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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

AGENTE SOMUS INUTEIS......


Colegas são perfeitos. Amigos não têm super-poderes.

Colegas discutem quem nasceu primeiro: "O ovo ou a galinha?". Amigos comem galeto com farofa no bar.

Colegas são certinhos. Amigos são autênticos.

Colegas pedem um copo d'água. Amigos podem abrir sua geladeira.

Colegas são pragmáticos. Amigos são simples.

Colegas têm sempre um pé atrás. Amigos não têm medo de errar.

Colegas são apresentados. Amigos se apresentam [e são presenteados!].

Colegas precisam provar sua amizade. Amigos provam natural e espontaneamente [às vezes, nem se dão conta de que fizeram uma linda prova de amizade!].

Colegas são passageiros. Amigos são comissários de bordo.

Colegas contam vantagem. Amigos dão gargalhadas pela última gafe [enquanto comem o galeto com farofa no bar. - Uma coca bem gelada, por favor!].

Colegas precisam prender a vontade de arrotar, quando tomam coca-cola. Amigos fazem concurso de arroto...

Colegas têm medo de perder a amizade. Amigos são amigos e pronto!

Colegas te dão abraço de urso no Orkut, quando tudo vai [aparentemente] bem. Amigos te dão um soco de canguru, quando descobrem que você tem vacilado; depois, dizem: "Foi pro seu bem. Gosto de você!".

Colegas abandonam o navio, quando o mar está revolto. Amigos aproveitam as ondas pra surfarem juntos.

Colegas são politicamente corretos. Amigos são subversivos: não seguem cartilha, formulário, agenda, ata...

Colegas têm o pé no chão. Amigos têm o pé nas nuvens [ousam sonhar!].

Colegas se preocupam mais com o "quê". Amigos se preocupam mais com o "como" [e como!].

Colegas são previsíveis. Amigos são surpreendentes.

Colgas são ponto e vírgula. Amigos são reticências...

Colegas continuam discutindo quem nasceu primeiro: "o ovo ou a galinha?". Amigos comem coxa de galinha sem garfo e faca.

Colegas são úteis. Amigos são inúteis.

"A amizade é um tesouro, e só a possuem aqueles que estão dispostos a vender todo o patrimônio para ter o prazer de curtir livremente a sua grande descoberta." [Pr. Aramis Brito]

A ARTE DE VIVER


Definitivamente viver não é fácil. Basta observar as fatalidades que poluem as estradas da história. Milhões morreram sem conseguir aprimorar-se na difícil arte de existir. A vida muitas vezes é áspera, arriscada e sempre perigosa. A toada inclemente do tempo, a tensão de ter que conviver com pessoas impiedosas, o peso de ter que decidir entre o certo e o errado exigem cuidados extremos. Não basta viver -- é preciso viver bem e para isso é necessário concentração, bom siso e uma pitada de humildade.

A arte de viver requer que se rompam os confinamentos. Toda marginalização ou reclusão imposta é nitroglicerina que detona a alma e forma abismos que sorvem a alegria de viver. No ventre da história conturbada e triste do século 21, somente artistas e poetas conseguiram recuperar o verbo coexistir de sua insignificante função. Antigamente coexistir descrevia a tolerância como mero dever. Os civilizados precisavam de resignação para aguentar o próximo. De repente, coexistir passou a significar a beleza de reconhecer a dignidade dos que pensam diferente, transmitindo a ideia de que ninguém será discriminado, diminuído ou marginalizado por causa de sua fé, cor da pele ou ideologia política.

As diferentes cosmovisões possuem valor idêntico. Na boca dos poetas, as expectativas dos profetas por um mundo sem cadeias de absolutismo já começaram a acontecer. Eles intuem que em breve a humanidade não suportará racismos, ódios e desprezos sociais. Um dia, os campos de batalha serão arados e semeados com amor para que nunca mais se confunda o choro de crianças com os hinos marciais.

A arte de viver requer que se ame a poesia. Só ela pode apagar o ódio. Os poetas se unirão a homens e mulheres de boa vontade para soterrar os charcos da maldade com benignidade e beleza. Estes serão chamados filhos de Deus, pois carregam o antídoto capaz de salvar o mundo. Nervos gripados de vingança e olhos enrubescidos de brutalidade se confrontarão com a singeleza da palavra, mas a ternura triunfará -- quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

A arte de viver requer que sempre se opte pela simplicidade, porque a vida verdadeira se esconde na realidade mais frágil. Os que se encantam com as sofisticações não conseguem enxergar a beleza que mora nas coisas efêmeras; só o insubstancial é eterno. É necessário um olhar singelo para perceber a graça que há no comum. Os pobres de espírito entrarão nos átrios sagrados de Deus. Os puros de coração perceberão na bruma silenciosa a voz do Espírito.

A arte de viver requer integridade. Uma vida abundante precisa juntar os fragmentos da alma para viver com uma santidade não restrita à obediência religiosa ou ao cumprimento de mandamentos moralistas. Não basta resignar-se. Santidade é plenitude do ser, do ser-homem, do ser-mulher. Só os verdadeiramente santos eternizam os instantes para, inteiros, saborearem as chances fugazes de felicidade.

A arte de viver requer respeito aos ciclos da vida. As estações se alternam do verão ao inverno, da primavera ao outono, e quem não experimenta cada tempo com suas peculiaridades acaba adoecendo. No tempo de nascer faz-se festa, no de morrer lamento; no tempo de plantar semeia-se esperança, no de colher o que foi plantado lida-se com a derrota; no tempo de matar se aprende a dizer adeus, no de sarar o poder do perdão; no tempo de demolir se despede da onipotência, no de construir adquire-se fé na ressurreição; no tempo de chorar se convive com a fraqueza, no de rir com a força da alegria; no tempo da guerra se percebe o perigo da perversidade, no da paz a felicidade da sabedoria.

A arte de viver requer sensibilidade transcendental. Contentar-se com os horizontes do mundo material e imanente significa abrir mão da vida eterna. Os seres humanos nasceram com sede pelo que está além do céu, além da última galáxia, além do tempo Pulsa no coração humano a litania que repete: “Por que te escondes, Senhor?”. Tudo passa. Todas as emoções perdem o encanto. Todos os prazeres são provisórios, mas a sede pelo divino permanece. Quem beber de um gole d’água da vida, quem receber uma visitação do Espírito e quem ouvir uma só palavra do Cordeiro de Deus, jamais se contentará com o brilho deste mundo.

A difícil arte de viver não aceita procrastinação. Quem deseja experimentar o céu e evitar o inferno deve começar já, antes que se rompa o fio de prata.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

ADEUS EVANGELHO VELHO, FELIZ EVANGELHO VERDADEIRO


"O teor das decisões, as quais assumimos, determinaram, quer queiramos ou não, os mosaicos da nossa história.'"

Eis aí mais um fresquinho, novíssimo, saindo do forno ano de 2010.

Nunca por demais, devemos ressaltar, um ano de mudanças estratégicas no cenário político da nação. As eleições para a presidência, para a renovação ou perpetuação do Congresso Nacional, para os pleitos estaduais e suas correspondentes assembleias legislativas.

Sem hesitar, a Copa, indiscutivelmente, acarretará um estado açulador de expectativas em muitos brasileiros. E isso não dá pra negar!

Por enquanto, ater-me-ei a fiar uma elucubração, ciente das palavras desalinhavadas, no que tange a, adrede, confeccionar a trajetória, minha e sua, referente ao evangelho. Para tanto, aporta-me-ei nessa vetusta canção de passagem de ano.

Ora, quem não se lembra do adeus ano velho, do feliz ano novo e por ai vai. Então, aproveito o ensejo e lanço a relevância de ponderarmos nos enredos do evangelho em voga.

Evidentemente, caso fosse perpetrado uma enquete, ficaríamos em uma série concomitante de refutações e análises sobre as alterabilidades, muito delas, lamentáveis.

Digo isso, em virtude de reconhecermos a urgência de decidirmos por um evangelho velho, pauperizado, camaleônico, simbiótico (sem identidade e diferencial, em face de uma sociedade carcomida pelo relativismo, pelo utilitarismo e descartamento da vida).

Tornou-se praxe, dentro dos arraiais evangélicos, tracejarmos uma profusão de mudanças e melhorias. No entanto, trilhamos pelas linhas sinuosas de um evangelho desprovido de uma comunhão espiritual, de uma comunhão pautada no amor fraternal, de uma comunhão de pessoas, dia-a-dia, banhadas pelo reflexo do Deus-ser-humano Jesus Cristo.

Aliás, deveríamos laborar e pelejar com tenacidade em prol do evagelho de compromisso e transparência profunda com Deus, de uma submersão ao preceitos da palavra-mestra, de uma autêntica e profícua convivência comunitária.

Ultimamente, tenho flagrado um evangelho mais voltado a preencher as demandas de uma geração narcisiSta, egoística e a léguas de distância do ide, pregai e formai discípulos.

Nesta linha de raciocínio, sou, sim e sim, porfioso, enfoco o quão salutar e vital representa desintegrarmos uma ótica clericalista-eclesiástica, de ir, somente, a igreja e receber a palavra e manter um estilo de vida cristã anônimo.

Faz-se mister priorizarmos o evangelho de servos, de discípulos e apóstolos (ou seja, mensageiros da palavra, da Graça, da fé lúdica, da liberdade - lenitiva tão bem manifesta em Cristo).

Novamente reforço, precisamos, como cristãos, dobrar os joelhos e medrarmos uma vida integral de oração, de comunhão e adoração aportado em Cristo. Isto implica assumirmos a postura de sermos sal e luz, em todos os âmbitos de uma realidade secular.

O sacrifício de Cristo trouxe a conciliação do espiritual e secular, do Senhor Criador e do ser humano, da simplicidade e singeleza da vida. Destarte, rogar a Deus por alastrarmos um evangelho alforriado de rótulos doutrinários, ideologias humanas doentias e aderirmo-nos a Cristo. Tão somente assim, conseguiremos impactar e influenciar o nosso século.

Ademais, aos estimados leitores do MENSAGEIRO DA PAZ, tenham um 2010 regido pelo evangelho autêntico, verdadeiro e legítimo.

O PRINCIPIO DA LUZ


No princípio, era o Verbo, que irradiava existência sobre a face do abismo. Bastava uma ordem criadora e ordenadora do Espírito de Deus, que pairava sobre as águas — Haja! —, para que o que antes fora trevas, terror e morte se recompusesse em luz, ordem e vida.

E esse Verbo que estava no princípio era Deus e era também a alegria dos homens. Sim, as almas humanas também se tornaram sem forma e vazias, e houve trevas sobre elas em algum momento. Ao ponto de se imobilizarem em dores, cólicas, luto e desorientação, e de se lamentarem: “Deste-nos a comer pão de lágrimas” (Sl 80.5).

Entretanto, também sobre essas águas profundas pairava o Espírito de Deus. E com ele, a possibilidade de uma ação restauradora.

No primeiro princípio, ele não pediu licença. Atuou sobre o caos e lhe deu ordem. E a criação retomou seu curso, até à perfeição e ao descanso do sétimo dia. Já no segundo princípio, ele veio para o que era seu, mas agora precisava ser recebido. O “haja!” de Deus esperava convite para reorganizar as vidas em trevas.

Quando mortes, prejuízos, doenças, desemprego, acidentes, incêndios, separações e outras perdas se sucedem como enxurradas de tsunamis, não nos dão tempo de recuperação. Ficamos confusos e perdidos, como se nossa organização, nossa normalidade, tivessem sido roubadas como na experiência de Maria Madalena (Jo 20.13), que chega a dizer: “Roubaram o meu Senhor e não sei onde o puseram”.

Sentimo-nos defraudados. Não sabemos como reagir aos fatos ou como ordenar nossos sentimentos. Não conseguimos “juntar os cacos” rapidamente. Não é difícil prever que Deus será incluído em nossa perplexidade e frustração com questionamentos que, em muito, extrapolarão nossa capacidade de compreender as respostas. Mesmo que Deus nos explicasse, não compreenderíamos.

Mais que a alma enlutada, ou em agonia, nossa vida sai do seu eixo. As atividades cotidianas já não são executadas com a mesma facilidade; o sol já não brilha com a mesma intensidade; as noites se tornam espessamente escuras; sentimo-nos estrangeiros em nossa própria cidade, em nosso local de trabalho. Amigos e parentes nos parecem falar por trás de uma parede de vidro. Seu abraço é tristemente mais forte. E não nos importamos. Compreendemos e retribuímos, como se também quiséssemos dizer o que não é dito. Sentimo-nos “atropelados” pela solidão; o que se passa dentro de nós é incomunicável. Nem mesmo um grito de socorro encontra palavras, pois esse clamor se expressa por silêncios. Fecha-se em copas, em resignação, como que a dizer: o que tinha de ser, já foi.

Na realidade, nossa alma não encontra palavras para dizer, apropriadamente, que “a vida se tornou sem forma e vazia; que houve trevas sobre a face do abismo”.

Em momentos assim, importa trazer à lembrança que “a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela” (Jo 1.5). Se perda, morte e trevas bateram à nossa porta, vale lembrar que a vida ainda está no Verbo, e a vida é a luz dos homens. Das profundezas das águas Deus ainda pode ser convidado a vir e proferir o seu “haja luz!”.

Todos sabemos o resultado da primeira visitação do Verbo: “... e houve luz; e viu Deus que a luz era boa”. Depois de ter chamado a luz de “dia” e as trevas de “noite”, Deus permitiu que a natureza seguisse seu curso: anoiteceu e clareou novamente. Raiava o primeiro dia.

O resultado da segunda visitação há de ser parecido: nossas almas sendo curadas pelo “princípio da luz”, o Verbo, a Palavra de Deus; e nossas vidas se reorganizando por nossas próprias palavras, a verbalizar humilde adoração diante do menino envolto em panos, com ação de graças. Estaremos vivendo, após tenebrosa noite, o raiar de um novo dia. A alegria que vem pela manhã.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

RECOMENDAÇÕES BIBLICAS PARA UM ANO FELIZ.....


>"Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias." Sl. 90.14

Vem chegando o novo ano e muitos fazem aquela famosa lista com seus objetivos para o próximo ano. Alguns esperam conseguir um emprego, outros prosperar nos estudos e na vida cristã, e etc. Todos estes planos, estes sonhos são muitos bons, eles nos ajudam a viver. Alguém já disse: "Aquele que não sonha, que não planeja seus sonhos, morreu sem perceber".

Então vamos sonhar, planejar, não vamos começar o ano como se ele já tivesse acabado da pior forma possível. Vamos viver este ano que se aproxima intensamente, fazendo valer à pena cada momento, mas sem esquecer a assertiva bíblica que diz. "O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor" Prov. 16.1. Portanto se é do Deus soberano que vem a resposta certa. Segue algumas recomendações bíblicas para termos um ano abençoado, um ano de vitórias em Cristo.

1º DEVEMOS NOS APROXIMAR DE DEUS. Sl 73.28
Davi diz “Mas para mim, bom é aproximar-me de Deus. Ele sabia que a presença de Deus é abençoadora. Quando mais próximo de Deus, mas abençoada é a vida do homem. O autor de Hebreus diz que Deus é o abençoado daqueles que o buscam.
Que cada dia do ano tenhamos um forte desejo de nos aproximarmos de Deus. Como Davi no Sl 63.
Neste ano vamos buscar mais intimidade com Deus. Que nosso momento de devocional seja consolidado.

2º DEVEMOS NOS DESVIAR DO MAL, DO PECADO. JÓ 1.1
Porque a exemplo de Jó devemos nos desviar do pecado?
1. O pecado é abominável a Deus. Ele o odeia. “Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a opressão não podes contemplar…” (Hc 1.13).
2. O pecado suja a alma. 3. Ele rebaixa a dignidade da pessoa. 4. Obscurece o entendimento. 5. O pecado destrói os nossos planos, os nossos sonhos. Já que essa é sua função: ele nunca constrói sempre destrói. Todos os dias devemos lembrar que PECADO NÃO É DIVERSÃO. PECADO É TRAGÉDIA, DESTRUIÇÃO.

3º NÃO DEVEMOS DEIXA DE NOS REUNIRMOS.
Não vamos deixa de vir à igreja como muitos fazem, vamos nos alegrar com Davi que dizia que se alegrava quando alguém lhe convidava para ir ao templo. Que neste ano nossa participação na igreja seja algo marcante. É na igreja que Deus manifesta sua glória. SL 63 2. “ASSIM, EU TE CONTEMPLO NO SANTUÁRIO, PARA VER A TUA FORÇA E A TUA GLÓRIA.”
A unidade do Senhor Jesus com sua Igreja é tão forte que Paulo se refere a Cristo como a Igreja (1Co12.12-13). Quando Paulo se refere a Cristo como a Igreja é que Cristo que ser percebido não apenas em si mesmo, mas na sua Igreja. Por isso, é impossível fidelidade a Cristo e a sua doutrina sem fidelidade à Igreja que é seu corpo.

4º DEVEMOS TOMAR POR MODELO A PALAVRA DE DEUS.
Paulo diz a Timóteo o seguinte: “Toma por modelo as sãs palavras que de mim ouvistes, com fé, e com amor que está em Cristo Jesus.” 2Tm 1.13
Analisemos este versículo: “Toma por modelo as sãs palavras” está orientação do Apóstolo Paulo é fantástica, extremamente atual e válida para a época que vivemos. Hoje, há vários modelos, há vários paradigmas. Cada um escolhe o seu. O mundo tem dito que os modelos, os padrões são subjetivos.
Irmãos devemos ferrenhamente rejeitar esse pensamento, e seguir o conselho de Paulo tomando por modelo, por padrão a Palavra de Deus.
Neste ano ela e somente ela deve ser o nosso modelo, nosso padrão, a nossa regra de fé e prática, da qual não devemos nos afastar jamais, pelo contrário, ela deve ser guardada em nosso coração, deve ser amada, obedecida.
Paulo segue o versículo dizendo: “com fé, e com amor que está em Cristo Jesus.” o que Paulo quer dizer e que a obediência a palavra de Deus não é simplesmente mera obrigação dos filhos de Deus. Obediência a palavra é acima de tudo uma atitude positiva de fé e amor.
Como é que eu posso provar que eu amo a Cristo? Como é que eu realmente sei que eu amo a Cristo? Jesus nos responde dizendo: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama...” Jo 14.21
Nenhum cristão poderá ter sucesso em sua vida cristã sem obediência. Somente uma vida obediente a palavra de Cristo, é vitoriosa, e cheia de poder.

5º DEVEMOS BUSCAR O REINO DE DEUS EM PRIMEIRO LUGAR. LC 12
Quando o Senhor Jesus disse; “BUSCAI, ANTES DE TUDO O SEU REINO.” Ele estava querendo dizer que nós deveríamos dedicar primeiramente a Deus os nossos melhores pensamentos, os nossos melhores sentimentos. A nossa melhor energia a Deus.
Na verdade, o que Jesus estava querendo dizer de forma bem pratica é que: Antes de sermos bons pais, bons filhos, bons estudantes, bons profissionais, precisamos ser verdadeiros adoradores.
Se em 2009, algumas das nossas prioridades estavam invertidas, que em 2010 coloquemos em ordem para desfrutarmos plenamente as bênçãos de Deus. Que nossa oração seja a mesma de Moisés no salmo 90.12: Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios.

UM ABENÇOADO 2010.

JESUS NASCEU VAMOS ADORA-LO


Mateus nos conta que quando Jesus nasceu vieram uns pastores para adorá-lo. Ponto.

Mas Mateus nos conta quando Jesus nasceu. Em que momento, especificamente. Ele afirma: Jesus nasceu no tempo de Herodes (Mt 2.1). Tempo de dores, de dificuldades políticas. Tempo da total subserviência do rei de Israel aos romanos. Tempo de opressão, da falta de liberdade e de paz entre os homens. Tempo de exploração, do pagamento de altos impostos ao Império de Roma. Tempo de crise religiosa, de transformação do Templo em covil de ladrões. Tempo de hipocrisia, de líderes que limpam o copo por fora, mas por dentro está sujo; que dão o dízimo, mas esquecem do mais importante que é amar; tempo de sacerdotes e levitas que não se importam com a vida do próximo, como faz o bom samaritano.

Mateus informa que Deus costuma chegar no momento oportuno. E esse momento, comumente é o mais difícil. Foi assim no tempo de Herodes: nasceu Jesus. Foi assim que afirmou Ezequiel: estando eu nas margens do rio Quebar (no tempo do cativeiro babilônico): abriram-se os céus e eu tive uma visão de Deus.

Que maravilha quando Deus opera! O que era trevas, converte-se em luz; ali, onde ninguém via saída, abrem-se novas oportunidades; e aquilo que parecia impossível, torna-se possível.

E alguns sábios estavam fora de Jerusalém quando observaram uma estrela diferente. Quando percebemos que há uma nova possibilidade, uma nova oportunidade, um novo momento, não há dúvida: é nascido o messias esperado! E os sábios foram ao seu encontro, adoraram Deus-menino, e depois lhe ofertaram presentes: ouro, incenso e mirra!

Mas espere!

Eu pensava que tinham adorado Jesus dando presentes. A tradição religiosa aponta muito para a idéia de que temos condições de agradar Deus com nossos feitos, ofertas e sacrifícios. Mas a Bíblia não diz isso. Mateus afirma que primeiro eles prostraram-se e adoraram, depois deram presentes.

Se com presentes eles agradeceram, como é que adoraram?

Acredito que responder a essa pergunta é achar a chave da verdadeira adoração. Adoramos a Deus quando aceitamos o perdão que Jesus oferece. Jesus nasceu, e de graça resolveu ofertar à humanidade o perdão e a vida eterna. O único modo de adora-lo é aceitando o perdão que ele oferece dia-a-dia. O restante é gratidão e louvor. Foi isso que ele quis dizer à mulher samaritana: os verdadeiros adoradores adoram o Pai em espírito e em verdade. É que Deus mudou de endereço, está morando aqui com a gente, e não habita mais em templos feitos pelas mãos dos homens. Melhor: quer habitar no ser humano. Então, não existe mais um lugar para pedir perdão/adora-lo. Pedimos perdão em qualquer lugar, não pra cumprir um ritual religioso, mas porque nos arrependemos de verdade do nosso pecado. Adoramos em espírito e em verdade, porque um menino nos nasceu e nasceu pra perdoar!

ORAR QUE É BOM.......


É impressionante nossa cara de pau diante daquele que nos conhece pelo avesso: Jesus Cristo, o Senhor. Reclamamos da segunda-feira, da vida, da igreja, do serviço, do alimento, da casa, dos filhos, dos pais, da sogra, do vizinho, do governo, do sol, da chuva, do frio, do calor, do cabelo, da altura, da cor, do carro sem opcionais, do note book de um Gb, da cebola, dos pepinos... (lembra).

Depois de uma overdose de queixa descabida, com o coração ainda intoxicado pelo vício da malandragem humana decaida e auto enganadora e como auditores espirituais cegos e sem juízo, jogamos no altar Divino, nossas reclamações.

Chamamos isso de oração. As vossas palavras foram agressivas para mim, diz o SENHOR; mas vós dizeis: Que temos falado contra ti? Vós dizeis: Inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos e em andar de luto diante do SENHOR dos Exércitos? Ora, pois, nós reputamos por bem-aventurados os soberbos; também os que cometem impiedade se edificam; sim, eles tentam ao SENHOR e escapam. ML 3; 13-15

O Senhor continua o mesmo, ouvindo o que pensamos e sondando nossos corações( Sl 139).Continua o mesmo,resistindo ao soberbo e dando graça ao humilde diante dEle. É tempo de rasgarmos nossos corações, converter nosso riso em pranto, nossa alegria em tristeza. Confessar e reconhecer todo cinismo maligno que tem nos convencido de que, compromisso com ministério e ofertas são substitutos diretos de uma vida de oração e piedade. Não há um registro bíblico em que Deus tenha deixado de responder uma oração contrita e sincera.

...e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. Agora, estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar. 2 Cr 7;14-15

Essa não é uma promessa única de Israel, mas diz respeito a qualquer membro do corpo de Cristo e em qualquer lugar. Chega de oração sem gratidão, sem fé, sem quebrantamento, sem a paz de Deus que excede todo entendimento. Os murmuradores decidiram pelo não orar, pois todos os que experimentaram orar, alteraram o curso da história e definiram pelo poder do Espirito Santo um paradigma para as próximas gerações.

PESCADORES DE HOMENS OU DE CATIVEIROS ?


Eu sei e qualquer um ainda sabe o que significa ser pescador, aquele profissional que se forma pela experiência vivida, passada de pai para filho ou pelos mais experientes de uma comunidade praieira. Convivi aproximadamente 3 anos com uma comunidade de pescadores no litoral de Alagoas, onde meu tio tinha uma casa de veraneio, e ouvia suas histórias, comprava seus produtos ou passeava de jangada sob o comando de algum deles.
O ritual de formação do pescador não tem sala de aulas, nem livros, nem professores. O que existe é uma passagem de conhecimento muito natural do pai para o filho que o acompanha em suas saídas para o mar, ou mesmo de um pescador mais experiente que permite a ida do pimpolho na companhia dos adultos. Nessas incursões, ele apreende tudo: a se orientar pelo vento, pelas estrelas, descobrem onde se encontra o quê, vendo, ouvindo ou praticando, até que seja capaz de adentrar sozinho, o que acontece cedo.

Dizem, e eu acredito, que eles sabem mais sobre o mar do que qualquer comandante de um grande navio, que não saberia, sem os seus instrumentos de navegação, se orientar pelos sinais da natureza para conduzir sua embarcação. O resultado é que todos são emancipados num determinado momento e passam a trabalhar sozinhos ou em grupos por afinidades. Trabalho e lazer são uma coisa só. Tudo o que trazem para a terra serve a comunidade, vendem seus peixes por preços que todos possam pagar e faturam apenas o suficiente para sobrevivência sua e da família naquele dia. Não há comandantes, só os mais experientes na prática. São comunidades harmônicas que vivem solidariamente. Infelizmente estão em extinção.

À medida que os homens começam a vislumbrar a possibilidade do lucro e da riqueza, começam a perder o sentido da própria vida e a destruí-la. A pesca agora é industrial e predatória. E para solucionar o problema da escassez que geram, eles passam a investir na criação em cativeiro. Aí a especialização, as salas de aulas, os professores e as teorias começam a ser necessárias para o sucesso. Surgem os opressores que escravizam os mais fracos para deles tirar o seu rendimento sem limites, quanto mais melhor. Esse parece ser o movimento do homem. Aos poucos eles desembaraçam-se da natureza e propõem soluções tamponadas para os seus erros.

E não é diferente com a religião. A dica de Jesus quando convoca os seus discípulos a segui-lo é: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens.”
Isso nos diz que o conhecimento/contato de Deus deveria ser passado, naturalmente, de pai para filho ou pelos anciãos mais experientes de uma comunidade pela prática no dia-a-dia, até que a criança já pudesse se conduzir sozinha e passar a contribuir para a comunidade com os seus frutos, os do espírito. Era a proposta inicial do Senhor, uma transmissão de valores, os dele. O processo de extinção se anuncia também aqui.

Agora essa pesca tornou-se industrializada e predatória; a frente estão o volume, o lucro e a riqueza. A solução para essa ação tão geradora de escassez passa a ser a criação de homens, em cativeiro. De novo precisam das salas de aulas, dos livros, dos professores e das especializações para tal atividade. Opressores mantêm cativos os fracos e oprimidos para assegurarem o rendimento do seu negócio. Claro está, pelo menos para alguns, que os peixes não são mais os mesmos. Não se produz mais os Noés, os Abrãaos, os Isaques, os Jacós, os Moisés, os Davis, nem os Pedros ou os Joãos da vida. Os clones não sabem que existe Vida além do aquário. Os originais de Deus continuam espalhados nas águas do mundo, sendo perseguidos pela indústria da “pesca” ou marginalizados pelos doutores da fé. Isso é bom ou é ruim? Ando a me perguntar... Tags:


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