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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

BARTIMEU OU ZAQUEU ?


Assim como qualquer meio em que vivemos, sempre existem os paradoxos, as discrepâncias. Não era para ser assim, mas dentro do Reino de Deus, por sua vez existem coisas que realmente não posso entender. Estas irregularidades, já existiam desde os tempos mais remotos.

Pois bem, para melhor entendermos o quero transmitir, reportemo-nos para dois milagres, a cura do cego Bartimeu e a conversão de Zaqueu, por sinal, aconteceram quase que próximos um do outro, nas regiões de Jericó.

Bartimeu, muito interessante, embora cego, viu o que ninguém viu em Jesus, ele viu Jesus como filho de Davi, para muitos uma forma de pedir esmolas, até podia ser, mas ele declarou que Jesus era o Messias, se era filho de Davi, então era o herdeiro do trono de Davi. Clamando, faz com Jesus o atenda, e por fim curado da cegueira.

Zaqueu, por sua vez, desprezado por seu ofício de publicano, mas com um tremendo interesse em conhecer quem era Jesus. Correndo a frente da multidão, sobe em uma árvore e espera o que vai dar. Jericó, a cidade dos suaves perfumes, era rica em vegetação, muitas árvores, e Jesus para exatamente sob a árvore onde há um homem que queria conhecê-lo. Chamado por seu nome, ele desce com alegria, e ao encontro com Jesus ele confessa seus erros, promete restituição a que tivera defraudado, exatamente como dizia lei.

Até aqui nada de mais, nada de incrível, nada revelador, duas situações envolvendo Jesus Cristo e dois homens com vidas bens distintas. Mas, ao ler sobre a reação daqueles que estavam como testemunhas destes dois milagres, algo me salta ao coração.

Com a cura de Bartimeu, diz-nos o texto que toda a multidão vendo o que acontecera ia louvando a Deus pelo caminho.

Com a conversão de Zaqueu, a reação da multidão foi de murmuração, o texto diz que todos murmuravam porque Jesus iria hospedar-se na casa de um pecador.

Exatamente isso que acontece, nos milagres muito louvor, muita festa, já na conversão murmuração, reclamação, biquinhos e testas franzidas.

E a grande pergunta é esta: qual dos dois realmente garantiram salvação? Bartimeu ou Zaqueu?

Hoje vivemos uma igreja que é voltada exatamente para necessidades, para os milagres, não que isso seja pecado, não, mas não passam de milagres. Não nos alegramos mais com a conversão, a confissão de pecados tornou-se algo fora de moda, restituir o que foi defraudado, não tem nada haver. Nossos púlpitos estão fartos de promessas de cura, riquezas, farturas, e longe de arrependimento, de confissão. Arrependimento não dá ibop, milagres lotam estádios.

Quando perdemos a noção do pecado, perdemos também a alegria do perdão.

O Reino de Deus tem alegria? Sim! Mas primeiro é justiça, depois a paz, e por fim a alegria. Muitos vivem sem paz, porque querem somente a alegria do Reino, não sabendo, ou não sendo levados a entender, que o gerador de paz e alegria é a justiça.

Se não mudarmos radicalmente nossas pregações, conselhos, sermões, nossos filhos não saberão o que realmente é o Reino de Deus.

Reflita nisso, seja ousado, seja um profeta nesses dias.

NÃO SE ENGANE


Falsas esperanças faziam parte dos discursos dos falsos profetas na época em que Jeremias viveu (Jr 14:13-15). Anunciavam "paz, paz", quando não havia paz nenhuma (Jr 6:13-14). Curavam superficialmente a ferida do povo oferecendo band-aid, quando era necessária uma profunda cirurgia.

O profeta Hananias espalhava falsas esperanças ao povo, pois anunciava que o cativeiro seria apenas uma breve temporada de dois anos (Jr 28: 2-3). Esta era uma grave mentira (Jr 28:15), pois o cativeiro durou 70 anos (Jr 25:12). Os falsos profetas ofereciam falsas esperanças até aos sacerdotes (Jr 27:16), que detinham o controle religioso naquela época. Jeremias, pelo contrário, não oferecia falsas esperanças ao povo. Quando estavam no cativeiro, enviou-lhes uma carta deixando bem claro a situação que teriam que enfrentar lá no cativeiro (Jr 29: 5-10), e só depois de 70 anos retornariam à terra natal.

Nós também, como porta-vozes do Senhor, não devemos anunciar falsas esperanças. Não devemos anunciar palavras que o Senhor não nos autorizou a anunciar (Jr 29:23). É impressionante como falsas esperanças estão sendo espalhadas nos púlpitos hoje em dia. Os chamados pregadores da prosperidade enfeitam sua mensagem com esperanças vazias, que servem para entreter os auditórios lotados. Portanto, temos que remar contra a maré e anunciar a verdadeira mensagem do Senhor, que em nenhum momento apresenta falsas esperanças a ninguém.

Jesus Cristo nunca ofereceu uma mensagem recheada de vãs esperanças. Ele foi incisivo ao apresentar o custo do verdadeiro discipulado. Tomar a cruz dia a dia e seguir a Cristo não é algo agradável e prazeroso (Lc 9:23), mas é o único caminho para agradar a Deus. O escriba aproximou-se oferecendo o seu serviço, mas Cristo disse: “As raposas tem seus covis e as aves dos céus, ninhos. Mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8:20). Cristo não ofereceu falsas esperanças ao jovem rico que se mostrou empolgado querendo saber o que fazer para ser salvo. Ele ofereceu o caminho da renúncia, não o caminho de promessas fáceis. Diante de Nicodemos, a proposta de Jesus Cristo foi considerada estranha (nascer de novo!), mas não estava carregada com pitadas de esperanças irreais.

Qualquer que seja o momento, não devemos incorrer no erro de oferecer esperanças vazias a quem quer que seja. As pessoas precisam saber que a única esperança real é aquela que a Bíblia apresenta, o que passar disso é pura ilusão. A esperança bíblica oferece um alicerce confiável que não trará frustração e desânimo. O homem precisa enxergar que somente na Palavra de Deus irá encontrar a verdadeira esperança, e nós, como porta-vozes do Senhor, devemos apresentar esta mensagem de forma transparente.