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AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A EXTRAORDINARIA BELEZA DA CRUZ


O madeiro, o homem, o sangue. Natureza e humanidade num encontro mortal. Um espetáculo macabro, com requintes do absurdo, mas curiosamente proporcionando beleza. Uma sinfonia onde a dissonância produziu melodia. Do embate amargo entre a truculência romana e a disponibilidade intrigante de um rapaz judeu, nasceu o baile da esperança. Coisas de um Deus detalhista, amorosamente artístico. Deus abraçou a cruz, mas permaneceu com os braços abertos, formando assim o majestoso canal por onde angústias e ódios podem esvair-se...

A cruz é o ponto exato da convergência dos contrastes. A mais aguda dor, na mais doce ternura. A mais apavorante cena, no enredo mais lindo. O frágil judeu espancado, revelando o "Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" (Is. 9.6). No auge das trevas, a luz reclama. No alto da cruz, o Deus solitário grita, mas não é um grito, é meu nome que escapa. Benditos contrastes.

Nos ombros, o peso do mundo. Um caminhar lento, pesaroso, como se milhares de mãos no peito o empurrassem para trás. Ele avança. Sabe que eu preciso. É como o pai que mesmo humilhado na guerra diária da vida, engole calado, sabe que o filho precisa de pão. Quanto mais sobe o madeiro, mais humilhado fica o cordeiro.

Sede. O corpo avista a placa do limite. E já passou. Um líquido horrível apenas destrói o que já está em frangalhos. Fracasso? Não! Triunfo! O mais absoluto triunfo! A chave é virada na fechadura da graça. A porta está aberta. O véu perdeu a legitimidade. Não há mais fronteiras. O servo venceu. O humilhado é digno. Minha alma agora pode adorar. Caiu a cadeia que me sufocava.

Após a ressurreição, ele mantém suas feridas. Um lembrete mudo daquele limite. Ele anda pela vida nos encontros com seus amados. Transmitindo-lhes uma certeza: valeu à pena! Por causa disso, agora estou livre. Posso cruz-ar fronteiras! Posso olhar para dentro de mim. Agora, a Ceia do Senhor tem um colorido magistral: "fazei isto em memória de mim": posso olhar para trás livre dos temores do passado. "Examine-se a si mesmo": posso fechar os olhos, pois sei que os fantasmas dos sonhos mortos já não assustam. "Até que ele venha": posso aguardar o amanhã, o sol já não atrasa.

Como diz a letra de uma música antiga: "Sim, eu amo a mensagem da cruz". A extraordinária beleza da cruz transmite certezas ao meu caminhar. Seu legado anda comigo: perdão, graça, entrega, amor. É libertador ter a certeza feliz do Deus forte nos fracos. O amor é o outro nome da cruz. Paz e bem

A ALEGRIA LOGO VEM


"Ao anoitecer pode vir o choro; mas a alegria vem pela manhã" (Salmo 30. 5b).

Não há quem escape de ter momentos de alegria e momentos de tristeza se intercalando, tendo em vista que, conforme já dissemos (*), vida cristã não é "certificado de imunidade" contra dissabores, nem é "certificado de isenção" de problemas.

Jesus mesmo nos alerta: "No mundo passais por aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (João 16. 33).

Pode parecer, conforme palavras acima, que a alegria é passageira, e que a tristeza é insistente e duradoura, se arraiga em nós, e não nos deixa por nada que se possa imaginar ou fazer.

Pode até ser, todavia não é a regra, pois para os seguidores de Jesus sempre há os momentos de alegria, de satisfação, de regozijo, de exultação até, estes sempre superando aqueles.

Não é qualquer alegria que agrada a Deus, o que já a caracteriza como não verdadeira, aí sim passageira, breve, sem consistência, com base em valores menores, que contrariam os princípios espirituais, os princípios cristãos.

A nossa alegria deve se embasar na esperança, na expectativa, na certeza até de que tudo passa, mas a Palavra de Deus não passará (Lucas 21. 33), ela é para sempre.

"Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que os vossos corações fiquem sobrecarregados com as consequências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço" (Lucas 21. 34).

Embora Jesus, ao falar das preocupações, acrescente vícios, maus costumes, neste momento não estamos nos atendo a isso, mas sim às preocupações deste mundo, às dificuldades, aos sofrimentos, que alternam os bons momentos, conforme já dissemos.

Quando o autor do pensamento acima diz "um dia a tristeza acabará" está se referindo ao mesmo dia que Jesus menciona no versículo 34 como "aquele dia".

Toda vez que a Bíblia se refere a "aquele dia" ou expressões similares, está se referindo à segunda vinda de Jesus, quando as pessoas deverão estar alertas, vigilantes, cumprindo em suas vidas a Palavra de Deus para serem achadas fiéis:

"Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim" (Lucas 12. 43).

Cabe aqui uma explicação, tendo em vista que os convertidos a Jesus, chamados de “a Igreja”, não estarão na terra, quando Ele voltar, eis que serão arrebatados antes, para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens. São dois momentos distintos!

A primeira palavra, do Salmo 30, foi dita para os judeus, eles sim [os que estiverem vivos] estarão aqui quando da 2ª vinda de Jesus.

Quanto à Igreja, os salvos pela aceitação de Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor, também deverão estar alertas, atentos, cumprindo a vontade de Jesus, para serem arrebatados para o encontro com Ele nos ares.

Se formos achados vigilantes, fiéis, e esperamos ser [este é o desejo de todo cristão], seremos compensados na glória do Senhor, glória que é muito maior do que as eventuais vicissitudes atuais, que são leves, momentâneas, passageiras, superficiais, se comparadas com a Glória futura, conforme versículos que sempre repetimos (*):

"Porque a nossa [atual] leve e momentânea tribulação produz para nós [futuro] eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas" (II Coríntios 4. 17-18).

Então “a tristeza pode durar a noite toda, mas a alegria vem pela manhã”, e essa noite não se limita às doze horas noturnas, mas representa dias, semanas, meses, anos, quiçá décadas de “deserto”, talvez até uma vida toda; mas a alegria vem pela manhã, quando a Luz, que é Jesus, raiar e não der mais espaço para as trevas. É o exato cumprimento da Palavra deixada acima “que a leve e momentânea tribulação, produz em nós eterno peso de glória.

Prezado leitor, não sabemos se você é cristão ou não, também não temos conhecimento do "como" você vive a sua vida, até porque, como disse um dos escritores de uma das devocionais de hoje, 17.06.08, (*): "todas as coisas têm algo que se vê e algo que não [se vê]".

Podemos até dizer que não passamos as 24 horas do dia juntos, motivo pelo qual desconhecemos as suas intimidades, as suas alegrias, as suas tristezas, razão principal pela qual não podemos e nem devemos julgá-lo.

Assim o que falamos, o que transmitimos é universal, impessoal e genérico.

Não estamos, portanto, "apontando o dedo", não estamos “mandando recado”, mas tratando de assuntos que são comuns a todos nós: alegrias, tristezas, sofrimentos, bem estar, vontade de alcançar a salvação.

Por isso é que auguramos que se você estiver triste, com problemas, e ainda não conheceu pessoalmente o Senhor Jesus, que o procure enquanto se pode achar.

"Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto" (Jeremias 55. 6).

Aí você terá também a esperança, a fé, a convicção de um eterno peso de glória, na presença de Deus, que é imensamente maior e melhor dos que as “leves” aflições momentâneas deste mundo. Paz e bem

A MULHER NÃO FOI FEITA PARA BRIGAR


É um sentimento de tristeza, impotência e decepção. Pelo menos esta é a impressão que tenho quando vejo duas ou mais mulheres se engalfinhando seja num bar, numa rua, numa praça ou na porta de alguma escola.

Drummond escreveu certa vez: "Moça bonita foi feita para namorar. /Soldado barbudo foi feito para brigar. /Só eu não brigo. /Só eu não namoro". Mulheres brigando é uma cena triste, patética e inesquecível.

Sou do tempo em que ser romântico era uma coisa muito natural. O homem procurava agradar a mulher com mimos, carinhos, flores e algumas frases feitas, geralmente nada originais. Década de 70, e lá se foram mais de 30 anos! Bom observador que sempre fui, analisava as mulheres discretamente e via nelas algo tão sublime que até me perdia nos gestos e nas palavras procurando uma forma melhor de agradá-las.

Daí surgiu a necessidade de escrever poemas para agradar as mulheres. Percebi então que elas têm um "fraco" por poesia. Embora nem sempre conseguisse agradar as mulheres tão exigentes da época, até pelo meu excesso de timidêz, continuei escrevendo por décadas, inspirado e bafejado por minhas musas que sempre me apareciam diariamente e principalmente em sonhos.

Já naqueles tempos as mulheres brigavam. E como acontece até hoje, geralmente por nada ou por causa de alguma fofoca espalhada na vizinhança. Brigas, "barracos", são ingredientes que nunca combinam com a beleza, a expressão e a leveza das mulheres. Aliás, eu nunca entendi porque o ser humano briga. Nós temos o poder da palavra, a possibilidade do entendimento, a sensibilidade aguçada e a capacidade de conhecer, compreender e aceitar as diferenças. Resumindo: conversando podemos sempre nos entender e chegar a um acordo sem a necessidade de brigas, altercações e violência.

Sempre quando penso numa mulher me vem à mente uma cena de carinho, um verso uma flor... Eu sei que não é bem assim no dia a dia, na correria, mas eu gosto de sonhar com esse cenário delicado, suave e perfumado. Vinicius de Moraes certamente foi o poeta que mais escreveu sobre e para as mulheres. Também é dele o famoso verso: "As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental". Com esse verso, Vinicius acabou criando uma polêmica que existe até hoje. Foi, digamos, um momento de fraqueza na vida do "poetinha" que tanto cantou em prosa e versos a mulher amada, com seus lindos sonetos e seus poemas arrebatadores.

Por tudo que foi exposto acima, repito: a mulher não foi feita para brigar. A mulher foi para amar e ser amada, beijar e ser beijada. Certamente muita gente, democraticamente, discorda de mim, mas convenhamos, duas ou mais mulheres brigando é uma cena tão triste e deplorável que a gente geralmente nunca esquece. Afinal, como escreveu Drummond: "Moça bonita foi feita para namorar. /Soldado barbudo foi feito para brigar. /Só eu não brigo. /Só eu não namoro". (Carlos Drummond de Andrade). Mulheres brigando, se descabelando é uma cena triste, patética e inesquecível.