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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quinta-feira, 23 de abril de 2009

DUAS CRÔNICAS SOBRE A SIMPLICIDADE DA VIDA CRISTÃ


Carta de desabafo

Peço, por gentileza, ser poupado de discursos apoteóticos, de apologias inflamadas, de acontecimentos inatingíveis aos reles mortais.

Não! E repito não aos aplausos no que alude a uma versão de bênçãos mais afeiçoada a uma balcão de ofertas e liquidações.

Vou mais além! Em breves e sonoros instantes, nenhuma manifestação ou argüição em abordar dilemas doutrinários, sermões, revelações e profecias seja a tônica.

Tão somente, quero curtir uma enxurrada de alegria e sorriso contagiando, de uma maneira saudável, ao próximo e eu também não quero ser privado dessa dádiva.

Então, as minhas convicções, as minhas ponderações, as minhas justificativas e, em suma, aos meus achismos, não ganhem projeção e ressonância!...

Em contrapartida, prevaleça a presença gostosa, afável e despida de um Deus lúdico, sonhador, amigo e sempre optando pelo recomeço.

Chega, chega e chega!...

Qualquer falência de algum irmão não seja contemplado. Ao invés disso, possamos estender as mãos e participar do renascimento da vida. Isto implica, aproveitar a oportunidade de participarmos do evangelho simples e singelo.

De nos ocupamos menos com o fato do nosso irmão pular, esbravejar e num êxtase copioso dar Glória a Deus, Aleluia.

Haja, sim e sim, mais abraço, mais boas palavras, mais compreensão, mais respeito, mais dignidade, mais transparência e imaturidade, mais serviço, mais servir ao outro banhado pelo mesmo Cristo, mais lembrança dos convalidos e negligenciados, mais ouvir e, enfim, menos eu.

Torna – me – ia em um tolo, ao aspirar alcançar uma vida de prodígios e virtudes, imune as máculas e limitações da minha natureza. Sou falho, gente, veia e sangue, dúvida e lágrimas e tenho aprendido a não ver tais traços como o fim de tudo!...

Ao invés disso, peço, com veemência, a vital necessidade de sermos agasalhados pelo Espírito Santo, porque só por meio do seu fecundo toque – vislumbraremos as faces de uma Igreja inspiradora, revelacional, iluminada e sem perder de vista a teimosia de um Deus pela vida.



Não ao Não!

Não ao não errar! Não ao não cansar! Não ao não duvidar! Não ao não chorar! Não ao não Ter medo! Não ao não retroceder! Não ao não ser gente e isto implica não ao não fechar para as vicissitudes da vida diária!

Quando olho para a Igreja, traço a linha métrica de que desaprendeu ou suprimiram – lhe levianamente alguns direitos universais, intransferíveis e eternos.

Em rápidas palavras, o direito de sorrir e dizer não a um rol de imposições mais alinhavadas a uma espécie de ditadura eclesiástica.

A minha adolescência vem como um bom exemplo, porque manifestar desejos sexuais, o dilema de assistir ou não a um filme pornográfico, o martírio por ter proferido um palavrão, o terror de que caso fosse jogar bola poderia ser castigado por Deus e outras cartilhas de um moralismo maluco beleza que quase solapou com a minha psique.

Indo mais além, reconhecer as fraquezas, as dúvidas, as angustias, as aflições, as agruras e descrenças de tudo o que provinha do púlpito.

Nisto, o curso do rio ganhou novos contornos, quando deixei as quinquilharias da religiosidade e parti para uma osmose ou influência recíproca com o Espírito Santo, deixando - o transitar pelos subterfúgios da minha história.

Desde então, tendo aprendido de que os grandes personagens da bíblica não abdicaram de dizer não, de olharem para os seus erros e equívocos. Sem ser o fim de tudo!...

Ainda hoje, não posso dizer ser o paradigma de uma fé apoteótica; mas tenho exercido uma existência mais feliz, alegre, viçosa, faceira e humana.

Em dias de uma obsessão pelo sim, deveríamos rever os manuscritos da nossa história e não descartar o não. Afinal de contas, o sim se completa e se coopta ao não.

DUAS CRÔNIO

QUERO SER FLOR


“O oposto do amor não é ódio é a indiferença;
O oposto da arte não é a feúria é a indiferença;
O posto da fé não é a heresia mas é a indiferença e
O oposto da vida não é a morte é a indiferença”
( Elie Wiesel, premio Nobel da paz, 1986)

Quero ser flor!
Sei que ser flor é viver perigosamente:
Basta um vento forte, para as pétalas caírem,
Pode chover a cântaros, inunda-la e afoga-la!
O sol pode ser forte, secar a raiz e ela murchar,
Ou acontecer algum apaixonado passar e arranca-lo...

A semente é mais forte!
É mais segura é independente!
A semente esta protegida, pelo tegumento e outros elementos
A flor não! Ela é fragil, pode ser destruída facilmente
A flor depende da chuva e da rega para se manter
Depende da raiz, das folhas e do caule para se suster

Mas mesmo assim, eu quero ser flor!
Quero viver e celebrar a vida na sua plenitude!
Quero dançar no compasso do vento,
Abrir-me completamente e com a lua monologar
E no amanhecer, um banho de sol desfrutar…

Quero ser flor!
Quero viver em harmonia com o mundo
Colorir o jardim onde estou plantado
Sempre aberta, pronta a compartilhar,
Disposta a confidenciar com as abelhas o segredo da vida!
Polinizar outras flores e muitos frutos produzir!

Sei que ser semente é ter o potencial, a promessa…
Mas é ao mesmo tempo ser indiferente a vida!
É adiar-se, é não se realizar, é permanecer sonhador…
Se não passar da semente é passar da vida sem acontecer!
E o pior é acabar torrada na frigideira!

Eu prefiro ser flor…
Quero abrir as minhas pétalas, e expor a minha coloração,
Exprimir a minha fragrância…

Sei que no processo, alguns vão achar minha cor berante,
O meu aroma talvez não atraia todos insetos,
Posso errar o passo ao seguir a dança do sol
E um dia poderá calhar um louco me arrancar e esmagar-me

Mas ai sim! Terei sabido o sabor da vida,
Terei experimentado a profundidade do amor
Esgotado a alegria de compartilhar
E terei trilhado o caminho da fé com perseveranca!

QUAIS SÃO AS NOVAS


Tiago me deixa desconfortável ao afirmar: "Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a Terra, e, por três anos e seis meses, não choveu. E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra germinou seus frutos." (Tiago 5: 17,18). Semelhante a nós?

Quantas vezes, nos momentos de aflição nós pedimos o vigor de Elias, a coragem de Paulo, a ousadia de Pedro redimido, a doçura de João, a firmeza de caráter de Estevão, a segurança de Tiago; não nos interessa a nossa própria experiência, queremos nos apossar de algo que já se mostrou eficaz; pouco ou nada temos de nós mesmos.

Vagueamos pela Bíblia em busca de alguma experiência vitoriosa, encontramos e pedimos igual. Assim nascem as correntes, e tem de tudo, 21 dias de Daniel, ( tivemos uma dessas na igreja, com cardápio e tudo) 40 dias de Moisés, ((?), JESUS também jejuou 40 dias), a oração de Jabez, "essa eu recitei por uns tempos", (agora não podemos encher os irmãos católicos com suas ave-marias e salve-rainhas; imitamos.)

A Igreja, que desde os tempos apostólicos luta contra todo tipo de contaminação doutrinária, agora busca e adota qualquer esquisitice que a faça sentir-se espiritual, mais santa, afogueada; “ abrasamento “gospel “. Compramos, e pagamos caro por qualquer experiência diferente e mais barulhenta do que a nossa: ortodoxa, tradicional, histórica, bíblica, eficiente e equilibrada.

Se nos dizem: na nova igreja da esquina tem fogo novo, lá vamos nós, mas se dizem: na igreja logo em frente tem “unção nova”, pra essa corremos, e correremos atrás de todo vento de doutrina, atrás de qualquer coisa nos faça sentir um pouco mais animados, pois na nossa igreja, faz tempo, nada acontece que arrepie os alicerces. Tem hora que ser crente é um trem muito complicado.

A necessidade das igrejas é de algo novo, sempre novo; mas basear a vida das nossas igrejas em eventos festivos, criativos até, não nos garante a força e o poder que só a Santa Palavra é capaz de fornecer, não dá pra alimentar um exército com “noite da pipoca”, “tarde do sorvete” ou “gincanas intermináveis”.

Assim, pra retomar o fio da meada, temos o texto de Tiago a dizer-nos que Elias era homem semelhante a nós, assim como Débora a profetisa e juíza, Ana, mãe de Samuel, Maria mãe de Jesus eram mulheres semelhantes às irmãs nossas de cada dia; em que exatamente podemos, hoje, sustentar uma comparação dessas?

Deus não muda, é fato. O Evangelho não muda, é fato. Cristo é o mesmo ontem, hoje e o será eternamente, sem dúvida; então, mudamos nós, nas orações apressadas, na leitura de relance, de soslaio, na liturgia sem sal, nem graça, na prédica, previsível e bamba. Vi um pregador que em quarenta minutos citou trinta e quatro versículos, contei; “morri de inveja”, como ex-viciado tenho sérios problemas pra armazenar informações, mas se tirarmos a habilidade do pregador em desfiar um invejável rosário de passagens bíblicas... Qual era mesmo o assunto do sermão?

Elias passou por situações difíceis, que exigiram o emprego de energia fora do comum, adicione a isto a coragem, a capacidade de continuar crendo, mesmo em meio a um furacão de motivos pra desistir; duvidou, mas o antônimo de fé é incredulidade e não dúvida. Levou adiante, por três anos e meio, um projeto de restauração da fé do povo de Israel no Único, quando era, para o povo, muito mais cômodo dobrar-se a Baal, adorar o poste-ídolo e obedecer a toda sandice de Jezabel. Elias suportou, creu na provisão, na providência.

“ Ó Senhor, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel... Responde-me, para que este povo saiba que tu, Senhor, és Deus e que a ti fizeste retroceder o coração deles. Então caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu a água que estava no rego. O que vendo todo o povo caiu de rosto em terra e disse; o Senhor é Deus, o Senhor é Deus! ”. Missão cumprida!

Outro objetivo não havia no coração do profeta senão restaurar a fé do povo de Deus no Deus de seus pais.

Elias era homem, semelhante a nós!

( ex-interno do centro de recuperação de mendigos – Missão Vida)
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Por: Alexandre Magno Aquino Duarte
Sobradinho - DF

NUNCA ESPERE UM SIM


"Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres." Mateus 26.31-34

Para quem não viu, o filme "A volta do Todo-Poderoso" possui um teor bem mais teológico do que o primeiro. Posso destacar como elemento principal, não o efeito de nossas orações, mas a forma como Deus responde nossas simplórias petições.

Escrevi certa vez em meu blog sobre Jó, que Deus é um ser que não se preocupa em responder nossas perguntas. E parece que quero desenvolver uma teologia de um Deus que gosta de nos contrariar, pode ser que sim, pois na nossa limitação, achamos que temos o conhecimento do bem e do mal, do presente e do futuro. Gosto de pensar que Deus é um ser que vai muito além de nossos pensamentos e necessidades. A oração é um reflexo disso. A oração poderosa não é aquela que é atendida conforme nossas palavras e desejos, mas aquela que vai muito além, ou que é respondida num sentido completamente contrário ao que pensamos.

No filme o personagem Evan Baxter (Steve Carrel) faz uma oração que tem uma resposta completamente diferente do que ele esperava, assim como a explicação de Deus (Morgan Freman) sobre as nossas orações.

A oração, como já escrevi num post em meu blog com o título A Beleza da Oração, é na verdade um diálogo, onde podemos expor nossos maiores medos, alegrias, expectativas diante da vida para com Deus, como afirmei, orar é poder entrar no jardim de Deus e passear com Ele e tomar um café gostoso no fim de tarde. O maior exemplo de oração e de sua função é a do texto demonstrado acima. Jesus ora ao Pai, mas deixa que Ele decida sobre os desígnios de seus caminhos, mesmo diante da negatividade de Deus, Cristo descansa e aceita com resignação a sua vontade.

Isso me faz refletir, que função temos dado a nossa oração? Será que temos estado submissos a vontade de Deus, ou estamos envolvidos com uma teologia superficial de um Deus que está submisso à nossa medíocre vontade?

Se o alvo de todo cristão é ser semelhante a Cristo, então, devemos acima de tudo buscar orar como o mestre, na simplicidade e na profundidade dessa relação com o Pai.

Devemos repensar a forma em como buscamos a Deus e qual o significado damos a oração.

Que Deus nos abençoe.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

SANTO PAU OCO


Santo do pau oco" é uma expressão que tem atravessado séculos e ainda hoje é utilizada para designar pessoas fraudulentas, mentirosas, dissimuladas, hipócritas etc.

Acredita-se que esta expressão surgiu no Período Colonial, quando a Coroa Portuguesa cobrava o "quinto", ou seja, o imposto de 20% de todos os metais preciosos garimpados em nossa terra.

A maracutaia era praticada da seguinte forma: esculpiam-se santos em madeira oca, que eram, posteriormente, preenchidos com ouro, para que este não fosse detectado pelos postos de fiscalização da Coroa Portuguesa.

Posto isto, depreende-se que a carga tributária por aqui sempre foi elevada e, tristemente, a escola de sonegadores "profissionais" já é bem antiga.

A proposta desta breve reflexão não é suscitar comentários acerca da fabricação de imagens, prática esta veementemente condenada pelas Escrituras, como já é do conhecimento dos Cristãos Protestantes.

É bem verdade que, se imagens de esculturas falassem, certamente os "santos do pau oco" da era colonial teriam revelado o nome de muita gente envolvida em falcatruas financeiras.

Nos dias de hoje, os “santos do pau oco” parecem ter tomado a forma humana (em carne e osso), que andam por ai, fazendo e acontencendo !

Um dia perguntaram a Jesus: “Dize-nos, pois, que te parece ? É lícito pagar o tributo a César, ou não?” (Mateus 22:17).

Do Brasil Colônia até hoje, acredito que as coisas pioraram, mas Deus continua o mesmo, e assim afirmou o Senhor Jesus: “Pois passarão o céu e a terra, mas minhas palavras não hão de passar”.

Há muitas pessoas com aparência de santas, hoje, mas que carregam dentro de si um enorme tesouro clandestino, inclusive sobre a forma de tributos sonegados ao fisco. Para estas, advirto: “cuidado com o leão do IR !”. Evite embaraços, e faça a sua declaração sem “arrumadinhos”.

Portanto, sigamos o seguinte mandamento do Senhor Jesus: “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mateus 22:21).

Medite nisto !

PROMOVENDO A VIDA


"Mais tarde, enquanto Jesus estava jantando na casa de Mateus, muitos cobradores de impostos e outras pessoas de má fama chegaram e sentaram-se à mesa com Jesus e os seus discípulos.
Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos:
- Por que é que o mestre de vocês come com os cobradores de impostos e com outras pessoas de má fama?
Jesus ouviu a pergunta e respondeu:
- Os que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. Vão e procurem entender o que quer dizer este trecho das Escrituras Sagradas: “Eu quero que as pessoas sejam bondosas e não que me ofereçam sacrifícios de animais.” Porque eu vim para chamar os pecadores e não os bons."

Como a religiosidade tira a vida de dentro de nós. Olhar pros fariseus que eram os homens religiosos da época de Jesus e perceber que os seus corações eram duros, fechados para a vida, é muito triste. Questiono o porquê dos fariseus se escandalizarem pelo fato de Jesus comer com publicanos e pecadores e percebo o quanto é confortável viver uma religião.

A palavra religião tem haver com religação mas, me questiono até que ponto essa religação tem ocorrido na história cristã. Vemos exatamente o contrário desde a época de Jesus. Os fariseus, que viviam a base de regras e leis próprias, esqueciam que a vida vem em primeiro lugar e que a função da lei é sinalizar e direcionar a caminhada do homem.

A partir de leis eles manipulam as massas e vivem algo do tipo “faça o que eu digo mas não façam o que eu faço”. Eles criam uma imagem de perfeição e dizem: Querem ser espirituais? Seja igual a nós! Nós somos o perfil do homem que está ligado a Deus!
Isso é pura religiosidade. Quem não tem esse perfil está fora, não faz parte da minha “tribo”, da minha comunidade religiosa.

Jesus vem e mostra exatamente o contrário. Todos pecaram e todos precisam de arrependimento para caminhar com o Pai. Só Jesus é perfeito e tem o perfil a ser seguido. Todo o resto da humanidade é pecadora e mesmo que caminhe com o Criador ainda assim é pecadora e necessita do amor de Deus.

Jesus diz que não são os que tem saúde que precisam de médicos mas sim os que estão doentes. Que convite galera! O que estamos fazendo hoje em dia? Será que estamos sendo uma expressão de Jesus na vida dos doentes ao nosso redor? Será que não estamos só querendo resolver nossa vida e nossos problemas? Ou será que só queremos caminhar com pessoas “sadias” e que não precisam da gente? “Pessoas doentes dão muito trabalho...”

Os fariseus estavam preocupados em olhar pra si mesmo. Viviam um mundo de regras que não tinha espaço para gerar vida, para cuidar das vidas que caminhavam com eles. Queriam resolver os seus interesses próprios.

Eles se achavam como o mocinho do filme, os caras do bem. Será que muitas vezes não nos sentimos assim? Achando que somos os que possuem a verdade, a razão.

Será que muitas vezes não nos comportamos dessa maneira?

Jesus diz no versículo 13: Desejo misericórdia e não sacrifícios; Ser religioso, pagar penitência, fazer correntes, promover sacrifícios na comunidade... – Olho pras escrituras e vejo Jesus dizendo que deseja misericórdia. Misericórdia, meu coração se sensibilizar como seu coração. Isso é muito maior que sacrifícios, rituais que quando dão certo o mérito é nosso e quando dão errado é porque não tivemos “fé”.

Misericórdia é caminhar lado a lado com o próximo, é ser um reflexo de Jesus na vida do que se encontra fragilizado. É buscar ser inspirador no crescimento de quem está sem norte.

Deus nos convida a sermos um reflexo de Jesus na vida e na sociedade a qual estamos inseridos e isso só acontece no nosso dia a dia, na nossa rotina de vida.

Os fariseus não conheciam a vida. Os religiosos não conhecem a vida, vivem regras que não são geradas pela Bíblia, mas são geradas por seus próprios interesses.

Que possamos, assim como Jesus, buscar trazer vida aos que necessitam. Que possamos gerar a vida abundante tanto para nós como para os que no cercam. O referencial nós temos, chama-se Jesus de Nazaré.

A FACE DE DEUS


Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia
que tinha um longo caminho pela frente. Um dia encheu sua mochila com
pasteis e guaraná e saiu para brincar no Parque.

Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentando em
um banco da praça olhando os pássaros. O menino sentou-se junto a ele,
abriu sua mochila e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel. O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.

Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo; então ele
ofereceu-lhe seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O
menino estava tão feliz ! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel
e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.

Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar
para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço ao
velhinho. Aí o velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia
recebido.

Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a
felicidade estampada em sua face.
- O que você fez hoje que te deixou tão feliz assim?

Ele respondeu.
- Passei a tarde com Deus __ e acrescentou__ Você sabe, Ele tem o mais
lindo sorriso que eu jamais vi ?

Enquanto isso, o velhinho chegou em casa com o mais radiante sorriso na
face, e seu filho perguntou:
- Por onde você esteve que está tão feliz?

E o velhinho respondeu:
- Comi pastéis e tomei guaraná no parque com Deus.

Antes que seu filho pudesse dizer algo, falou:
- Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?

A face de Deus está em todas as pessoas e coisas se são vistas por nós
com os olhos do amor e do coração.


QUE DEUS TE ABENÇOE RICAMENTE!!!

PASSE ESTA PUBLICAÇÃO PARA FRENTE.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

PASCOA DA ORIENTÇÃO


Na nossa vida uma boa orientação tem muito valor. Suponhamos que alguém esteja doente e o remédio seja tomar uma injeção. Ora, tomar uma agulhada é muito simples, até criança consegue, não tem dificuldade nenhuma. Mas saber qual injeção tomar, qual a dosagem correta, ou talvez descobrir a fórmula correta para fabricar um remédio ou uma vacina demanda muito trabalho e isso tem muito valor.

Conta-se a história que um perito foi chamado para arrumar um computador muito grande e extremamente complexo... um computador de 12 milhões de dólares. Sentado na frente do monitor, apertou umas quantas teclas, balançou a cabeça, murmurou algo para ele mesmo e apagou o equipamento. Pegou uma pequena chave de fenda do bolso e deu uma volta e meia em um minúsculo parafuso. Então, ligou o computador e comprovou que funcionava perfeitamente. O presidente da empresa se mostrou surpreso e satisfeito. E se ofereceu para pagar o serviço à vista. - Quanto te devo? - perguntou.-São mil reais pelo serviço. - Mil reais? Mil reais por alguns minutos de trabalho? Mil reais só para apertar um simples parafuso? Eu sei que meu computador vale 12 milhões de dólares, mas mil reais é muito dinheiro. Pagarei somente se me mandares uma fatura detalhada que justifique o valor. O especialista confirmou com a cabeça e foi embora... Na manhã seguinte o presidente recebeu a fatura, a leu com cuidado, balançou a cabeça e a pagou no ato. A fatura dizia: SERVIÇOS PRESTADOS:Apertar um parafuso...1 real. Saber qual parafuso apertar....999 reais.
Saber qual a orientação certa, qual solução certa para um problema, isso sim, tem muito valor.

Trazendo essa realidade para a experiência bíblica, vemos que após a morte do Senhor Jesus Cristo alguns sentimentos tomaram conta dos discípulos. Tomé foi dominado pela incredulidade. Os discípulos de Emaús pela falta de esperança. Os outros discípulos também ficaram com medo, desapontados, até voltaram a pescar no mar de Tiberíades. É exatamente neste mar que vamos encontrar um milagre de Jesus após a ressurreição que nos chama a atenção.

Após a sua ressurreição, mesmo tendo permanecido na terra por quarenta dias, não vemos mais Jesus curar doentes. Durante esse período Ele não curou cegos, não limpou os leprosos, não fez paralíticos andar nem expulsou demônios. Embora na sua vida na terra Jesus tenha feito muitos milagres, após sua morte e ressurreição não vamos encontrar relatos dessa natureza. Mas no mar de Tiberiades, Jesus fez um milagre especial na vida dos discípulos e esse milagre que traz lições oportunas para a nossa vida. Nos quarenta dias entre a ressurreição dos mortos e ascensão aos céus, Jesus permaneceu orientando os discípulos no que poderíamos chamar de quaresma da orientação.

Quem conhece a narrativa bíblia sabe que os discípulos foram pescar. Eles voltaram para o mar e tentaram durante uma noite toda e nada conseguiram. Jesus ressuscitado se aproxima da praia e pergunta se eles conseguiram alguma coisa e eles respondem que não. Então o nosso Mestre manda que eles lancem as redes para a direita do barco e, naquele exato momento passava um grande cardume que os discípulos apanharam. Esse é um milagre significativo de Jesus, aqui nessa terra após a sua ressurreição.
Está muito claro nesse relato bíblico que sem Jesus os discípulos não conseguiram nada, mas quando Jesus deu a ordem eles obtiveram grande sucesso. Sobre esse assunto poderíamos pregar um dia inteiro. Mas o que nos chama atenção e que, após a sua ressurreição Jesus não fez grandes milagres, mas deu grandes orientações para a vida das pessoas.

Jesus orientou os discípulos no caminho de Emaús. Jesus orientou os discípulos na pescaria até então frustrada no mar de Tiberíades. Ele orientou as mulheres que foram ao sepulcro, até mesmo para a incredulidade de Tomé Jesus deu uma orientação dizendo: Bem aventurados aqueles que não viram e creram. Também antes de subir aos céus Jesus orientou os discípulos a permanecerem em Jerusalém até que do alto fossem revestidos de poder.

Talvez se na semana da paixão relembramos a morte e a ressurreição de Jesus. Nos dias seguintes poderíamos dizer que são dias de preciosas orientações divinas.
Mais do que ninguém Jesus sabe que a vida humana é cheia de desafios, cheia de conflitos. Jesus sabe que nessa caminhada precisamos de orientações corretas para pautar a nossa existência. Ele sabe qual parafuso apertar ou qual parafuso afrouxar, e tudo isso para o nosso bem.

Talvez você aceita muito bem que Jesus morreu pelos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia. Tudo bem. Mas o milagre que precisa acontecer agora na sua vida é você aceitar as orientações de Jesus. Eu sei que muita gente precisa de milagre e Jesus faz muitos milagres ainda hoje, glória a Deus por isso. Mas além do milagre você precisa de orientação.

Sem a orientação de Jesus você vai ficar andando sozinho no caminho de Emaús. Sem a orientação divina você vai ficar pescando pescando sem nada encontrar.

MEDO DE SER FERIDO NOVAMENTE


O ditado popular diz que os gatos "escaldados", depois de terem sido vítimas de pessoas maldosas, têm medo de água fria. Mas eu aqui me sinto à vontade para alargar o conceito: depois da dor, eles têm medo de qualquer água, seja ela fria ou morninha, seja ela um respingo de torneira ou o chuvisco lá fora.

Em palavras simples, isso significa que as experiências negativas têm o poder de marcar a nossa existência, de tal forma que passamos a nos proteger mesmo de situações hipotéticas.

Imagine a criança criada numa família pouco amorosa, onde todas as suas atitudes foram sempre objeto de críticas. E a moça que – solitária - sujeitou-se a punições indevidas e de natureza agressiva.

O que dizer da esposa cujo lar não foi um ninho de amor, mas sim um local de constante temor? E aquele relacionamento que se destruiu por uma grave traição?

Poderíamos ainda lembrar o jovem com dura experiência de trabalho, permeada por completa humilhação, que se tornou incapaz de ter sucesso em outro local.

Evidentemente os exemplos são infindáveis, e seria pretender demais que essas mazelas - tão comuns e bem escondidas - fossem eliminadas do nosso dia-a-dia.

A solução para VOCÊ - que possivelmente sabe bem do que estou falando, pois já experimentou situações parecidas - seria apagar de sua mente esses momentos tristes, substituindo-os por um sopro de esperança.

Eu (ou alguém de sua confiança) não poderia estar no seu local de trabalho, na sua casa ou mesmo modificar seu passado familiar ou sentimental.
Mas há uma boa notícia.

DEUS é o grande mentor da recuperação do homem. E por isso Ele diz que devemos esquecer as coisas passadas, e olhar para um futuro com otimismo, pois esse futuro existe.

“Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo.” Isaías 43:18-19

AMAR O AMOR


O amor pelo bem é um dos alicerces intocáveis da Igreja de Jesus. Por causa da corrupção da carne e dos sentimentos, falhamos constantemente no exercício desse fundamento sagrado. Mas no coração do corpo de Cristo pulsa o desejo inabalável por uma terra onde habita a justiça.

Uma terra sem sedentos e sem famintos, sem desprovidos e abandonados, sem órfãos de amor e sem carentes de posse, de alegria, de prazer e de esperança.

Uma terra sem olhares perdidos e suplicantes. Sem lágrimas e sem dor. Sem punhos que agridem e sem palavras que ferem e enganam. Sem julgamentos injustos e iniquos, onde a língua não contamina o corpo e as intenções dos corações são encharcadas de benignidade.

Os que nasceram do Espírito do Amor amam o amor e podem, como o apostolo, Paulo afirmar com esperança, “em mim está o querer o bem”(Romanos 7;18), um sentimento íntimo, tão somente inteligível aos olhos de Deus.

Libertos dos grilhões da culpa, os filhos do amor, cultivando a vida e repousando na graça seguem em direção ao reino prometido, na paz dos que em Cristo são aperfeiçoados no bem e no amor.

“Não nos cansemos de fazer o bem; pois a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Portanto a medida que tivermos oportunidade, façamos o que é bom a todos os homens, mas especialmente aos que pertencem à família da fé” (Gálatas 6;9,10).