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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

QUANDO VIVER É PRECISO

Há um momento na vida (no meu caso isso só chegou após os 32 anos) onde descortina-se para nós novos modos de enxergarmos a vida. Atividades que antes valorizávamos, perdem completamente a beleza. Pessoas antes cultuadas deixam de exercer influência. Livros e autores antes admirados passam a ser questionados. Temas que nos arrebatavam por horas, que nos levavam a debates calorosos, são completamente desinteressantes. Preletores que nos levavam ao êxtase são igualados a quase todos os demais.

A atração da multidão se torna em repúdio. O sem-número de amigos não resiste ao filtro do tempo. Por fim, os poucos amigos gotejados cabem nos dedos das mãos. Mas, são capazes de encher mais o coração. Aquela nossa forte tendência em precisarmos depender de conselhos dos outros torna-se numa independência madura que valoriza os conselhos mas ponderando-os com sua própria consciência e espírito. As intituições – antes tão sólidas e transmissoras de piedade humana – por fim mostram-se frágeis e por isso mesmo tão dependentes de líderes que a exaltem a fim de que seja preservada.

Diante de todas essas desconstruções, o que fica em seu lugar?

Em seu lugar, vem o deslumbrar-se com a vida. Agora mesmo, enquanto escrevo, minha filha gratuitamente chegou perto de mim, colocou sua cabecinha em meu braço para enxergar o que eu fazia no computador, me beijou espontaneamente e foi embora. Que atividade poderia me arrebatar mais que isso?

Aprendemos a olhar para a vida como um descobridor-observador, ávido por ser surpreendido por algo novo, mesmo sendo os mesmos cenários de sempre. Que sedução pode haver mais no aplauso de uma multidão? Em seu lugar a beleza de se estar com poucos é sobreposta. A experiência de poder enxergar poucos de forma mais profunda, de tomar um café podendo deliciar-se do aroma e sabor ao mesmo tempo em que descobre-se quem o outro é torna-se incomparavelmente mais sedutor do que a sedução de estar sendo visto por uma multidão. A delícia de podermos ser quem somos sem que se precise representar um personagem diante de uma multidão sedenta por ícones.

Descobrimos que as emoções existem quando estamos sozinhos também. Enquanto somos visitados em nosso espírito lendo um livro de extrema sensibilidade. Enquanto somos abençoados com um e-mail amigo, com uma mensagem (até no power point) de uma amiga, quando somos surpreendidos com um beijo ou um olhar apaixonado (mesmo de um filho). Quando nos sentimos extremamente-divinamente-completamente-absurdamente amados por Deus, sem que precisemos fazer coisa alguma para Ele. Sim! Pois quem ama não ama por termos feito algo. O Amor não tem preço. É gratuitamente caro. É espantosamente espontâneo. Não faço hoje, por isso, mais nada para Deus. Mais nada! Nada! Vivo com Ele agora. Simples assim. Vivo tendo a sólida noção de que Ele não tem casa de pedras, por isso não mora em templo de igreja algum. Nenhum! Ele mora em nós. Como diz o Mário Quintana, “Amor é quando um mora no outro”. Por isso, minha relação de amor com Deus hoje é uma moradia nEle e Ele parcialmente em mim pois Ele inteiro não caberia de jeito algum em mim.

Um dia essa forma de ver vida chega. E olhamos para as pessoas, para a natureza, para a criança, para a TV, para o sorriso, para os olhares, pelas ruas, pelas janelas e percebemos que coisas antes despeercebidas ganham valor incomparável e que coisas antes supervalorizadas já não “saltam à vista”. Para mim essa nova forma de ver a vida chegou após meus 32 anos. Após imensas falências pessoais. Após imensas crises pessoais. E, também, após êxitos em outras áreas de minha vida. Tudo então refaz-se de forma diferente. Para algumas pessoas essa visão nova da vida chega em outra idade. Infelizmente para alguns parece que nunca chega.

Como enxergo os que ainda não parecem ter vivido essa reviravolta? Com amor. Não tenho mais a impulsividade e violência próprias da juventude. Minhas convicções estão mais firmes do que nunca! Mas não preciso que ninguém acredite mais em mim. Não preciso mais que ninguém me siga. Não preciso que ninguém concorde com o que penso. São minhas essas convicções. Por isso, enxergo os que não vêem assim com amor e, lá dentro, uma pontinha de pena, de compaixão, de vontade de vê-los vivendo e enxergando coisas ainda não vistas, mas tão belas. Mas, não sou responsável em abrir os olhos das pessoas. Desisti da ambição de ser Deus. Desisti. Preferi ser filho dEle.

Preferi viver.

É PRECISO OUVIR


De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Romanos 10.17).

Se a fé é pelo ouvir, faz-se necessário que a Palavra seja dita ou pregada. "E como pregarão, se não forem enviados?". Do ponto de vista puramente humano, isto é impossível acontecer.

Para pregar é preciso ser enviado por alguém, e se ninguém for enviado como alguém poderá ouvir a mensagem e receber a fé que salva? Ficamos sempre na dependência ou na vontade desse Alguém que capacita, depois envia, comissiona, direciona e realiza a sua obra.

Muitos, infelizmente, se acham enviados e se vão atabalhoadamente imaginado estar fazendo a vontede de Deus. Daí surgem diferentes evangelhos, alguns até ridículos, sem conteúdo e sem nenhuma referência bíbilica. São pregadores que se arriscam pulando de galho em galho, tropeçando, caindo e depois se levantam para cair de novo. Ou seja, não têm nenhuma firmeza.

Deus procura pessoas a quem possa enviar. A Trindade continua clamando: "A quem enviarei, e quem há de ir por nós?". (Isaias 6.8). Quem poderá responder: Eis-me aqui, envia-me a mim?. Sabemos que diante de uma chamada, que implica em sofrimento, renúncia ou até em morte, é necessário, sobretudo, que se tenha convicção da chamada e se esteja pronto para encarar toda sorte de adversidades.

Os exemplos bíblicos são muitos, e um dos mais tocantes é o do profeta Jeremias que pagou um preço muito alto, sendo algumas vezes caçado como se fosse um animal, mas a Bíblia diz que Deus escondia o seu servo não permitindo que ele fosse encontrado por seus inimigos. Deus quando chama e envia também provê todas as nossas necessidades, cuida e protege o seu servo.

A fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus. Através da pregação, o Espírito Santo se encarrega de produzir no ouvinte uma reação especial e sobrenatural que gera o arrependimento. Um sentimento de contrição que leva a pessoa a abandonar as suas práticas erradas consciente de que Deus delas não se agrada. Um nojo de certas atitudes mesquinhas e imundas, e um desejo profundo de abandonar para sempre uma vida de pecados, maldades e desavenças. Só o Espírito Santo pode realizar esse milagre, pois é Ele quem convence o mundo do pecado, da justiça e do juizo. (João 16. 8 a 11). Ninguém pode realizar essa transformação, esse milagre a não ser a pessoa do Espírito Santo.

Muitos, provavelmente, estão fazendo votos pretendendo melhorar a sua vida nesse novo ano. Querem abandonar os vícios, os maus costumes, mas não tem força suficiente e de repente se veem de novo enlameados pela lama nojenta do pecado. Quando o ano ainda em estiver no meio, muitas dessas pessoas já estarão de novo no meio do charco de lodo, se debatendo sem forças e sem nenhuma condição de sair. Isto acontece em todo inicio de ano.

É preciso ouvir a palavra de Deus, dar crédito a ela e abrir o coração, para que ocorra um milagre: o milagre do novo nascimento. É preciso ouvir, afinal, a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus. Jesus disse em certa ocasião: "Quem é de Deus escuta as palavras de Deus". (João 8. 47). É bom começar o ano novo ouvindo atentamente o que Deus tem para nos falar. "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz ás igrejas". (Apocalipse 2. 7). Que todos nós tenhamos um ano repleto das bênçãos de Deus!

DUPLA VANTAGEM


"Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam" (Edmund Burke).

"Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos" (I Jo 3.16).

Uma coisa que incomoda as pessoas de bem é o triunfo daqueles que são maus, daqueles que nem querem conhecer e muito menos praticar os bons princípios sociais, morais, éticos e cristãos.

Diz Edmund Burke que "tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que as pessoas de bem nada façam", o que não deixa de ser uma grande verdade.

Sabemos que o mundo está corrompido e corrompendo, e, por isso, disse Ruy Barbosa: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."

É demasiadamente triste, desalentador mesmo, quando as pessoas chegam a essa conclusão, e resolvem "deixar de nadar contra a correnteza", pensando: "não vai adiantar nada" conforme escrevemos, anteriormente, em nosso artigo "Batendo as asinhas".

Nós, cristãos, temos o dever de obedecer à missão que Jesus nos deixou, poucos minutos antes de ascender ao céu: ensinar, pregar e testemunhar a Palavra de Deus.

Depois, cumprida a missão, diariamente, poderemos dizer como aquele menino que jogou mais um peixinho no mar: "para este vai adiantar".

Estaremos contribuindo com Deus na grande tarefa de evangelizar a toda a criatura, o que trará, para as pessoas que aceitam Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor, dupla vantagem:

1. Serão salvas do pecado, e da futura "grande tribulação" anunciada por Jesus;

2. Como já está fartamente conhecido pela própria Sociedade, os convertidos progridem em termos de costumes: cultura, trabalho, ética, etc., o que corresponde a uma troca de valores:
- quem furtava, não furta mais;
- quem mentia, não mente mais;
- quem enganava o patrão, passa a ser um dedicado trabalhador;
- quem adulterava, não adultera mais;
- quem sonegava impostos, não o faz mais, pois aprendeu o ensinamento de Jesus: "dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus".

Por isso associamos o assunto ao versículo bíblico acima, que diz: "Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos" (I João 3. 16).

Faz parte da mudança de vida, da troca de valores, como Cristo nos ama [e ama até o fim], nós cristãos passarmos a amar o nosso próximo, e como fruto deste amor é que:

- "fazemos discípulos/ensinamos";
- "pregamos a Palavra de Deus", a Bíblia;
- "testemunhamos" sobre os ensinamentos bíblicos, e sobre o bem que nos causam, querendo "compartilhar" com o próximo dos benefícios da mudança havida em nossas vidas; isso além, é normal, de compartilhar com eles, se necessitados, dos nossos bens materiais.

Caros leitores não cristãos, a Palavra de Deus, que lhes é apresentada diariamente, é para que vocês conheçam a bondade, a misericórdia, o amor, a graça de Deus, e desejem paras as suas vidas essa grande Salvação.