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sexta-feira, 12 de junho de 2009

NADA MAIS CONTRADITÓRIO QUE A POLITICA


Creio que neste mundo não há nada mais contraditório do que a política. Não estou falando da arte ou da ciência chamada política que forçosamente está presente em nossa vida em todo tempo. Falo sim, da política partidária também conhecida como politicagem ou arte de enganar as pessoas e sempre levar vantagem em tudo e ganhar muito dinheiro.

Todo cidadão consciente sabe disto, mas nada ou pouco pode fazer para evitar essa sangria dos cofres públicos que assistimos diariamente. Hoje, a política virou um negócio altamente rentável e é o sonho de muita gente, pois é uma forma de se ganhar muito dinheiro e ainda ter todas as mordomias, poder quase absoluto e ser alvo da imprensa, dos holofotes e de toda sorte de assédio.

O cidadão comum assiste a esse disparate e fica sem entender nada. Aonde o político chega as portas se abrem, a mesa já está posta, o cafezinho e a água gelada já estão à disposição e os repórteres ficam só aguardando o momento de iniciar a entrevista extremamente concorrida. Mas, quem é esta figura tão importante e tão imponente que acabou de chegar? É a Sua Majestade, o Dr. Fulano de Tal que veio falar daquele empreendimento ou daquela obra que deverá ser realizada. Ele veio dar uma notícia em primeira mão; acabou de chegar da capital onde esteve com o governador... Daí toda essa concorrência. Parece que a cidade toda não fala em outra coisa. É a força da política que traz expectativas, sonhos e geralmente muitas decepções.

Este é lado colorido da política. Muita gente disputa um pequeno espaço para ouvir o discurso e depois aplaudir ruidosamente até com gritos de órdem e ás vezes com muita emoção. Mas tem o outro lado sobre o qual gostaria de me ater um pouco mais, pois é mais real e muito comum hoje em dia. É o lado das falcatruas, das negociatas, do toma lá dá cá e das frases desencontradas. O mundo do faz de conta muitas vezes vivido atrás de grossas cortinas com ar condicionado e muito luxo, beleza e sofisticação. Lá o cidadão comum jamais entra e, na verdade, nem passa perto, pois a segurança é total. Ali são tramados negócios altos e sujos envolvendo bilhões de reais com interesses os mais diversos e nuances as mais estranhas. Todos querem levar a maior parte, a maior fatia do bolo em detrimento da sociedade, do cidadão e do País. Tem aquelas reuniões feitas na calada da noite muitas vezes em chácaras fora da cidade sem a presença da imprensa e bem longe dos olhares desconfiados do cidadão. este é o lado mais nojento da política onde milhões de reais são repartidos em troca de algum favor, de alguma concessão. E no final, geralmente, todos saem satisfeitos.

Não há nada mais contraditório do que a política. Desde criança ouço falar deste jogo de interesses, das denúncias, ameaças, mortes, golpes e retaliações. O mais incrível é que nunca vi nenhum político ser punido, no máximo renunciou ou foi cassado, mas depois voltou e geralmente mais forte. Quem não se lembra do ex-deputado Severino Cavlcante, aquele do mensalinho? Hoje ele é prefeito em João Alfredo, sua cidade natal no interior de Pernambuco. Eu poderia citar dezenas que passaram diante de nossos olhos, foram denunciados, renunciaram o mandato, outros foram cassados, mas todos se deram bem e hoje estão abrigados debaixo das longas e acolhedoras asas da política que nunca desampara os seus filhos.

Só para relembrar, no ano de 2006 aconteceu de tudo: denúncias, CPIs, mensalões, mensalinhos, dolar na cueca, malas de dinheiro correndo o Brasil, depoimentos de caseiros, secretários, motoristas... Foi um ano praticamente perdido, um ano para ser esquecido. No bojo de toda aquela confusão sobrou até para o presidente Lula que escapou por pouco de ser cassado quando usou aquela frase que ficou famosa: "Eu não sabia de nada" - e foi motivo de chacota por todo o País. Eu pergunto: no final, o que aconteceu? E respondo: nada. Todo mundo continua aí na política ganhando muito dinheiro enquanto o cidadão está perplexo e literalmente chupando o dedo. Afinal, política é isto: é a arte de enganar sempre e cada vez ganhar mais dinheiro e sair mais fortalecido enquanto o País está cada vez mais miserável. Se alguém tiver uma outra definição, entre em contato comigo. Um abraço aos meus fiéis leitores.

O HÓSPEDE

Já passava das 23:30h daquele dia. Aliás, mais um dia puxado e de muito trabalho. Estava exausto!

Meu corpo e mente só pediam a minha "baladeira".

Havia tocado impacientemente a campainha várias vezes, e nada de virem abrir o portão para que eu pudesse entrar em casa.

Quando, de repente, um sujeito com a aparência de um "sem teto", chega perto de mim e pergunta:
- Sua mãe está aí?

E eu já irritado pela demora, respondi sem dar muita atenção a aquele homem, que por sinal estava meio "mamaguaçado":

- Tô esperando que venha alguém abrir o portão.

- É que eu vou dormir aqui hoje, pois tenho que está bem cedo num lugar perto daqui. Justificou-se ainda meio sem graça.

- Agora só me faltava essa! Pensei comigo e ainda mais irritado pela demora porque ainda não abriram o portão. E aí emendei:

- Bora, mamãe, que ainda tem uma pessoa aqui querendo falar com a Senhora! Bradei puxando com força o ar, pois estava muito cançado.

- Que, menino? Há uma hora dessa? Tô indo... Ah! É o Chico fulano de tal (não me recordo do nome do sujeito)... Ele já tinha me pedido pra dormir aqui hoje - respondeu minha mãe jogando as chaves para que eu pudesse abrir o portão e entrar finalmente em casa.

Nesse instante, o meu sobrinho, Albertinho, que já estava dormindo, também veio até a varanda para ver o que estava acontecendo.

Abri o portão, deixei aquele homem entrar e subi como uma bala as escadas, sem dar muita atenção pra ele.

Minha mãe me entregou um cobertor. O Albertinho, o travesseiro com o qual estava dormindo. E eu... nada hospitaleiro, entreguei-lhe o cobertor e o travesseiro e ouvi:

- Pode deixar! Vou dormir aqui mesmo no chão.

Subi novamente as escadas, pois não queria perder nenhum minuto do meu precioso sono.

Depois fui dormir.

No outro dia, bem cedo, fui acordado com uma voz, dizendo:

- Abre aqui que eu preciso ir.

Fiquei ainda mais aborrecido, pois ainda não era a hora, como de costume, de me levantar. Meu pai abriu o portão pra que ele pudesse sair.

Foi aí que me dei conta da grosseria cometida. E com os dedos entrelaçados atrás da cabeça, disse:

- Puxa vida! Jesus esteve aqui em casa e eu deixei ele dormir no chão!

ACESSÓRIOS DE DEUS


Ao comentar sobre a teofania no Horebe no contexto da história de Elias, von Rad faz um comentário interessante, ele diz:

"No Antigo Testamento, quando Deus aparece, o que é importante é a palavra que Deus comunica. Os fenômenos que a acompanham são sempre acessórios [...]" (RAD, 2006. p. 462).

Hoje em dia, parece que escolhemos viver somente com os acessórios, dispensamos Deus. Tornamos a religião um bom negócio, onde oferecemos salvação à alma cansada e lhe vendemos “os acessórios” de Deus, o que Ele fala não importa muito.

Acredito que a maioria (há exceções) dos grandes conferencistas, pregadores de multidões, enfim, toda essa corja, um dia se importaram com a voz de Deus, para o evangelho que emana da maior teofania divina: o calvário. Mas parece-me que na metade do caminho, resolveram enfatizar “os acessórios”, e deu certo: o povo comprou a idéia e foi. A partir de então o evangelho foi diluído no dando é que se recebe, bênçãos e vitórias, pobreza é maldição, doença é possessão, etc.

Caíram na tentação que Jesus venceu no deserto: dar o show, o espetáculo, impressionar a multidão! Transformaram as pedras em pão, pularam do lugar mais alto do templo e se dobraram ao Diabo para ganhar todos os reinos da terra. Tudo isso em nome de Jesus é claro!

Esse evangelho genérico cresce a cada dia em nossos púlpitos e parece que não há muito que fazer, pois os que pensam diferente são minoria e nem sempre tem oportunidade na comunidade, então, o jeito é escrever um testinho no aqui e outro acolá e pedir à Deus: Não me deixes cair em tentação!

MISÉRIA


A pior miséria da humanidade não é a falta de pão.

A pior miséria da humanidade é a miséria existencial, que leva ao culto e a adoração dos símbolos de expressão e reconhecimento, desvio de conduta que não atinge apenas mais favorecidos, povoa também anelos e ambições de excluídos pelas circunstâncias. Uma fraqueza cruamente humana.

Uma questão, que se por um lado afasta o homem dos valores espirituais, por outro lado, estabelece laços de iniqüidade e fere princípios elementares de respeito a dignidade humana.

O culto dos símbolos de expressão estabelece critérios superficiais de avaliação e seleção, de quem é digno e merecedor da nossa melhor atenção, do nosso respeito, solidariedade e dedicação, e faz de muitos, juízes de princípios injustos.

A simplicidade é um tesouro do reino de Deus que só os que se esforçam conseguem alcançar. Entretanto, é preciso cuidado para não se confundir privação com simplicidade ou espiritualidade. Privação não é sinal de simplicidade nem de espiritualidade, provavelmente é sinal de injustiça.

“Não ameis o mundo, nem as coisas que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo o que há no mundo, a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a vaidade da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo.” ( I João 2:15,16 )

DEUS - NEUROTIZADO


As conversas fornecem um desdobrar de inspirações. A mais recente, saindo do forno, derivou de um descontraído bate-papo com o meu amigo Ademir sobre os traços e as peculiaridades da neurose ou do neurótico.

Evidentemente, afasto de esculpir uma análise e elucubração mais afeita aos especialistas da área. E caso tentasse, seria um falastrão e somente propagaria engodo.

Por enquanto, atenho-me a firmar um paralelo sugestivo no que tange aos efeitos e desfechos perigosíssimos de uma versão neurotizada de Deus.

Arrisco dizer, retumbantemente, ao vasculhar pelos enredos da história eclesiástica e clerical, em todo o ponto de discórdia,travado ou acarretado entre os cristãos, sempre há uma interpretação adoecida de Deus.

O gérmen de boa parcela das heresias teve e ainda apresenta as marcas de um Deus mais compromissado a disparar dados inflamados de culpa e remorso ao ser humano.

Os vrs. 22, 29, 33, 34 e 40 do Salmo 119 nos confere uma vital e irremediável imersão na palavra salutar, com sabor de vida, com timbre de esperança, com ritmo de alegria e harmonia de justiça. Não há como ir contra os fatos incontestáveis, muito bem já patenteados nos registros da história.

Toda vez que os homens compuseram tentativas de reger uma espiritualidade sem o crivo da revelação-viva, sem a parceria singular e insubstituível do Espírito Santo e a influência recíproca da convivência comunitária, lastimavelmente encontramos um festival de bestialidades.

Isto sem falar de pessoas despedaçadas, de igrejas rachadas, de dispustas ministeriais tolas e o pior de cristãos aversivos ao abraço terno e afetuoso da Graça.

Tenhamos, então, diante de uma sociedade órfã de valores e crenças de vida, a coragem de nos banharmos na docilidade, na pujança e no frescor de um Deus amigo, companheiro e de recomeços.

OLHANDO PARA O ALVO


"E o Senhor teu Deus circuncidará o teu coração, e o coração de tua descendência, para amares ao Senhor teu Deus com todo o coração, e com toda a tua alma, para que vivas". (Deuteronômio 30:6)

Várias vezes sou surpreendida por comentários do tipo "Você viu fulano ministrando o louvor de boné?" ou "Fulano estava de camiseta em plena escola dominical!". E o que mais causa tristeza ao ouvir esse tipo de observação, é que, muitas vezes, eles partem de pessoas que são membros de alguma igreja ou denominação cristã. Costumo responde-las com outra pergunta: "O que a palavra de Deus nos diz sobre isso?".

A igreja evangélica tem crescido muito no Brasil e no mundo, especialmente nos países do sul. Crescido em proporções numéricas, ou seja, quantitativas. Mas será que é só isso que Deus espera? O que seria melhor para Deus: quantidade ou qualidade? Quantidade, sim! "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15). Mas, sinceramente acredito que Deus se alegra realmente é com a qualidade! "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6.33).

O verdadeiro significado de vida cristã tem sido distorcido, e a cada dia propagado erroneamente aos que buscam aquilo que atende somente aos seus desejos, sem se preocupar em colocar Deus no centro. “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes” “1 Coríntios 15:33”.

Deus não quer seus filhos se curvando a costumes, hábitos, rituais, à religiosidade. O dicionário nos ensina que religioso é “aquele que cumpre rituais religiosos com rigor e devoção, que professa uma religião ou faz votos monásticos”. Se for essa a maneira correta de louvar ao Senhor, em que o santo se diferenciará do incrédulo?

Deus espera que aquele que o serve, que crê na salvação dada gratuitamente por meio da morte de Jesus Cristo, o faça sem máscaras, sem barreiras. Deus espera compromisso com Ele, com o amor e a justiça. Não existem ressalvas para termos contato com Deus. Devemos, justamente, ter intimidade com Ele. Deus não quer apenas a multiplicação das pessoas nos bancos dos templos, mas quer que cada pessoa seja, sim, o templo do Espírito Santo. Ele quer que a nossa presença nos diferentes segmentos da sociedade seja testemunho do amor e da justiça verdadeiros que só Ele é capaz de oferecer.

Enquanto pessoas se preocupam se podem ou não entrar num templo de bermuda e chinelo, Deus deseja apenas uma coisa: que todos nós tenhamos compromisso com o seu reino e a sua justiça. Que busquemos a Ele, somente a Ele, e nos entreguemos de todo o nosso coração, toda a nossa vida, nas mãos sábias, misericordiosas e fieis d’Ele. Que a nossa vida seja voltada para a honra e para a glória d’Ele integralmente. E isso não se faz apenas diante dos olhos da igreja. Isso se faz em todos os lugares e situações, já que, o tempo todo, estamos sendo observados por Deus, que conhece mais do que as nossas atitudes: conhece o nosso coração.

Portanto, não vamos perder tempo com religiosidades que nos fazem esquecer o real motivo de irmos à igreja, de nos reunirmos com os nossos, de fazer o bem. Não vamos perder tempo com religiosidades, costumes, rituais que ocupam nossos pensamentos e atitudes nos afastando do real significado do serviço cristão. Vamos buscar, em primeiro lugar, a Deus. Que Ele seja o centro de nossas vidas! O nosso alvo!