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sexta-feira, 17 de julho de 2009

DISSERAM-ME QUE OS TEÓLOGOS SÃO CÉTICOS


Disseram-me que os teólogos são céticos. Esta declaração me fez rir sem mostrar os dentes, rir sim, mas um sorriso sem graça, por ver aqueles que fogem dos parâmetros da Graça pela desgraça do engano que vem vestida como "verdade clerical absoluta" em nossos dias. Jesus falou que estes são como lobos devoradores, pois devoram a consciência alheia, sugam a opinião própria das pessoas, e o pior, manipulam a visão delas a respeito do criador. A razão pela qual me fizeram esta declaração e o motivo de tanta estigmatização quanto aos teólogos, não é outra, se não o que o velho apóstolo previu em II Timóteo 4.3: "Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina..."

Disseram-me que os teólogos são céticos. Penso que seja pelo simples fato de questionar o questionável. Na visão deles, os teólogos examinam, olham a distância e criticam porque não crêem. Quando justamente se processa ao contrário, cremos tanto, que nos dedicamos a não explorar, e sim cuidar da fé de nossos irmãos. Se nos colocam como inimigos da igreja, fazem com o fim de vingar-se das suas mesas de câmbio que derrubamos continuamente nos templos; para que não tomem dinheiro do povo em nome de Deus mais do que já fazem.

Disseram-me que os teólogos são céticos. Porque não suportam a lucidez que eles propõem pelo Evangelho; esta sim, tem feito muitos cegos enxergar. Você pensa que estou afrontando com esse texto? Afrontado está sendo o Santo Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Discorda? Você sabe o que aconteceu com o ministério de mestre na igreja evangélica brasileira, descrito em Ef. 4:11, por exemplo, salvo as exceções? Eu sei, Deus instituiu e eles tiraram, porque sabem que se este ministério tiver voz e vez na igreja, muitos dos seus métodos não vão funcionar.

Disseram-me que os teólogos são céticos. Porque não compactuam de suas infinitas campanhas que propõe ao povo enxergar o carro, a casa, ou o novo emprego, menos ver o invisível como Moisés em Hb 11:27. Abraão que é o nosso pai na fé, não precisou de nenhuma delas para crer em Deus, aliás, Abraão creu em Deus antes que houvesse VT ou NT. Portanto, quero concluir respondendo que nenhum ceticismo será problema para quem anda na verdade e dela faz seu porto seguro.

terça-feira, 14 de julho de 2009

A ENTREGA DE TUDO


Jesus era um homem de entrega, uma entrega de si mesmo e de todas as suas lutas e tribulações. Mas uma entrega ao Pai. Jesus é o nosso exemplo: “... pois Jesus, quando ultrajado, não revidava com ultraje: quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente” (1 Pe1.23). Como diz o antigo hino: “... nos seus passos prosseguir”. Esse deve ser o nosso mais nobre anseio.
Precisamos aprender com Jesus sobre abrir mão do revide, da ameaça e da vingança, mesmo quando sofremos injustamente. Como é possível se calar diante do ultraje e dos maus-tratos? Apenas com segurança íntima inabalável. Quando conhecemos bem quem somos e temos convicção firme em Deus é que descobrimos os caminhos do Senhor.
A conseqüência disso é um exercício devocional preciosíssimo: a entrega das nossas vidas, causas, lutas e tribulações nas mãos de Deus. Em outras palavras, fazemos de Deus o nosso defensor. Ele, e não nós, julgará e dará a sentença reta, digna e justa. A sentença dada será o que precisamos, mesmo que não nos agrade.
Penso que essa atitude de entrega irrestrita de nós mesmos e dos nossos caminhos nas mãos de Deus é uma das mais difíceis práticas espirituais para nós que somos imediatistas e exigentes. Mas creio, também, que é o maior sinal de maturidade cristã e intimidade com o Senhor.

O DURO EXERCICIO DA PERDA


"O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira?" (Mt 16.26)

Meu vizinho Júnior está muito mal. Sua única filha foi concluir os estudos fora do país. Ele confessou-me que não estava preparado para isso. Sempre a teve por perto e não imaginava que esse momento chegaria. Para completar a tristeza, a última notícia que recebeu da filha foi através do namorado dela. Agora ele não tem mais dúvida: a filha não lhe pertence mais.

Nos últimos dias, várias pessoas tem me perguntado qual a razão que leva alguém com quase 80 anos, muito rica e já tendo ocupado os principais cargos desta nação, incluindo a própria Presidência da República, insiste em não deixar a direção do Senado Federal, mesmo já tão desgastado diante de sucessivas acusações de corrupção, desmandos administrativos e uso indevido do erário público.

Numa pesquisa na Princenton University, estudantes foram separados randomicamente em dois grupos. Ao primeiro foi mostrado um determinado tipo de caneca e perguntado quanto estariam dispostos a pagar. Em média, eles responderam 3,50 dólares. A cada membro do segundo grupo foi dado o mesmo tipo de caneca e logo depois perguntado quanto precisaria ser pago para que a devolvessem. As respostas foram notáveis: em média, 7 dólares !

É inegável que as pessoas destam perder quase tudo. Na verdade, muitos estudos, como o acima citado, descobriram que uma perda desagrada cerca de duas vezes mais do que um ganho igual pode agradar. É por isso que a maioria de nós faz tudo que pode para evitar o risco da perda. E quando isso acontece não nos conformamos. Meu amigo Júnior e o senador José Sarney que o digam.

SABOREAR É PRECISO, VIVER NÃO É PRECISO


Existir não é sinônimo de viver. Existir é "viver porque a vida dura", citando Fernando Pessoa. Viver de verdade é sugar a seiva dos dias. Existir é empurrar a vida com a barriga. Leviano. Viver é saborear os frutos que a vida dá. Carpe Diem!(colha o dia!). Saborear é preciso, viver não é preciso. O que é necessário mesmo na vida é desfrutar. Viver por viver já é a morte. Vida com sabor é vida abundante!

Para viver uma vida boa não basta apenas possuir coisas, é necessário usufruí-las (aliás, eu posso usufruir sem possuir!). Para viver bem não basta estar cercado de pessoas amadas, é preciso cultivar e desfrutar desse amor.

Viver apenas para "cumprir tabela" é viver sem apetite. É ter uma família linda, mas não saber brincar com os filhos e namorar o parceiro; comer um prato delicioso sem sentir o gosto; ter uma vastidão de livros, mas não se deleitar com aquele que está lendo; ter uma casa maravilhosa, mas nunca "chegar para pousar"; ter uma pessoa leal bem próximo, mas não ter por ela estima!

Esses dias eu bati o carro e isso me trouxe uma série de transtorno; mudou toda a minha agenda. Peguei o carro de volta depois de um mês. Mas esse acontecimento me trouxe uma reflexão: às vezes é preciso perder algo para depois ter de volta. Às vezes é preciso se distanciar de algo para saber o seu real valor. Lembrei de um conselho de Eclesiastes:

Atire o seu pão sobre as águas, e depois de muitos dias você tornará a encontrá-lo (Ec 11.1).

É isso que acontece quando, por exemplo, viajamos de férias e deixamos as atividades, o lugar, os pertences e as pessoas que amamos. Quando voltamos nós percebemos o quanto tudo é importante e bom! Isso também acontece quando ficamos vários anos sem ver um amigo querido! Só quando temos a sensação da perda, ou de fato, quando perdemos aquilo/aqueles que amamos é que despertamos para a sua importância.

Muitas vezes somos levados pela correnteza do ativismo, consumismo, egoísmo e, sem querer, nos distanciamos das coisas, das pessoas que mais amamos. Não é o nosso desejo, mas acontece; se “ligamos a vida no automático”, acontece. E é somente quando “perdemos” os nossos “objetos de amor” é que vemos como poderíamos ter desfrutado mais! É a esposa que pede a separação. Ou a perda de uma amizade por melindres. Ou um amigo que vai embora para nunca mais. E às vezes a perda é irrecuperável: a morte de um ente querido! Por isso as frases nos velórios do tipo “eu deveria ter dito o quanto ele é importante para mim”, “eu poderia ter curtido mais a sua amizade”.

Uma boa notícia é que a gente pode perder as coisas sem perdê-las. Como? Faça o seguinte exercício: se imagine sem as pessoas, sem as coisas que você mais ama? O sentimento que você terá pode levá-lo a valorizar mais os seus objetos de amor. Não espere o “dia mal” chegar, antecipe essa “perda” para ganhar. “Quem perde a sua vida a encontra”.

A vida é tão breve! Colha cada fruto da vida! Mas faça o seguinte: colha menos e saboreie mais! Curta mais a sua família; quando estiver em casa dê uma qualidade de tempo para seus filhos, beije mais o seu cônjuge. Saia com os amigos para jogar conversa fora, comer, beber. No culto comunitário abra os ouvidos e o coração a Deus e aos irmãos. Ouça música com a alma quedada. Leia um bom livro e se deixe viajar pela narrativa. Sinta o cheiro do café, o aroma do chá enquanto toma. Deguste mais a sua comida, mastigue mais e sinta o seu tempero. Quando estiver de folga, esteja realmente de folga! Pedale. Corra. Caminhe. Estude. Trabalhe.

Os nossos anos aqui na terra podem ser breves, mas podem ser cheios de sabor!

Naquele que nos dá vida abundante

PARAPLÉGICO ESPIRITUAL


Não é fácil conviver com a doença. Quem está enfermo sabe disso. Ninguém se acostuma com a dor, ninguém se conforma com a dor. A dor se suporta, ou não. A dor é diferente de pessoa para pessoa. A dor, às vezes quebranta, às vezes endurece o coração das pessoas.Estamos falando da dor e doença física, mas há um outro tipo de doença, a espiritual, aquela triste doença da mente, da alma atrasada, e quem sabe, arrasada por suas fraquezas escondidas; daqueles que se sentem assustados quando enxergam no outro suas próprias fraquezas, agridem para tentar esconder-se.

Aquela doença que ocorre rápida para pensar nos erros e lenta para lembrar-se dos acertos; Quando se esquece o saudável, o bom, o produtivo, o que curou, abençoou, consolou, e se traz à memória o erro, a fraqueza, o tropeço, a mentira medrosa, o desvio, a dívida que nos impossibilita de caminhar e nos torna verdadeiros paraplegicos. Paraplégicos espirituais, essa é a grande e triste verdade!

O apelo diário do diabo para um paraplégico espiritual é: "Desça da cruz". As razões apresentadas são várias: Você não merece passar por isso! A cruz era de Jesus, você não deve querer ser, não é e nunca será como Ele! As pessoas não reconhecem, portanto não merecem tal sacrifício! Tem certeza que esse chamado era pra você? Pense em você, em sua família... procure algo mais gratificante!

Desça da cruz! Ande com suas próprias pernas! É o apelo que massageia nossos ouvidos suscetíveis, nosso coração enganoso, nossa alma corrompida e nossa carne sedenta em descer!

Ai de nós se não fosse a graça de Jesus! Há muito já teríamos trocado a cruz pelo trono terreno;

Ai de nós se carregarmos uma cruz que não mata, uma cruz inofensiva, brinquedo ou passatempo enquanto a vida passa, esperando uma caminhada perfeita.

Ai de nós se levarmos a cruz em direção oposta ao calvário, em declive bem suave sem pedras ou espinhos, pelas campinas repletas de oásis...

Ai de nós se ao ouvirmos a voz: "Desça da cruz", acharmos a idéia atraente! Ai de nós se descermos!

Carregando todas estas e muitas outras deficiências, um paraplegico espiritual tem que reconheçer que deve depender da graça de Jesus para realizar tudo em sua vida. Foi Ele mesmo quem afirmou: "Sem Mim, nada podeis fazer" E, neste ponto, só podemos vencer as nossas deficiências contando com o "fisioterapeuta" do céu, que também é o nosso melhor "psicoterapeuta". Como "psiquiatra", deu-nos alta dos anti-depressivos (esperemos que de forma definitiva). E sabemos que, se mais algumas décadas de vida nos forem ainda concedidas, Ele será o nosso "geriatra". Sabemos que Ele é o nosso ortopedista para endireitar nossos ‘’passos tortos’’. Que Ele será o nosso médico legista. E, por fim, como promessa a todos os seus seguidores, Ele usurá da Sua prerrogativa de Deus e criador, ressuscitando-nos dentre os mortos (e sem doenças pré-existentes!) para CAMINHARMOS ao seu lado.