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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quarta-feira, 14 de julho de 2010

SENHOR DE TUDO E DE TODOS

A autoridade que Jesus Cristo recebeu do Pai ao ressuscitar, segundo sua própria declaração em Mateus 28.18, é uma autoridade universal: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”. Em outras palavras, sua autoridade se estende sobre a totalidade da criação e sobre todos os aspectos da vida humana. Não há nada nem ninguém que esteja fora da órbita da autoridade de Jesus Cristo. Ele tem autoridade não apenas sobre a igreja, mas também sobre o mundo. Não apenas sobre o domingo, mas também sobre o restante da semana. Não apenas sobre o que está relacionado com as práticas religiosas, mas também sobre o que concerne à família e ao trabalho, à arte e à ciência, à economia e à política.

Isto não significa, porém, que todos reconheçam essa autoridade de Cristo, mas sim que todos deveriam reconhecê-la. Com efeito, o que distingue os cristãos dos não-cristãos é o fato de que aqueles reconhecem e, portanto, confessam, a autoridade universal de Jesus Cristo e vivem à luz desse reconhecimento, enquanto estes não a reconhecem nem a confessam. Como afirma o apóstolo Paulo: “Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam” (Rm 10.12). Como veremos mais adiante, isto é o que torna necessária a missão da igreja, cuja essência é a proclamação de Jesus Cristo como Senhor. “Isto é, a palavra da fé que pregamos. Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo (Rm 10.8b-9).
Infelizmente, com muita frequência nós cristãos nos deixamos levar pela dicotomia entre a esfera do sagrado e a esfera do secular. Fazemos separação entre a ética e a religião, entre o público e o privado, entre o mundo e a igreja. Como consequência, estamos marcados pela incoerência entre nossa confissão de Jesus Cristo como Senhor de tudo e de todos, por um lado, e nosso estilo de vida, por outro.
Esta incoerência se faz visível hoje em dia, por exemplo, na maneira como permitimos que a sociedade de consumo defina nosso estilo de vida, impondo-nos valores alheios aos do reino de Deus. A sociedade de consumo transformou o aforismo do filósofo francês Rene Descartes “cogino, ergo sum” (“penso, logo existo”) em “consumo, logo existo”. Como resultado, a maioria das pessoas na sociedade moderna, especialmente no mundo dominado pelo capitalismo, não consome para viver, mas vive para consumir. Pressupõe que, se uma pessoa quer chegar a ser “alguém” entre seus contemporâneos, deve ter capacidade para adquirir os símbolos de “status” que a sociedade de consumo oferece. E, para alcançar este objetivo, muitas pessoas estão dispostas a pagar um alto preço: a saúde, as boas relações conjugais e familiares, a satisfação fruto do exercício de uma vocação escolhida livremente.
Em contraste com o estilo de vida que reflete os valores da sociedade de consumo, o estilo de vida coerente com a confissão de Jesus Cristo como Senhor de tudo e de todos renuncia a estes valores e se compromete com a realização do propósito de Deus para a vida humana exemplificado por seu Filho. É um estilo de vida em que prevalecem os valores do reino de Deus que se resumem em “shalom”: harmonia com Deus, harmonia com o próximo, harmonia com a criação de Deus. E é nesta direção que aponta a missão integral.

A TURMA DE JESUS.

Enquanto viveu aqui como Filho de Deus e como Filho do homem, Jesus nunca esteve sozinho, nem em seu nascimento, nem em seu ministério, tampouco na sua morte e ressurreição.

Ele estava cercado de anjos, desde o anúncio da concepção dado à Maria -- “Você ficará grávida e dará à luz um filho, e lhe porá o nome de Jesus” (Mt 1.23) -- até o anúncio da ressurreição, dado às mulheres que foram ao túmulo para embalsamar o seu corpo -- “Sei que vocês estão procurando Jesus que foi crucificado [mas] ele não está aqui; ressuscitou como havia dito” (Mt 28.5-6).
Ele estava cercado de pessoas prontas para servi-lo em qualquer circunstância: Maria emprestou-lhe o ventre, o colo e o seio; certo morador de um povoado próximo a Betfagé emprestou-lhe uma jumenta e o seu jumentinho para a entrada triunfal; outro proprietário emprestou-lhe uma grande sala mobiliada e arrumada em Jerusalém para ele comer a Páscoa com os discípulos; e mulheres da Galileia, curadas e perdoadas por ele, davam-lhe assistência com seus bens. Até as crianças o rodeavam e gritavam espontaneamente: “Viva o Filho de Davi!” (Mt 21.15, BV).
Jesus estava cercado de pecadores, considerados, na época, os piores de todos, como os publicanos e as prostitutas.
Pessoas de certo prestígio e de posses se aproximavam de Jesus e lhe prestavam algum benefício. Entre elas está Joana, mulher de Cuza, que era procurador de Herodes Antipas. Outros dois são Nicodemos e José de Arimateia, ambos ricos, conceituados e membros do Sinédrio. Inicialmente discípulos ocultos de Jesus, eles saíram corajosamente do armário quando solicitaram a Pilatos o corpo do Senhor e o desceram da cruz para embalsamá-lo e dar-lhe sepultura.
A natureza também esteve ao lado de Jesus. Na escuridão da noite em que ele nasceu, houve imensa claridade, porque a luz gloriosa do Senhor brilhou nos céus de Belém. Na claridade do dia em que ele morreu, houve densas trevas sobre a face da terra, porque “o sol parou de brilhar” do meio-dia às 3 horas da tarde. Para tornar aquela tarde ainda mais sinistra, a terra tremeu e as rochas se partiram.
É muito significativo que, depois de quase dois milênios, o nome de Jesus não caiu no esquecimento e suas palavras e milagres são continuamente lembrados em todo o mundo. Havia tanto assunto sobre Jesus que João temia que o mundo inteiro não seria suficiente para caber todos os livros a serem escritos (Jo 21.25). O fenômeno persiste até hoje: três dias antes do Natal de 2002, o “Jornal do Brasil” publicou um artigo de Deonísio da Silva, professor da Universidade de São Carlos, o qual mencionava que haviam sido publicados mais livros sobre Jesus entre o final do segundo milênio e o alvorecer do terceiro, do que em todos os séculos anteriores.
Porém, Jesus não é e nunca foi unanimidade. No correr do tempo, ele tem sido o centro da atenção de muitos e também o centro da repulsão para outros tantos. Todavia, quando se anuncia o evangelho com autoridade, coerência e convicção, muitos se convertem e fazem questão de se chamar “a turma de Jesus”!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

TEOLOGIA DA PROPRIEDADE

Estava lendo um texto de Max Weber e, em uma das partes, fiquei chocado com a atualidade da descrição que ele faz da noção do merecimento de bênçãos no universo religioso por parte dos fiéis.

Os afortunados raramente se contentam com o fato de serem afortunados. Além disso, necessitam saber que têm o direito à sua boa sorte. Desejam ser convencidos de que a "merecem" e, acima de tudo, que a merecem em comparação com os outros. Desejam acreditar que os menos afortunados também estão recebendo o que merecem. A boa fortuna deseja, assim, "legitimar-se".
WEBER, Max. A psicologia social das religiões mundiais. In: ____. Ensaios de sociologia. 3.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1974. p.314.
Pensando bem na terminologia empregada para designar a pregação de bens materiais e o materialismo-consumista que invade, descaradamente, os púlpitos na atualidade, acredito que não seria sacrilégio mudar a corrente designação. Por que teologia da prosperidade? Por que não teolorgia da propriedade?
Vamos por partes, como o Jack - já que a moral anda tão degradada. Teolorgia: por quê? O Houaiss define orgia como "festa que se caracteriza pela euforia, pelos excessos de bebida, de desregramentos etc.; abundância, profusão". E não é isso que acontece na consciência daqueles que propagam a dita cuja? Se teologia ainda é o "estudo de Deus e suas relações com o homem", não consigo entender como se pode conceber a ideia de que, por ser filho do Rei e demais jargões de boca, tenho o direito de exigir prosperidade. Bíblica e historicamente, percebo que o homem e a mulher se enriquecem através do seu trabalho. E o trabalho, que é consequência do pecado, é o instrumento usado por Deus para nos dignificar.
Quem quer dinheiro? A maioria da população brasileira aprendeu, com o Sílvio Santos, a responder a essa questão inserindo-se na lista de interessados. A riqueza, o dinheiro é nosso desejo. Ainda que a teolorgia da propriedade não tenha suas raízes nas terras tupiniquins, o território brasileiro constitui, para ela, espaço ideal para propagação. Você ainda se lembra que nossa sociedade se caracteriza por uma minoria rica e uma esmagadora maioria pobre?
Não parece estranho tentar elaborar uma justificativa para legitimar esse desejo? Não soa absurdo cometer crimes à exegese para forjar um respaldo bíblico à nossa ganância? Talvez, por estarmos tão acostumados em tentar justificar nossos próprios erros, nem nos damos conta do perigo que é levar adiante as mentiras sobre nós mesmos, contando mais uma meia-verdade. Adão e Eva tentam esse método desde quando comeram o fruto proibido no Éden.

A RESPOSTA DE DEUS AO MAL


Há enigmas que, enquanto o Reino de Deus não vier em sua completa plenitude, permanecerão objeto das mais variadas especulações. E, honestamente, não sei se, frente à grandeza deste Reino (afinal, o apóstolo Paulo afirma que "Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam" - cf I Co 2.9) estaremos preocupados em buscar respostas às então velhas questões que nos aborreciam nos dias de hoje. Um deles é a presença constante do mal.

O mal acompanha o ser humano por onde quer que ele vá. É inescapável. Tanto pelas suas próprias ações, quanto pelas ações exteriores, os chamados "desastres naturais" (ainda que muitos possam ser, direta ou indiretamente, atribuídos a sua ação, outros seguramente não o são) atingem a todos, sem distinção facilmente perceptível.
Há diversas explicações, nenhuma satisfatória. Uma, baseada no livro da Antiga Aliança, propõe que o mal é resposta de Deus as ações inadequadas ou pecaminosas do homem. Raciocínio que remete a cada um de nós à infância, onde havia muito da relação boa ação = premiação e má ação = punição. Poderosa regressão, que transmite a subjetiva certeza de que o raciocínio está correto.
Contudo, Jesus adverte no Sermão da Montanha de que Deus Pai "faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos" (cf. Mt 5.45). Ele desafia a noção simplista de que todo (e este advérbio é que faz diferença) mal é punição. Sim, pode acontecer, e exemplos bíblicos não faltam. Mas há uma certa porção de mal distribuída a todos, indistintamente (aparentemente), sem que faça sentido muitas vezes. Por que Estêvão tinha de morrer? e o apóstolo Tiago? por que Paulo sofreu tanto no seu ministério*? por que boas pessoas, incluindo cristão verdadeiros, morrem em terremotos, tsunamis, enchentes, acidentes, doenças potencialmente curáveis...?
Outra explicação afirma que Deus aperfeiçoa seus filhos através do sofrimento. Ideia algo trágica...por que o crescimento em santidade e caráter somente pode ser moldado por graus extremos de sofrimento? Não seria moldado pelas pequenas (ao menos na superficialidade) dificuldades do cotidiano, sendo o mal maior apenas o efeito colateral de vivermos neste mundo que "jaz no maligno"? Contudo, as Escrituras afirmam que "o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho" (cf. Hb 12.6). Mas o contexto do versículo é a luta do cristão contra o pecado, sua busca de santificação, e não o mal...
Na oração do Pai Nosso Jesus ensina a orar suplicando para sermos livres do mal (cf Mt 6.13) e na sua oração na última ceia, intercedeu para que não fôssemos retirados do mundo, mas, sim, livres do mal (cf Jo 17.15). A oração dEle não é ouvida? Ou nós entendemos errado o significado da palavra "mal"?
A encarnação de Deus em Jesus me parece ser a única resposta adequada, mas insatisfatória frente ao nosso sofrimento. Ele se faz homem, e habita entre nós. Por livre e soberana decisão, opta por ser companheiro de seus compatriotas em todos os sofrimentos da época. E por livre e soberana decisão, tomada mesmo antes da criação do mundo, aceita ser vítima de injustiça: não foi julgado por um crime ou ofensa real, mas inventada - portanto, sua morte não foi consequência de suas ações humanamente falando. Identificando-se com nossa necessidade de redenção, aceita ser o sacrifício perfeito. Associando-se ao nosso sofrimento, sua execução não é rápida, mas lenta e dolorosa. Ele não sentiu todos os sofrimentos que somos capazes de experimentar, mas vivenciou duríssimas provas, tanto físicas como psicológicas e espirituais.
A resposta de Deus ao mal é solidariedade. É empatia. É estar junto. É oferecer ombro amigo. É oferecer compaixão. Não fala da origem, ou da razão, do mal. Mas combate-o da forma mais poderosa possível, destruindo a solidão, a falta de sentido, dando suporte firme as nossas fraquezas e temores.
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cf II Co 11.23ss: entre outros, 195 açoites,1 apedrejamento, 3 naufrágios

OBRIGADO SENHOR

Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito?" (Sl 116.12).

Vemos neste texto, o salmista preocupado e perguntando a si mesmo, o que daria ao Senhor pelos benefícios recebidos. Enquanto muitos estão querendo ser agradados; é bom preocuparmos em agradar ao Senhor. O sentido real de culto e adoração é entregar, oferecer, doar ao Senhor. A primeira vez que o verbo adorar aparece na bíblia é em Gênesis 22.5, quando Abraão ia entregar o seu filho Isaque. Ele estava subindo para sacrificá-lo ao Senhor; estava oferecendo a Deus o que tinha de melhor. Isso sim, é adorar; isso sim, é cultuar ao Senhor; e não somente pedir.
Muitos crentes ao sair de casa para irem ao culto dizem: "hoje quero receber algo" e realmente estamos sempre recebendo algo da parte do Senhor, pois isso é bíblico (Mateus 7.8). Entretanto, não podemos inverter as prioridades; primeiro "[...] o reino de Deus e sua justiça", depois as nossas necessidades (Mateus 6.33). "Ninguém apareça de mão vazias perante mim", essa era a exigência em Êxodo 23.15. O Senhor está sempre pedindo algo de nós. Feliz aquele que está sempre pronto a oferecer.
Tomarei o cálice da Salvação – O salmista estava assumindo um compromisso de viver uma vida comprometida com o reino de Deus. A expressão ‘tomar o cálice’, mostra que ele bem sabia que isso implicaria em uma renúncia total ao mundo e seus deleites. Não obstante, muitos tentarem facilitar o caminho para o céu através de atalhos e outros artifícios, ainda existem aqueles que estão dispostos a atentar para uma tão grande salvação (Hebreus 2.3).
Invocarei o nome do Senhor – Mesmo quando muitos se fiam em socorros terrestres, o Senhor se alegra daqueles que confiam em seu nome e reconhece que é vão o socorro do homem; enquanto muitos confiavam em carros e cavalos, os que confiam no Senhor jamais farão da carne o seu braço forte (Jeremias 17.5), mas invocarão o nome do Senhor. Isso fala de uma vida de fé, que realmente agrada a Deus (Hebreus 11.6).
Pagarei os meus votos – Certamente havia alguns votos que estavam no esquecimento, mas agora nascia um sentimento verdadeiro que fazia com os votos não cumpridos fossem lembrados. É bom não esquecermos de cumprir nossos votos. No momento da tormenta e da dor, fazemos votos que são facilmente esquecidos quando tudo se faz bonança. Faça uma introspectiva e veja se existe algum voto por cumprir com aquele que sempre atende aos nossos pedidos.
Creio que ao ler essas linhas, o Espírito Santo toca em você e te comunica algo que Ele está esperando de ti. Não sei o que o Senhor te pede nesta hora, mas tenho certeza que alguma coisa você precisa entregar ao Senhor. Talvez não seja o Isaque, como no caso de Abraão, ou metade das riquezas, como no caso do jovem rico; talvez seja apenas os cinco pães e dois peixes, mas certo é, ele te pede algo.
“Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o SENHOR pede de ti [...]” (Miquéias 6.8).