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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Sempre haverá tempo para um novo começar....


Queridos leitores, enquanto estamos vivos temos a oportunidade de começar de novo, enquanto vivemos temos a possibilidade de refletir sobre o que temos feito com a nossa vida e o que pode ser feito para que ela não seja refém do desânimo, da angústia e de tantos outros males. Enquanto estamos vivos podemos aprender a superar dificuldades, podemos ser pessoas alegres sem esconder nossas lágrimas, podemos não desperdiçar nossos dias e o novo que se aproxima. Enquanto estamos vivos não precisamos e nem devemos ser objeto de esculhambação ou de degradação moral e física. Também não precisamos viver destroçados, enganando a nós mesmos ou sendo enganados por quem quer que seja, e, muito menos nos tornarmos bonecos controlados por uma sociedade que celebra ilusões e que exalta a anarquia, o desiquilíbrio, a desordem e todo tipo de promiscuidade e desconstrução familiar, social, política e econômica. Por isso, se você deseja viver um novo ano sem fantasias, lembre-se: não brinque com o mal, mas vença o mal com o bem. Não brinque com o pecado, não se renda a um modo de viver que estimule a transgressão pessoal ou coletiva. Não subestime realidades corruptas, malignas e pecaminosas, mas, também, não as superestime, imaginando que elas são invencíveis, mas, viva diante delas com o Jesus vivo, vivo em você. Ele capacita todo aquele que nele crê a mudar a maneira de pensar e viver. Ele nos liberta de todo transe e de tudo que nos entorpece. Ele nos ensina a andarmos humildemente na Sua presença e a sermos pessoas amorosas, sábias, solidárias, sóbrias e prudentes. Queridos leitores, ainda há tempo para recomeçar. Entretanto, recomeçar com Cristo não é zerar a vida, pois não somos computadores, não somos máquinas que simplesmente deletam informações e memórias, somos pessoas com mente, alma, coração, história, razão e sentimentos. Recomeçar com Cristo é aprender com os erros do passado para que o presente não se perca, é saber que o perdão de Jesus demonstrado na cruz é total e é para todos que se arrependem do mal que já praticaram, todos que creem que não vale a pena viver errando o alvo, mas buscando acertá-lo. Finalmente, recomeçar com Jesus e permanecer nele é o Caminho mais excelente para quem deseja viver a vida mais fascinante e saudável que existe. Por meio de Jesus compreendemos a origem e o sentido da vida. Dele recebemos toda direção e nele toda confusão se dissipa, todo engano é desfeito e toda mentira é desmascarada, pois Ele é a verdade que derrama luz sobre nossas trevas. E então, quer celebrar e recomeçar a vida com novidade de vida em 2018 e por toda a vida? Paz e bem

Nossa fidelidade ao Deus da vida não se mede por tempo de oração , mas sim pela pratica de sua Palavra.


‘’Vivemos uma época, pelo qual muitos acreditam num evangelho semelhante a patinar, sempre rápido, por uma fina camada de gelo, porque, como não dispõe de profundidade e solidez, caso permaneça, ali, e tente se enraizar, fatalmente, aquela fina camada ruirá e o levará a um vazio de significado e sentido. ‘’ Somos a geração sobre a influência das leis do mercado, de tudo se resumir ao modo como devemos ser avaliados e aprovados, numa espécie de sistema de consumo e reconhecimento. Sem sombra de dúvida, embora tenhamos todo um arsenal de benefícios de uma vida, ao qual deveria nos proporcionar amplas vias de equilíbrio, de justiça, de prioridade as relações humanas, como uma máxima e norma capital vital, não podemos dizer isso de fato e verdade. E tristemente incorremos no engano das redes sociais, como fim em si mesmo, para uma irreal conexão com a vida. Por tal modo, observo o quanto o universo da fé, das crenças, dos idealismos, das adorações, do místico, do sobrenatural, das instituições religiosas incorporam as práticas do imediato, do já, por oferecer uma suposta relação ou encontro com, vamos, aqui, dizer, Deus, sem a questão da permanência, do vínculo, do compromisso, de se comprometer com o outro, de ir a busca da dignidade, como valor ideal e absoluto, mormente não alcançado, neste plano de imperfeições, mas indispensável para os demais anseios por liberdade, por solidariedade, por fraternidade, por respeito e decência. Aliás, aproveito a oportunidade e observo o quanto os, agora, os mais recentes chamativos adotados, por muitos horizontes evangélicos, com o titulo de ‘’doze dias de clamor, de oração, de busca, e sei lá mais o que, para doze meses de bênçãos. Pronto, de imediato, percebe – se o deslocamento de pessoas, tão somente, a procura da minha benção, da minha resposta, da minha virada de mesa, da minha vitória e, depois disso, retomam suas dimensões de anônimos e crédulos ao individualismo e a convicção de qualquer traço ligado a tradição se configura como uma perda de tempo. O interessante desses cultos sempre passa e perpassa por levar as pessoas a uma espécie de jogo das escolhas, porque pode optar por qual culto participará e o tema. Agora, observei como apreciam o texto de Gênesis 12. 1 – 3 e se esquecem de que a trajetória de Abraão visualizou atingir outras pessoas e não permanecer restrito a atender suas demandas. Lamentavelmente, doze dias disso, daquilo e acolá, como se a presença da Graça, simplesmente, tivesse serventia, em tal ciclo, e, após seu consumar, se retira de cena, porque há muito a fazer no cotidiano e já basta as tensões, as ambiguidades, as oposições, os dissabores, as perdas e as negativas dessa vida. Para piorar a situação, os enredos de um ser mais parecido com um distribuidor de favores, sem nenhuma exigência, como a exigência feita a Abraão de respeito ao outro e não ir a direção das práticas de uma religiosidade, de uma magia, de ritualismos, de cerimoniais, de oferendas a deuses, hoje, lideranças personalistas carismáticas, tem sido sua tônica. Seja no denominado meio pentecostal ou neopentecostal, eis uma enxurrada de profecias, de promessas, de uma redução da Cruz de vida e esperança, como se fosse um amuleto e com prazo de validade. Quão bons e benéficos serião, se arriscássemos, doze meses de maior entrega, em favor do outro, em favor da vida, em favor da humanidade; doze meses de maior e mais efetiva abertura ao diálogo, a comunicação, ao encontro, ao ouvir, ao sentar e permitir ao Espírito Santo interceder, por nós; em favor de antes de se falar e defender princípios (como da honra, de uma igreja com propósitos, de orações de fogo, de arrebatamentos), assumir nosso papel de respeito, de um amor prático e coerente, a começar, com relação aos da família da fé, segundo Gálatas 06.10b; em favor de uma leitura simples e séria da palavra, ao qual vise a justiça e o direito, a misericórdia e a compaixão, a esperança e a tolerância. Sinceramente, talvez essas palavras não agradarão a muitos, entretanto, sejamos transparentes, honestos, limpos e sem sublimações, refinações, enfeites e encarar a verdade de os resultados desses doze dias para doze meses não tem provocado um dos pontos de expressão do evangelho, ou seja, vidas mais humanas, mais voltadas a vivenciar o chamado de Cristo. Paz e bem

Aprendendo com Jesus....


Seres humanos brigam. Famílias discutem. Irmãos lutam uns com os outros. Sim, é bem provável que isso também tenha acontecido com você. Nós somos especialistas em proferir palavras que machucam o coração e nosso instinto às vezes — para alguns, sempre — gosta de assistir uma boa briga. O ser humano é competente o suficiente para alimentar todos os tipos de rivalidades, e se você é uma pessoa que nunca passou por nenhum conflito, aí vai uma novidade não muito interessante: você terá que enfrentar muitos conflitos pela frente. Jesus disse que seria assim. Ao ordenar a Pedro que perdoasse o próximo 490 vezes, ele não estava traçando um limite fechado para o perdão, estava ordenando a Pedro que perdoasse sempre. E por que perdoar sempre? Pelo simples fato de que os seres humanos sempre vivem brigando por algo. Mas isso não é necessariamente um grande problema, pois os humanos geralmente reconhecem que são problemáticos. O grande problema mesmo é a forma como tentamos resolver esses conflitos. A tentação da fuga Em nossa sociedade apressada e consumista, o padrão de resolução de conflitos é a fuga. Se temos problemas com alguém, tendemos a achar que o jeito é ignorar a situação e colocá-la debaixo dos tapetes. Respeitando cada caso em particular, o divórcio é visto por muitos como o segredo de resolver conflitos no casamento. Pedir transferência de uma igreja para outra ou simplesmente deixar de congregar é a regra de ouro que alguns aplicam para solucionar crises entre irmãos da fé. Em outras palavras, ao invés de resolvermos nossas pendências, preferimos “deixar o barco” na ilusão de que assim tudo ficará bem. No entanto, Jesus nos ensinou um caminho bem diferente, no texto de Mateus 18.15-18. Ele não foi favorável ao isolamento ou à fuga, jamais encorajou a estocar porções de rancor na alma ou cultivar o insulto. Ao invés disso, nessa clássica passagem há uma metodologia da reconciliação que realmente funciona. Fugir dos problemas parece, a priori, ser uma solução rápida, mas é tão somente uma forma de adiar as consequências ruins que são inevitáveis. Jesus nos ensinou a “peitar os nossos conflitos”. Pode ser uma solução mais demorada a princípio, mas é a única que abre janelas de paz para o futuro. O passo a passo de Jesus Primeiro, tome iniciativa para resolver o problema de forma particular. Isso é o oposto do afastamento, sem jogar nada debaixo dos tapetes, é como tirar a sujeira do quarto de uma vez. Sejam específicos, conversem olhando olhos nos olhos e se acertem. Não espalhem para ninguém, não falem com outras pessoas, fale só você e quem te ofendeu ou quem foi ofendido por você. Isso é um sinal de grande maturidade. Se resolveu, acabou o conflito. Porém, se o conflito persistir, tente novamente com uma ou duas pessoas que são testemunhas do que aconteceu. Isso pressionará a pessoa a ver o seu erro, e o quanto ele tem afetado a vida dos demais. Assim, a verdade virá à tona. Tente resolver o problema de uma vez por todas. Se resolver, acabou o conflito. Porém, se o conflito persistir mesmo diante das testemunhas, leve o assunto para a igreja, liderança, pais ou autoridades. Aqui está o passo no qual a maioria das pessoas erram. Geralmente o assunto é levado para a liderança da igreja ou demais autoridades antes dos anteriores serem seguidos. Se isso acontecer, é um sinal de grande imaturidade de nossa parte, sem falar de desobediência aos mandamentos do nosso Salvador. Portanto, diante de instâncias superiores, se a pessoa te ouviu, acabou o conflito — demorou, mas acabou! E se não ouvir — e somente na terceira tentativa — é que Jesus nos dá a opção de quebrarmos os laços de amizade. Ainda assim, se posteriormente tal pessoa vier até você novamente, perdoe e reate a amizade. O vírus da rebelião e a nossa salvação Alguém poderia perguntar: “Por que temos que resolver nossos conflitos assim?”. Jesus ensinou assim porque ele fez exatamente assim. Nós o ofendemos. Nós decidimos viver sem Deus, à nossa maneira. Todo ser humano, ao nascer, vem ao mundo em conflito com Deus. Nós começamos a briga e não queremos voltar atrás. Merecíamos a morte, pois ofendemos o caráter santo do Deus eterno. Cuspimos em seu rosto, demos as costas para o seu amor. Portanto, o vírus dessa rebelião se espalhou por todo o nosso ser e a humanidade toda hoje está infectada e destinada à morte. Contudo, o ofendido veio até nós em busca de reconciliação. Deus veio até nós mesmo nós estando em inimizade com ele. E muito mais do que isso, ele decidiu nos perdoar por tudo o que fizemos contra ele. Não apenas com palavras, ele deu uma prova visível de que realmente nos ama e nos perdoa, oferecendo seu único Filho para morrer a morte que era nossa. Essa é a metodologia de Deus para resolver conflitos. Deus não se afasta, não guarda rancor de nós, não fala mal de nós, não se torna nosso inimigo e não quer nos matar. Antes, deu o seu Filho para morrer por nós. Se você se arrepender totalmente dos seus pecados, chorar por eles e voltar-se para Deus, entregando a ele sua vida de todo seu coração, então você estará em paz com Deus. É assim que se resolve conflitos, não com a metodologia da fuga, mas por meio de reconciliação. Precisamos tratar os nossos problemas de frente, com coragem. Oro para que você e eu aprendamos com Deus a solucionar os problemas que temos uns com os outros. Paz e bem

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Sucesso ou fracasso? É você que escolhe.....


“Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e apegando-te a ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade”. (Deuteronômio 30,19). A vida de qualquer pessoa depende, exclusivamente, das escolhas que ela faz. Nosso sucesso ou fracasso está diretamente ligado às escolhas que fazemos. Se as fizermos acertadamente, alcançaremos o pódio como vencedores. Mas se as escolhas forem infelizes, também é certo que amargaremos a derrota. Nossa vida espiritual também depende, exclusivamente, de nossas escolhas. É certo que o pecado está a nossa frente, mas somos nós que decidimos cometê-lo ou não. A escolha é nossa. Se eu pecar, pecarei por decisão própria. Posso até ter sido induzido a tal, mas terei escolhido aceitar a indução. E, é claro, sofrerei as consequências. Escolha! Essa pequena palavra pode levar o homem do inferno ao céu ou do céu ao inferno num piscar de olhos. Escolher bem é o anseio de todos, mas por que nem sempre escolhemos bem? Por que, frequentemente, optamos pela escolha errada? Talvez a escolha não venha a agradar seu pai ou sua mãe, sua mulher, a seus filhos ou seus colegas, mas você sempre terá de pautar suas escolhas na Palavra de Deus. Nossas escolhas exercem influência sobre nossa família. Quando escolhemos corretamente, Deus honra nossa escolha. As escolhas dos pais sempre exercem influência em todos dentro de casa. E se você fizer uma escolha carnal, uma escolha que não glorifica a Deus, isso trará uma influência negativa sobre seus filhos. Porém, quando você faz a escolha certa, todos são beneficiados. Quando você declara: “Na minha casa todos nós vamos à igreja, na minha casa todos serviremos ao Senhor”, seus filhos começam a ir com você. Pode até acontecer de, nas primeiras vezes, eles irem chateados. Podem até ir à igreja emburrados, mas dentro de pouco tempo, eles amarão estar na casa do Senhor. “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína”. (Mateus 7,24-27). Salomão fez uma escolha muito importante quando tomou posse do reinado no lugar de seu pai Davi. E quando ele orou suplicando a Deus, fez um pedido muito singular: “Dá, pois, ao teu servo um coração compreensivo para julgar o teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal” (1Reis 3,9). Salomão pediu a Deus apenas uma coisa: que lhe concedesse sabedoria para escolher e para julgar. E o que Deus lhe concedeu? Sabedoria. Tudo é uma questão de escolha. Este é o tempo de Deus para você. Esta é a hora de Deus para o seu coração. Escolha andar de mãos dadas com o Senhor e na presença dele. “Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal; se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o Senhor, teu Deus, andes nos seus caminhos, e guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, então, viverás e te multiplicarás, e o Senhor, teu Deus, te abençoará na terra à qual passas para possuí-la”. (Deuteronômio 30,15). Paz e bem

Aquieta teu coração porque no Senhor há descanso..


Não deixe que as inquietações do tempo presente tirem seu foco do que é realmente importante Você já percebeu que, quando ficamos inquietos por alguma coisa, não conseguimos pensar em mais nada? Pois é, deixamos aquela preocupação tomar conta do que somos, e por incrível que pareça, ela se alastra, tomando conta do nosso tempo. Tempo que perdemos ao qual poderíamos estar nos dedicando às coisas de Deus. Em Filipenses, Paulo escreveu claramente: “Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças”, ele está dizendo que não devemos deixar as inquietações do tempo presente nos tirar do foco, porque tudo que nos tira do foco nos afasta da presença de Deus, e tudo que se torna mais importante que Deus é idolatria. Paulo nos aconselha a tornar tudo conhecido pelo Senhor através de nossas orações. Pois, quando deixamos Deus a par de tudo que está acontecendo – mesmo que Ele já saiba, sempre prefere ouvir de nós, para assim agir–, nosso coração encontra descanso, e nossa alma, antes aflita e preocupada, passa a descansar no Senhor. É assim que demonstramos nossa fé e confiança nAquele que pode fazer o que o homem não faz, e faz infinitamente mais do que possamos pedir a Ele. “Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” (Mateus 6,34) Paz e bem

A hospitalidade é sobre os outros, não sobre você....


Entretenimento e hospitalidade podem parecer semelhantes, mas são duas coisas completamente diferentes Alguns anos atrás, toda vez que eu entrava em um frenesi de limpeza, meus filhos perguntavam: “quem está vindo?”. Eles perguntavam isso porque eu só limpava assim quando eu ia receber alguma visita. Eu pegava algumas meias perdidas ou limpava um balcão, mas quando alguma pessoa ia chegar, eu mudava completamente meu comportamento em relação à limpeza. Claro, o resultado direto disso é que eu nunca convidava as pessoas no último minuto, e eu certamente não abria minha porta e convidava um amigo para um café ou para o jantar quando eles vinham para dizer oi. Ou eu abria e saia para conversar, fechando a porta atrás de mim, esperando que eles não percebessem as pilhas de roupa e as crianças bagunceiras que estavam atrás. Mas se você tivesse me perguntado se eu praticava hospitalidade, eu teria dito que sim. Afinal, fiz refeições elaboradas para os hóspedes, cuidadosamente acompanhadas com vinho! Coloquei as melhores louças e a melhor toalha de mesa e ofereci dois tipos de sobremesas e café depois do jantar! E eu sempre me certificava de que a casa inteira, até o chuveiro, estivesse impecável antes que os hóspedes chegassem. O que poderia ser mais hospitaleiro do que isso? Qualquer coisa. Esse tipo de preparação não é hospitalidade, é entretenimento. E os dois podem parecer semelhantes, mas como este artigo da Gospel Coalition me lembrou, a hospitalidade e o entretenimento são duas coisas completamente diferentes. Entretenimento foca a atenção em si mesmo A hospitalidade envolve a configuração de uma mesa que faz com que todos se sintam confortáveis. Ela escolhe um menu que permite você ficar e conversar com os hóspedes em vez de ficar acorrentado ao fogão. Ela torna as coisas agradáveis, mas não sente a necessidade de ocultar evidências da vida cotidiana. Às vezes, senta para jantar com farinha no cabelo. Permite que a reunião seja moldada pela qualidade da conversa ao invés da qualidade da comida. A hospitalidade mostra interesse nos pensamentos, sentimentos, sonhos e preferências de seus convidados. É bom fazer perguntas e ouvir atentamente as respostas. A hospitalidade concentra a atenção sobre os outros. Aprendi a diferença passando mais tempo nas casas de outras pessoas. Aprendi que havia pessoas cujas casas parecem sempre prontas para o entretenimento, porque é assim que elas mantêm suas casas. Aprendi que há pessoas cujas casas se parecem mais com a minha, porém elas não deixam que os brinquedos e as cestas de roupa suja impeçam um café com alguém inesperado. E eu aprendi que a hospitalidade não está apresentando um rosto perfeito para que as pessoas pensem bem de você – está convidando uma pessoa para entrar em sua casa porque você gosta dela. Nós fazemos as tarefas domésticas aos sábados agora. Meus filhos não perguntam se alguém está chegando quando limpamos a casa, porque tentamos manter a casa limpa para nós mesmos. Às vezes a vida fica louca e isso reflete na casa, mas eu tento não me desculpar por isso quando alguém chega. Eu os convido para entrar, limpo um espaço na mesa, faço um café e aproveito a companhia. Às vezes eu até deixo as pessoas usarem o banheiro – e como a hospitalidade caminha nos dois sentidos, ninguém comentou sobre o grau de limpeza da área de banho. Fonte: Aleteia

domingo, 10 de setembro de 2017

Chorar não me faz menos homem.....Também preciso de colo...


O homem também chora, embora muitas vezes não assuma o seu choro e tente disfarçar as suas lágrimas e o seu pesar. O homem chora muitas vezes escondido, perdido em seus assombros e penúria, triste, amargurado ou com fúria, mas ele chora convulsivamente e se descabela, soluçando e se esvaindo em lágrimas. Jesus chorou, Pedro chorou e tantos outros heróis choraram ao longo do tempo, ao longo da história. Mas mesmo assim fica um ponto de interrogação: Por que o homem chora? Sabemos que crianças e adolescentes choram e, principalmente, mulher chora, mas para o homem ainda há um tabu e uma "certa" vergonha em ser pego chorando. Apesar de tudo, o homem também chora. Peguei-me pensando nesse tema porque não faz muitos dias chorei, depois de tanto tempo tentando me provar que "homem não chora". O motivo foi justo, pois decorre de algo muito íntimo e pessoal. Percebi que não sou mais forte do que ninguém e também tenho os meus momentos de fraqueza, ou de grandeza, pois não há nada vergonhoso ou negativo quando alguém sente algo e, sem querer, se derrama em lágrimas copiosas que parecem nunca se estancar. A vida nos ensina que, acima da razão, existe a emoção, a comoção e o sentimento que vem de repente e nos leva na sua corrente, nos domina, nos fragiliza e nos deixa em pedaços. Chorei sim, chorei de amor, por amor, me lavei por dentro ao lembrar-me do que passei e recordar fatos que se referem ou se remetem a mais de 30 anos passados,e que me trouxeram ao momento que hoje vivo . Não tenho vergonha de confessar: chorei. Quando eu era pré-adolescente eu chorava muito, não porque apanhava, mas porque já sentia a dor das pessoas, dos animais e até da Natureza. E nunca, até então, eu tinha visto um adulto chorar. Imaginava que choro era só para crianças birrentas ou muito sentimentais como eu. O dia que eu vi um adulto chorar aquilo mexeu muito comigo, tanto que eu não esqueci. Depois vi outros e outros e até o meu pai – o homem mais forte que eu conheci – o meu herói, amigo, companheiro, conselheiro, exemplo, espelho... Aí então eu desabei, percebi que o choro era muito mais comum do que eu pensava e também aprendi que "O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã". (Salmos 30.5b). Aquela imagem ficou na minha mente, depois vieram as poesias, caí de cabeça nos versos e ali encontrei respostas para muitas de minhas perguntas. Resolvi me dedicar á escrita e mercê disto me tornei Bloguista. Existe um mistério no choro. Existem muitos motivos para chorar e eu não devo enumerá-los aqui. A idéia não é discutir a técnica, mas os efeitos, as razões e, principalmente, a essência do choro. Durante décadas pensei nesse assunto e evitei escrever sobre ele, mas ele é muito real e comum na vida da maioria das pessoas. O homem também chora, disfarça, mas chora, inventa desculpas, finge, lava o rosto, se penteia, mas quando o coração amolece a lágrima desce e não tem como segurar. Posso afirmar que Jesus se abraça a quem chora. Ele chorou no túmulo do seu amigo Lázaro (João 11.35) e ainda hoje chora ao ver a humanidade perdida e despercebida como está. Jesus chorou comigo, me abraçou, me consolou. Eu senti o seu toque e o calor de suas mãos. Ele me restituiu a alegria e me deu forças para caminhar e inspiração para escrever o que você acabou de ler. Jesus nunca nos abandona.