram o povo. A glória de Deus surgiu na congregação de Israel e o fogo do Senhor consumiu a oferta queimada e a gordura sobre o altar. O povo viu a glória de Deus, gritou entusiasmado e caiu com o rosto em terra.
Nadabe e Abiú eram filhos de Araão. Colocaram incenso em fogo impróprio e se apresentaram diante de Deus. Foram incinerados por fogo que saiu da presença do Senhor. Moisés disse a Araão que Deus é santo e como tal deve ser tratado pelos que a Ele se chegam, para que o seu Nome seja glorificado diante do povo. Quem brinca com o pecado sempre sai perdendo. O salário do pecado é a morte. ( Romanos 6:23 ).
O profeta Isaias nos convida a por em ordem a casa, pois morreremos e não viveremos.
O dia de enfrentar a morte vai chegar para todos nós. (Is 38, 1). Entre a morte e nós há um só passo. Jesus faz a diferença.
“ Então, Davi respondeu enfaticamente: Mui bem sabe teu pai que da tua parte achei mercê; pelo que disse consigo: Não saiba isto Jônatas, para que não se entristeça. Tão certo como vive o SENHOR, e tu vives, Jônatas, apenas há um passo entre mim e a morte.” (1 Samuel 20:3 RA)
Jesus nos livra da morte.A nossa vida deve estar em ordem e aos pés de Cristo, pois não sabemos a nossa hora de enfrentar a morte. Tiago 5,9 nos diz que o juiz está às portas.
Enquanto o céu nos é dado por graça, ganhamos o inferno pelas nossas obras.
Colhemos o que semeamos. Uma vida de pecado é uma eternidade de tormentos. Uma vida sem Jesus é uma eternidade sem Cristo. Este é o terrível e mortal poder do pecado. Ele lança o homem na perdição eterna. Ali haverá choro e ranger de dentes, como nos diz Mt 22,13. Por isto é importante mostrar às pessoas o caminho do lar celeste.

ORAÇÃO

Lá fora a indifereça, a frase interrompida.

O descaso.
A pressa.
O problema sufocado na garganta.
Lá fora a correria, a agonia, as lutas.
Lá fora a competição, as discóridas, a solidão.
Quando, porém, fecho a porta do meu quarto... quando oro, Senhor!
Quando o soluço da minha alma alcança o teu coração, Pai, e me ouves!
Sinto-me forte.
Passarinho restaurado pela tua graça!
Posso virar brisa que areja o mundo!
Sal da terra, que espalha amor. O doce perfume de Cristo neste mundo Sofredor!
Nunca o mundo precisou tanto de poesia como agora.
Nunca os homens se digladiaram tanto!
Nunca sofremos tanto em consequência das nossas próprias culpas!
Amigo!
Apure os ouvidos e ouça o clamor profundo, abafado, clamando do mais profundo da sua alma.
Procura ouvir enquanto ainda resta em você o resquício de um sonho qualquer!
Poesia: Bálsamo para a Alma Ferida!
Oásis no deserto da Vida!
Esperança!
Nunca o mundo careceu tanto de humanidade e de poesia como agora!

EU SOU DE DEUS


Paulo escrevendo a comunidade de Coríntios faz um alerta aquelas pessoas: "Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é que fazia crescer" (1Coríntios 3,6).


De fato, na vida, somos apenas semeadores. Plantamos a semente do amor de Deus nos corações.
Porém, é Deus que faz crescer está semente na vida da pessoa (1Coríntios 3,7).
Todos nós, homens e mulheres, temos um papel fundamental nesta nossa existência: somos cooperadores de Deus (1Coríntios 3,9).
Colaboramos com o Senhor. E na tarefa de cooperação, todos nós somos chamados a exercer o nosso serviço. Todos podem colaborar.
A comunidade dos Coríntios estava confusa. Pois pensavam que deveriam servir àqueles que lhes haviam evangelizado. E diziam entre si que pertenciam a Apolo ou a Paulo (1 Coríntios 3,4).
Paulo alerta a esta comunidade dizendo-lhes que tanto Apolo quanto ele são apenas servidores, e que exercem o seu serviço segundo o dom recebido de Deus (1 Coríntios 3,5).
Todos nós somos servidores de Deus. No Reino de Deus não há lugares preferenciais para um ou para outro que se dedica ao serviço de semear o amor. Todos têm o mesmo valor diante de Deus. E nosso serviço e cooperação têm um grande valor aos olhos do Pai.
Imaginemos quantas pessoas poderiam ser beneficiadas pelo nosso serviço cristão. Semear o amor de Deus nos corações humanos é uma nobre tarefa. Deus nos chama constantemente a nos dedicar de coração ao serviço voluntário de implantação de seu Reino de Amor.
No dia de hoje podemos aclamar como o salmista: “Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!” (Salmo 32,1). O Senhor é a nossa herança. Ele é o nosso tesouro. Um bem que ninguém pode nos roubar, porque a sua morada é o nosso coração.
O mesmo Deus que pede nossa colaboração na missão de semear formou o nosso coração e se interessa por todos os nossos atos (Salmo 32,2). Nosso coração é modelado pelo amor de Deus. Você já parou para refletir sobre está verdade? O Senhor se interessa por tudo aquilo que fazemos. Ele tem interesse por nós, pois somos importantes e valiosos aos seus olhos. Só nos interessamos pelas pessoas que nos são importantes não é mesmo? O Senhor se interessa por mim e por você!
Semear o amor de Deus, aceitar com alegria nossa condição de humildes cooperadores, reconhecermos o amor e o interesse do Senhor por cada um de nós são dádivas a serem descobertas diariamente em nossa vida.
Que você descubra a cada dia o imenso amor do Senhor por você!.