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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

O RESPEITO DO ARREPENDIMENTO


1.
Ninguém prega o arrependimento. Nem os psicólogos, nem os filósofos, nem os sociólogos, nem os historiadores nem os doutores em ética. Pelo menos em seu sentido original, que inclui forçosamente a idéia de uma volta do pecado para Deus. Ninguém pode se considerar porta-voz de Deus se não pregar o arrependimento. Até os pregadores cristãos estão deixando de lado a pregação do arrependimento.

2.
As duas primeiras pessoas a precisar de arrependimento foram Eva e Adão. Ela, porque cometeu o erro de desconfiar de Deus, de dar crédito à serpente, de comer o fruto proibido e oferece-lo ao marido. Ele, porque não levou a sério a única restrição imposta por Deus no paraíso. Caim, por sua vez, preferiu fugir a vida inteira a arrepender-se de sua inveja e homicídio.

3.
Porque “todos se desviaram do caminho certo e são igualmente corruptos” (Sl 14.3, NTLH), todos precisam fazer uso constante do arrependimento. O levantar do homem caído e o processo de sua cura têm início no arrependimento. Só depois de ter chorado seus pecados de adultério, assassinato e hipocrisia, foi que Davi se ergueu novamente diante de Deus e diante de seus súditos.

4.
Porque o arrependimento é a porta de saída do tremedal do pecado e do escândalo, os pecadores precisam ouvir a pregação do arrependimento. Ninguém pregou com tanta assiduidade e veemência sobre o arrependimento como João Batista, o precursor de Jesus. Ele dizia ao povo: “Arrependam-se dos seus pecados porque o reino do céu está perto” (Mt 3.1, NTLH). E exigia um arrependimento comprovado por meio de mudanças visíveis.

5.
O que produz o arrependimento não é só a tristeza provocada pelo pecado, mas também a esperança ou a certeza do perdão que se faz possível com o sacrifício vicário e a ressurreição de Jesus. O verdadeiro arrependimento, aquele que leva à mortificação do corpo e à vivificação pelo Espírito, repercute no céu: “Há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lc 15.10).

6.
Existe um tipo de arrependimento muito estranho e ao mesmo tempo trágico. É quando o pecador se arrepende de ter se arrependido e de ter se corrigido de seus pecados. É o caso de Israel, na época do profeta Jeremias, que se arrependeu da escravatura e libertou os escravos na hora da pressão do castigo iminente, para, logo em seguida, diminuída a pressão, arrepender-se de tal compromisso e recolher de novo os escravos alforriados (Jr 34.8-16).

NÃO FAÇA UMA COISA DESSAS


Mesmo que não seja levado a sério, o bom conselho não deve ser omitido, mas dado parcimoniosamente. Se for para tentar evitar a consumação de uma intenção pecaminosa, o alerta precisa ser dado com clareza e autoridade, mesmo que custe algum preço ao conselheiro.

Quando Joanã, o capitão dos judeus à época da tomada de Jerusalém pelo exército caldeu, ofereceu-se para matar Ismael em benefício da segurança de Gedalias, o governador disse-lhe de imediato: “Não faça uma coisa dessas” (Jr 40.16).

Quando o povo de Israel insistia em queimar incenso e prestar culto a outros deuses, por influência das nações vizinhas, os profetas, dia após dia, exortavam-no assim: “Não façam essa abominação detestável” (Jr 44.4).

Quando Amnon, o filho mais velho de Davi, fingiu estar doente para receber em seu apartamento a visita de Tamar, sua irmã por parte de pai, e fechou a porta para agarrá-la e deitar-se com ela, a moça gritou: “‘Não, meu irmão! Não me faça essa violência. Não se faz uma coisa dessas em Israel! Não cometa essa loucura’. Mas Amnon não quis ouvi-la e, sendo mais forte que ela, violentou-a” (2Sm 13.12-14).

Quando o governador romano Pôncio Pilatos, sentado em tribunal entre a cruz e a caldeirinha, pressionado pelo povo -- que, por sua vez, era pressionado pelos chefes dos sacerdotes -- hesitou a respeito da sorte de Jesus, sua mulher lhe enviou esta mensagem: “Não se envolva com este inocente, porque hoje, em sonho, sofri muito por causa dele” (Mt 27.19). Mas, assim como Amnon, Pilatos não seguiu o conselho da esposa e agiu contra o seu próprio senso de justiça.

Quando os sobreviventes do cerco e da tomada de Jerusalém pelo rei Nabucodonosor intentaram fugir para o Egito, o profeta Jeremias declarou-lhes solenemente: “Não vão para o Egito” (Jr 42.19). Mas eles desobedeceram e foram buscar a proteção do Faraó, que não valeu de nada.

Curiosamente, o ser humano está sujeito a receber e a recusar não só o bom, mas também o mau conselho. De um lado, alguns sopram em seus ouvidos: “Não faça uma coisa dessas”, “Não cometa essa loucura” ou “Não se envolva com este inocente”. De outro lado, há sempre alguém dando a voz de comando contrário. O conselho de Deus era para que o homem não comesse o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, mas a serpente aconselhou a mulher a comer, e Eva, depois de comer, deu-o a seu marido (Gn 2.15-17; 3.1-4). Foi Jonadabe, amigo e primo de Amnon, quem o aconselhou a fingir-se de doente para satisfazer sua paixão sexual por Tamar (2Sm 13.3-5). Foi Jezabel quem aconselhou o marido, Acabe, a tomar criminosamente a vinha de Nabote, que ficava ao lado do palácio, o que provocou o severo juízo de Deus (1Rs 21.1-16).

Essa dupla opção é oposta entre si. Uma persegue a outra. Muitas vezes, a voz de uma e a voz da outra saem do mesmo lugar e têm a mesma energia. A força do Espírito segreda de um lado “Não faça” e a força da carne segreda do outro “Faça”. É uma verdadeira guerra civil, que durará por toda a vida terrena.

JESUS E O.........


No capítulo 3 de Lucas, há algo impressionante para aqueles que esperam um mundo melhor. Esse texto apresenta João Batista como o precursor de uma nova ordem mundial: o Reino de Deus. Uma profecia acerca dele, de sete séculos antes, dizia: “os caminhos tortuosos serão retificados... e toda carne verá a salvação de Deus” (v. 5-6). João era um profeta que falava a verdade de Deus e foi o último mártir do pré-cristianismo.

A prova de arrependimento é essencial na pregação de João. Assim como a cobra foge do perigo, mas não deixa de ser cobra, aquela “raça de víboras” queria escapar à ira de Deus sem uma mudança de coração (v. 7). O povo estava tão distante de Deus que nem mesmo sabia como demonstrar arrependimento (v. 10). Para uma sociedade cujo deus eram os bens materiais, João foi direto à raiz da idolatria e pronunciou a sentença: “Quem tiver duas túnicas, reparta com quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo.” (Lc 3.11)

Alguma semelhança com a nossa sociedade atual?

Quem não se contenta com o status de “filho de Abraão” e deseja tornar-se um discípulo de João Batista (e por extensão, de Cristo) reconhece em Lucas 3 um fardo leve e um jugo suave.

Libertar-se da dependência dos bens materiais é uma necessidade para pessoas de todas as classes sociais. Um aprendizado para toda a vida. É também uma fonte de grande alegria, à medida que vamos deixando aquele a quem chamamos Senhor dominar sobre nossas preocupações mais básicas. Jesus não deu estatísticas, mas talvez os “gentios” passassem 90% do tempo pensando em “necessidades básicas” (Mt 6.32). Se deixarmos Deus reinar sobre nossa “comida, bebida e roupa”, quanto tempo sobra para pensar no Reino!

Um exemplo contemporâneo de “repartir as duas túnicas” é a rede “Freecycle”. Esse movimento teve início nos Estados Unidos com um grupo de pessoas interessadas em doar bens dos quais não necessitam mais, ao invés de simplesmente descartá-los. Quem tem algo de que não precisa informa ao seu grupo local. Quem precisa de algo também informa. Tudo livremente: é proibido pedir ou oferecer dinheiro ou serviços. Assim, todos são encorajados a partilhar com outros uma parte do que têm e de que não necessitam. A longo prazo, isso tende a gerar uma sociedade de pessoas menos dependentes dos bens materiais.

Durante alguns meses fui membro do grupo “Freecycle” de Lisboa e pude constatar que realmente funciona. Minhas dúvidas foram esclarecidas na prática. Há pouco tempo iniciei um grupo na minha cidade (Alcobaça, Portugal) e, com pouca publicidade, já somos 85 associados. Já foram oferecidas coisas como livros, CD’s, monitores de vídeo, peças de computador e carrinhos de bebê, além de muitas dicas para reciclar e poupar o ambiente e o bolso.

Encorajo o leitor a se juntar a um grupo “Freecycle”, ver como funciona e depois começar um em sua cidade! E vamos pensando. Certamente Lucas 3.11 não se esgota por aqui. (Como o processo de candidatura é em inglês, coloco-me à disposição para orientar qualquer pessoa que queira iniciar um grupo.)

Grupos Freecycle no Brasil
www.freecycle.org/group/Brazil/Brazil
Boa Vista, RR
Brasília, DF
Curitiba, PR
Niterói, RJ
Porto Alegre, RS
Rio de Janeiro, RJ
São Paulo, SP
Uberlândia, MG

BUSCANDO A VONTADE DE DEUS


“O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor” (Pv16.1). Nós aprendemos desde cedo que precisamos tomar decisões importantes na nossa vida. Algumas escolhas são rápidas e tranqüilas, outras, porém, bastante complicadas. É por isso que todos nós, em algum momento, vamos precisar de orientação, mesmo que muitos não gostem de admitir isso.

Deus tem um plano para cada um, especialmente para aqueles que se tornam seus filhos. Essa crença numa direção vinda de Deus se baseia em dois fatos fundamentais: a realidade do plano de Deus para nós e a capacidade e vontade de Deus de se comunicar conosco. Ele tem um plano para nós e quer nos mostrá-lo.

São muitos os textos bíblicos que mostram como Deus quer dirigir a nossa vida e nos revelar sua vontade:

"Guia o humilde na justiça e ensina ao manso o seu caminho" (Sl 25.9).

"Ao homem que teme ao Senhor, ele o instruirá no caminho que deve escolher" (Sl 25.12).

"Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e sob minhas vistas te darei conselho" (Sl 32.8).

Mas a direção de Deus para nossa vida não vem pronta ou empacotada como gostaríamos. É preciso conhecer a vontade geral de Deus expressa na Bíblia e também estar atento, saber ler nas entrelinhas da vida cada instrução.

É impossível prever o que vai acontecer na próxima esquina. Não adianta querer adivinhar onde e como você estará daqui a cinco ou dez anos, pois Deus nos conduz passo a passo, para que aprendamos a esperar por ele e obedecer-lhe.

Vejamos o que Tiago escreve sobre os projetos que fazemos para nossa vida:

“Atendei, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros. Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa. Em vez disso, devíeis dizer: se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tg 4.13-15).

O fato de confiarmos em Deus e sabermos que ele supera nossas melhores expectativas não quer dizer que ele realizará todos os nossos desejos, nem que tudo acontecerá da forma como planejamos. Em nossas orações devemos pedir que Deus nos conduza a realizar aquilo que ele está abençoando, e não que abençoe aquilo que nós estamos fazendo. Quando temos a atitude correta, recebemos mais do que pedimos ou pensamos.

Se você tem dúvidas sobre qual é a vontade de Deus para sua vida, preste atenção: Deus jamais mostrará algo para sua vida particular que esteja fora da sua vontade geral, revelada em sua Palavra. “Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele.” (Is 30.21.)

Em nossa caminhada, mal conseguimos enxergar a próxima curva, mas o Senhor vê lá na frente, de maneira perfeita. Podemos ir sozinhos no escuro, ou com a mais potente de todas as lanternas a nos guiar e iluminar o caminho. A escolha é nossa!

O RELÓGIO NÃO PARA


Sempre foi assim. Existem o ontem, o hoje e o amanhã, e também o antes de ontem e o depois de amanhã. A caminhada do ontem mais distante até o amanhã mais distante é longa. No meio dos dois estava o hoje, que não está mais. O relógio não pára, não atrasa nem adianta. É inútil resmungar, achar bom ou ruim. É a ditadura do relógio, o domínio do tempo, a soberania da história.

O crente precisa aprender a olhar para o amanhã, para o depois de amanhã e para o derradeiro amanhã. Em outras palavras, precisa enxergar o futuro próximo, o futuro remoto e o fim da história. Essa visão linear, progressiva e ampla o livrará das miragens, da sensação de que perdeu o rumo, da confusão mental e da miopia escatológica.

Em última análise, o longo ministério do profeta Jeremias, na época de Zedequias, o último rei de Israel (598 a 587 a.C.) tinha o propósito de abrir os olhos do povo tanto para o amanhã como para o depois de amanhã. O amanhã seria tenebroso, mas o depois de amanhã seria radiante. Entre o amanhã e o depois de amanhã haveria um período de setenta anos. O povo precisaria ouvir ambas as predições saídas da boca do Senhor e acreditar nelas.

Amanhã, isto é, daqui a pouco, no ano 587 antes de Cristo, o rei Nabucodonosor, depois de cercar Jerusalém por um ano e meio, até acabar todo o pão e toda a resistência, derrubará os muros, ocupará a cidade, destruirá o palácio e “todos os edifícios importantes”, incendiará e profanará o templo, matará muita gente, inclusive os filhos do rei, levará a elite para a Babilônia e vazará os olhos de Zedequias. O amanhã trará tudo isso sobre o povo, aquela tríade repetidamente anunciada por Jeremias: a espada, a fome e a peste (34.17; 38.2).

Todavia, o profeta não tinha só isso para dizer. Ele faz outras perdições, em tom totalmente diferente. Ele avança no tempo, atravessa o amanhã sombrio e chega ao radiante depois de amanhã. Jeremias usa a expressão “estão chegando os dias” três vezes (31.6, 31, 38), quando coisas novas e surpreendentes vão acontecer:

“Eu construirei de novo a nação. Mais uma vez, vocês pegarão os seus tamborins e dançarão de alegria (...). Eu os trarei do Norte [da Babilônia] e os ajuntarei dos lugares mais distantes da terra. Com eles virão os cegos e os aleijados, as mulheres grávidas e as que estão para dar à luz. Eles vão voltar como uma grande nação. Quando eu os trouxer, eles virão chorando e orando. Eu os levarei para a beira de águas correntes, por uma estrada plana, onde não tropeçarão (...). Então as moças, os moços e os velhos vão dançar e se alegrar. Eu os animarei e mudarei o seu choro em alegria e a sua tristeza em prazer...” (Jr 31.4, 8, 13, NTLH).

No “amanhã” (o futuro próximo), o Senhor vai “arrancar, derrubar, arruinar, destruir e arrasar” o povo de Israel por causa de todo pecado cometido. Mas no “depois de amanhã” (o futuro mais remoto), o mesmo Senhor vai “plantar e construir” (Jr 31.28). Nos dias anteriores, o Senhor os feriu gravemente com feridas incuráveis e não-cicatrizantes (30.12-15). Nos dias posteriores, o Senhor cicatrizará o seu ferimento e curará as suas feridas (30.17). O que ocorre entre um período de tempo e o outro, chama-se de “mudança de sorte”. As expressões “mudança de sorte” ou “restaurarei a sorte” aparecem várias vezes no livro de Jeremias (30.3, 18; 32.44; 33.7, 11, 26).

O relógio de Deus tem corda (ou energia) suficiente para marcar as horas até o último dia. Não parou antes de ontem, nem ontem, nem hoje e não vai parar amanhã nem depois de amanhã. Só vai parar quando “vier o que é perfeito” (1Co 13.10), na parúsia, no último derramar do cálice cheio da ira de Deus (o juízo final), quando o que é imperfeito desaparecer por completo e para todo o sempre, quando chegarem a nova ordem, a nova terra e os novos céus, quando não houver mais nenhuma separação entre a criação e o Criador, quando o ser humano se libertar da ditadura do tempo e entrar na eternidade!

SONETO DA LIBERTAÇÃO


Jamais abandone essa esperança
Que alimenta seu espírito e que seduz;
Mantenha sempre viva a confiança
E a fé na vitória com Jesus!
Se cada um carrega a sua cruz,
Depois da tormenta vem a bonança;
Por detrás da nuvem negra brota a luz
Pra aquele que persevera e não se cansa.
Por isso, nunca pense em fraquejar!
E se abismos, acaso, vislumbrar,
Não tema, confie na libertação!
Pois todos que esperam no Senhor
Renovarão suas forças, ante a dor,
E, com asas, como águias subirão...



ESPECIALMENTE PARA VOCÊ!!!
Jesus é o seu bom pensamento,
a sua determinação em ajudar sem perguntar quem é,
Jesus é o reflexo do seu sorriso neste dia,
sua capacidade de falar uma palavra e consolar.
Jesus é simples e te usa cada vez que você diz: estou pronto.
Jesus não está nas letras mortas de um livro,
está na sua ação, no desenrolar da sua história,
cada ato de bondade, cada gesto de amor,
é reflexo direto do amor Dele.
Cada um tem seu conceito e sua resposta;
Para o aflito, Jesus é a tábua de salvação,
para o enfermo, Jesus é o médico e o remédio,
para o desvalido, Jesus é a força que levanta,
para o inválido, Jesus é a prótese restauradora,
para o cego, a própria luz,
nas tempestades, o porto seguro,
para quem ganhou muito, Jesus é a benção,
para quem perdeu tudo, Ele é o consolo,
para todos os momentos, todas as situações,
feliz de quem pode contar com Jesus, pobre de quem não o encontrou.
Que Jesus seja para você a porta aberta que traz um caminho florido, abençoado e bendito.
Não desista de seus sonhos, reclame menos, lute mais,
Jesus é o caminho, a verdade e a própria vida,
se você precisava de uma direção, siga a seta do seu coração,
que ela te leve a luz, direto aos braços de Jesus.

TUDO PASSA


Todas as coisas, na Terra, passam...
Os dias de dificuldades, passarão...
Passarão também os dias de amargura e solidão...
As dores e as lágrimas passarão.
As frustrações que nos fazem chorar... um dia passarão.
A saudade do ser querido que está longe, passará.
Dias de tristeza... Dias de felicidade... São lições necessárias que, na Terra, passam, deixando no espírito imortal as experiências acumuladas.
Se hoje, para nós, é um desses dias repletos de amargura, paremos um instante.
Elevemos o pensamento ao Alto e busquemos a voz suave da Mãe amorosa a nos dizer carinhosamente: isso também passará...
E guardemos a certeza, pelas próprias dificuldades já superadas, que não há mal que dure para sempre.
O planeta Terra, semelhante a enorme embarcação, às vezes parece que vai soçobrar diante das turbulências de gigantescas ondas.
Mas isso também passará, porque Jesus está no leme dessa Nau, e segue com o olhar sereno de quem guarda a certeza de que a agitação faz parte do roteiro evolutivo da humanidade, e que um dia também passará...
Ele sabe que a Terra chegará a porto seguro porque essa é a sua destinação.
Assim, façamos a nossa parte o melhor que pudermos, sem esmorecimento, e confiemos em Deus, aproveitando cada segundo, cada minuto que, por certo... também passarão...
Tudo passa... exceto DEUS!!!
Deus é o suficiente!!!

O AMOR DE DEUS


O Amor de Deus!!!
O amor chama por ti, dia e noite, solitário em
sua própria luz.
Quer iluminar teu ser, dançar, brincar aos
arredores da tua alegria, do teu silêncio, da tua
natureza.
Observa como é doce, como é calma a presença
do amor em ti.
Observa com que gentileza segura tuas mãos a
mostrar-te do que é feita a realidade de um ser
valioso como ti...
Quantas cores, quantos movimentos, quanta
graça existe em cada momento que doas a este
fiel companheiro.
Um companheiro que não é deste mundo, mas que te conhece como ninguém.
Sabe o que é preciso para que a harmonia se
instale e a vida expanda flores de primavera.
Deixa que ele possa te guiar, deixa que ele
possa te ensinar, deixa que ele possa te mostrar
o que está acima de todas as coisas, pelo
simples fato de ser o que É.

A RESPOSTA


Uma mulher costumava sempre reclamar de tudo na vida: dos filhos, do marido, da situação financeira...Certo dia encontrou-se com Jesus e disse: - Senhor, compadece-te de mim! O mundo me atormenta e a vida faz-me escrava. Tenho um filho que incessantemente me fere o coração. Esperei-o com os melhores sonhos, embalei-o nos braços... Entretanto, encontro nele meu suplício. Por que isso, Senhor? Por que tanto sofrimento?E Jesus, em Seu infinito Amor e bondade, respondeu àquela mulher:- Minha filha. Só o amor pode educar os filhos de Deus. Que seria do tronco se a terra não o suportasse, ou do ninho sem que a ramada lhe resguardasse a esperança?- Mas, Senhor, e comigo? Quem teria colocado em meus braços semelhante martírio? Quem talvez, por engano, terá colocado em meu peito esse filho difícil e indiferente, acreditando que o meu amor ignorantee frágil conseguiria educá-lo? Então, com grande surpresa, a pobre mulher escutou de Jesus estas simples palavras:- Minha filha...Fui eu.Moral da história: Todas as vezes que passamos por dificuldades, estamos sendo provados, mas também enriquecidos com a graça de Deus. Não desistamos perante os obstáculos, confiemos plenamente no Amor de Jesus e os fardos se tornarão leves.(

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

PECADO ESTA PALAVRA PROIBIDA

Hoje não se pode e nem se deve mais falar em pecado. Esta palavra praticamente não é mais falada em muitas igreja, pois a mesma está proibida e soa como se fosse um palavrão, um atentado contra o pudor e a moral da igreja.

Para muita gente, pecado não existe mais. Essa palavra muitas vezes é substituida por erro, falha, embaraço, deslize ou fraqueza. Até mesmo quando se lê a Bíblia em público muitos a substituem por outra sinônima ou similar. Muitos agem como se colocassem veneno em uma garrafa e escrevessem no rótulo o nome de algum produto e o desse a alguém para tomar. O efeito, apesar da troca do nome no rótulo, seria terrível e até mortal. Por que tanta gente tem medo da palavra PECADO?

Sou do tempo em que os pastores falavam publicamente do pecado e de suas consequências. Falavam abertamente de roubo, adultério, idolatria, mentira e alertavam a igreja sobre os perigos que esses males trazem à vida da pessoa praticante. Por outro lado, falavam da necessidade de santificação como única forma de se chegar a Deus. "Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hebreus 12.14). O pecado era visto como uma mancha ou uma chaga da qual só o sangue de Jesus pode nos purificar.

Hoje é praticamente proibido pronunciar essa palavra nos púlpitos ou mesmo fora deles. Alguns alegam que hoje é preciso ter cuidado para não espantar as ovelhas e até perder o rebanho. Dizem, outrossim, que não é teológico falar do pecado ou outras mazelas para não chocar os visitantes. Lembro-me do Senhor Jesus que durante o Seu ministério público não poupava adjetivos como: Raça de víboras, raposas, hipócritas, filhos do diabo, sepulcros caiados... Certa vez os dsicípulos quiseram se retirar alegando que o discurso do Senhor Jesus era muito duro. Fico imaginando qual seria a Sua reação se Ele entrasse hoje pessoalmente em algumas de nossas igrejas.

Hoje é tudo moderno segundo a nossa tecnologia avançada, mas a Palavra de Deus continua a mesma. Hoje normalmente se fala muito em milagres, maravilhas, profecias, revelações e principalmente prosperidade. Até os louvores são outros, muitas vezes acompanhados de palmas, danças e palavras de órdem, muitas vezes sem nenhum conteúdo bíblico. Os cultos às vezes mais parecem uma reunião social com direito a um relaxamento numa poltrona confortável ouvindo um sermão de auto-ajuda com palavras bem colocadas.

Pregação hoje é prédica ou palestra com direito até a algumas piadinhas para descontrair os ouvintes. Não se pode pronunciar a palavra pecado, pois ela já foi excluida do nosso vocabulário. Se por acaso alguém o fizer inadvertidamente deve pedir perdão à igreja pelo incômodo causado. Afinal, estamos no Século XXI, e pecado é coisa de gente atrasada que nunca cursou teologia. Ignorar o pecado, porém, é um artifício perigoso e que não resolve o problema, pelo contrário, o torna mais vivo e mais ativo em nossas vidas. Seria o mesmo que ignorar um câncer, ou outra doença incurável. A Bíblia diz: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor" (Romanos 6.23).