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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A CRUZ TROCADA


Há uma poesia chamada "A Cruz Trocada", que fala de
uma mulher que, muito cansada, achou que a sua cruz
era mais pesada do que a das pessoas à sua volta, e
desejou trocá-la por outra.
Certa vez sonhou que tinha sido levada a um lugar
onde haviam muitas cruzes, de diversos formatos e tamanhos.
Havia uma bem pequena e linda, cravejada de ouro
e pedras preciosas. "Ah, esta eu posso carregar facilmente", disse ela.
Então tomou-a; mas seu corpo frágil estremeceu sob o peso daquela cruz.
As pedras e o ouro eram lindos, mas o peso era demais para ela.
A seguir viu uma bonita cruz, com flores entrelaçadas ao
redor de seu tronco e braços. Esta seria a cruz ideal, pensou.
Então tomou-a; mas sob as flores haviam espinhos,
que lhe feriram os ombros.
Finalmente, mais adiante, viu uma cruz simples, sem jóias,
sem entalhes, tendo apenas algumas palavras de amor inscritas nela.
Pegou-a, e viu que era a melhor de todas, a mais fácil de carregar.
E enquanto a contemplava banhada pela luz que vinha do
céu, reconheceu que era a sua própria cruz. Ela a havia
encontrado de novo, e era a melhor de todas, e a que
lhe pareceu bem mais leve.
Deus sabe melhor qual é a cruz que devemos levar.
Nós não sabemos o peso da cruz dos outros.
Invejamos uma pessoa que é rica; a sua cruz é de ouro
e pedras preciosas, mas não sabemos o peso que tem.
Ali está outra pessoa cuja vida parece muito agradável.
Sua cruz está ornada de flores.
Se pudéssemos experimentar todas as outras cruzes que
julgamos mais leves do que a nossa, descobriríamos por
fim que nenhuma delas é tão certa para nós como a nossa.

QUANDO DEUS NOS OLHA

Uma senhora gostava de repetir uma singular experiência que vivera

na sua juventude. Nascera numa pequena aldeia e, filha de uma
família modesta, herdara a profissão da mãe - costureira.
Certo dia, a maquina apresentou um sério defeito e precisou ser levada
a uma oficina de consertos que distava vinte quilômetros da aldeia.
Colocaram-na num carrinho e se servindo da companhia de
uma amiga pôs-se a caminho.
Quando chegaram, o técnico disse-lhes que o conserto demoraria algumas
horas - o que de fato ocorreu. Portanto, já era noite quando as duas jovens
retomaram o caminho com destino à aldeia.
A quietude da noite as incomodava grandemente e, temendo algum
encontro desagradável, especialmente na floresta que forçosamente
teriam de atravessar e que ficava distante de qualquer moradia,
ambas concluíram que em tais circunstâncias só poderiam contar
com a proteção do Senhor.
Ajoelharam-se à beira do caminho e humildemente suplicaram a Deus que
as guardasse e as livrasse de qualquer forma de perigo.
Com os corações reconfortados prosseguiram na caminhada, seguras da
presença do Senhor. Com um pouco mais de tempo, entraram na floresta.
A noite estava clara, mas a sombra da folhagem escurecia de tal maneira
a estrada que elas nem sequer podiam ver onde colocavam os pés; porém,
seguiam confiantes, sabendo que o Pai nunca desampara aqueles que o buscam.
E nesse pensamento, de repente, viram um enorme cão pastor saído
de algum ponto da floresta, aproximar-se delas e caminhar lado a lado
com as duas. Ambas esperavam que o dono do cão aparecesse a qualquer
momento, mas isso não aconteceu e lá seguiram elas o seu caminho,
acompanhadas por aquele guarda providencial.
A escuridão crescia à medida que a floresta ficava mais densa e, em dado
momento, eis que um homem atravessou-se no caminho, bem perto
das jovens, enquanto elas, espantadas, se detiveram à medida que ele ia se
aproximando. Foi aí que o guarda providencial entrou em ação.
Eriçou os pêlos, arqueou o corpo e se preparou para saltar sobre o intruso.
Este, vendo as intenções do inimigo com quem teria de se bater
embrenhou-se de novo na floresta. O animal prosseguiu caminhando ao
lado das duas, até chegarem à casa da costureira.
Quando aliviadas abriram a porta e entraram, viraram-se para
chamar o cão, na intenção de agradá-lo, mas o animal já havia se
afastado e desaparecido na noite escura tão misteriosamente como
havia aparecido, quando atravessavam a floresta.
As duas jovens nunca mais viram o animal.
Desconheço a autoria

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O DIREITO QUE NÃO TEMOS.




              A Pessoa Humana muitíssimos Direitos TEM. Praticamente, Direitos Deveres Mais do que. O primeiro dos Direitos e O Direito à Vida. Podemos e devemos Lutar Por Todos Os Nossos Direitos, inda Mais, trata QUANDO SE do Direito de viver. Adendos e Anexos um elemento OS Estão os Direitos de paz em viver, com Relativo Conforto, Lar e núm NUMA Casa Digna, responsavel com Liberdade e com o Mínimo Necessário n Uma Vida Digna. nsa PoDE Isso LeVar uma escolas Lutar Por Mais, Mais asfalto, Mais água, luz e esgoto Mais, plantar parágrafo terra, PREÇOS acessíveis Mais, Menos Juros, Mais Segurança, Associação de Direito, direito de ir e vir, direito de CRER, direito Falar de, direito de discordar.

Mas há, segundo uma Igreja, Direitos Não temos Que, POR CAUSA dos Direitos TEM Que o Outro. Por isso mesmo, nao EXISTE O Direito de Matar. É Mais O motivo do Obvio que. Se dez Todos o Direito de viver, tem então Ninguém o Direito de Matar, Nem o Estado. Pôde ISOLAR o cidadão NUMA Prisão, Por Causa do mal Que Fazer Pretende fez ou. Não PoDE prende-lo, discorda PORQUE só. Mas, Matar, Nunca! Somos Contra a Pena de Morte. E Somos pena ESTA contra, Não Somente Para os Adultos; ELA Também se estende AO AO Embrião e Feto Humano. Não temos Nem Mesmo o Direito de Matar Embrião hum, Que Não Parece Humano, Mas e Um Futuro adulto.
QUANDO como Mulheres Que Estão os descobrem grávidas Vão AO médico, nao dez PORQUE Uma excrescência INDESEJÁVEL, UM OU tumor Dentro do Seu útero e, sim, PORQUE Uma Vida Dentro delas se manifestou. Certeza ter Pararam de menstruar e foram. Diferente da Vida delas ESTA Nova Vida comecou dar uma Sinais. Algo Mais do Que, Aconteceu Alguém Diferente não Seu Corpo. O Pequeno intruso PoDE ter Ou não ter Sido planejado, mas, A partir DAQUELE momento, uma mulher TEM Deveres Que Não tinha antes. Toda mulher TEM O Direito de Ser OU ser mãe Não, Desde Que Não mate nenhuma Vida Por Direito Seu Este. Vale Dizer Que uma mulher TEM OU O Direito de Não conceber de conceber, mas, Concebida Uma Vez Uma Vida, Seu Acabou o Direito de ser mãe Não, PORQUE Esse Direito vai significar uma morte da Vida Que Dentro dela comecou.
HA Direitos Que temos não. O piloto, em geral, Não É Nem Que pilota dono do Avião, e Certamente Não o E dos Passageiros não entraram Que Avião Que Ele comanda. OS VIU Não Rostos, Nem SABE OS Nomes de Quem Ele vai LeVar AO Destino Por eles escolhido. Seu Direito de Ser piloto A partir da Entrada dos Passageiros Avião não, se transforma em dever. Leva-los, sãos e salvos, Seu Destino AO. Como Mulher e piloto. A Vida Que Nela se formou, Não Importa Como tenha entrado, Pertence LHE não. Goste goste Ou não, DEVE levá-la ao nascimento, PORQUE TEM culpa Aquela Vida Não fazer nenhum Que Aconteceu útero dela.
 Igreja Católica Ultimamente Que Virou saco de pancadaria em Certo tipo de Mídia e E duramente criticada Por sua POSIÇÃO inflexível contra o aborto, faz o Que Acha Que Faz PORQUE UM Matar e Direito temos que não. É contra o aborto, pela mesma Razão Que Faz um Ser contra uma pena de morte. Gostaríamos de livrar nsa, De uma Vez Por Todas, de certas Pessoas incômodas, Podemos Mas não. Mesmo Assassinas, ELAS Possuem o Direito de viver. Se matarmos assassino um, um Não Ser Na Hora da agressão e Defesa legitimação em, Faremos o Que Ele Fez e Outros com nsa tornaremos Como ele. Se matarmos feto um, sim este, semper indefeso, Faremos uma MESMA Coisa Que o assassino fez: Decidiu Eliminar Alguém PORQUE Achava OBJETIVO Seu Maior do Que ESTA Vida Humana. Demos o que nome dermos AO Nosso ato, o Fato UM E para: matamos Uma Vida Que se formava Dentro de Uma Mulher. Não era hum tumor. Era hum Ser Humano do Futuro! Simplesmente temos, nao Direito tal!
 Pe. Zezinho, scj

Local: São Paulo (SP)
A primeira coisa a entender é que não se trata de instâncias opostas entre as quais precisemos optar, nem de níveis diferentes de prioridade. Todas essas “obediências” estão ordenadas ao mesmo fim, que é unir o homem a Deus.

E já que Deus nos “cerca” de forma assim tão ampla, é bom lembrar que a união com Deus não é uma prisão ou uma limitação, mas é, ao contrário, a única forma pela qual o homem pode realizar-se e encontrar sua felicidade. Portanto, o objetivo que está por trás dessa “obrigação” de obedecer a Deus é, simplesmente, a nossa felicidade, o nosso interesse, o nosso bem.
Alguns teólogos pós-modernos sentem dificuldade para compreender isso, e, em seus pruridos de independência, olham feio para os antigos que, cheios de humilde reverência, diziam que nossa missão neste mundo era dar glória a Deus. E esquecem-se de que esses mesmos antigos sabiam muito bem que “a glória de Deus é o homem vivo”... Que Deus é glorificado quando o homem é feliz, quando tem vida em abundância, quando chega a desenvolver em plenitude todas as suas potencialidades, especialmente as mais nobres. Para isso Jesus se encarnou e morreu na cruz... E ouso acreditar que esses antigos, que se esqueciam de si próprios para dar glória a Deus e assim ensinavam a fazer, eram mais felizes e espalhavam mais felicidade em torno de si do que aqueles que, hoje, destronam Deus de sua glória com a desculpa de que o poder não combina com a misericórdia.
Acontece que, assim como não se beneficia a humanidade envenenando o ar que ela respira ou a água que lhe é essencial – ainda que, numa visão imediatista, tais coisas sejam feitas visando o progresso e o bem-estar – da mesma forma, não se promove o bem do homem afastando-o da fonte criadora e alimentadora de sua vida, que é Deus. Isso é feito, muitas vezes, de forma disfarçada, por uma sutil negação da superioridade e transcendência dessa fonte que é também a nossa meta, levando-nos assim a negligenciar a honra e a submissão que lhe devemos. Dessa forma, só conseguimos dificultar nossa felicidade, ainda que, dentro de um ponto de vista estreito, tal “rebeldia” possa às vezes parecer benéfica.
Nunca se busca demasiadamente a Deus, no sentido de renunciar a si próprio para entregar-se à sua vontade, de reconhecer-se dependente dele. Nesse campo, nunca se peca por excesso, apenas por falta, porque quanto mais completamente nos submetermos a Deus, melhor será para nós, em qualquer sentido. O que pode acontecer – e acontece com frequência – é nos enganarmos, pensando estar buscando a Deus quando, na verdade, estamos buscando a nós mesmos, iludidos sobre o que é melhor para nós.
Exatamente por isso é que existem essas “instâncias” complementares – instituídas pelo próprio Deus – para nos auxiliar no discernimento do caminho que nos levará à felicidade. A função da consciência é, justamente, indicar-nos qual é a vontade de Deus. Não se obedece a Deus “ou” à consciência, ou primeiro a Deus, e, depois dele, à consciência. Obedece-se a Deus sempre, e a consciência nos ajuda a fazer isso, como também as leis e as autoridades.
Mas é bom lembrar, também, que o mandamento de Deus é que o amemos acima de tudo, não que o obedeçamos acima de tudo. A obediência é consequência do amor, e não tem sentido sem ele. Sem amor ninguém obedece, e, quando o faz, é por medo, por coação, por imposição, como os escravos e prisioneiros. Trata-se então de uma obediência que não envolve a livre vontade e decisão, e, por isso, não tem valor para Deus. Ele não nos quer escravos, mas livres. Não nos quer servos, mas filhos (por isso as tábuas da Lei foram entregues depois da libertação do Egito, não antes). Quem se refere à obediência a Deus como algo castrador e imposto de forma tirânica, certamente não ama a Deus, nem compreende o seu amor.
Por outro lado, quem ama obedece naturalmente, espontaneamente, sem esforço e sem sentir-se pressionado, porque todo aquele que ama gosta de agradar ao ser amado e de realizar seus desejos, nisso encontrando sua própria realização. Quem ama a Deus nunca se sente “carregando um peso” ao obedecer-lhe; ao contrário, sente-se privilegiado, honrado, libertado, realizado.
Porque o que nos prende, nos limita e nos rouba a dignidade são exatamente aquelas coisas e atitudes que nos afastam de Deus e de seus caminhos, de sua vontade, de sua graça.
O que nos afasta de Deus, portanto, é mau e nos faz mal. Sabemos, porém, que o mal costuma disfarçar-se de bem, para melhor nos enganar e nos seduzir. Por isso, Deus colocou em nós esse “instinto” natural a que chamamos “consciência”, para nos ajudar a discernir entre o bem e o mal.
Mas a consciência não é autônoma: para exercer seu discernimento, ela depende do conhecimento que temos, das virtudes que cultivamos, etc. Como lembrou o leitor em sua carta, nossa visão é muitas vezes obscurecida por nossas faltas, por idéias erradas, por sentimentos como angústia, ansiedade, medo e dor. Todas essas circunstâncias podem amortecer, confundir ou sufocar a consciência...
Por isso existem os preceitos e mandamentos, como também as autoridades instituídas: para servir como balizas, sinais de trânsito que indicam a direção correta, para que não nos percamos no caminho. Cada uma dessas instâncias tem seu âmbito próprio de ação, e todas se complementam mutuamente.
São Tomás de Aquino dizia ser mais importante obedecer à consciência do que a qualquer outra instância, inclusive a Igreja. Mas isso não significa que a Igreja nos ensine algo errado, e sim, que as suas normas são genéricas, nem sempre prevêem as circunstâncias específicas. Por isso, cabe à consciência interpretar o “espírito” da norma em cada caso, o que não significa passar por cima da norma. Por exemplo, se estamos a caminho da missa e nos deparamos com um acidente onde podemos socorrer a vítima, a consciência nos diz que, nesse caso, a atitude correta é prestar serviço, mesmo que isso nos impeça de cumprir o preceito da missa dominical.
Mas esse discernimento nem sempre é fácil, e por isso Deus nos concede a ajuda das autoridades instituídas, a quem devemos obediência: os pais, os superiores religiosos, os bispos, o Papa...
Quando, por amor a Deus e por obediência, submetemo-nos à decisão de uma autoridade religiosa legítima, podemos ficar absolutamente tranquilos, ainda que não concordemos com a alternativa escolhida. É muito diferente fazer algo que não queremos, e fazer algo que nossa consciência condena. São Tomás de Aquino tinha em mente a preocupação em evitar o pecado, e não, ao contrário, em permiti-lo – que é geralmente a motivação que nos leva, hoje, a buscar pretextos para ignorar as leis de Deus.
Se, depois de esgotadas todas as possibilidades de diálogo com as legítimas autoridades religiosas, subsistir uma verdadeira objeção de consciência, esta deve prevalecer; mas isso dificilmente acontecerá, uma vez que todas essas instâncias visam ao mesmo objetivo: discernir a vontade de Deus.
Margarida Hulsho    Local:Holambra (SP) Inserida por: Administrador

terça-feira, 8 de junho de 2010

VOCÊ JÁ ESTA TODO LIMPO ?


Ser discípulo de Jesus é, antes de tudo, estar disposto a aprender com Ele e imitá-lo.

O problema é sair do plano teórico e botar a mão na massa.
Certos comportamentos humanos expressam o nível de indisposição de seguir o caminho da humilhação e da renúncia, ensinado pelo Mestre e Salvador, Jesus Cristo.
Esta é a razão pela qual algumas atitudes do Mestre foram inicialmente incompreendidas pelos Discípulos.
Quando Jesus resolveu lavar os pés de Pedro, este assim falou: "... Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu te não lavar, não tens parte comigo. Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, não só os meus pés, mas também as mãos e a cabeça. Disse-lhe Jesus: Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais está todo limpo. Ora vós estais limpos, mas não todos. Porque bem sabia ele quem o havia de trair; por isso disse: Nem todos estais limpos. Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e se assentou outra vez à mesa, disse-lhes: Entendeis o que vos tenho feito? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes" (João 13:8-17).
Esta passagem bíblica lida é a expressão viva do verdadeiro chamado do Evangelho.
Em outras passagens bíblicas, Jesus também declarou que segui-lo requer atitudes de abnegação, humildade e simplicidade.
Nem todos que o ouvem têm vontade de segui-lo. E isto se repete hoje em dia, visto que muitos, embora sendo frequentadores de Igrejas, não levam um compromisso sério com Cristo no seu dia-a-dia.
Já naquela época, após mais uma pregação ungida e desafiadora do Mestre, muitos dos seus discípulos disseram: "Duro é este discurso; quem o pode ouvir?" (João 6:60b)

GETSÊMANI, LUGAR DA PRENSA


O que é uma prensa? Objeto formado de duas hastes para prensar, esmagar, comprimir, moer, principalmente azeitonas na fabricação do azeite. Getsêmani significa "lagar de azeite", era um jardim com muitas oliveiras. Para se extrair o melhor azeite, o extra virgem, as azeitonas são prensadas a frio, então, muitos chamam este lugar, de lugar da prensagem, uma referência a agonia de Jesus. Se olharmos para Isaias 53;5-7, lemos que é exatamente o que está para acontecer com o Senhor Jesus. Neste texto de Mateus, está para acontecer o que Isaías já contempla em seu livro, Ele foi moído pelas nossas transgreções. Olhando para o texto já citado de Isaías, podemos entender o lado humano de Jesus, seu temor, sua agonia e, sobretudo seu amor doador.

Muito além da angústia por você
Esta é uma das poucas passagens sobre Jesus que é narrada pelos quatro Evangelhos, e as descrições deixam claro o sacrifício grandioso de Cristo. Em Mt 26:37 fala do lugar onde Jesus entristeceu-se e angustiou-se, por algumas vezes, Jesus falou para os discípulos a forma como morreria, mas agora, estava a poucas horas de acontecer, parecia pressentir que o povo que o aclamava em sua entrada em Jerusalém, Mt 21, seria o mesmo que uma semana depois, estaria gritando crucifica-o, são as mesmas pessoas, pelas quais Ele morreria. Sentia pavor e angustia, diz Marcos 14:33. Era o mesmo Jesus que em momento de exaltação do povo, quando de sua entrada em Jerusalém, talvez, exaltação esta, motivada pela ressurreição de Lázaro Jo 11:1-46, Jesus chorou, por ver a atitude do coração de cada pessoa, pois quando vêem, acreditam. Ou pelo menos vão à procura. Porém, sem sinceridade.
O lugar da oração não respondida
Getsêmani é o lugar da oração não respondida, “passa de mim este cálice” Mc 14: 36 podemos dizer em uma colocação para nossas vidas que é o lugar certo como motivações erradas, lugar em que o coração do homem é colocado à prova, lugar onde o medo humano quer falar mais alto, medo da reação da família, da sociedade, medo de ser visto como fanático, isto emperra as ações que favoreçam a vontade de Deus, as vezes, são motivações certas, porém, em lugares errados, em que Deus, não pode ouvir. Pois está além de sentimentos religiosos. Que sentimentos movem o seu coração?
Quantos buscam a Deus por uma resposta para seu sofrimento
Getsêmani é o lugar do Cálice do sofrimento não removido, “Por que para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós”. Rm 8:18 “Na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus”. Rm 8:21. Analisando as palavras de Jesus, só podemos imaginar o lado humano Dele em ação, contudo, Deus o fez cem por cento Deus, ao ver, depois de horas de oração, que sua vontade e a de Deus Pai convergiam, então precisava decidir, seguir a vontade do Pai. No entanto, em nosso caso, o apóstolo Paulo parece explicar bem o que acontece, primeiro fala de algo que transpõe nossos sofrimentos, ser participantes dos sofrimentos de Cristo para participarmos de sua glória. 2 Cor.4:17, em termos mais profundos, expressa a transformação e enobrecimento pelo qual passa cada crente com a manifestação de Deus em sua vida, e que através desta manifestação a criação será liberta de suas imperfeições, com isto, virá a regeneração de todas as coisas,MT 19:28; At 3:21;AP 21:1. A libertação em glória a ser desfrutada por todos aqueles que recebem a Cristo com Senhor e SALVADOR. Deus não quer apenas nos livrar dos sofrimentos físicos, e sim, nos renovar espiritualmente.
Conclusão
Para chegar ao Getsêmani, Jesus passou pelo vale de cedrom, “Escuro”, Jo 18:1, neste vale se lançavam ídolos e outras impurezas, 2 Reis 23:4,6,12; 2 Crônicas 29:16. Em nossa caminhada para o Getsêmani, que também é um encontro em sinceridade com Deus, onde colocamos diante Dele nossas fraquezas, devemos passar pelo vale de cedrom, e lançar fora nossos ídolos, e ideologias, somente assim seremos capazes de orar de acordo com a vontade do Pai, e se assim o fizermos seremos atendidos. Pois, “E esta é a confiança que temos para com Ele, que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que Ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito”. I Jo 5:14,15.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

ATÉ QUANDO SENHOR ?

"Até quando te esquecerás de mim, Senhor? Para sempre? Até quando esconderás de mim o teu rosto? Até quando consultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coração a cada dia?" (Sl. 13).

Davi recorre a Deus em um momento de profunda angústia. Quando nossa alma está abatida, a sensação é que os dias e as noites se tornaram muito longos. Os dias são tristes e à noite não há paz. Profunda tristeza, inquietação e dor intensa de alma provocam um desespero tamanho que parece não ter fim. São dias em que o brilho do sol e o silêncio da noite incomodam profundamente. Então, como o salmista, nossa dor grita: "Até quando, Senhor?".
Vários são os motivos que levam alguém a ter uma alma abatida. Quero me deter a um motivo que é o responsável pelas maiores angústias de um cristão. Aquele motivo que a gente esconde a sete chaves, que às vezes escondemos até da nossa própria sombra, mas que lá dentro, lá bem no íntimo, temos a certeza que tem mais um alguém ciente da razão de tamanha tristeza.
Quando o pecado não apenas entra, mas se instala em nossas vidas como uma praga que danifica aos poucos toda a plantação, um sentimento angustiante toma conta de nosso interior. Às vezes chegamos a ser tão dissimulados que nossa face consegue esconder essa dor e sorrir brilhantemente para todos, principalmente para aqueles do nosso convívio cristão.
Essa dor que muitas vezes tentamos disfarçar e driblar de nós mesmos corrói a nossa vida social, emocional e, até mesmo, nossa vida espiritual. São esses pecados que começam aparentemente pequenos, irresistíveis, que vão minando nossa intimidade com Deus, nossos momentos de oração e de leitura bíblica. São esses “pecadinhos” aparentemente inofensivos que nos levam um dia, sem que ninguém entenda, a desistir, de maneira abrupta, de tudo o que foi construído, quer seja família, convívio com a igreja e com os amigos.
Mas quero falar dessa tristeza que nos desestabiliza, mas que ainda está naquele nível de conseguirmos dissimular para os outros. É nesse aspecto que muitos passam dias, semanas, meses, anos se lamentando: “Até quando consultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coração?”. Às vezes o pecado é tão sutil que apesar de termos sido avisados pelo Espírito Santo que era algo cruel, como parecia ser ínfimo, continuamos nele ao ponto de não mais sabermos o motivo que nos leva a tanto lamento.
São nessas horas que precisamos reavaliar seriamente a nossa vida e procurar buscar lá no íntimo o que está nos levando a uma tragédia emocional gradativa. E sempre, exatamente sempre, quando se é cristão, percebemos que há algo errado em nossas vidas e um “algo” que nos faz até ficar tímidos diante de Deus. É quando nos deparamos com um conflito profundo: continuar desejando aquilo ou cortar laços com esse sentimento pecaminoso? Continuar fazendo aquilo ou abandonar de vez aqueles atos que ferem a santidade de Deus? Continuar permitindo que o pecado faça cócegas ou parar de sorrir com coisas que são deliberadamente reprovadas por Deus?
Não. Não é uma escolha fácil. É decidir romper de vez com aquela angústia. É decidir romper de vez com todo o embaraço que te leva a uma eterna tristeza. É decidir romper com o que você ama, mas que ao mesmo tempo, Deus abomina. É decidir obedecer, e obediência nem sempre é algo fácil. A obediência só se torna mais fácil quando amamos mais àquele a quem devemos obedecer, do que a nós mesmos. É isso! Peça a Deus que te conceda mais amor por Ele, que você verá o quanto será mais fácil livrar-se desse laço e, consequentemente, dessa profunda angústia.
Olhe para o Senhor, pois Ele te dará forças para suportar a ruptura e te fazer uma pessoa feliz. Olhe para o Senhor, pois é dEle que vem a salvação. Olhe para o Senhor e diga como o salmista: “Mas eu confio na tua benignidade: na tua salvação meu coração se alegrará” (Sl.13:5). Olhe para o seu Pai, pois Ele te ajudará. “Os meus olhos estão continuamente no Senhor, pois ele tirará os meus pés da rede. Olha para mim e tem piedade de mim, porque estou solitário e aflito. As ânsias do meu coração se têm multiplicado; tira-me dos meus apertos. Olha para a minha aflição e para a minha dor, e perdoa todos os meus pecados” (Sl. 25:15-18).
Creia e não desista de ver um ponto final para essa angústia. Deus está perto de ti. Ele não te desamparará. Que o Senhor te guarde e te abençoe.

TENTAÇÃO..................

"Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência".

Tg 1.13

ATENÇÃO PARA ESSES QUATRO PONTOS:
1) A ação do pecado é rápida.
Quando você disser: O que estou fazendo aqui?..., talvez não consiga mais sair! Por isso, fuja da aparência do mal. A aparência do mal, nunca é feia, pelo contrário, é exatamente aquilo que dá água na boca. A ordem é fugir!! E não abrir diálogo, não ser cordial, cavalheiro, dama. Mas lembre-se, a carne é tão sem vergonha, que vai dizer pra você que está tudo bem, e que deve confiar no seu taco. Nessa hora escute o que o Senhor diz a igreja; Se tuas mãos te fazem pecar, corte-as!! Medida radical.
2) O pecado destrói nossa capacidade de pensar.
Lembra daquela velha brincadeira da tv, onde o apresentador pergunta para o sujeito na cabine; - Você troca esse carro zero, por um sapato furado? O auditório grita desesperadamente para que o individuo não aceite, mas ele infelizmente não "ouve". Por fim, o infeliz responde com sorriso no rosto: Eu troco!!! O pecado nos imbeciliza. Trocamos o paraíso em Adão, e estamos dispostos a trocá-lo novamente por qualquer prato de lentilha.
3) O pecado nos induz a acreditarmos que Deus é injusto.
Para os outros sempre é mais rápido, melhor e maior. Por que o ímpio prospera, disse o salmista Asafe? Esse tem sido o conflito de muita gente. Passamos a lamber as feridas da auto comiseração e a murmurar de tudo e com todos. A ingratidão toma conta. Foi assim com Eva, quando pensou que o Éden não prestava mais. E tem sido assim comigo de quando em quando. Carne contra o Espírito.
4) Nosso ponto forte, pode ser também o mais vulnerável.
O rei Davi glorificava a proteção do Senhor em todos os seus salmos. Mas um belo dia resolveu enumerar a nação de Israel por pura vaidade, contrariando diametralmente suas convicções. João Batista quando foi preso mandou perguntar se Jesus era de fato o Messias... depois de ter dito sobre o mesmo; ...eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Pedro negou o Senhor três vezes após ter jurado lealdade absoluta.
O mais santo dos homens pode ser tentado pelo pior dos pecados. Somos de barro. Qualquer movimento... e... plaft !! Lembre-se; Antes do prato principal, satanás serve os petíscos!!
O conselho da Palavra :
Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da sua carne o seu braço, e aparta o seu coração de Senhor!!
Porque será como a tamargueira no deserto, e não verá quando vem o bem; antes morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada inabitável.
Bendito o homem que confia no Senhor, cuja confiança é o Senhor.
Porque será como a árvore plantada junto ás águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas sua folha fica verde; e no ano da sequidão não se afadiga,nem deixa de dar fruto.
Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo os rins; e isto para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações. Jeremias 17.5-10

MARKETEIROS ESPIRITUAIS.

A vida ministerial de Jesus e de seus Apóstolos foi marcada pela discrição e humildade, virtudes que parecem ausentes na vida de muitos "pastores" dos dias de hoje.




Estranha-me, em alguns dos cultos televisionados, a forma arrogante com que muitos líderes tratam a questão da cura, atribuindo até mais unção de Deus em suas vidas e ministérios. Há um televangelista, que se intitula "apóstolo", a quem as ovelhas do seu rebanho buscam tocá-lo, por acreditarem que receberão alguma benção especial da parte de Deus. Isto caracteriza uma atitude idólatra, que deveria ser combatida por quem se diz ser servo e sacerdote de Deus.
Este tipo de marketing pessoal e/ou ministerial é certamente condenado pelas Escrituras Sagradas.
Lembro-me de algumas passagens biblicas que ratificam o meu pensamento.
Veja o que disse Jesus, logo após ter liberto um homem possesso de demônio: "Volta para tua casa, e conta tudo quanto Deus te fez" (Lucas 8:39a). Observe que, nesta passagem bíblica, Jesus não pediu ao homem para anunciar aos outros que Ele (Jesus) tivera operado aquele milagre. Com isto, aprendemos que Jesus (ser divino em sua essência e substância), buscou unicamente a glória do Pai, quando esteve aqui na terra. Foi por esta razão que Jesus também falou: "Quem fala por si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça" (João 7:18)
No tocante aos Apóstolos de Cristo, observe o que falou Pedro àqueles que viram Deus usá-lo (juntamente com João) para curar um coxo de nascença; "E quando Pedro viu isto, disse ao povo: Homens israelitas, por que vos maravilhais disto ? Ou, por que olhais tanto para nós, como se por nossa própria virtude ou santidade fizéssemos andar este homem ?" (Atos 3:12)
Disse João: "É necessário que ele cresça e que eu diminua" (João 3:30)
Aos fariseus, que eram gananciosos, disse-lhes Jesus: "Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação" (Lucas 16:14-15)
Disse o Apóstolo Paulo: "Porque não é aprovado aquele que se recomenda a si mesmo, mas sim aquele a quem o Senhor recomenda" (2 Coríntios 10:18)