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ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

DESCONFIE


Viver numa sociedade não emancipada é um sacrifício pra qualquer ser humano que possui um pequeno indício de racionalidade. A autonomia roubada rouba-nos o direito de prescindir do pensamento do outro e seguir mediante o pensamento que construímos no percurso da nossa própria existência. Vivemos uma crise no mundo contemporâneo entre a individualidade e a coletividade, esta, insiste em privar o individuo em suas ações e escolhas. A coletividade em suas referências e convenções sociais sempre tem uma forma desumana de inibir a iniciativa individual.

Os mecanismos de inibição produzem o sentimento de culpa e de medo que eternizam ainda mais o status de dependência do sujeito. Na ausência de um mínimo de reflexão critica não resta ao manipulado escolher apenas o que lhe foi proposto ou induzido. Assim, a vida vai sendo esticada nessa estranha dialética entre opressor e oprimido, entre senhores e escravos. A mídia, por exemplo, com seus aparatos sensoriais manipula ao máximo o poder de compra das pessoas, ditando o produto que se deve comprar, sem, na maioria dos casos, a devida necessidade de compra. O que acontece é um processo de sedução do qual o comprador se vê impossibilitado de fazer alguma escolha diferente.

Na religião acontece o mesmo. Existe um fascínio de espiritualidade onde o indivíduo é levado a ser como a maioria. Todos passam pelo mesmo processo. Não dá pra ser diferente do coletivo. Se a pessoa esboçar qualquer tipo de reação não será aceita no grupo. Há uma mesma língua, um só pensamento, uma só prática, não de uma espiritualidade sincera, mas de uma pseudo-espiritualidade que não se estabelece nem pela lógica dos fatos. Por exemplo, dar dízimo em muitos ambientes evangélicos é sinal de obediência a Deus, mas, mais do que isso, é uma forma de se dar bem na vida. Espera-se que Deus retribua inúmeras vezes mais aquele valor ofertado. Assim, não é lógico imaginar que Deus seja comparado ao baú da felicidade ou coisa parecida. Dar dízimo não é jogar na loteria.

Por isso que é difícil viver sem autonomia racional. Sem capacidade de pensar escolhas. Nem o sistema educacional brasileiro nos ensina a pensar. Apenas engolimos idéias antiquadas e vomitamos pensamentos obsoletos. Não progredimos nunca. Não criamos, não inventamos, apenas mantemos com muita precariedade o que está posto. O lema positivista de Auguste Comte na Bandeira do Brasil é balela. Não há progresso no Brasil. Olhe para o Senado, são os mesmos autocratas de sempre. Enfim, faço um apelo para quem lê, desconfie. Desconfie de tudo

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

PARA REFLEXÃO, NATAL


Você já foi a alguma festa na qual o aniversariante não estava presente, ou que não havia sido convidado por seus amigos nem por seus pais que organizaram a comemoração? Acredito que sua resposta seja não, aliás, uma pergunta desta estirpe soa no mínimo estranha tendo em vista que a pessoa homenageada da festa é o aniversariante. E quem teria tamanha falta de consideração em deixa–lo de fora? Porém por mais ilógica que uma situação dessa possa parecer, ela se repete todo final de ano no natal, dia 25 de dezembro, data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Basta ligar o nosso aparelho de televisão, sintonizar o rádio, ou acessarmos a Internet e tão logo iremos perceber que a maior festa da cristandade perdera toda sua essência e espiritualidade. Se antes, tinha por finalidade relembrar o nascimento do príncipe da paz, atualmente tem sido uma boa época para a industria marketeira lançar seus produtos, atrair clientela (e como sempre, o maior alvo são as crianças) e ganhar dinheiro e convenhamos, muito dinheiro!

Por isso não é de se admirar que embora seja uma festa cristã ela atenda o interesse até mesmo do ateu mais convicto em sua filosofia antagônica a qualquer tipo de religião. Logo, tem sido mais plausível falar do bom velhinho do que até mesmo de Jesus. E embora o Papai Noel seja uma figura lendária e fictícia tem roubado cena, sendo querido e idolatrado por crianças de várias etnias e de todo tipo de crença, e isso mesmo sem existir e sem ser o homenageado da ocasião.

Em razão destes desvirtuamentos, a festa natalina tem assumido um caráter um tanto quanto sincrético, ou seja, embora ela tenha raízes cristãs, não envolvem mais somente cristãos. Porém, isso não seria de todo ruim se todos entendessem o seu real significado. Sendo assim, ao se desviar de seu cerne tem sido uma festividade mais humanista do que propriamente cristã, mais materialista do que espiritual, substancialmente pragmática e relativamente filantrópica.

O problema disso tudo se encontra no fato de que a maioria das pessoas se reúnem diante de mesas fartas e bem adornadas para comemorar o nascimento de Jesus, sem antes conhecê–lo e sem que ele faça parte de suas vidas. Convidam parentes, vizinhos, crianças carentes para fazerem parte daquele momento, mas Cristo onde está ?

O natal sem Jesus é semelhante àquela manjedoura que reservaram para José e Maria, esta, grávida e já ás vésperas do parto para passarem a noite. Aquele lugar não passava de um estábulo velho (não sei se era velho, mas suponhamos que fosse...) cheio de palha e cheirando animais. Porém quando Maria deu a luz ao Salvador, aquele lugar passou a ser então um dos lugares mais importantes e privilegiados de toda história.

Que nesta data tão sublime não haja simplesmente um comer e beber acompanhado de blateração e festejo, mas que venha ter também uma reflexão em cima do que este dia simboliza. Que o natal não termine nas primeiras horas do dia 26 de dezembro, mas que ele se estenda até a volta de Cristo, e que em cada momento lembremos que ele nasceu para morrer por cada um de nós. Todo dia é propício para estender a mão ao necessitado, a dar lugar ao amor, ao perdão e a fraternidade.

Neste natal, que estejamos comemorando também nosso novo nascimento, e que ofereçamos a Deus este dia racionalmente, nos desvencilhando de todas projeções feitas em relação ao natal pelo mercado consumista, ou das deturpações causadas por fábulas infundas e oriundas da imaginação humana. Um Feliz natal com Cristo a todos.

ACHEI JESUS, O CRISTO !

Sei que ainda estamos um pouquinho distante do natal, onde neste período, sempre aparece um tal espírito natalino, ouve-se que as pessoas se tornam boazinhas, ajudadoras, compadecidas das misérias alheias, enfim, durante todo o ano, com seus trezentos e sessenta e cincos dias, destes, apenas sete, são utilizados para a caridade, num total de 1,91% do ano, utilizado para a bondade, pouquíssimo não é?

Mas como dizia, não é tempo de natal, entretanto, salta-me ao coração uma situação narrada nas páginas da Bíblia: E entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro incenso e mirra. Ora, sendo por divina revelação avisados em sonhos para não voltarem a Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho. (Mateus 2:11 e 12).

Esta narrativa, conta de três homens sábios, que através dos livros proféticos do Antigo Testamento, tomaram conhecimento que dentre os judeus nasceria o messias. Chegando o tempo oportuno, vieram até Israel em busca de tal feito. Sem saber da localização da casa onde estava Jesus, buscaram informações. Sabendo disso, Herodes, rei em Israel, chama secretamente os três sábios, e diz-lhes que quando acharem o menino deveriam avisá-lo, pois também queria oferecer seus presentes ao pequeno Rei.

Bem, quem procura sempre acha. Acharam o menino, juntamente com sua mãe, ofereceram seus presentes, e por um sentimento nada humano, sobrenatural, voltaram por outro caminho, não pelo caminho de volta ao palácio de Herodes, pois certamente morreriam.

Isso tudo, é uma grande realidade em nossos dias. Todos nós, sem exceção, nascemos com um vazio em nosso ser, uma sede desesperada, uma inquietação nos sentimentos, que quando não suprida, leva-nos a experimentar os Herodes da vida. Estes Herodes são tudo aquilo que devoram nossas preciosas vidas, alcoolismo, drogas, corrupção, medo, ansiedade, vergonha, religiosidade, traumas, e uma infinita lista de situações que nos impedem de viver plenamente.

O desejo daqueles sábios era conhecer Jesus Cristo. Eis aí o grande segredo, conhecer a Jesus Cristo! Não mais um Jesus menino, deitado estático numa manjedoura, ou ainda, pendurado numa cruz, mas alguém vivo, completamente vivo.

Note, que o trio de magos após conhecerem o Messias, não voltaram pelo mesmo caminho, pois seria uma rota de morte. Depois que alguém deparar-se com a amada pessoa de Jesus Cristo, não tem como ser a mesma pessoa. Nossos caminhos mudam, os conceitos e preconceitos caem, a vida se torna algo fascinante, há sentido no que fazemos.

Esta história tão remota é uma grande verdade para nossos dias. Pare de andar pelos caminhos de Herodes, pois levaram você até a morte. Ache Jesus Cristo, vivo, eterno, completamente apaixonado por você. Isso mesmo, do jeito que você é, sem máscaras, machucado, saudável, feliz, preso, livre, ache Ele agora mesmo.

Jesus Cristo te ama do jeitinho que você é, mas fará de tudo para te deixar jeito que Ele é.Paz e bem

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

CEGUEIRA


Há poucos dias atrás assisti em DVD "Ensaio sobre a cegueira", filme dirigido por Fernando Meirelles, baseado numa obra de autoria do escritor português José Saramago.
Achei o filme bom, apesar de complexo em sua temática.

Todo o elenco esteve bem integrado, destaque para as interpretações de Mark Ruffalo e Julianne Moore, esta numa performance ao menos digna de uma indicação ao Oscar.

O filme trata sobre uma inédita e inexplicável epidemia de uma "cegueira branca", uma vez que as pessoas atingidas apenas passam a ver uma superfície leitosa. Os afetados pela doença são colocados em quarentena e, quando os serviços ofertados pelo Governo começam a falhar, as pessoas passam a lutar por suas necessidades básicas, expondo seus instintos mais primários.

Tentando analisar o comportamento dos personagens do filme, fui ao dicionário Wikipédia, buscando relembrar alguns conceitos da psicologia, já esquecidos por mim, quando fui aluno da disciplina de Introdução à Psicologia, em 1985. Vejam o que encontrei:

"ID – O id é a fonte da energia psíquica (libido). É de origem orgânica e hereditária. Apresenta a forma de instintos que impulsionam o organismo. Está relacionado a todos os impulsos não civilizados, de tipo animal, que o indivíduo experimenta. . Não tolera tensão". "EGO – Significa "eu" em latim. E responsável pelo contato do psiquismo com o mundo objetivo da realidade. O Ego atua de acordo com o princípio da realidade. Estabelece o equilíbrio entre as reinvindicações do Id e as exigências do superego com as do mundo externo". "SUPEREGO – Atua como censor do Ego. É o representante interno das normas e valores sociais que foram transmitidos pelos pais através do sistema de castigos e recompensas impostos à criança". "São nossos conceitos do que é certo e do que é errado. O Superego procura inibir os impulsos do Id, uma vez que este não conhece a moralidade. É o componente social da personalidade. As principais funções do Superego são: inibir os impulsos do id (principalmente os de natureza agressiva e sexual) e lutar pela perfeição".

Do que tenho visto no mundo, e analisando de forma mais apurada o comportamento dos personagens do filme, o que realmente acho é que, à luz do conhecimento emanado da psicologia, o “Superego” parece não vir mais cumprindo adequadamente o seu papel, em face do afrouxamento dos valores morais e éticos que temos observado na sociedade.

Assim, o Superego vem inibindo cada vez menos os impulsos do Id, e o que resta é uma flagrante e desenfreada prática das obras da carne, “...as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus” (Gálatas 5:19-21)

O fato é que a psicologia não consegue oferecer uma solução para o dilema do pecado, mas o Evangelho de Cristo garante a gratuíta salvação ao pecador, que, se arrependido, e convertido ao Evangelho de Cristo, é regenerado em seu ser, obtém o completo perdão dos pecados, e recebe uma capacitação vinda do Espírito Santo para ir moldando as próprias ações pessoais à vontade de Deus (explicitada na Bíblia), a que a teologia chama de Santificação.

Com isto, não quero afirmar que somente os cristãos sejam capacitados às práticas morais e éticas para uma boa convivência social, mas certamente a falta de temor a Deus, e a descrença nos ensinos da Bíblia (fato bastante comum nos dias de hoje), levam as pessoas bem mais facilmente a certas atitudes pecaminosas.

Embora sejamos salvos unicamente pela fé em Jesus, como cristãos, precisamos nos deixar guiar inteiramente pela Palavra do Senhor, para que vivamos nesta terra de uma maneira que glorifica a Deus e para não experimentarmos as conseqüências dos pecados que praticamos, pois “Não havendo profecia, o povo perece; porém o que guarda a lei, esse é bem-aventurado” (Provérbios 29:18).

É certo que continuaremos pecando enquanto estivermos vivendo nesta terra, pois há uma luta constante entre a carne e o espírito. Entretanto, como já foi dito antes, uma das principais funções do Superego é lutar pela perfeição (algo que se estende pela vida inteira), e as possibilidades de êxito serão sempre maiores quando conhecermos a Palavra de Deus e praticarmos os Seus mandamentos, pois assim escreveu um Salmista:

“Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Salmos 119:11)

É tempo de debruçarmos cada vez mais o nosso olhar sobre a Palavra de Deus, pois assim nos afirmou o Apóstolo Paulo:

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (2 Timóteo 3:16)

Meditem nisto!

QUANDO CONHECEMOS O PROXIMO


Ei.. Você! Poderia me dar uma informação?

- Sim!

- Sabes se é por aqui o caminho que segue para Gramado?

- Sim eu sei! Mas primeiro quero que saiba uma coisa!

- Surpreso respondo: Opa! O que seria?

- Quero que saiba o meu nome, muito prazer eu sou o "João"!

- Com muita vergonha respondo: Ola, Muito prazer João!

- Bem agora que sabe quem sou, vou te dizer o caminho que deves seguir para Gramado...

Esta foi uma lição que recebi em um breve dialogo sem pretensão com um senhor de idade avançada, aparentando cerca de 90 anos, que residia em uma estrada de terra situada em uma cidade do interior do RS. Ele com a maior gentileza me ensinou algo revelador e precioso sobre mim, com apenas uma resposta. Creio que realmente foi uma resposta sem intenção, e sim um impulso empático, resultado de sua experiente sabedoria e grande simpatia. Com uma simples frase ele mostrou-me a forma superficial a qual nós costumeiramente nos utilizamos uns dos outros.

Enquanto eu seguía para gramado cruzando por são José dos Ausentes, fui assombrado por aquele breve e revelador encontro, onde percebi que estamos acostumados com a síndrome da "solidão em grupo", onde cruzamos por pessoas, mas não as percebemos. Fui conduzido a analisar a força deste espírito, que posso chamar de "Espírito capitalista" onde valorizamos as pessoas não por sua identidade, e sim por sua produção, não buscamos conhecer e sim obter, não queremos relacionamentos, sim contratos de compra e venda.

Este espírito capitalista ronda nossa sociedade a manipulando, tornando todos os sentimentos que cercam os seres humanos, em apenas objetos de compra e venda. O “espírito capitalista” não ama o individuo, ele ama sim o advogado, o médico, ou o administrador. Para este espírito Somos apenas meros “objetos” e não ” indivíduos”. Passamos a analisar as pessoas pelo bem ou prazer possível que possam nos produzir deixando de lado a responsabilidade do amar o próximo como a nós mesmos.

Este mesmo sentimento, influencia diretamente a igreja contemporânea, e para entender é só ter uma breve percepção realista da forma como o evangelho tem se posicionado nestes últimos anos. O resultado concreto que vemos é uma avalanche de Igrejas de teor triunfalista, onde o sinônimo de benção é definido pelo que possuímos, ou por seus números produzidos, onde na verdade a benção virou Cifras.

Não queremos mais perceber as pessoas ao derredor, muito menos saber os seus nomes ou problemas, é uma distancia proposta pelo “espírito capitalista”, é confortável, e nos livra da responsabilidade do compartir para integrar.

Se pensarmos, quantos “Joões e Marias” cruzam por nosso caminho todos os dias e não notamos, perceberá que fazemos uso constante desta insensibilidade gerada por este sentimento parasita que nos assedia. Quantas vezes nós buscamos pessoas apenas por algum interesse comum ou beneficio ao qual elas nos propõem? Quantas vezes não nos sentimos usados por pessoas que eram originalmente perfeitos representantes deste “espírito capitalista”? Por uma questão de sobrevivência precisamos urgentemente desincorporar esta teologia, onde se excluí um simples “Muito prazer”, substituindo por um “o que pode me oferecer?”.

Com urgência, temos de trocar nossas influencias e leituras, pois se percebermos grande maioria dos livros evangélicos é de origem norte-americana, onde seguramente podemos afirmar que grandes parcelas destas teologias propostas são resultado de uma cultura religiosa que é diretamente influenciada por um pensamento de consumo.

Assim como os EUA é o berço do capitalismo no mundo, grande maioria dos seus teólogos são resultados desta sociedade de consumo. Precisamos ter maior atenção ao que estamos consumindo como informação pratica e influência para nossas liturgias, pois estas futuramente irão formar nossas percepções da vida, e religião.

Precisamos valorizar mais o “ser - humano” ressuscitando em nossas comunidades a vida comunitária, e com isso valorizando a vida cristã na Práxis, não somente a nominalidade. Abandonemos as hipocrisias e sejamos mais amigos ,empáticos e despretensiosos, batalhando por substituir o “o que pode me oferecer?” Por um “muito Prazer!” Paz e bem