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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

ESPERANÇA, TEREMOS NÓS DIREITO ?


Sou supreendido por evocar e preconizar um discurso paradoxal, isto para não dizer patético; digo isso, em virtude de enfatizar um Cristo dentro de um gueto de idéias e convicções pífias, tão típicas da religiosidade."

A tragédia ocorrida no Haiti traz uma imprescindivel elucubração no que toca o por qual razão de não encontrarmos um ponto de equilíbrio.

Muito embora, a humanidade, e devo ressaltar, com as devidas ressalvas, tenha alcançado progressos colossais tão bem representados pela tecnologia e pela internet, continuamos num via paradoxal.

Basta abrirmos o jornal e observarmos as notícias profusas e espraiadas de um pessimismo pairando na sociedade.

Ora, evito estabelecer uma linha de analise de teor escatológico e de estarmos no itinerário de uma hecatombe apocalíptica.

Por enquanto, lanço a arguião sobre o direito de termos esperança?

Faz-se notar, as alterabilidades no ecossistema (enchentes com efeitos assoladores nas metrópoles, caso da Cidade de São Paulo; as tempestades devastadoras de neve, na Europa; os focos avolumados de intolerância, de conflitos étnicos, de bolsões de miséria e outros valoes de ossos secos disseminados pelo oikos).

Nisto, confesso bater um ponta de indagação do por qual motivo tudo parece alcançar maiores dimensões de infortúnios e mazelas na humanidade.

Por consequência, como cristão fico na berlinda, entre a cruz e espada, num beco sem saída, em muitos momentos.

Afinal de contas, enquanto vertentes representativas eclesiásticas endossam e tornam-se adeptas de uma fé amalgamada ao utilitarismo, ao relativismo e a coisificação da vida, pondo a importância de uma igreja de compromisso, de serviço, de participação e renovação de lado.

Lamentavelmente, vivenciamos os imbróglios de um evangelho regido pelas volições e pelos anseios de uma geração acostumada ao aqui e agora.

Não bastasse, somos bombardeados, a torto e a direita, por uma cultura hedonista e individualista.

Tetricamente, mormente estejamos na igreja, lá no fundo, será que não esperamos o fechar das cortinas e só?

O episódio do Haiti e outras tão presentes no nosso cotidiano nos conduz a pergunta:

- Teremos nós direito a esperança, em um mundo sem o viço da eternidade e tudo indica adaptado ao comamos, bebamos e morramos?

De início, faz-se necessários compreendermos a esperança autêntica, genuína e salutar, estritamente, polarizada no Deus-ser humano Jesus Cristo e de sua Graça.

Sem essa constatação, tristemente, fazermos o percurso de uma esperança mórbida ou desesperadora.

De nada adianta, acredito, piamente, permanecermos num estado de aflição, em decorrência de nos depararmos com todas anomalias fluentes no evangelho.

Tenho dito, já algum tempo, necessitamos vitalmente de sermos banhados pelo Deus-ser humano Jesus Cristo, irmos em direção a um evangelho de cunho comunitário e de interdependência.

Deve-se ressaltar, não faço alusão a nos isolarmos do mundo; digo isso, porque, através de Cristo, ocorre a patente reconciliação entre Deus e o ser humano, o espiritual e o secular, a fé e razão.

Deveras, rogarmos a Cristo por uma restauração da nossa capacidade de conceber a vida regido pela esperança.

Ademais, tenhamos a coragem de irmos em direção a Graça, a Cristo Jesus, e sermos renovados de vida.

O DRAMA DA CRUZ


“Jesus teve as mesmas tentações que nós temos, ainda que ele nunca cedeu a elas nem pecou” -- é o que diz a Bíblia (Hb 4.15, BV). Porém, nenhum de nós passou por uma tentação tão difícil como a que ele experimentou na madrugada de seu último dia de vida.

O momento da tentação
Aconteceu logo após o programa da reunião de despedida realizada no cenáculo de Jerusalém na noite de quinta para sexta-feira. Logo após o lava-pés, a celebração da Páscoa, a instituição da Santa Ceia, a exortação “não se perturbe o coração de vocês”, a promessa de outro Consolador, o discurso da Videira verdadeira, o adeus final, a oração intercessória e o cântico de um dos salmos.

O ambiente da tentação
Em certa altura do Monte das Oliveiras, a 830 metros de altura, fica o Jardim do Getsêmani, do outro lado do ribeiro Cedrom, lugar onde costumeiramente Jesus e seus discípulos oravam (Jo 18.2). Foi exatamente ali que aconteceu a última e mais feroz tentação de Cristo. O fato de ter sido num jardim lembra o jardim do Éden, onde se deu a primeira tentação da história humana, quando o pecado entrou no mundo. O detalhe de que o Getsêmani ficava do outro lado de Cedrom (Jo 18.1), lembra a experiência mais dramática de Jacó, quando ele lutou com Deus e venceu, do lado de cá do ribeiro Jaboque. Era um ambiente aberto e bucólico, numa madrugada de lua cheia.

As andanças de Jesus
Logo na entrada do jardim, Jesus deixa alguns discípulos no ponto “A” e leva outros três para o ponto “B”, um pouco mais na frente. Em seguida, sozinho, avança mais um pouco e chega ao ponto “C”. Depois, faz duas vezes o percurso de ida e volta entre o ponto “C” e o ponto “B”. Ele parece agitado. O que era muito razoável, já que, nos momentos seguintes, ele seria traído com um beijo, negado três vezes pelo próprio Pedro, condenado como réu de morte por um tribunal religioso, açoitado, espancado, ridicularizado (cruz de espinhos na cabeça e cetro de caniço na mão direita), entregue para ser morto pela justiça romana e pregado numa cruz. Se ele não estivesse disposto a beber o cálice, nada disso aconteceria.

Oscilações de humor
Ao chegar ao ponto “B”, na companhia de Pedro, Tiago e João, Jesus “começa a entristecer-se e a angustiar-se” (Mt 26.37). Antes, ele não estava nem triste nem angustiado, a ponto de afirmar aos seus discípulos, enquanto no cenáculo: “Tenho-lhes dito estas palavras para que a minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa” (Jo 15.11). Com Ana, mulher de Elcana e mãe de Samuel, aconteceu o inverso: ela passou da tristeza para a alegria depois de ter orado no templo (1Sm 1.18).

Desabafo
Nunca ninguém fez o que Jesus faz na parada do meio (o ponto “B”). O Verbo feito carne, a imagem visível do Deus invisível, o enxugador de lágrimas alheias, o Todo-poderoso que acalma o mar e repreende o vento, o perdoador da mulher adúltera e da mulher pecadora, o médico dos médicos, o ressuscitador de mortos -- abriu seu coração com Pedro, Tiago e João e desabafou: “A minha alma está profundamente triste até a morte” (Mt 26.38). O texto é mais dramático na NTLH: “A tristeza que estou sentindo é tão grande, que é capaz de me matar”.

Trinta metros adiante
Enquanto os três amigos não conseguem vencer o sono, Jesus, a sós no ponto “C”, encosta a parte mais alta do corpo no chão e ora ao seu Pai: “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres” (Mt 26.39). O teor dessa oração, que seria repetida duas vezes, mostra qual é a tentação pela qual Jesus está passando. É uma tentação atroz: a vontade surpreendente de não beber o cálice transbordante da ira de Deus que iria atingir o ser humano por culpa do seu pecado, caso ele não o bebesse. Alguns dias antes, estando ainda em Cesareia de Filipe, ao norte da Galileia, ele havia sido tentado por Pedro a ter compaixão de si mesmo e evitar a cruz (Mt 16.21-23).

Oração submissa
Embora totalmente livre e soberano, Jesus autoriza: “Não seja feito o que quero [no presente momento da tentação], mas o que tu queres” (Mt 26.39, 42). Em outras palavras, Jesus está dizendo: “Eu quero a tua vontade e não a minha” (BV). Jesus é coerente com o modelo de oração que ele havia ensinado: “Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra [no jardim do Getsêmani, aqui e agora] como no céu” (Mt 6.10). No início daquela semana, pouco depois da entrada triunfal em Jerusalém, Jesus já estava afirmando sua submissão ao sacrifício: “Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora” (Jo 12.27).

Tentação absurda
Já que sacrifícios e holocaustos de animais não podem em absoluto remover pecados, Jesus, antes mesmo de sua encarnação, havia se oferecido para entregar seu próprio corpo como oferta definitiva pelo pecado: “Estou aqui, ó Deus, venho fazer a tua vontade” (Hb 10.7, NTLH). Agora, no Getsêmani, uma vontade contrária e circunstancial muito forte toma conta dele. Todo o esquema de salvação, na antiga e na nova aliança, fica dependurado por um fio. Tornam-se tremendamente incertas a justificação, a santificação e a glorificação do miserável pecador!

Totalmente impossível
É verdade que Jesus usou a condicional “se possível” na oração do Getsêmani. Mas não era possível, a bem do pecador, afastar de Jesus o cálice da salvação. Desde o Jardim do Éden, desde a queda, “não havendo derramamento de sangue, não há perdão de pecados” (Hb 9.22, NTLH). Nossa redenção não é por meio de coisas perecíveis como prata ou ouro, “mas pelo precioso sangue de Cristo, como um cordeiro sem mancha e sem defeito”, planejada antes da criação do mundo (1Pe 1.18-21). É o sangue de Jesus que nos purifica de todo pecado (1Jo 1.7). Todo o processo depende de Jesus, dependia da cruz. Jesus não podia falhar -- e não falhou.

Gotas de sangue
O sofrimento é tão grande que o suor de Jesus fica vermelho, transforma-se em gotas de sangue cai no chão, onde está o seu rosto (em termos médicos, o que acontece é uma hematidrose). O sofrimento é tão grande que Jesus resolve orar mais intensamente (a oração é um recurso para ele e para nós, em qualquer drama). O sofrimento é tão grande que vem ao seu encontro um anjo do céu que o conforta e lhe dá bom ânimo, ajuda indispensável para quem precisa vencer uma batalha ou uma tentação. Trinta e poucos anos antes, uma multidão do exército celestial havia irrompido nos céus de Belém para comunicar e festejar o nascimento de Jesus (Lc 2.13-14).

Tentado, mas não vencido
De repente, a vontade espúria diminui e desaparece, e a vontade legítima volta a vingar e prevalece. A tempestade passa, a crise acaba, a tentação é vencida e o processo de salvação continua. Jesus levanta a cabeça, reúne os discípulos, entrega-se corajosamente aos seus algozes, caminha para a cruz, toma sobre si a iniquidade de todos nós, derrama sua alma na morte e realiza plenamente o seu projeto! O fio no qual a nossa salvação estava dependurada não se rompe. A expiação dos nossos pecados foi tão plenamente cumprida que o véu do templo, naquele mesmo dia, se rasgou por inteiro de alto a baixo! Aleluia!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

CONSTRUINDO BARCOS


Dificilmente algum empresário sensato pensaria em plantar um estaleiro para barcos de grande porte longe de águas em que eles pudessem ser jogados facilmente. Porém, como o evangelho é coisa de louco (foi Paulo quem disse...), não é de admirar que Noé tenha feito exatamente isso!
Quando começou a construção, Noé sabia que não era para já que Deus mandaria o dilúvio. Quando a estrutura da arca estava erguida e as tábuas, a meia altura, Noé continuava sabendo que o dilúvio ainda não era para já. Mas prosseguiu. Na fase do acabamento, deve ter pensado: “Agora já não vai mais demorar tanto...”.

Certamente Noé estava achando difícil conviver com o nível de apodrecimento moral daquela gente no meio da qual era forçado a viver, e por isso deve ter-se apressado, pois sabia que as águas prometidas por Deus não viriam senão quando o grande barco estivesse pronto. Por certo chamavam-no de louco por causa de seu estaleiro sem propósito e dos anos perdidos com aquele “elefante-branco”.

Afinal, pensava Noé, a execução da justiça de Deus pela via do prometido dilúvio de águas é que marcaria o começo de uma como que nova criação, e isso aconteceria num quase-já. Era só questão de tempo. E não parou: Noé sabia que cabia-lhe fazer o acabamento finalíssimo da arca para que as coisas acontecessem.

Muitos anos depois que o dilúvio aconteceu, os profetas sinalizaram um novo fim, do qual o dilúvio de Noé seria uma espécie de parábola. Vindo Jesus, reiterou o aviso e forneceu muitas pistas quanto ao final dos tempos. Tal como aconteceu no dilúvio, não marcou data nem hora.

Porém as pistas que Jesus deixou apontam para uma época cujos contornos são facilmente perceptíveis hoje. Entre elas, uma tem alvoroçado a igreja: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim” (Mt 24.14). Alvoroçado, sim, porque afinal, como nos dias de Noé, os filhos de Deus estão achando difícil conviver com a podridão moral do mundo em que vivemos.

E esse “não-é-pra-já” tem embalado o ânimo da igreja até bem pouco tempo atrás. Contudo a proliferação de guerras e doenças, a globalização e o alastramento das condições propícias ao aparecimento de fomes e mortandades, tudo isso pinta com cores muito vivas os esboços do cenário do fim predito por Jesus.

É nesse contexto que a igreja, percebendo-se como Noé na fase de acabamento da arca, vê que lhe compete fazer algo para “cooperar” com Deus no apressamento do fim deste estado lastimável de coisas. E lembra-se então de que foi dito que a chegada do fim só aconteceria quando o evangelho fosse pregado em todo o mundo.

Assim, cristãos de visão se levantam para ir, ou para apoiar os que vão pregar nos confins onde o evangelho ainda não fez ouvir sua mensagem de libertação. Nesses confins é que estão contidos os últimos representantes “de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7.9), que estarão com Cristo quando ele vier restaurar os “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe 3.13). Para a glória de Deus!

CURAR OS ENFERMOS


Muitos dos motivos de oração que recebemos têm a ver com saúde. Alguns agradecem pela cura, mas a maioria são pedidos por intervenção de Deus em doenças: o esposo com câncer, a cirurgia da filha, o rapaz atropelado por uma moto, o bebê prematuro que precisa sobreviver... Vivemos numa sociedade doente. E é natural que levemos a Deus nossas enfermidades, esperando que ele olhe para nós com misericórdia e nos conceda a restauração, fruto do toque de sua mão bondosa. No tempo de Jesus não era diferente. Ele vivia rodeado de pessoas doentes ou em busca de cura para seus enfermos. Segundo Mateus, ele inicia o seu ministério percorrendo a Galileia e “curando todas as enfermidades e doenças entre o povo”. A notícia corre longe e se espalha com rapidez: “Notícias sobre ele se espalharam por toda a Síria, e o povo lhe trouxe todos os que estavam padecendo vários males e tormentos: endemoninhados, epiléticos e paralíticos; e ele os curou” (Mt 4.23-24). O evangelista lega-nos uma significativa interpretação do ministério de Jesus, ao traçar um elo entre a profecia de Isaías em relação ao cumprimento messiânico e essa prática de Jesus: “Ao anoitecer foram trazidos a ele muitos endemoninhados, e ele expulsou os espíritos com uma palavra e curou todos os doentes. E assim se cumpriu o que fora dito pelo profeta Isaías: ‘Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças’” (Mt 8.16-17). Confesso que sempre relacionei este texto à crucificação de Jesus e ao fato de ele ter levado sobre si os nossos pecados. Porém aqui, nesta interpretação fantástica, vê-se Jesus de Nazaré caminhando entre os doentes e carregando as enfermidades deles! Enfermidades são fardos pesados de carregar, especialmente para os mais pobres. E é ali que Jesus, de forma bem particular, mostra sua preocupação com as pessoas e relaciona-se com elas na perspectiva da restauração.

Hoje eu me pergunto como pude demorar tanto a ver Jesus caminhando entre os enfermos e tocando-os para a restauração! Como custei tanto a perceber que, mais do que uma proclamação verbal, o evangelho é encarnado e transforma-se em boa nova de forma tão palpável na vida de quem estava enfermo e foi restaurado por Jesus! Como pude deixar de ver com naturalidade o toque milagroso de Jesus que cura o enfermo, liberta o oprimido, resgata o perdido e faz-nos experimentar a glória do reino de Deus!

Nós, como igreja, nem sempre soubemos lidar com esse “programa de Nazaré” -- a pregação das boas novas aos pobres, proclamação de liberdade aos presos, recuperação da vista aos cegos, libertação dos oprimidos e a proclamação do ano da graça do Senhor (Lc 4.18-19). Ora negamos a possibilidade de cura em nossos dias, ora movimentos de renovação redescobrem a atualidade disso. Ora procuramos domesticar a cura, enquadrando-a em procedimentos médicos, para logo nos depararmos com uma cura manifestada numa reunião discreta de um grupo que estava estudando a Bíblia e orando em línguas. Não se pode enquadrar o toque restaurador de Jesus, pois a semente da cura é levada pelo sopro do Espírito para onde ele quer.

Outro dia um amigo me contou como sua filha pequena, numa oração singela, pediu a Deus que tirasse “o quentinho” dela -- a febre que, para desespero dos pais, a vinha enfraquecendo havia dias. Enquanto todos os esforços deles foram em vão, a oração da pequena trouxe restauração. Às vezes Deus, na sua bondade, ouve a oração dos pequeninos para que também “os grandes” aprendam a crer.

Recentemente a Visão Mundial Internacional iniciou uma campanha intitulada “Child’s Health Now”, cujo objetivo é sensibilizar formadores de opinião e governos e fomentar a mobilização popular para a redução da mortalidade infantil, especialmente entre os mais pobres. Cada ano morrem 9 milhões de crianças antes dos 5 anos de idade, o que significa 24 mil a cada dia e uma criança e cada três segundos. Ou seja, 2 milhões de crianças morrem no dia em que nasceram e 3,5 milhões, no primeiro mês de vida. O pior é que são mortes devidas a doenças preveníveis, como diarreia, malária e pneumonia!

A resposta a esta realidade poderia vir de muito pouco: amamentar os filhos no peito, lavar as mãos frequentemente com sabão, usar mosquiteiros tratados com inseticida, acesso universal gratuito a vacinas e a cuidados médicos básicos. Porém a verdade é que as crianças continuam morrendo. E nós...? O objetivo da campanha é que, num esforço mundial conjunto, se consiga reduzir em 75% a mortalidade infantil até 2015, salvando 6 milhões de crianças por ano.

Isso também é cumprimento do mandato de Jesus para curar os enfermos. A cura restauradora de Jesus assume também outras formas, e nós podemos ser canais de obediência para isso.